{"id":1239,"date":"2008-08-26T00:00:00","date_gmt":"2008-08-26T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2008-08-26T00:00:00","modified_gmt":"2008-08-26T00:00:00","slug":"Medalhas-da-Olimpiada-custaram-50-milhoes-cada-ao-Brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2008\/08\/26\/Medalhas-da-Olimpiada-custaram-50-milhoes-cada-ao-Brasil\/","title":{"rendered":"Medalhas da Olimpiada custaram 50 milh\u00f5es cada ao Brasil"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 35 minutos<\/div><p align=\"justify\"><font size=\"2\"><font face=\"Verdana\"><strong>Pequim(China)<\/strong> &#8211; Pode ter faltado compet&ecirc;ncia, equil&iacute;brio emocional e sorte, mas verba n&atilde;o faltou. O &uacute;ltimo ciclo ol&iacute;mpico(2005-2008), que culminou com a Olimp&iacute;ada de Pequim, foi o que mobilizou maiores recursos federais em favor do esporte brasileiro, a t&iacute;tulo de prepara&ccedil;&atilde;o para a maior competi&ccedil;&atilde;o do esporte mundial. As estat&iacute;sticas apontam que mais de R$ 650 milh&otilde;es foram gastos em prol do esporte ol&iacute;mpico. O dinheiro &eacute; contabilizado por meio dos recursos das loterias, das empresas estatais, do fundo de incentivo fiscal e do Minist&eacute;rio do Esporte, com o Programa Brasil no Esporte de Alto Rendimento, o Brasil Campe&atilde;o, que inclui o bolsa-atleta. Com isso, cada uma das 13 medalhas conquistados pelo Pa&iacute;s na China(excluindo as duas do futebol, que n&atilde;o recebe dinheiro p&uacute;blico) custou cerca de R$ 50,4 milh&otilde;es aos cofres p&uacute;blicos.<\/p>\n<p>Entre 2005 e 2008, o montante investido no esporte brasileiro, R$ 654,7 milh&otilde;es, &eacute; procedente de diversas fontes: R$ 265,7 milh&otilde;es destinados ao Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Brasileiro(COB) por meio da lei das loterias criada em 2001, que obriga o destino de 2% das loterias federais aos comit&ecirc;s Ol&iacute;mpico e Paraol&iacute;mpico brasileiros; R$ 34,4 milh&otilde;es oriundos da lei de incentivo ao esporte, aprovada em 2006 e que concede isen&ccedil;&atilde;o fiscal &agrave; pessoa f&iacute;sica ou jur&iacute;dica que fizer doa&ccedil;&atilde;o a um projeto esportivo; R$ 247,9 milh&otilde;es de patroc&iacute;nios das empresas estatais e mais de R$ 107 milh&otilde;es aplicados pelo governo federal no Programa Brasil no Esporte de Alto Rendimento.<\/p>\n<p>Parte do dinheiro computado pela lei de incentivo fiscal ao esporte foi destinado &agrave;s confedera&ccedil;&otilde;es de boxe(R$ 4,8 milh&otilde;es), de jud&ocirc;(R$ 1,9 milh&atilde;o) e de t&ecirc;nis de mesa(R$ 564,5 mil), para o Minas T&ecirc;nis Clube(pouco mais de R$ 1 milh&atilde;o), al&eacute;m de R$ 26 milh&otilde;es para o COB. J&aacute; entre os patroc&iacute;nios das estatais est&atilde;o os R$ 42 milh&otilde;es e os R$ 5,9 milh&otilde;es destinados pela Caixa Econ&ocirc;mica Federal ao atletismo e &agrave; gin&aacute;stica, os R$ 38 milh&otilde;es dos Correios para a nata&ccedil;&atilde;o, os R$ 40 milh&otilde;es da Eletrobr&aacute;s para o basquete, os R$ 10 milh&otilde;es da Infraero ao jud&ocirc;, os R$ 11,2 milh&otilde;es pagos pela Petrobras ao handebol e os cerca de R$ 100 milh&otilde;es do Banco do Brasil para o v&ocirc;lei.<\/p>\n<p>Com a proximidade dos Jogos Ol&iacute;mpicos de Pequim, o Programa Brasil no Esporte de Alto Rendimento, o Brasil Campe&atilde;o, foi o segundo programa mais bem contemplado pelo Minist&eacute;rio do Esporte esse ano, com R$ 51,1 milh&otilde;es recebidos. O programa tem o objetivo de aperfei&ccedil;oar atletas de alto rendimento a partir da implanta&ccedil;&atilde;o de centros de treinamento; modernizar centro cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico para o esporte e implantar infra-estrutura para a pr&aacute;tica desportiva nas institui&ccedil;&otilde;es de ensino e entidades parceiras, beneficiando o esporte educacional. A verba tamb&eacute;m &eacute; usada, entre outros fins, para custear o sistema de avalia&ccedil;&atilde;o de atletas, o pagamento de quase tr&ecirc;s mil bolsas e para a promo&ccedil;&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o de 1,2 mil atletas portadores de defici&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Os resultados conquistados pelo Brasil em Pequim, inferiores em termos de medalhas de ouro aos de Atenas, v&atilde;o certamente provocar in&uacute;meras discuss&otilde;es. Segundo diversos especialistas, como Jos&eacute; Cruz, da editoria de esportes do Correio Braziliense, embora n&atilde;o se pretenda que a pol&iacute;tica esportiva do Brasil seja dirigida apenas para a forma&ccedil;&atilde;o de atletas &#8211; o priorit&aacute;rio &eacute; que a educa&ccedil;&atilde;o esportiva ajude na forma&ccedil;&atilde;o do cidad&atilde;o, na sa&uacute;de e na inclus&atilde;o social &#8211; a amplia&ccedil;&atilde;o &quot;<em>da base da pir&acirc;mide<\/em>&quot; do esporte de alto rendimento depende da estreita rela&ccedil;&atilde;o entre o esporte e a educa&ccedil;&atilde;o, assim como acontece nos Estados Unidos, na China e em Cuba(apesar de n&atilde;o ter sido destaque em Pequim). Nestes pa&iacute;ses, os talentos esportivos s&atilde;o descobertos nas escolas e, desde cedo, as crian&ccedil;as s&atilde;o treinadas para evoluir nas modalidades que praticam.<\/p>\n<p>Outra cr&iacute;tica levantada por Cruz &eacute; de que os recursos atualmente dispon&iacute;veis para o COB e &agrave;s confedera&ccedil;&otilde;es esportivas est&atilde;o concentrados no &ldquo;<em>topo da pir&acirc;mide<\/em>&rdquo;, sendo injetados, quase que exclusivamente, em atletas de ponta, j&aacute; consagrados. &quot;<em>Ao contr&aacute;rio do que ocorria em d&eacute;cadas passadas, n&atilde;o faltam recursos ao desporto nacional, mas sim gest&atilde;o e fixa&ccedil;&atilde;o de prioridades. O desporto na base sofre com a falta de verba, al&eacute;m da educa&ccedil;&atilde;o fis&iacute;ca nas escolas ser praticamente inexistente<\/em>&quot;, afirma Cruz. Isso contraria a pr&oacute;pria Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, que afirma que &eacute; &ldquo;<em>dever do Estado fomentar pr&aacute;ticas desportivas formais e n&atilde;o-formais, como direito de cada um, observados a destina&ccedil;&atilde;o de recursos p&uacute;blicos para a promo&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;ria do desporto educacional e, em casos espec&iacute;ficos, para a do desporto de alto rendimento<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>Diante da discuss&atilde;o, alguns parlamentares, como o deputado Miro Teixeira, pretendem levar o debate em torno da quest&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos no esporte brasileiro ao Congreso, inclusive com a cria&ccedil;&atilde;o de uma CPI. O presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, prefere n&atilde;o comentar sobre as aplica&ccedil;&atilde;o globais da Uni&atilde;o em favor do esporte de alto rendimento, tendo em vista que gerencia apenas os recursos provenientes das loterias, cuja a distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; divulgada e auditada pelo Tribunal de Contas da Uni&atilde;o(TCU). O presidente do COB destaca a expans&atilde;o do esporte brasileiro citando medalha obtida no taekwondo, a partica&ccedil;&atilde;o do Brasil em 38 finais(contra 30 em Atenas) e a participa&ccedil;&atilde;o da delega&ccedil;&atilde;o feminina. O presidente afirma n&atilde;o temer a eventual realiza&ccedil;&atilde;o de uma CPI. Ele argumenta que tais questionamentos s&atilde;o comuns em per&iacute;odos p&oacute;s jogos ol&iacute;mpicos.