Hélder Fernandes

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Em 17/08/2020

Tempo de leitura: 1 minuto

Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente, pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente(PRODEMA/UFPB), desde 2018. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente(PRODEMA/UFPB). Graduado em Direito (Bacharel) e em Administração(Bacharel) pela UFPB. Pós-graduado (latu senso) em Gestão Administrativa e Produtividade e em Segurança e Educação de Trânsito.

O Brasil está de luto e a música popular brasileira mais pobre. Morreu na madrugada de hoje(segunda-feira 13Abril2020) Antônio Carlos Moraes Moreira, o nosso Moraes Moreira (72 anos) embalador de memoráveis músicas da nossa geração.

Morais Moreira nos deixa um enorme legado musical e se enquadra entre um dos mais versáteis compositores do Brasil, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita.

Autêntico, o baiano de Ituaçu, cidade do interior do Estado da Bahia, Moraes Moreira morreu sozinho em seu apartamento no bairro da Gávea no Rio de Janeiro, enquanto dormia, em meio a Pandemia global. Gravou mais de 40 discos e cerca de 500 músicas. Ocupava a cadeira 38 da Academia Brasileira de Literatura e Cordel.

Sua partida nos deixa um vazio imenso, por perdemos um gênio, um alegre intérprete e monstro de vários sucessos a exemplo de Sintonia, Preta Pretinha, Pombo Correio, Televisado, Frevo, Chão da Praça e Vassourinha Elétrica, Besta é tu, Três Meninas do Brasil, Brasil pandeiro, A menina dança, O caminhão da alegria, Bloco dos Prazeres, Lá vem o Brasil descendo a Ladeira, O Brasil tem concerto, Meu nome é Brasil e muitos outros.