{"id":14559,"date":"2022-12-27T09:28:07","date_gmt":"2022-12-27T12:28:07","guid":{"rendered":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/?p=14559"},"modified":"2022-12-25T21:49:59","modified_gmt":"2022-12-26T00:49:59","slug":"brasil-deve-receber-mais-uma-leva-de-ararinhas-azuis-em-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2022\/12\/27\/brasil-deve-receber-mais-uma-leva-de-ararinhas-azuis-em-2023\/","title":{"rendered":"Brasil deve receber mais uma leva de ararinhas-azuis em 2023"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 2 minutos<\/div><p>O Brasil deve receber mais uma leva de ararinhas-azuis (<em>Cyanopsitta spixii<\/em>) em 2023. Entre 30 e 50 aves devem chegar ao pa\u00eds, vindas da Alemanha, como parte do projeto de reintrodu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie na caatinga brasileira, duas d\u00e9cadas depois de ser considerada extinta na natureza.<\/p>\n<p>Segundo Camile Lugarini, coordenadora executiva do Plano de A\u00e7\u00e3o Nacional (PAN) da Ararinha-Azul, do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), a ideia \u00e9 que os animais cheguem ao Brasil j\u00e1 no pr\u00f3ximo m\u00eas.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/filerun\/wl\/?id=f1NAJHC4Drk06ddJKjmU53GsE0XoCS14\" width=\"700\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p>O primeiro grupo de 52 ararinhas-azuis chegou a Cura\u00e7\u00e1\u00a0em 2020, procedentes\u00a0de um criadouro alem\u00e3o. Foi nesse munic\u00edpio baiano que o governo brasileiro criou unidades de conserva\u00e7\u00e3o ambiental para garantir a prote\u00e7\u00e3o e o\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0desses animais na natureza.<\/p>\n<p>Ali tamb\u00e9m foi constru\u00eddo um enorme recinto de adapta\u00e7\u00e3o para que as ararinhas reaprendam a viver soltas. As primeiras oito aves foram reintroduzidas na natureza em junho deste ano. No \u00faltimo dia 10, foram soltas mais 12. A ideia \u00e9 soltar 20 aves, por ano, nas\u00a0pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Cerca de 30 ararinhas s\u00e3o mantidas no cativeiro, na sede do projeto\u00a0em Cura\u00e7\u00e1, como reservas para a reintrodu\u00e7\u00e3o e como reprodutoras. Tr\u00eas filhotes j\u00e1 nasceram dentro do viveiro baiano e devem ser soltos na natureza,\u00a0assim como devem ser libertados filhotes nascidos em um criadouro de Minas Gerais, a Fazenda Cachoeira.<\/p>\n<p>No entanto, a principal fonte de animais\u00a0para reintrodu\u00e7\u00e3o continua sendo o criadouro alem\u00e3o ACTP. Para a chegada dessa nova leva, vinda da Alemanha, os pesquisadores aguardam a libera\u00e7\u00e3o da vigil\u00e2ncia agropecu\u00e1ria do Brasil devido a um surto de gripe avi\u00e1ria que atinge a Europa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/filerun\/wl\/?id=hVtIA5EoPoadxZUIcG4snS4hfY7cDuBg\" width=\"700\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p>\u201c<em>Caso n\u00e3o seja poss\u00edvel trazer as aves em janeiro, a gente vai verificar se consegue, com os animais que nasceram aqui no Brasil, fazer uma soltura, porque uma coisa\u00a0importante \u00e9 o n\u00famero de aves. Quanto maior o n\u00famero no grupo, maiores s\u00e3o as chances de sucesso. N\u00e3o adianta soltar uma ou duas, ou tr\u00eas ou quatro. Al\u00e9m de\u00a0ter\u00a0todo um crit\u00e9rio, que leva em considera\u00e7\u00e3o a gen\u00e9tica e\u00a0a sa\u00fade, o n\u00famero de animais\u00a0tamb\u00e9m \u00e9\u00a0fator\u00a0importante<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Na natureza, as ararinhas t\u00eam, como principal risco \u00e0\u00a0sobreviv\u00eancia, a exist\u00eancia de predadores. Das 20 ararinhas-azuis soltas, tr\u00eas foram mortas por aves de rapina. H\u00e1 ainda o risco de dispers\u00e3o para \u00e1reas onde os pesquisadores n\u00e3o conseguir\u00e3o monitor\u00e1-las e da amea\u00e7a de sua captura por traficantes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 2 minutosO Brasil deve receber mais uma leva de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) em 2023. 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