<\/p>\n<p>Os recursos destinados ao ciclo das Olimp&iacute;adas de Atenas 2004 para o esporte brasileiro somaram cerca de R$ 280 milh&otilde;es, ou seja, menos da metade do desembolsado com os jogos de Pequim. Na Gr&eacute;cia, com a presen&ccedil;a de uma delega&ccedil;&atilde;o de atletas menor(247 contra 277 este ano), o Brasil fez a melhor campanha de todos os tempos com a conquista de cinco ouros. No entanto, somando todas as medalhas conquistadas naquele ano, 10 no total, o custo aos cofres p&uacute;blicos foi mais barato; alcan&ccedil;ou a cifra de R$ 28 milh&otilde;es por medalha.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que os valores aplicados no esporte de alto rendimento considerados poderiam ser ainda maiores caso fossem inclu&iacute;dos os gastos e os investimentos feitos pelo Minist&eacute;rio do Esporte com o Programa Rumo ao Pan 2007. Criado em 2004, o programa recebeu apenas dos cofres da pasta quase R$ 1 bilh&atilde;o para ser aplicado na realiza&ccedil;&atilde;o do evento no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><\/font><\/font><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\"><font size=\"2\"><font face=\"Verdana\"><u><strong><font face=\"Arial\" size=\"3\">Ouro no salto<br \/><\/font><\/strong><\/u><font color=\"#000000\">Ao conquistar o ouro no salto em dist&acirc;ncia nos Jogos Ol&iacute;mpicos de Pequim, no dia 22 de agosto, Maurren Maggi se tornou a primeira mulher a chegar ao alto do p&oacute;dio em esporte individual na hist&oacute;ria da participa&ccedil;&atilde;o brasileira em Olimp&iacute;adas. Na sua participa&ccedil;&atilde;o anterior, em Sydney-2000, ela sofreu uma les&atilde;o e n&atilde;o passou da primeira fase da competi&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, Maurren j&aacute; havia se destacado em dois Pans, o de Winnipeg-99 e do Rio-07, conquistando o ouro em ambos e no Munidal Indoor de Valencia, disputado em mar&ccedil;o deste ano, quando foi medalha de prata. Ap&oacute;s a emocionante vit&oacute;ria na China, quando superou a saltadora russa Tatyana Lebedeva por apenas um cent&iacute;metro, ela prometeu continuar treinando para defender o t&iacute;tulo em Londres-2012. Maurren ganhou esse nome porque seu pai, William Maggi, f&atilde; dos Beatles, resolveu dar &agrave; filha o mesmo nome da primeira mulher de Ringo Starr, baterista da banda inglesa. Por&eacute;m, como &eacute; comum nesses casos, o tabeli&atilde;o errou a m&atilde;o, j&aacute; que a grafia correta do nome da brit&acirc;nica &eacute; Maureen. <\/p>\n<p><input type=\"image\" height=\"197\" width=\"250\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/maurren_higa_maggi_salto_001.jpg\" align=\"left\" \/>Maurren Higa Maggi<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> nasceu em S&atilde;o Carlos, no interior paulista, em 25 de junho de 1976. Desde sua inf&acirc;ncia, com o incentivo de seus pais, come&ccedil;ou a praticar a gin&aacute;stica art&iacute;stica. No entanto, em conseq&uuml;&ecirc;ncia de sua alta estatura, Maurren desistiu da modalidade e come&ccedil;ou a praticar o atletismo. Em 1993, a atleta brasileira ingressou na Associa&ccedil;&atilde;o dos Amigos do Atletismo de Ribeir&atilde;o Preto. Um ano depois, recebeu o convite de seu atual t&eacute;cnico, N&eacute;lio Moura, para participar do Projeto Futuro, na cidade de S&atilde;o Paulo. Seu principal resultado nesta fase inicial da carreira surgiu aos 23 anos: o primeiro lugar no Sul-Americano de Bogot&aacute;, na Col&ocirc;mbia, em 1999, quando garantiu o recorde sul-americano que vigora at&eacute; hoje, com um salto de 7,26m. No entanto, em sua estr&eacute;ia em Olimp&iacute;adas, em Sydney-2000, Maurren sentiu uma les&atilde;o na coxa esquerda, durante um salto na fase classificat&oacute;ria, caiu chorando na caixa de areia e nem avan&ccedil;ou &agrave; final. Na at&eacute; ent&atilde;o melhor fase de sua carreira, a saltadora amargou um decepcionante 25&ordm; lugar. <\/p>\n<p>A esperan&ccedil;a de medalhas renasceu em 2003, quando a paulista alcan&ccedil;ou o melhor salto da temporada, 7,06m. Favorita ao ouro no Pan de Santo Domingo, ela tamb&eacute;m j&aacute; era uma das apostas brasileiras para conquistar medalha em Atenas-2004. Entretanto, ela foi flagrada no exame antidoping e teve de cumprir dois anos de suspens&atilde;o das competi&ccedil;&otilde;es. O teste identificou a presen&ccedil;a da subst&acirc;ncia clostebol, que &eacute; a primeira na lista de proibi&ccedil;&otilde;es da Associa&ccedil;&atilde;o Internacional das Federa&ccedil;&otilde;es de Atletismo (IAAF, na sigla em ingl&ecirc;s). O clostebol est&aacute; presente em uma pomada cicatrizante que a atleta alegou ter usado ap&oacute;s uma sess&atilde;o de depila&ccedil;&atilde;o. Apesar da explica&ccedil;&atilde;o, a puni&ccedil;&atilde;o foi mantida. <\/p>\n<p>Durante o per&iacute;odo em que permaneceu suspensa, Maurren casou-se com o piloto de F&oacute;rmula 1 Ant&ocirc;nio Pizzonia e teve sua primeira filha, Sofia e abandonou os treinamentos, passando a se dedicar &agrave; menina e dando por encerrada a carreira de atleta. Em 2006, ap&oacute;s o fim do casamento com Pizzonia, Maurren decidiu retornar &agrave;s pistas. Na ocasi&atilde;o, revelou que estava voltando porque precisa sustentar a filha. <\/p>\n<p>Em 2007, Maurren voltou com tudo e, apesar da aus&ecirc;ncia for&ccedil;ada pela suspens&atilde;o, mostrou que ainda era uma das principais atletas do Brasil. Ela conquistou a medalha de ouro no Pan do Rio, com 6,84m. J&aacute; neste ano, em junho, garantiu a segunda melhor marca do mundo no ano, 6,99m. A consagra&ccedil;&atilde;o viria em Pequim: em seu primeiro salto na final, Maurren voou e atingiu o auge de sua carreira e o melhor desempenho individual feminino brasileiro da hist&oacute;ria. Concentrada, saltou 7,04m e garantiu a medalha de ouro, apenas um cent&iacute;metro a mais do que a russa Tatyana Lebedeva, que marcou 7,03m em sua sexta e &uacute;ltima tentativa. <\/p>\n<p>O t&eacute;cnico da campe&atilde;, N&eacute;lio Moura, n&atilde;o deixa por menos, e afirma que sua pupila est&aacute; imortalizada na hist&oacute;ria do esporte brasileiro e dos Jogos Ol&iacute;mpicos. A melhor coloca&ccedil;&atilde;o de uma brasileira no atletismo, at&eacute; ent&atilde;o, era o quarto lugar de Aida dos Santos nos Jogos de T&oacute;quio-1964, no salto em altura. <\/p>\n<p>&#8211; <em>No ano em que a Maurren voltou a treinar, t&iacute;nhamos d&uacute;vidas porque ela havia ficado quase tr&ecirc;s anos parada. Teve de come&ccedil;ar do zero de novo. Quando os resultados come&ccedil;aram a aparecer, achei que ficaria entre as melhores do mundo. Esse ano, come&ccedil;amos a apostar na possibilidade de ela ser campe&atilde; ol&iacute;mpica, mas ningu&eacute;m poderia ter certeza de uma conquista como essa. Ela conseguiu criar um estado mental em que assumia de forma contida o favoritismo que tinha ao lado de outras saltadoras, mas sabia que para confirmar isso teria de dar o melhor dela, e veio se preparando para isso. Ser campe&atilde;o ol&iacute;mpico &eacute; uma coisa para pouqu&iacute;ssimos, e ela j&aacute; est&aacute; imortalizada<\/em> &#8211; concluiu.