O Bê-a-bá do Sertão

Ricardo Schöpke ministra oficina e encena espetáculos de animação de títeres bunrakus japoneses

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A oficina e as quatro apresentações do espetáculo acontecem de hoje (terça-feira/09Março2010) até domingo(14Março2010), durante a Mostra Infantil do IV Festival BNB das Artes Cênicas, nos três Centros Culturais Banco do Nordeste(CCBNBs-Sousa, Cariri e Fortaleza).

Sousa(PB) – A Cia. Boto-Vermelho, do Rio de Janeiro, fará quatro apresentações gratuitas do espetáculo de animação de títeres bunrakus japoneses, intitulado “Ah, cambaxirra, se eu pudesse”, com texto de Ana Maria Machado e adaptação e direção de Ricardo Schöpke, durante a Mostra Infantil do IV Festival BNB das Artes Cênicas, nos três Centros Culturais Banco do Nordeste: no CCBNB-Sousa(rua Cel. José Gomes de Sá, 07 – Centro – fone: (83) 3522.2980), no alto sertão paraibano, nesta sexta-feira(12Março2010), às 15h30m; no CCBNB-Cariri(rua São Pedro, 337 – Centro – fone: (88) 3512.2855), em Juazeiro do Norte, região sul do Ceará, no sábado(13Março2010), às 15h00m; e no CCBNB-Fortaleza(rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108), no domingo(14Março2010), às 15 e 17h00m.

Diretor artístico da Cia. Boto-Vermelho, o teuto-brasileiro Ricardo Schöpke é também ator, encenador, diretor de arte e desenhista de luz, além de crítico de teatro infantil e juvenil do Jornal do Brasil(RJ). “O foco do trabalho da Companhia é o folclore brasileiro e textos da dramaturgia alemã”, destaca.

Ah, cambaxirra, se eu pudesse” é um espetáculo de animação de títeres(marionetes, fantoches) que conta – por meio de uma opereta entrecortada por um violoncelo tocado ao vivo – a história de uma ave, a cambaxirra, que está construindo um ninho na mais bonita árvore da floresta de uma cidade europeia do século XVIII e é surpreendida pela presença de um caçador que pretende derrubar a árvore. Para não deixar que isso aconteça, terá que lutar com muita persistência contra as forças do imperador.

Oficina de manipulação de títeres bunrakus japoneses
Além de encenar e dirigir o espetáculo infantil “Ah, cambaxirra, se eu pudesse”, Ricardo Schöpke ministra, dentro da programação do IV Festival BNB das Artes Cênicas, a oficina de formação artística “A manipulação de títeres bunrakus japoneses”, no auditório do CCBNB-Fortaleza(3º andar), de hoje(terça-feira/09Março2010) até quinta-feira, 11, com carga horária de 16 horas-aula(dias 9 e 10, de 13h às 18h; e dia 11, de 13h às 19h).

A oficina apresenta um painel teórico e didático sobre a milenar técnica japonesa de títeres Bunrakus, e as formas de atuação e releituras no cenário teatral brasileiro. O objetivo da oficina é abordar de maneira prática todo o processo de construção de uma personagem títere e todo o universo a ser explorado na técnica bunraku, onde três atores manipuladores são necessários para dar vida a um títere.

Um fica encarregado pela cabeça e braço esquerdo, o outro pela cintura e mão direita, e o terceiro pelas pernas e pés. Um minucioso trabalho de equipe, que requer muita harmonia, grande concentração, rigor técnico e precisão cirúrgica.

Na oficina, serão utilizados os títeres construídos especialmente para o espetáculo “Ah, cambaxirra, se eu pudesse”, pelo renomado diretor e manipulador Miguel Velhinho, do Grupo Sobrevento e da Cia. Pequod.


ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

·     Ricardo Schöpke (diretor artístico da Cia. Boto-Vermelho) – Em Fortaleza, no Gran Marquise Hotel (av. Beira-Mar, 3980 – fone: (85) 4006.5000 – Ap. 1604); ou pelo celular (21) 8242.9293 – ricardoschopke@uol.com.br

 

·     Carolina Massler (coordenadora do IV Festival BNB das Artes Cênicas) – (85) 9629.1777 / 3464.3183 – carolinatr@bnb.gov.br

·     Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br

 

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