{"id":1900,"date":"2009-05-01T00:00:00","date_gmt":"2009-05-02T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-05-01T00:00:00","modified_gmt":"2009-05-01T00:00:00","slug":"Governo-do-Estado-institui-Premio-Linduarte-Noronha-de-Curta-Metragem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2009\/05\/01\/Governo-do-Estado-institui-Premio-Linduarte-Noronha-de-Curta-Metragem\/","title":{"rendered":"Governo do Estado institui Pr\u00eamio Linduarte Noronha de Curta Metragem"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 11 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<\/span><\/span><strong><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211;<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"> O governador Jos&eacute; Maranh&atilde;o anunciou o lan&ccedil;amento do Pr&ecirc;mio Linduarte Noronha de Curta Metragem, na noite desta sexta-feira(01Maio2009), na Usina Cultural Energisa, em Jo&atilde;o Pessoa, durante a solenidade de abertura da 4&ordf; vers&atilde;o do Cineport &#8211;&nbsp;Festival de Cinema de Pa&iacute;ses de L&iacute;ngua Portuguesa.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n&quot;<em>Neste momento, tenho a alegria de anunciar o lan&ccedil;amento do Pr&ecirc;mio Linduarte Noronha de Curta Metragem, de cujo edital ser&atilde;o disponibilizados R$ 200 mil para filmes document&aacute;rios ou de fic&ccedil;&atilde;o que abordem a cultura paraibana<\/em>&quot;. Foi com estas palavras que o governador concluiu seu discurso, sendo bastante aplaudido pelo p&uacute;blico presente a uma das salas de exibi&ccedil;&atilde;o da Usina Cultural Energisa, sede do Cineport, em Jo&atilde;o Pessoa.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">O governador acrescentou tratar-se da primeira iniciativa deste governo em prol da cultura cinematogr&aacute;fica e que se seguir&atilde;o outras, entre as quais a restaura&ccedil;&atilde;o e adequa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica do acervo do cineasta e fot&oacute;grafo Machado Bitancourt. Linduarte Noronha, um dos homenageados da noite,&nbsp;agraciado&nbsp;com<span style=\"font-family: Verdana\">&nbsp;o &quot;<em>Trof&eacute;u Humberto Mauro<\/em>&quot;, um dos pioneiros do cinema nacional,&nbsp;<\/span>disse estar surpreso com a cria&ccedil;&atilde;o do pr&ecirc;mio e feliz por mais um est&iacute;mulo para o cinema paraibano.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: Verdana\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"309\" alt=\"\" width=\"465\" align=\"left\" src=\"\/UserFiles\/Image\/cultura\/01maio2009_cineport_jose_maranhao_e_linduarte_noronha_001.jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">O documento que institui o pr&ecirc;mio foi assinado pelo governador Jos&eacute; Maranh&atilde;o, o secret&aacute;rio de Estado da Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura, Francisco Sales Gaud&ecirc;ncio, o subsecret&aacute;rio da Cultura, Fl&aacute;vio Tavares, o presidente da Academia Paraibana de Cinema, Willis Leal, e o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Documentaristas, Se&ccedil;&atilde;o Para&iacute;ba, Carlos Dau.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nO pr&ecirc;mio institu&iacute;do pelo Governo do Estado, atrav&eacute;s da Subsecretaria de Cultura, busca incentivar e fomentar a cultura cinematogr&aacute;fica na Para&iacute;ba. Ser&aacute; disponibilizada dota&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria espec&iacute;fica para a produ&ccedil;&atilde;o de filmes e pel&iacute;cula de v&iacute;deo digital de curta metragem, documentais ou ficcionais, e para alcan&ccedil;ar estes objetivos o estado destinar&aacute; a quantia de R$ 200 mil para financiamento de projetos que se submeter&atilde;o a este concurso, a partir do lan&ccedil;amento oficial de edital para este fim. Ser&atilde;o parceiros desse projeto a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Documentaristas, Se&ccedil;&atilde;o Para&iacute;ba, e a Academia Paraibana de Cinema.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nO evento foi aberto oficialmente por volta das 21h00m, com a participa&ccedil;&atilde;o do governador Jos&eacute; Maranh&atilde;o, do presidente da Energisa Para&iacute;ba, Marcelo Rocha e da presidente da Funda&ccedil;&atilde;o Cultural Ormeo Junqueira Botelho, M&ocirc;nica Peres Botelho, e do prefeito da Capital, Ricardo Coutinho.