<br \/><\/font><br \/><font color=\"#000000\"><strong><u>FICHA T&Eacute;CNICA<\/u><br \/>Nome:<\/strong> Maurren Higa Maggi <br \/><strong>Nascimento:<\/strong> 25\/06\/1976 (32 anos), em S&atilde;o Carlos (SP) <br \/><strong>Altura e Peso:<\/strong> 1,73m e 61kg <\/p>\n<p><\/font><br \/><u><strong><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\">Ouro e Bronze na nata&ccedil;&atilde;o<\/font><br \/><\/strong><\/u><font color=\"#000000\">O sentimento de C&eacute;sar Cielo Filho de volta ao Brasil n&atilde;o poderia ser outro mas o de dever cumprido. O nadador brasileiro entrou para a hist&oacute;ria da nata&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; brasileira, mas mundial, como medalhista e recordista ol&iacute;mpico. Na prova dos 100m livre, Cielo ficou com o bronze(10&ordf; medalha da nata&ccedil;&atilde;o e 80&ordf; em Jogos Ol&iacute;mpicos do Brasil), e nos 50m livre fez uma brilhante exibi&ccedil;&atilde;o para ser coroado com o ouro, fato in&eacute;dito para a nata&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" height=\"160\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/cesar_cielo_filho_natacao_001.jpg\" width=\"250\" align=\"right\" \/>Mesmo sem muitas esperan&ccedil;as de vencer a prova dos 100m livre por largar na raia oito(raia que recebe mais ondula&ccedil;&otilde;es que as do meio, e, conseq&uuml;entemente, atrapalha o nadador), Cielo<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">no centro da Foto<\/font>)<\/strong> sonhou na noite anterior a prova que chegaria em terceiro. O sonho felizmente, virou realidade quando o brasileiro bateu junto com o americano Jason Lezak com o tempo de 47s67 e conquistou a primeira medalha ol&iacute;mpica do Brasil na modalidade, al&eacute;m de ser tamb&eacute;m sua primeira. De quebra o Cielo bateu o recorde sulamericano da prova.<\/p>\n<p>&#8211; <em>Eu estava meio chateado de sair na raia oito, mas o meu t&eacute;cnico (o australiano Brett Hawke) falou: &quot;<\/em>Voc&ecirc; est&aacute; na oito pra brigar pelo bronze<em>!&quot; Acho que estava preocupado demais com os outros nadadores<\/em>.<\/p>\n<p>E logo ap&oacute;s seu incontrol&aacute;vel choro durante a premia&ccedil;&atilde;o, ele j&aacute; almejava outro p&oacute;dio.<\/p>\n<p>&#8211; <em>Agora vou ganhar os 50m livre. Vou buscar a medalha de ouro &#8211; disse, ainda muito emocionado<\/em>.<\/p>\n<p>Era o pren&uacute;ncio. Cielo nadou como nunca nos 50m livre. Quebrou o recorde ol&iacute;mpico com 21s30 e deixou os gigantes da prova mais acirrada da nata&ccedil;&atilde;o para tr&aacute;s, no maior estilo tubar&atilde;o. Na premia&ccedil;&atilde;o, o copioso choro se repetiu. E emocionou quem estava no Cubo Aqu&aacute;tico, que, pela primeira vez em Pequim, ficou de p&eacute; para aplaudir um nadador.<\/p>\n<p>&#8211; <em>Isso &eacute; um sonho sendo realizado. Espero que a partir de agora, muita gente olhe para mim e comece a praticar nata&ccedil;&atilde;o acreditando que pode chegar em algum lugar. Que esta seja uma nova era do esporte no Brasil<\/em> &#8211; festejou o nadador.<\/p>\n<p>Antes da nata&ccedil;&atilde;o, Cielo ainda praticou jud&ocirc; e o v&ocirc;lei. O primeiro, largou porque tinha que lutar com meninos mais velhos devido a sua altura, e acabava perdendo. No v&ocirc;lei, n&atilde;o conseguiu ser t&atilde;o bem sucedido quanto seu pai, ex-jogador.<\/p>\n<p>Depois de bater a barreira dos 22s nos 50m livre, C&eacute;sar foi apontado pelo ex-nadador Gustavo Borges como o melhor nadador brasileiro da atualidade. No caminho para se tornar a atual estrela do esporte brasileiro, o paulista adquiriu algumas manias peculiares, como a de deixar bilhetes em seu quarto da faculdade com mensagens de incentivo. Uma frase no banheiro dizia: &quot;<em>Enquanto voc&ecirc; est&aacute; aqui c&#8230; tem um louco treinando<\/em>&quot;.<br \/><\/font><br \/><\/font><\/font><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><strong><u>FICHA T&Eacute;CNICA<\/u><br \/>Nome: <\/strong>C&eacute;sar Cielo Filho<br \/><strong>Nascimento: <\/strong>10\/01\/1987, em santa B&aacute;rbara d&#8217;Oeste, SP<br \/><strong>Altura e Peso: <\/strong>1,95m e 88kg<\/p>\n<p><u><strong><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\">Ouro no volei feminino<\/font><\/strong><\/u><br \/>A Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira feminina de v&ocirc;lei chegou em Pequim credenciada como favorita ao ouro ol&iacute;mpico ap&oacute;s a conquista invicta do Grand Prix. Em um grupo forte, com pot&ecirc;ncias como It&aacute;lia, S&eacute;rvia e R&uacute;ssia, o Brasil comprovou o seu bom momento e venceu todos os jogos sem perder nenhum set.<\/p>\n<p><input type=\"image\" height=\"170\" width=\"240\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/selecao_brasileira_feminina_de_volei_2008a.jpg\" align=\"right\" \/>Com o primeiro lugar conquistado na fase de classifica&ccedil;&atilde;o, as brasileiras tiveram a vantagem de enfrentar um advers&aacute;rio mais fraco nas oitavas-de-final, o Jap&atilde;o. Sem dificuldades, venceram as advers&aacute;rias, mais uma vez sem perder sets.<\/p>\n<p>Na semifinal, do outro lado, as atuais campe&atilde;s ol&iacute;mpicas. A China, empurrada pela torcida local, poderia ser mais uma pedra no caminho da equipe brasileira. Com confian&ccedil;a, a Sele&ccedil;&atilde;o venceu as rivais por 3 sets a 0 e espantou o fantasma de quatro derrotas consecutivas em semifinais ol&iacute;mpicas.<\/p>\n<p>Restava o &uacute;ltimo obst&aacute;culo, a sele&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos. Na final, pela primeira vez as brasileiras perderam um set. No entanto, elas mostraram maturidade e equil&iacute;brio emocional. Calaram as cr&iacute;ticas e conquistaram o in&eacute;dito ouro ol&iacute;mpico.