João Pessoa(PB) – Um livro que traz reflexões sobre o cotidiano, que poderão ser úteis ao aconselhamento será lançado na sexta-feira(09Outubro2009) no restaurante Sal e Brasa, no Bessa, às 20h00m. A autora é a psicóloga Cláudia Franca Schmidhaüssler, com vasta experiência neste campo da Medicina, que atua em João Pessoa. Escrito numa linguagem coloquial, tem 117 páginas, com oito capítulos, editado pela UFPB, é de fácil compreensão de todos os leitores, porque a finalidade é contribuir para que as pessoas possam viver alimentadas pela paz interior.
Segunda Cláudia Franca, a pessoa que consegue vencer obstáculos, pode terapia. “O livro é uma tentativa de desmistificar o que venha a ser fazer terapia”, explica. Segundo ela, a obra apresenta situações vividas, mas que continuam armazenadas na mente das pessoas, o que faz as preocupações que estavam guardas. Também apresenta algumas tarefas ou sugestões que ajudarão ao leitor a vencer o medo.

Durante a leitura, a pessoa vai mantendo contatos com situações até chegar ao topo com tudo resolvido. “O livro é todo um caminhar de situações”, esclarece a autora(Foto).
A coordenadora do Curso de Psicologia do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, Iany Cavalcanti da Silva Barros, muitas razões e emoções levaram a reconhecer a importância dessa leitura para sua vida, apresentadas neste livro. “O livro fala de uma vida, de uma existência, de fases que se refazem com o tempo. Da necessidade de aceitar que devemos ter um novo olhar sobre as adversidades imposto as nossas vidas, encontrar saídas e, ressignificar conceitos, valores, crenças, desejos e escolhas”, comenta.
Segundo ela, Cláudia, com seu jeito meigo e especial, mostra caminhos para exercitar desapegos e reconhecer que, “fechando portas e abrindo-se janelas, o caminho está lá para ser percorrido…”.
No prefácio, o promotor de Justiça João Arlindo Corrêa Neto afirma que Cláudia Franca Schmidhaüssler que é psicóloga clínica de larga experiência, tendo como embasamentos teóricos o humanismo e o cognitivismo, busca conduzir o cliente a entender o seu processo existencial tendo como desiderato a resolução de suas angústias, medos, inseguranças e conflitos, internos e externos.
É formada em Licenciatura Plena em Psicologia e Formação em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba; Mestre em Ciências do Desenvolvimento Humano do Centro de Ciências da Saúde e professora de várias universidades; especialista em Psicologia Clínica e Psicomotricidade; Psicóloga e diretora da Clínica INTERSER, especializada no ser humano. Possui formação acadêmica refinada, o que a coloca na vanguarda dos profissionais que se dedicam ao estudo do ser humano em sua essência mais profunda.
“Com tão vasta experiência e cabedal, envereda pelos caminhos literários, brindando-nos com este magnífico livro: Transplante de Alma – Trechos de Vida, um convite imperdível a uma reflexão mais aprofundada sobre a nossa existência e os medos e entraves que limitam a ascensão do ser humano rumo ao “topo”, comenta.
Segundo ele, na Teoria Humanista, que coloca o homem como centro de toda a ação e como agente principal no processo de mudanças sociais sem renegar a existência de Deus, o livro ajuda o leitor/cliente na busca da reflexão mais profunda para discernir seus caminhos. O antropocentrismo é a temática da evolução das reflexões da autora num encadeamento lógico e palatável.
O livro é de leitura fácil e compreensão rápida, torna-se acessível a todas as camadas da sociedade, sem rótulos ou segmentos direcionados.
No transcurso da leitura, a autora utiliza a temática do transplante de alma para estimular o leitor a ser um vencedor. É contagiante, especialmente porque a escritora posiciona-se no “topo”, esperando em “oração” a chegada do leitor. Estimula-o a sair do porão; a revirar as entranhas e lembranças mais profundas, mesmo que elas causem dor e medo.
Segundo João Correa, na metáfora dos “cacos”, de forma criativa, introjecta no leitor a idéia da repetição e de novos desafios, que, a rigor, é a razão de ser da existência humana, perpetuada, também, pela própria natureza, em antíteses constantes: sol, lua, chuva, vento, vida, morte.
“O fio condutor é a abertura de “portas e janelas” a caminho do “topo”, incentivando o leitor a ficar atento aos pequeno-grandes detalhes do caminhar, tendo como norte o amor em sua mais profunda definição. O ser humano deve amar-se em primeiro e primeiramente, pois, só assim, será capaz de transformações e de transformar-se. A ativação do amor deve ser uma constante, um dia após o outro como na fábula A Menina e o Pássaro Encantado”, analisa.