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: Verdana\"><img decoding=\"async\" height=\"309\" alt=\"\" width=\"465\" align=\"left\" src=\"\/UserFiles\/Image\/cultura\/01maio2009_cineport_monica_peres_botelho_jose_maranhao_ricardo_coutinho_marcelo_rocha.jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\">Os presentes tamb&eacute;m puderam assistir a exibi&ccedil;&atilde;o de trechos do hist&oacute;rico filme &quot;<em>Sob o c&eacute;u Nordestino<\/em>&quot;, de Walfredo Rodriguez, considerado o marco zero da produ&ccedil;&atilde;o cinematogr&aacute;fica do cinema paraibano, al&eacute;m de exposi&ccedil;&otilde;es fotogr&aacute;ficas e&nbsp;da&nbsp;apresenta&ccedil;&atilde;o da Orquestra de C&acirc;mara de Jo&atilde;o Pessoa que<span style=\"font-family: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA\"> executou ao vivo uma trilha sonora &#8211; no momento da exibi&ccedil;&atilde;o do filme &#8211; composta pelo maestro Carlos An&iacute;sio, feita especialmente para este filme da d&eacute;cada de 20. <\/span>Um<span style=\"font-family: Verdana\"> p&uacute;blico de aproximadamente tr&ecirc;s mil pessoas prestigiou o show do bandolinista Hamilton de Hollanda, considerado um dos melhores m&uacute;sicos instrumentais do Pa&iacute;s.<br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Em seu pronunciamento, o governador parabenizou, na pessoa da presidente e mentora do Cineport, M&ocirc;nica Peres Botelho, a Funda&ccedil;&atilde;o Cultural Ormeo Junqueira Botelho, entidade promotora do evento e mantida pelo Grupo Energisa. Segundo Maranh&atilde;o, o Cineport, al&eacute;m de promover a Para&iacute;ba internacionalmente, &eacute; respons&aacute;vel pelo congra&ccedil;amento do p&uacute;blico e do privado para estimular e difundir o cinema de l&iacute;ngua portuguesa.<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-family: Verdana\">J&aacute; o Prefeito de Jo&atilde;o Pessoa Ricardo Coutinho(PSB) falou sobre a import&acirc;ncia do Cineport, que foi trazido pela &ldquo;<em>andorinha<\/em>&rdquo;(<em>s&iacute;mbolo do Festival<\/em>) at&eacute; a Capital Paraibana. Falou em fus&atilde;o de esfor&ccedil;o e fus&atilde;o cinematogr&aacute;fica, sustentabilidade e paz. Agora, segundo ele, a andorinha se aninha em casa &#8211; <em>se referindo a Jo&atilde;o Pessoa<\/em> &#8211; e promove um bom debate sobre cinema. Ricardo lembrou que este &eacute; o segundo ano que o Cineport &eacute; realizado na cidade, mas n&atilde;o o &uacute;ltimo e j&aacute; sente que o Festival faz parte de Jo&atilde;o Pessoa. &ldquo;<em>Estamos compartilhando esse momento do Cineport com a Funda&ccedil;&atilde;o Ormeo Junqueira Botelho e n&atilde;o ser&aacute; a &uacute;ltima vez. Sentimos como se esse Festival j&aacute; fosse nosso<\/em>&rdquo;, relatou.<\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p><\/span><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong><u><span><span>CINEPORT<\/span><\/span><\/u><\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nInstitu&iacute;do pela Funda&ccedil;&atilde;o Cultural Ormeo Junqueira Botelho criou em 2004, o Cineport &#8211; Festival de Cinema de Pa&iacute;ses de L&iacute;ngua Portuguesa, que tem como objetivo integrar e desenvolver o mercado audiovisual, promovendo os filmes realizados em portugu&ecirc;s e dialetos falados nas na&ccedil;&otilde;es que comp&otilde;em a CPLP &#8211; Comunidade dos Pa&iacute;ses de L&iacute;ngua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guin&eacute;-Bissau, Mo&ccedil;ambique, Portugal, S&atilde;o Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe e Timor Leste.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Nesta edi&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o homenageados, os diretores Helena Ignez, Linduarte Noronha, Alo&iacute;sio Teixeira, as portuguesas Isabel Noronha e Teresa Villaverde, os atores Ruy Polanah e Emiliano Queiroz, bem como o coletivo de produ&ccedil;&atilde;o audiovisual parabaiano Las Luzineides.<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<\/span><span style=\"color: #0000ff\"><strong><u><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span>O DISCURSO GOVERNADOR<\/span><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<\/span><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><span>&quot;<span>O Governo do Estado sente-se muito honrado em participar deste 4&ordm; Festival de Cinema dos Pa&iacute;ses de L&iacute;ngua Portuguesa &#8211; CINEPORT, iniciativa que est&aacute; transformando a Para&iacute;ba em refer&ecirc;ncia nacional e internacional da cultura cinematogr&aacute;fica.