<\/p>\n<p><\/font><\/font><strong><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style8\"><u>JOGADORES<\/u><\/span><\/p>\n<p>&bull;<\/font><\/font><\/strong><font face=\"Verdana\" size=\"2\"> <strong>WALEWSKA <\/strong>Oliveira &#8211; meio-de-rede<br \/>&bull; Carolina Albuquerque <strong>(CAROL)<\/strong> &#8211; levantadora<br \/>&bull; Marianne Steinbrecher <strong>(MARI) <\/strong>&#8211; oposto<br \/>&bull; <strong>PAULA PEQUENO<\/strong> &#8211; ponta<br \/>&bull; <strong>THA&Iacute;SA <\/strong>Menezes &#8211; meio-de-rede<br \/>&bull; H&eacute;lia Souza <strong>(FOF&Atilde;O)<\/strong> &#8211; levantadora<br \/>&bull; Valeska Menezez<strong> (VALESKINHA)<\/strong> &#8211; meio-de-rede<br \/>&bull; <strong>FABIANA <\/strong>Claudino &#8211; meio-de-rede<br \/>&bull; W&eacute;lissa Gonzaga <strong>(SASS&Aacute;)<\/strong> &#8211; ponta<br \/>&bull; <strong>JAQUELINE <\/strong>Carvalho &#8211; ponta<br \/>&bull; <strong>SHEILLA <\/strong>Castro &#8211; oposto<br \/>&bull; Fabiana de Oliveira <strong>(FABI)<\/strong> &#8211; l&iacute;bero<\/p>\n<p><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><strong>T&eacute;cnico:<br \/>Jos&eacute; Roberto<\/strong> Guimar&atilde;es<\/p>\n<p><span class=\"style7\"><br \/>CAMPANHA:<\/span><\/p>\n<p><strong><u>Primeira fase<\/u><\/strong><br \/>Algeria 0 x 3 Brasil (25-11, 25-11 e 25-10)<br \/>Brasil 3 x 0 R&uacute;ssia (25-14, 25-14 e 25-16)<br \/>S&eacute;rvia 0 x 3 Brasil (25-15, 25-13 e 25-23)<br \/>Brasil 3 x 0 Cazaquist&atilde;o (25-13, 25-6 e 27-25)<br \/>It&aacute;lia 0 x 3 Brasil (25-16, 25-22 e 25-17)<\/p>\n<p><u><strong>Quartas-de-final<\/strong><br \/><\/u>Jap&atilde;o 0 x 3 Brasil (25-12, 25-20 e 25-16)<\/p>\n<p><u><strong>Semifinal<\/strong><br \/><\/u>China 0 x 3 Brasil (27-25, 25-22 e 25-14)<\/p>\n<p><u><strong>Final<\/strong><br \/><\/u>Estados Unidos 1 x 3 Brasil (25-15, 18-25, 25-13 e 25-21)<\/p>\n<p><\/font><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style10\"><strong><u><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\">Prata na vela &#8211; Classe Star<br \/><\/font><\/u><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/robert_scheidt_e_bruno_prada_vela_001.jpg\" align=\"left\" \/>Ao lado de Bruno Prada, Robert Scheidt<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> ganhou sua quarta medalha ol&iacute;mpica consecutiva, primeira na classe Star. J&aacute; para Bruno, foi a primeira medalha em Jogos. Com a prata da dupla, a vela voltou a ter a hegemonia de maior n&uacute;mero de medalhas de uma modalidade no Brasil(esta foi a d&eacute;cima sexta em Jogos Ol&iacute;mpicos), que havia sido batida pelo jud&ocirc;.<\/p>\n<p>A supera&ccedil;&atilde;o foi fundamental para a vit&oacute;ria da dupla na regata final. Ap&oacute;s um in&iacute;cio n&atilde;o muito expressivo nos Jogos, os brasileiros sonhavam apenas com o bronze, pois tamb&eacute;m dependiam de um mau resultado das duplas de suecos Frederik Loof e Anders Ekstrom e dos brit&acirc;nicos Iain Percy e Andrew Simpson.<\/p>\n<p>No fim, com a vit&oacute;ria, a dupla terminou empatada com os suecos ao somarem 53 pontos. O crit&eacute;rio de desempate seria o resultado na &uacute;ltima regata, o que acabaria dando a medalha de prata para o Brasil.<\/p>\n<p><\/span><strong><u>FICHAS T&Eacute;CNICAS<\/u><br \/>Nome:<\/strong> <span class=\"style10\">Bruno Prada<\/span><\/font><\/font><span class=\"style8\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong><\/font><\/span><span class=\"style10\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"> 31\/07\/1971, em S&atilde;o Paulo, SP<\/font><\/span><span class=\"style8\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Altura e peso:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style10\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">1,88m e 112kg<\/font><\/span><span class=\"style8\"><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nome:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style10\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">Robert Scheidt<\/font><\/span><span class=\"style8\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style10\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">15\/04\/1973, em S&atilde;o Paulo, SP<\/font><\/span><span class=\"style8\"><br \/><font size=\"2\"><strong>Altura e peso:<\/strong> <\/font><\/span><font size=\"2\"><span class=\"style10\">1,89m e 81 kg<br \/><\/span><\/p>\n<p><strong><u><font color=\"#0000ff\" size=\"3\">Prata no futebol feminino<\/font><\/u><\/strong><br \/><font face=\"Verdana\">A prata conquistada pela Sele&ccedil;&atilde;o feminina de futebol foi a medalha mais triste conquistada pelo Brasil nos Jogos de Pequim. O ouro ol&iacute;mpico seria uma grande recompensa &agrave;s essas hero&iacute;nas, que insistem em jogar futebol por um pa&iacute;s que n&atilde;o lhe d&aacute; apoio e nem mesmo possui uma liga profissional de futebol.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" height=\"166\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/selecao_feminina_de_futebol_2008.jpg\" width=\"250\" align=\"left\" \/>A derrota na final para os Estados Unidos fica ainda mais dolorosa ao lembrarmos que, h&aacute; quatro anos, nos Jogos de Atenas, nossa Sele&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m perdeu para as americanas na decis&atilde;o. O Brasil era o grande favorito. Havia chegado &agrave; final depois de golear por 4 a 1 a Alemanha, para quem havia perdido a Copa do Mundo do ano passado. Antes, nas quartas, derrotou a Noruega por 2 a 1.<\/p>\n<p>Na primeira fase, as brasileiras foram as primeiras colocadas do Grupo F, com sete pontos: empataram sem gols com a Alemanha e derrotaram Cor&eacute;ia do Norte e Nig&eacute;ria por, respectivamente, 2 a 1 e 3 a 1.<\/p>\n<p>J&aacute; na disputa pelo ouro, o Brasil dominou a partida, mas n&atilde;o conseguiu traduzir a sua superioridade em gols. Assim como h&aacute; quatro anos, acabaram sucumbindo na prorroga&ccedil;&atilde;o: as brasileiras sentiram mais o desgaste f&iacute;sico e levaram um gol de Lloyd, aos seis minutos do primeiro tempo.<\/p>\n<p><\/font><font face=\"Verdana\"><strong><span class=\"style7\"><u>JOGADORAS<\/u><\/span><br \/><\/strong><br \/>&bull; <strong>ANDR&Eacute;IA SUNTAQUE<\/strong> (goleira)<br \/>&bull; <strong>SIMONE <\/strong>Gomes Jatob&aacute; (lateral-direita)<br \/>&bull; <strong>ANDR&Eacute;IA ROSA<\/strong> (zagueira)<br \/>&bull; <strong>T&Acirc;NIA &quot;MARANH&Atilde;O&quot;<\/strong> Maria Pereira Ribeiro (zagueira)<br \/>&bull; <strong>RENATA<\/strong> Aparecida da <strong>COSTA<\/strong> (volante)<br \/>&bull; <strong>&quot;MAYCON&quot; <\/strong>Andr&eacute;ia dos Santos (apoiadora)<br \/>&bull; <strong>DANIELA ALVES<\/strong> Lima (apoiadora)<br \/>&bull;<strong> &quot;FORMIGA&quot; <\/strong>Miraildes Maciel Mota (volante)<br \/>&bull; <strong>ESTER<\/strong> Aparecida dos Santos (volante)<br \/>&bull; <strong>MARTA<\/strong> Vieira da Silva (atacante)<br \/>&bull; <strong>CRISTIANE<\/strong> Rozeira de Souza Silva (atacante)<br \/>&bull; <strong>B&Aacute;RBARA <\/strong>Micheline do Monte Barbosa (goleira)<br \/>&bull; <strong>FRANCIELLE<\/strong> Manoel Alberto (volante)<br \/>&bull; <strong>&quot;PRETINHA&quot; <\/strong>Delma Gon&ccedil;alves (atacante)<br \/>&bull; <strong>FABIANA <\/strong>da Silva Sim&otilde;es (atacante)<br \/>&bull; <strong>ERIKA <\/strong>Cristiano dos Santos (zagueira)<br \/>&bull; <strong>MAURINE <\/strong>Dorneles Gon&ccedil;alves (apoiadora)<br \/>&bull; <strong>ROSANA <\/strong>dos Santos Augusto (lateral-esquerda)<\/p>\n<p><\/font><span class=\"style7\"><strong><u><br \/><font face=\"Verdana\">CAMPANHA<\/font><\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\"><strong>&bull; 1&ordf; fase<\/strong><br \/>Brasil 0 x 0 Alemanha<br \/>Brasil 2 x 1 Cor&eacute;ia do Norte<br \/>Brasil 3 x 1 Nig&eacute;ria<\/p>\n<p><strong>&bull; Quartas-de-final<\/strong><br \/>Brasil 2 x 1 Noruega<\/p>\n<p><strong>&bull; Semifinal<\/strong><br \/>Brasil 4 x 1 Alemanha<\/p>\n<p><strong>&bull; Final<\/strong><br \/>Brasil 0 x 1 Estados Unidos*<br \/>* Na prorroga&ccedil;&atilde;o.