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Hélder Fernandes

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Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente, pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente(PRODEMA/UFPB), desde 2018. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente(PRODEMA/UFPB – 2018). Graduado em Direito (Bacharel) pela UFPB(1991) e graduado em Administração(Bacharel) pela UFPB(1986). Pós-graduado latu senso em Gestão Administrativa e Produtividade (2012) e em Segurança e Educação de Trânsito (2012).

O Brasil está de luto e a música popular brasileira mais pobre. Morreu na madrugada de hoje(segunda-feira 13Abril2020) Antônio Carlos Moraes Moreira, o nosso Moraes Moreira (72 anos) embalador de memoráveis músicas da nossa geração.

Morais Moreira nos deixa um enorme legado musical e se enquadra entre um dos mais versáteis compositores do Brasil, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita.

Autêntico, o baiano de Ituaçu, cidade do interior do Estado da Bahia, Moraes Moreira morreu sozinho em seu apartamento no bairro da Gávea no Rio de Janeiro, enquanto dormia, em meio a Pandemia global. Gravou mais de 40 discos e cerca de 500 músicas. Ocupava a cadeira 38 da Academia Brasileira de Literatura e Cordel.

Sua partida nos deixa um vazio imenso, por perdemos um gênio, um alegre intérprete e monstro de vários sucessos a exemplo de Sintonia, Preta Pretinha, Pombo Correio, Televisado, Frevo, Chão da Praça e Vassourinha Elétrica, Besta é tu, Três Meninas do Brasil, Brasil pandeiro, A menina dança, O caminhão da alegria, Bloco dos Prazeres, Lá vem o Brasil descendo a Ladeira, O Brasil tem concerto, Meu nome é Brasil e muitos outros.

Em defesa do nosso sentimento de ser brasileiro, obrigado Moraes. Como fã me sinto feliz por ter desfrutado dessa época de ouro e de ter escutado suas melodias.

A ele, referência musical nacional, toda a nossa admiração e respeito.

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