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Nada &eacute; mais justo que a decis&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o Ormeo Junqueira Botelho de trazer para nosso estado a sede deste evento. Tal decis&atilde;o sem d&uacute;vida vem ao encontro da voca&ccedil;&atilde;o paraibana para o cinema, que remonta ao pioneirismo de Walfredo Rodrigues &minus; um verdadeiro &ldquo;iluminado&rdquo;, que, j&aacute; no come&ccedil;o do s&eacute;culo passado, abria caminhos para sucessivas gera&ccedil;&otilde;es de cineastas.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Se a Para&iacute;ba tem seu lugar ao sol na literatura, nas artes pl&aacute;sticas, na m&uacute;sica e na dramaturgia, naturalmente o pendor paraibano pelo cinema n&atilde;o poderia estar exclu&iacute;do. N&atilde;o, o cinema comercial, mas o da intelig&ecirc;ncia e da criatividade, nascido da juventude freq&uuml;entadora dos cineclubes, das associa&ccedil;&otilde;es de cr&iacute;ticos e aficionados. Um cinema que, embora produzido com recursos parcos e a partir de um aparato t&eacute;cnico quase artesanal, demonstra at&eacute; hoje grande for&ccedil;a de express&atilde;o, notadamente ao registrar a paisagem tel&uacute;rica e a realidade social de nosso povo, com suas riquezas e limita&ccedil;&otilde;es, tal como aparecem na literatura de Jos&eacute; Am&eacute;rico de Almeida e Jos&eacute; Lins do Rego.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>O cinema paraibano tem o m&eacute;rito de ter resgatado as sagas dos descendentes de escravos, em Aruanda; a triste realidade dos Homens do caranguejo; a beleza da paisagem barroca e religiosa dos Romeiros da Guia; a exuber&acirc;ncia dos Cajueiros nordestinos; a po&eacute;tica popular de S&atilde;o Saru&ecirc; e, <\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><st1:personname productid=\"em Padre Z&#65513;\" w:st=\"on\"><\/st1:personname><em><st1:personname productid=\"em Padre Z&#65513;\" w:st=\"on\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\">em Padre Z&eacute;<\/span><\/span><\/st1:personname><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"> estende a m&atilde;o, o abnegado sacerd&oacute;cio do Padre Coutinho, em suas cotidianas andan&ccedil;as pela cidade, a procura de ajuda para seus pobres.<\/span><\/span><\/em><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Se, no passado, as limita&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas e econ&ocirc;micas restringiram a realiza&ccedil;&atilde;o de grandes e custosas produ&ccedil;&otilde;es, a criatividade e a capacidade de improvisa&ccedil;&atilde;o por outro lado forjaram a &ldquo;inven&ccedil;&atilde;o&rdquo; de um cinema novo, verdadeiro e po&eacute;tico, de que Aruanda, de nosso Linduarte Noronha &minus; filme internacionalmente reconhecido como um marco do cinema antropol&oacute;gico &minus; &eacute; a mais aut&ecirc;ntica express&atilde;o.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>A Para&iacute;ba n&atilde;o estaria assim distante de outros centros pioneiros da cinematografia brasileira, a exemplo do ciclo mineiro de Cataguases, cujas ra&iacute;zes hist&oacute;ricas se encontam com as nossas neste festival, E &eacute;, exatamente, a partir da associa&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;os de institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e privadas que nosso cinema encontra novos caminhos.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Nos &uacute;ltimos anos, a Para&iacute;ba tem se afirmado no panorama cinematogr&aacute;fico, seja pela produ&ccedil;&atilde;o de seus cineastas e a presen&ccedil;a de seus atores e t&eacute;cnicos em in&uacute;meros filmes nacionais, seja emprestando sua paisagem luminosa a produ&ccedil;&otilde;es que povoam as telas de cinema e televis&atilde;o no Brasil e no mundo.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>O Governo da Para&iacute;ba tem contribu&iacute;do para a consolida&ccedil;&atilde;o do cinema local e nacional, colaborando com recursos financeiros e estrat&eacute;gicos, uma tradi&ccedil;&atilde;o que se mant&eacute;m desde o Governo de Jos&eacute; Am&eacute;rico de Almeida, que implantou, pelas m&atilde;os generosas de Jo&atilde;o C&oacute;rdula &minus; mentor e instrutor de jovens cineastas &minus;, o cinema educativo, que circulou pela Para&iacute;ba durante 40 anos.