<br \/><\/font><\/p>\n<p><\/font><strong><u><font color=\"#0000ff\" size=\"3\">Prata no Volei de Praia<br \/><\/font><\/u><\/strong><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style7\"><input type=\"image\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/marcio_e_fabio_luiz_volei_de_praia_001.jpg\" align=\"right\" \/>No primeiro ano da dupla, M&aacute;rcio e F&aacute;bio Luiz<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> foram campe&otilde;es brasileiros e mundiais e ficaram em segundo lugar no circuito mundial. Desde ent&atilde;o, se tornaram a segunda for&ccedil;a nacional, at&eacute; mesmo superando os favoritos Ricardo e Emmanuel. A dupla tamb&eacute;m sagrou-se Rei da Praia e venceu o Desafio dos Reis, ambas em 2007.<\/p>\n<p>No entanto, a dupla passou por maus momentos em 2008. Eles chegaram apenas uma vez no p&oacute;dio do circuito brasileiro e, por pouco, tiveram a classifica&ccedil;&atilde;o para a Ol&iacute;mpiada amea&ccedil;ada pela dupla Pedro Solberg\/Harley. J&aacute; na reta de chegada rumo &agrave; China, a dupla conseguiu retomar as boas atua&ccedil;&otilde;es e garantiu sua participa&ccedil;&atilde;o em Pequim.<\/p>\n<p>Na Olimp&iacute;ada, a dupla come&ccedil;ou ofuscada por Ricardo e Emanuel, que tentavam o bicampeonato ol&iacute;mpico. Mas, comendo pelas beiradas, M&aacute;rcio e F&aacute;bio Luiz cresceram na competi&ccedil;&atilde;o e eliminaram os compatriotas na semifinal. Na decis&atilde;o contra os americanos Dallhauser e Rogers, os brasileiros at&eacute; venceram um set, mas jogaram mal o tiebreak e ficaram com a prata.<\/span><\/p>\n<p><strong>FICHAS T&Eacute;CNICAS<\/strong><br \/><strong>Nome:<\/strong><span class=\"style7\"> F&aacute;bio Luiz de Jesus Magalh&atilde;es<\/span><\/font><\/font><span class=\"style9\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">13\/03\/1979, em Marata&iacute;zes(ES)<\/font><\/span><span class=\"style9\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Altura e Peso:<\/strong><\/font><\/span><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"> 2,04m e 105kg<\/font><\/span><span class=\"style9\"><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nome:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">M&aacute;rcio Henrique Barroso Ara&uacute;jo<\/font><\/span><span class=\"style9\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">12\/10\/1973,em Fortaleza(CE)<\/font><\/span><span class=\"style9\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Altura e peso:<\/strong><\/font><\/span><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style7\"> 1,72m e 88kg<\/p>\n<p><strong><u><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\">Prata no Volei<\/font><\/u><\/strong> <br \/><\/span>A Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira masculina de v&ocirc;lei chegou a Pequim querendo provar que podia se recuperar do decepcionante quarto lugar na Liga Mundial. Na primeira fase, enfrentou sele&ccedil;&otilde;es tradicionais, como Pol&ocirc;nia, S&eacute;rvia e R&uacute;ssia. Com apenas uma derrota, para os russos, o Brasil avan&ccedil;ou para as quartas-de-final em primeiro lugar.<\/p>\n<p><input type=\"image\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/selecao_brasileira_masculina_de_volei_2008.jpg\" align=\"left\" \/>O advers&aacute;rio na briga pela vaga na semifinal foi a China. Apesar de jogarem em casa, os chineses n&atilde;o foram p&aacute;reos para os brasileiros, que venceram de forma convincente. Na semifinal, um grande cl&aacute;ssico. Brasil e It&aacute;lia reviveram a final ol&iacute;mpica de quatro anos antes. O resultado foi o mesmo. Vit&oacute;ria brasileira, de virada, e vaga na final ol&iacute;mpica.<\/p>\n<p>No entanto, na decis&atilde;o do ouro, mais uma vez o Brasil n&atilde;o resistiu ao excelente time dos Estados Unidos. Foi superado e viu sua gera&ccedil;&atilde;o mais vencedora se despedir da Olimp&iacute;ada com uma medalha de prata.<\/font><\/font><strong><\/p>\n<p><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><br \/><u>JOGADORES<\/u><\/font><\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"style5\" align=\"justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">&bull; Bruno Rezende<strong> (BRUNINHO)<\/strong> &#8211; Levantador<br \/>&bull; Marcelo Elgarten <strong>(MARCELINHO)<\/strong> &#8211; Levantador<br \/>&bull; <strong>ANDR&Eacute; HELLER <\/strong>&#8211; Meio-de-rede<br \/>&bull; <strong>SAMUEL<\/strong> Fuchs &#8211; Ponta<br \/>&bull; Gilberto Amauri de Godoy Filho <strong>(GIBA) <\/strong>&#8211; Ponta<br \/>&bull; <strong>MURILO <\/strong>Endres &#8211; Ponta<br \/>&bull; <strong>ANDR&Eacute; NASCIMENTO<\/strong> &#8211; Oposto<br \/>&bull; S&eacute;rgio Santos <strong>(SERGINHO) <\/strong>&#8211; L&iacute;bero<br \/>&bull; <strong>GUSTAVO <\/strong>Endres &#8211; Meio-de-rede<br \/>&bull; Rodrigo Santana <strong>(RODRIG&Atilde;O)<\/strong> &#8211; Meio-de-rede<br \/>&bull; <strong>DANTE <\/strong>Amaral &#8211; Ponta<\/p>\n<p><span class=\"style7\"><strong>CAMPANHA:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Primeira fase:<\/strong><br \/>Brasil 3 x 0 Egito (25-19, 25-15 e 25-18)<br \/>S&eacute;rvia 1 x 3 Brasil (25-27, 25-20, 25-17 e 25-21)<br \/>Brasil 1 x 3 R&uacute;ssia (22-25, 26-24, 31-29 e 25-19)<br \/>Brasil 3 x 0 Pol&ocirc;nia (30-28, 25-19 e 25-19)<br \/>Alemanha 0 x 3 Brasil (25-22m 25-21 e 25-23)<\/p>\n<p><strong>Quartas-de-final:<\/strong><br \/>China 0 x 3 Brasil (25-17, 25-15 e 25-16)<\/p>\n<p><strong>Semifinal:<\/strong><br \/>It&aacute;lia 1 x 3 Brasil (19-25, 25-18, 25-21 e 25-22)<\/p>\n<p><strong>Final:<\/strong><br \/>Estados Unidos 3 x 1 Brasil (20-25, 25-22, 25-21 e 25-23)<\/p>\n<p><\/font><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong><u><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\">Bonze na categoria leve de&nbsp;Judo<br \/><\/font><\/u><\/strong><input type=\"image\" height=\"211\" width=\"250\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/ketley_quadros_judo_001.jpg\" align=\"right\" \/>A judoca Ketleyn Quadros<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> ganhou mais que um bronze na categoria leve: ela tornou-se a primeira atleta brasileira a conquistar uma medalha ol&iacute;mpica no individual. Natural de Bras&iacute;lia (DF), a lutadora compete pelo Minas T&ecirc;nis Clube desde 2006, e &eacute; aluna do curso de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica.<\/p>\n<p>Debutante em Olimp&iacute;adas, Ketleyn contou com uma dose de sorte aliada ao talento para abocanhar a medalha: Ela foi derrotada por Deborah Gravenstijn(Pa&iacute;ses Baixos), por koka, em sua segunda luta em Pequim. Na primeira, ela havia ganho de Sin-Young Kang(Cor&eacute;ia do Sul), por yuko.<\/p>\n<p>Longe da disputa do ouro, a brasileira torceu para que sua algoz holandesa seguir na competi&ccedil;&atilde;o, para ter a chancer de lutar na repescagem.<\/p>\n<p>De volta &agrave; competi&ccedil;&atilde;o, ela bateu a esponhola Isabel Fernandez, no golden score, deu um ippon na japonesa Aiko Sato,e ,na luta da medalha, que s&oacute; foi decidida no &quot;<em>ponto de ouro<\/em>&quot;, derrotou a australiana Maria Pekli.<\/p>\n<p><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><strong>FICHA T&Eacute;CNICA<br \/>Nome: <\/strong>Ketleyn Lima Quadros<br \/><strong>Nascimento: <\/strong>01\/10\/1987, em Bras&iacute;lia, DF<br \/><strong>Altura e Peso: <\/strong>1,65m e 57kg<\/p>\n<p><\/font><\/font><span class=\"style8\"><font color=\"#0000ff\" size=\"3\"><strong><u>Bronze na categoria leve do Jud&ocirc; <\/u><\/strong><\/font><br \/><\/span><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style7\"><input type=\"image\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/leandro_guilheiro_judo_001.jpg\" align=\"right\" \/>Ap&oacute;s sua mais recente conquista, o bronze em Pequim, Leandro<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> passou a se tornar o primeiro judoca brasileiro a conquistar duas medalhas seguidas em Olimp&iacute;adas. A primeira foi em Atenas(2004), aos 21 anos, quando foi consagrado como uma das grandes apostas para o esporte no Brasil. Hoje, aos 25 anos, Guilheiros tem seu nome registrado na hist&oacute;ria do desporto nacional.<\/p>\n<p>O paulista de Suzano conta com a experi&ecirc;ncia e o apoio de dois nomes respeitados no Jud&ocirc;, como o seu treinador Rog&eacute;rio Sampaio, campe&atilde;o ol&iacute;mpico em Barcelona(1992) e Aur&eacute;lio Miguel, ouro em Seul(1988). Sempre presentes tamb&eacute;m em momentos dif&iacute;cieis enfrentados pelo atleta, como as les&otilde;es que o levaram &agrave; mesa de cirurgia, tr&ecirc;s vezes (punho, quadril e ombro). Ap&oacute;s sua recupera&ccedil;&atilde;o, Guilheiro partiu para Gr&eacute;cia, h&aacute; quatro anos, se tornando o &uacute;nico atleta remanescente da equipe masculina de jud&ocirc;.<\/p>\n<p>O judoca se espelha na hist&oacute;ria do japon&ecirc;s Miyamoto Musashi, relatada no seu livro favorito, &quot;<em>Musashi<\/em>&quot;, datado do s&eacute;culo 16. Determinado, filma e estuda o estilo de seus principais advers&aacute;rios e, recentemente, fez trabalho de ganho de massa muscular, por se considerar muito leve dentro de sua categoria.<\/p>\n<p><span class=\"style7\">Em Pequim, lutou seis vezes e perdeu apenas uma, para o chin&ecirc;s Ki Chun Wang, ainda na fase preliminar. Na decis&atilde;o da medalha de bronze ele superou o iraniano Ali Malomat, com uma vit&oacute;ria incontest&aacute;vel, que veio em um ippon com apenas 23s de luta, mostrando que o atleta entrou no tatame disposto a n&atilde;o dar a menor chance para o advers&aacute;rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p><\/font><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style8\"><strong>FICHA T&Eacute;CNICA<\/strong> <br \/><strong>Nome:<\/strong><\/span><span class=\"style7\"> Leandro Guilheiro<\/span><\/font><\/font><span class=\"style8\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong><\/font><\/span><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"> 07\/08\/1983, em Suzano (SP)<\/font><\/span><span class=\"style8\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Altura e Peso:<\/strong><\/font><\/span><span class=\"style7\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"> 1,76m e 73kg<\/font><\/span><span class=\"style8\"><br \/><\/span><\/p>\n<p><font color=\"#0000ff\" size=\"3\"><u><strong>Bronze no Jud&ocirc; Meio-M&eacute;dio<\/strong><\/u><\/font><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><input type=\"image\" height=\"215\" width=\"250\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/tiago_henrique_de_oliveira_camilo_judo_001.jpg\" align=\"left\" \/>Tiago Camilo<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> foi um dos mais jovens medalhistas ol&iacute;mpicos da hist&oacute;ria do jud&ocirc;, ao conquistar a prata em Sydney-2000 com apenas 18 anos. O menino-prod&iacute;gio dos tatames, no entanto, teve que esperar at&eacute; os 26 anos para retornar a uma Olimp&iacute;ada. Desta vez, j&aacute; consagrado como campe&atilde;o mundial e pan-americano, Camilo, que era favorito destacado para o ouro n&atilde;o conseguiu chegar &agrave; final e acabou conquistando a medalha de bronze.<\/p>\n<p>O judoca come&ccedil;ou no esporte por influ&ecirc;ncia do seu irm&atilde;o Luis Camilo (ouro no Pan de Santo Domingo-2003), em Bastos, munic&iacute;pio em que foi criado, aos quatro anos.<\/p>\n<p>&#8211; O meu pai achou bom porque dava muita disciplina. O que o jud&ocirc; me ensinou, eu sigo fora do tatame tamb&eacute;m &#8211; disse Camilo.<\/p>\n<p>Quando tinha sete anos, o t&eacute;cnico avaliou que o pequeno Tiago tinha jeito para competir. J&aacute; aos 14 anos, foi para S&atilde;o Paulo junto com o irm&atilde;o para participar de um projeto de desenvolvimento no esporte. Na capital, foi morar em um alojamento pr&oacute;ximo ao Parque do Ibirapuera, onde ficou at&eacute; 2001. Depois foi treinar em S&atilde;o Caetano e, desde 2006, est&aacute; na Sogipa, mesmo clube do bicampe&atilde;o mundial Jo&atilde;o Derly, em Porto Alegre.<\/p>\n<p>Como cada pa&iacute;s pode levar apenas um representante por categoria, muitas vezes chegar a uma Olimp&iacute;ada pode ser tanto ou ainda mais dif&iacute;cil do que conquistar uma medalha. Antes de garantir a presen&ccedil;a em Pequim, Camilo foi campe&atilde;o do pan do Rio e mundial, mas em categorias diferentes. Com isso, teve de passar pela seletiva no in&iacute;cio deste ano, correndo o risco de ser novamente eliminado pelo amigo e rival Fl&aacute;vio Canto, que o impediu de lutar em Atenas-2004.<\/p>\n<p>Em 2003, &agrave;s voltas com uma s&eacute;rie de contus&otilde;es que quebraram o seu ritmo de treinamento e competi&ccedil;&atilde;o, Camilo enfrentou Fl&aacute;vio Canto, e acabou ficando fora da Olimp&iacute;ada de Atenas. Camilo perdeu a vaga devido a uma puni&ccedil;&atilde;o sofrida no final da luta decisiva, por falta de competitividade. Na &eacute;poca, Camilo chegou a recorrer &agrave; Justi&ccedil;a para ter direito &agrave; vaga, mas n&atilde;o teve sucesso.<\/p>\n<p>&#8211; Nossa rivalidade &eacute; apenas no esporte. Mas isso &eacute; passado. J&aacute; est&aacute; superado, somos amigos &#8211; afirmou.