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Mas o grande m&eacute;rito da cinematografia paraibana &eacute; fruto do esfor&ccedil;o e da garra de seus cineastas, autores, t&eacute;cnicos, atores e cr&iacute;ticos, e tamb&eacute;m a Universidade Federal da Para&iacute;ba, h&aacute; d&eacute;cadas fi&eacute;is a essa dif&iacute;cil arte, que demanda, al&eacute;m de in&uacute;meros talentos, aparatos e recursos muitas vezes inacess&iacute;veis.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>&Eacute; por esta raz&atilde;o que, neste momento, tenho a alegria de anunciar o lan&ccedil;amento do Pr&ecirc;mio Linduarte Noronha de curta-metragem, por meio de cujo edital ser&atilde;o disponibilizados R$ 200.000,00(duzentos mil reais) para a produ&ccedil;&atilde;o de filmes document&aacute;rios ou de fic&ccedil;&atilde;o, que abordem a cultura paraibana. Trata-se da primeira iniciativa deste Governo em prol da cultura cinematogr&aacute;fica, a que se seguir&atilde;o outras, dentre as quais a restaura&ccedil;&atilde;o e adequa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica do acervo do cineasta e fot&oacute;grafo Machado Bittencourt.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Quero &minus; na pessoa da presidente e mentora do Festival CINEPORT, M&ocirc;nica Botelho &minus; parabenizar a Funda&ccedil;&atilde;o Ormeo Junqueira Botelho, a empresa ENERGISA e sua Usina Cultural, pela realiza&ccedil;&atilde;o, na Para&iacute;ba, deste evento internacional, que promove o congra&ccedil;amento do p&uacute;blico e do privado, para estimular e difundir o cinema de l&iacute;ngua portuguesa.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p>\n<span>Quero, ainda, dar as boas vindas e tamb&eacute;m parabenizar todos os presentes, que, nos pr&oacute;ximos dez dias, aqui estar&atilde;o irmanados em um s&oacute; prop&oacute;sito: ver e apreciar o cinema em toda a sua dimens&atilde;o, para assim concretizar o objetivo maior deste grande festival &minus; um presente que a Para&iacute;ba agradece e dele espera continuar a usufruir nos anos que vir&atilde;o.<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana\"><o:p><\/o:p><\/span><em><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"font-size: small\"><\/p>\n<p><span>Muito obrigado<\/span><\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">&quot;.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><u><strong><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span>PROGRAMA&Ccedil;&Atilde;O<br \/>\n<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/u><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">O&nbsp;Cineport segue at&eacute; o dia 10 e ser&atilde;o exibidos 160 filmes de longas e curta-metragem em duas salas de exibi&ccedil;&atilde;o. O Festival, que est&aacute; sendo realizado pela segunda vez na Capital paraibana, apresentou na noite de sexta-feira(<span style=\"font-family: Arial\">01Maio2009<\/span>) v&aacute;rios filmes como &ldquo;<em>Brincantes Vision&aacute;rios<\/em>&rdquo;, de Elinaldo Rodrigues; &ldquo;<em>1500 Circular<\/em>&rdquo;, de Chico Sales; &ldquo;<em>Na Luta<\/em>&rdquo;, de Afonso Manoel da Silva Barbosa e Enver Jos&eacute; Lopes Cabral; &ldquo;<em>Amanda e Monick<\/em>&rdquo;, de Andr&eacute; da Costa Pinto; &ldquo;<em>Uma Hist&oacute;ria de Pescador<\/em>&rdquo;, de L&iacute;lian Tandaya e &ldquo;<em>L&uacute;cio Lins de Corpo e Barco<\/em>&rdquo;, de Andr&eacute; Morais e Jorge Bweres.<\/p>\n<p>\nEstavam presentes &agrave; solenidade de abertura, al&eacute;m do prefeito de Jo&atilde;o Pessoa Ricardo Coutinho, o governador da Para&iacute;ba Jos&eacute; Maranh&atilde;o, artistas e cineastas paraibanos, os atores Emiliano Queiroz &ndash; <em>que tamb&eacute;m ser&aacute; um dos homenageados do Cineport<\/em> &#8211; Silvia Pfifer e Max Fercondine.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 11 minutos Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211; O governador Jos&eacute; Maranh&atilde;o anunciou o lan&ccedil;amento do Pr&ecirc;mio Linduarte Noronha de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[38],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1900"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1900"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1900\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1900"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1900"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1900"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}