<\/p>\n<p><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><strong>FICHA T&Eacute;CNICA<br \/>Nome: <\/strong>Tiago Henrique de Oliveira Camilo<br \/><strong>Nascimento: <\/strong>24\/05\/1982 (26 anos), em Tup&atilde; (SP)<br \/><strong>Altura e Peso: <\/strong>1,80m e 81kg<\/p>\n<p><\/font><\/font><span class=\"style7\"><br \/><strong><u><font color=\"#0000ff\" size=\"3\">Bronze no Volei de Praia<br \/><\/font><\/u><\/strong><\/span><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style8\"><input type=\"image\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/ricardo_e_emanuel_volei_001.jpg\" align=\"right\" \/>A dupla Ricardo\/Emanuel<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> chegou aos Jogos Ol&iacute;mpicos de Pequim credeciada pela medalha de ouro conquistada nos Jogos de Atenas-2004 e por uma seq&uuml;&ecirc;ncia incr&iacute;vel de t&iacute;tulos mundiais.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s uma primeira fase tranq&uuml;ila, os campe&otilde;es de Atenas passaram um sufoco terr&iacute;vel nas oitavas-de-final, quando salvaram quatro match-points contra os russos Barsuk e Kolodinskiy para avan&ccedil;ar &agrave;s quartas.<\/p>\n<p>Mas os brasileiros perderam a chance do bicampeonato ap&oacute;s a derrota para os tamb&eacute;m brasileiros M&aacute;rcio e F&aacute;bio Luiz, em jogo v&aacute;lido pela semifinal ol&iacute;mpica.<\/p>\n<p>O bronze obtido, que os coloca como a dupla de v&ocirc;lei de praia do Brasil mais vitoriosa em Olimp&iacute;adas, foi conseguido depois de tranq&uuml;ila vit&oacute;ria sobre os brasileiros naturalizados georgeanos F&aacute;bio e Renat&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><strong>FICHAS T&Eacute;CNICAS<\/strong><br \/><strong>Nome:<\/strong> <span class=\"style8\">Ricardo Alex Costa Santos<\/span><\/font><\/font><span class=\"style7\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style8\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">6\/1\/1975, em Salvador, BA<\/font><\/span><span class=\"style7\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Altura e Peso:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style8\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">2,00m e 102kg<\/font><\/span><span class=\"style7\"><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nome:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style8\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">Emanuel Fernando Scheffer R&ecirc;go<\/font><\/span><span class=\"style7\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Nascimento:<\/strong><\/font><\/span><span class=\"style8\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"> 15\/4\/1973, em Curitiba, PR<\/font><\/span><span class=\"style7\"><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><strong>Altura e Peso:<\/strong> <\/font><\/span><span class=\"style8\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">1,90m e 82kg<\/font><\/span><span class=\"style7\"><br \/><\/span><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\"><u><strong>Bronze no futebol masculino<br \/><\/strong><\/u><\/font>Apesar da boa convoca&ccedil;&atilde;o feita por Dunga, a Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira foi para Pequim muito criticada pela p&eacute;ssima prepara&ccedil;&atilde;o para a disputa do Torneio Ol&iacute;mpico de Futebol. O treinador deu prioridade &agrave; disputa das Eliminat&oacute;rias para a Copa de 2010 e, em conseq&uuml;&ecirc;ncia disso, apenas dois amistosos de prepara&ccedil;&atilde;o ol&iacute;mpica foram feitos: contra Vietn&atilde; e Cingapura&#8230; <\/p>\n<p><input type=\"image\" height=\"256\" width=\"250\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/selecao_brasileira_futebol_masculino_ronaldinho_001.jpg\" align=\"left\" \/>Al&eacute;m disso, a CBF n&atilde;o teve &ecirc;xito em suas tratativas com os clubes europeus para a libera&ccedil;&atilde;o dos jogadores acima dos 23 anos de idade. Assim, Dunga n&atilde;o p&ocirc;de contar com o Melhor Jogador do Mundo, Kak&aacute;, e com o atacante Robinho. Ronaldinho Ga&uacute;cho<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong>, convoca&ccedil;&atilde;o imposta por Ricardo Teixeira, e o zagueiro Thiago Silva, do Fluminense, foram os &uacute;nicos &quot;<em>veteranos<\/em>&quot; convocados.<\/p>\n<p>Com um grupo f&aacute;cil pela frente, Dunga aproveitou a primeira fase para dar ritmo de jogo e entrosamento &agrave; Sele&ccedil;&atilde;o. B&eacute;lgica, Nova Zel&acirc;ndia e a anfitri&atilde; China n&atilde;o ofereceram resist&ecirc;ncia e o Brasil se classificou em primeiro, com os melhores defesa e ataque da competi&ccedil;&atilde;o. Decep&ccedil;&atilde;o mesmo, s&oacute; Alexandre Pato, que, apagado, perdeu a caga de titular para Rafael S&oacute;bis.<\/p>\n<p>O ponto alto da campanha foi a dif&iacute;cil vit&oacute;ria sobre Camar&otilde;es nas quartas-de-final. Dif&iacute;cil vit&oacute;ria por 2 a 0, na prorroga&ccedil;&atilde;o, contra uma sele&ccedil;&atilde;o forte fisicamente e de dura marca&ccedil;&atilde;o. O triunfo tamb&eacute;m serviu de vingan&ccedil;a para a elimina&ccedil;&atilde;o sofrida para os camaroneses nas quartas dos Jogos de Sydney, em 2000.<\/p>\n<p>Mas, na semifinal, a Sele&ccedil;&atilde;o pagou um vexame ao ser goleada por 3 a 0 justamente pela maior rival, a Argentina. O jogo era para ser um grande duelo entre os amigos Ronaldinho Ga&uacute;cho e Messi, os dois jogadores mais festejados pelos chineses. Ronaldinho mal viu a cor da bola. Al&eacute;m disso, os brasileiros n&atilde;o souberam perder e apelaram para a viol&ecirc;ncia: Breno cometeu um p&ecirc;nalti e Lucas e Thiago Neves foram expulsos.<\/p>\n<p>J&aacute; sem a press&atilde;o pela busca da in&eacute;dita medalha de ouro para o futebol brasileiro, a Sele&ccedil;&atilde;o n&atilde;o teve dificuldades contra a B&eacute;lgica no jogo pelo terceiro lugar. Com gols de Diego e J&ocirc; (dois), o p&oacute;dio estava garantido. Ao contr&aacute;rio do que aconteceu nos Jogos de Atlanta, em 1996, a Sele&ccedil;&atilde;o desta vez fez quest&atilde;o de receber a medalha de bronze na cerim&ocirc;nia de premia&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><span class=\"style7\"><strong>JOGADORES<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>&bull; DIEGO ALVES <\/strong>Carreira (goleiro)<br \/>&bull;<strong> &quot;RAFINHA&quot;<\/strong> M&aacute;rcio Rafael Ferreira de Souza (lateral-direito)<br \/>&bull;<strong> ALEX <\/strong>Sandro da<strong> SILVA <\/strong>(zagueiro)<br \/>&bull; <strong>THIAGO<\/strong> Emiliano da <strong>SILVA<\/strong> (zagueiro)<br \/>&bull; Anderson <strong>HERNANES <\/strong>de Carvalho Andrade Lima (volante)<br \/>&bull; <strong>MARCELO<\/strong> Vieira da Silva J&uacute;nior (lateral-esquerdo)<br \/>&bull; <strong>ANDERSON <\/strong>Lu&iacute;s de Abreu Oliveira (volante)<br \/>&bull; <strong>LUCAS <\/strong>Pezzini Leiva (volante)<br \/>&bull; <strong>ALEXANDRE &quot;PATO&quot; <\/strong>Rodrigues da Silva (atacante)<br \/>&bull; <strong>&quot;RONALDINHO GA&Uacute;CHO&quot; <\/strong>Ronaldo de Assis Moreira (meia-atacante)<br \/>&bull; <strong>RAMIRES <\/strong>Santos do Nascimento (volante)<br \/>&bull; <strong>RENAN <\/strong>Brito Soares (goleiro)<br \/>&bull;<strong> &quot;ILSINHO&quot; <\/strong>Ilson Pereira Dias J&uacute;nior (lateral-direito)<br \/>&bull; <strong>BRENO <\/strong>Vinicius Rodrigues Borges (zagueiro)<br \/>&bull; <strong>DIEGO <\/strong>Ribas da Cunha (meia)<br \/>&bull; <strong>THIAGO NEVES <\/strong>Augusto (meia)<br \/>&bull; <strong>RAFAEL <\/strong>Augusto <strong>S&Oacute;BIS (<\/strong>atacante)<br \/>&bull;<strong>&quot;J&Ocirc;&quot; <\/strong>Jo&atilde;o Alves de Assis Silva (atacante)<\/p>\n<p><strong><span class=\"style7\">CAMPANHA<\/span><br \/><\/strong><br \/><strong>1&ordf; fase<\/strong><br \/>Brasil 1 x 0 B&eacute;lgica<br \/>Brasil 5 x 0 Nova Zel&acirc;ndia<br \/>Brasil 3 x 0 China<\/p>\n<p><strong>Quartas-de-final<\/strong><br \/>Brasil 2 x 0 Camar&otilde;es*<\/p>\n<p><strong>Semifinal<\/strong><br \/>Brasil 0 x 3 Argentina<br \/><\/font><strong><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\">Disputa do 3&ordm; lugar<\/font><\/strong><br \/><font face=\"Verdana\" size=\"2\">Brasil 3 x 0 B&eacute;lgica<\/p>\n<p>* Na prorroga&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong><u><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\">Bronze no Taekwondo<\/font><\/u><\/strong><br \/><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style13\"><input type=\"image\" height=\"186\" width=\"250\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/natalia_falavigna_silva_taekwondo_001.jpg\" align=\"right\" \/>Ao conquistar a medalha de bronze na categoria acima de 67 kg do taekwondo nos Jogos Ol&iacute;mpicos de Pequim, no dia 23 de agosto, Natalia Falavigna<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong> entrou para o seleto grupo de medalhistas brasileiros em Olimp&iacute;adas. Antes ela havia sido quarta colocada em Atenas-2004 , campe&atilde; mundial na Espanha, em 2005, terceira colocada no Mundial da China em 2007 e medalha de prata no Pan do Rio. O n&iacute;vel competitivo de Falavigna &eacute; t&atilde;o alto, em termos de Brasil e Am&eacute;rica do Sul, que ela treina contra homens para se aprimorar.<\/p>\n<p>Nascida em Maring&aacute; em nove de maio de 1984, Natalia come&ccedil;ou a se interessar por esportes ao ver Aur&eacute;lio Miguel conquistar a medalha de ouro nos Jogos de Seul, em 1988. Ainda pequenina, aos quatro anos de idade, a menina viu o judoca no alto do p&oacute;dio ouvindo o hino nacional e decidiu que tamb&eacute;m queria ser uma campe&atilde; ol&iacute;mpica.<\/p>\n<p>No entanto, Natalia n&atilde;o sabia em que modalidade competir. Antes de escolher o taekwondo tentou o handebol, e mesmo depois de come&ccedil;ar a lutar chegou a pensar em migrar para o t&ecirc;nis, mas acabou desistindo. A escolha pelas artes marciais aconteceu por acaso: em 1998, depois de acompanhar uma amiga a um treino, se interessou pelo esporte e ouviu do treinador que se dedicasse ao taekwondo conquistaria o t&iacute;tulo mundial em dois anos.<\/p>\n<p>A previs&atilde;o do t&eacute;cnico n&atilde;o poderia ser mais precisa, e se concretizou mesmo no ano 2000: Natalia subiu ao lugar mais alto do p&oacute;dio logo em sua primeira competi&ccedil;&atilde;o internacional, aos 16 anos: o Campeonato Mundial J&uacute;nior, na Irlanda.<\/p>\n<p>Em 2001, Falavigna foi campe&atilde; brasileira pela primeira vez e ficou com o bronze no Mundial. No ano seguinte, conquistou o bicampeonato nacional e ficou com a medalha de prata no Mundial Universit&aacute;rio, al&eacute;m de conquistar os Jogos Sul-Americanos. Natalia voltou a conquistar o t&iacute;tulo brasileiro em 2003, e acabou com a prata na Univers&iacute;ade.<\/p>\n<p>No ano seguinte, al&eacute;m da conquista de mais um Brasileiro, Falavigna terminou em quarto na Olimp&iacute;ada de Atenas, um resultado expecional, levando-se em conta que ela fraturou um osso do p&eacute; a menos de uma semana da estr&eacute;ia.<\/p>\n<p>Mas a sua primeira consagra&ccedil;&atilde;o aconteceu no ano seguinte, quando faturou o Mundial adulto, disputado em Madrid. Em 2007, Natalia ficou com o bronze no Mundial de Pequim, mas foi apenas prata no Pan do Rio ao ser derrotada na final pela mexicana Mar&iacute;a do Ros&aacute;rio Espinoza, a mesma que a havia batido na semifinal do Mundial.<\/p>\n<p><strong>CAMPANHA EM PEQUIM-2008<\/strong><\/p>\n<p><strong>Primeira fase:<\/strong><br \/>Vit&oacute;ria sobre a grega Kyriaki Kouvari por 3 a 1<\/p>\n<p><strong>Quartas-de-final:<\/strong><br \/>Vit&oacute;ria contra a australiana Carmen Marton por 5 a 2<\/p>\n<p><strong>Semi-final:<\/strong><br \/>Derrota para a norueguesa Nina Solheim por decis&atilde;o dos &aacute;rbitros (2 a 2)<\/p>\n<p><strong>Disputa pelo bronze:<\/strong><br \/>Vit&oacute;ria sobre a sueca Karolina Kedzierska por 5 a 2<\/span><\/p>\n<p><\/font><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><span class=\"style13\"><strong>FICHA T&Eacute;CNICA<\/strong><br \/><strong>Nome: <\/strong>Natalia Falavigna Silva<br \/><strong>Nascimento: <\/strong>09\/05\/1984 (24 anos), em Maring&aacute; (PR)<br \/><strong>Altura e Peso: <\/strong>1,79m e 71kg<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><font face=\"Arial\" color=\"#0000ff\" size=\"3\"><u><strong>Bronze na Vela &#8211; Regata<br \/><\/strong><\/u><\/font>A dupla, que h&aacute; quatro anos compete junta, n&atilde;o teve um bom in&iacute;cio na competi&ccedil;&atilde;o ol&iacute;mpica. Nas quatro primeiras regatas, a melhor coloca&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ada foi um quinto lugar. No geral, estavam na d&eacute;cima coloca&ccedil;&atilde;o. No entanto, a partir da quinta regata teve in&iacute;cio a recupera&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p><input type=\"image\" height=\"191\" width=\"250\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/fernanda_oliveira_e_isabel_swan_vela.jpg\" align=\"left\" \/>A regularidade de Fernanda e Isabel<strong>(<font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\">Foto<\/font>)<\/strong>, que ficaram entre as sete primeiras em sete das dez regatas foi determinante para a conquista do bronze. Na Medal Race, veio a vit&oacute;ria que coroou o primeiro p&oacute;dio feminino da hist&oacute;ria da vela brasileira em Jogos Ol&iacute;mpicos.<\/p>\n<p><\/font><\/font><font face=\"Verdana\"><font size=\"2\"><strong>FICHAS T&Eacute;CNICAS<br \/>Nome:<\/strong> Fernanda Oliveira<br \/><strong>Nascimento: <\/strong>19\/12\/1980, em Porto Alegre (RS)<br \/><strong>Altura e peso: <\/strong>1,61m e 52kg<\/p>\n<p><strong>Nome: <\/strong>Isabel Swan<br \/><strong>Nascimento: <\/strong>18\/11\/1983, no Rio de Janeiro (RJ)<br \/><strong>Altura e peso: <\/strong>1,80m e 67kg<\/p>\n<p><strong><font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\" size=\"1\">* Reda&ccedil;&atilde;o com <\/font><\/strong><a href=\"http:\/\/blogtiaolucena.blogspot.com\"><strong><font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\" size=\"1\">http:\/\/blogtiaolucena.blogspot.com<\/font><\/strong><\/a><br \/><\/font><\/font><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 35 minutosPequim(China) &#8211; Pode ter faltado compet&ecirc;ncia, equil&iacute;brio emocional e sorte, mas verba n&atilde;o faltou. 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