{"id":2067,"date":"2009-06-04T00:00:00","date_gmt":"2009-06-04T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-06-04T00:00:00","modified_gmt":"2009-06-04T00:00:00","slug":"Comeca-pagamento-de-subvencao-a-canavieiros-da-PB","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2009\/06\/04\/Comeca-pagamento-de-subvencao-a-canavieiros-da-PB\/","title":{"rendered":"Come\u00e7a pagamento de subven\u00e7\u00e3o a canavieiros da PB"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 28 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<strong>Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211;<\/strong> A Superintend&ecirc;ncia Regional da Conab na Para&iacute;ba come&ccedil;ou a pagar nesta semana os valores referentes ao programa de subven&ccedil;&atilde;o da cana-de-a&ccedil;ucar aos canavieiros que solicitaram o benef&iacute;cio no estado. No total est&atilde;o ser&atilde;o liberados R$ 4,5 milh&otilde;es por 1 milh&atilde;o de toneladas do produto, constantes em 880 propostas enviadas pelos produtores &agrave; estatal. A expectativa &eacute; de que o programa atenda duas mil solicita&ccedil;&otilde;es no total, resultado em novo aporte de recursos.<\/p>\n<p>\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" align=\"left\" src=\"\/UserFiles\/Image\/agricultura\/cana_de_acucar_colheita_200.jpg\" \/>At&eacute; a ter&ccedil;a-feira(<span style=\"font-family: Arial\">02Junho2009<\/span>), 90 canavieiros haviam recebido o pagamento da subven&ccedil;&atilde;o. &quot;<em>Os plantadores de cana do Nordeste que tiveram sua colheita 2008\/2009 mo&iacute;da podem ainda enviar suas propostas at&eacute; o dia 30 de junho<\/em>&rdquo;, informa o superintendente regional da Para&iacute;ba, &Acirc;ngelo Viana.<\/p>\n<p>\nCada plantador pode receber o valor de at&eacute; R$ 5 por tonelada de cana, num total de 10 mil toneladas, determinadas pelo Governo Federal. A a&ccedil;&atilde;o foi definida pelo Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento em ajuda aos produtores de cana que foram prejudicados com o baixo pre&ccedil;o de comercializa&ccedil;&atilde;o de sua produ&ccedil;&atilde;o nesta safra.<\/p>\n<p><\/span><span style=\"color: #ff0000\"><span style=\"font-size: xx-small\"><span style=\"font-family: Arial\"><span><strong>* Jonas Cavalcanti, com Thadeu Melo(Estagi&aacute;rio\/PB).<\/strong><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: #000000\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify\"><u><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Cana, Ac&uacute;car e &Aacute;lcool<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/u><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>:<br \/>\n<\/strong><em><strong>Tend&ecirc;ncia de margens negativas para o setor<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><strong><o:p><\/o:p><\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><\/span><span style=\"color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O Brasil deve processar 598,0 milh&otilde;es de toneladas de cana-de-a&ccedil;&uacute;car na safra 2009\/2010, uma alta de 5,7% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s 565,6 milh&otilde;es de toneladas mo&iacute;das nas usinas na safra 2008\/2009. O Centro-Sul deve moer 530,0 milh&otilde;es de toneladas de cana nesta safra 2009\/2010, uma alta de 6,1% sobre &agrave;s 499,6 milh&otilde;es de toneladas da safra 2008\/2009. J&aacute; a regi&atilde;o Nordeste, cuja safra come&ccedil;a no segundo semestre, dever&aacute; processar as 68,0 milh&otilde;es de toneladas restantes. Assim como na safra passada, a oferta de cana-de-a&ccedil;&uacute;car ser&aacute; maior e as usinas n&atilde;o conseguir&atilde;o processar toda a mat&eacute;ria-prima dispon&iacute;vel. Em 2008\/2009 cerca de 20,0 milh&otilde;es de toneladas de cana deixaram de ser processadas.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O freio no avan&ccedil;o do setor sucroalcooleiro, que cresceu 13% ao ano na oferta de a&ccedil;&uacute;car total nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, deve-se &agrave; crise nos pre&ccedil;os e da crise mundial de liquidez. Cr&eacute;dito agora &eacute; escasso e as usinas, que tinham de 6% a 8% de custo financeiro nos empr&eacute;stimos, passaram a pagar de 20% a 23% ao ano, o que &eacute; alto para um setor que tem entre 11% e 13% ao ano de retorno sobre investimentos. Isso reduziu muito o capital de giro. Com o cr&eacute;dito escasso, as usinas dever&atilde;o ter dificuldades de iniciarem a moagem da safra 2009\/2010 e as unidades produtoras, que passaram por manuten&ccedil;&otilde;es deficientes na entressafra, podem ter mais problemas de quebras durante a moagem.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O setor sucroalcooleiro foi atingido pelas crises de pre&ccedil;os e liquidez em um momento de grande expans&atilde;o. O mix de destino da cana-de-a&ccedil;&uacute;car em 2009\/2010 deve ser de 56,5% para a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool no Brasil. Na safra passada, o destino da mat&eacute;ria-prima para a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool foi de 58,46% no Pa&iacute;s e atingiu 60,26% no Centro-Sul. A safra 2009\/2010 ainda ser&aacute; alcooleira, mas a redu&ccedil;&atilde;o no mix do &aacute;lcool ser&aacute; destinada para o aumento da produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car.<\/p>\n<p>\nAs usinas de cana-de-a&ccedil;&uacute;car do Centro-Sul do Brasil est&atilde;o moendo a nova safra mais cedo do que o normal para levantar dinheiro em meio ao aperto de cr&eacute;dito, segundo a Uni&atilde;o da Ind&uacute;stria de Cana-de-A&ccedil;&uacute;car (Unica). 36 usinas tinham come&ccedil;ado a moer a safra 2009\/2010 de cana at&eacute; 15 de mar&ccedil;o, contra 10 na mesma &eacute;poca do ano passado. Entre essas que j&aacute; estavam operando, 20 n&atilde;o pararam durante a entressafra. Essa temporada foi sem precedentes. O alto n&uacute;mero de usinas j&aacute; operando deve-se ao impacto da crise no setor e ao volume de cana deixada nos campos na temporada passada, segundo a Unica.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A crise financeira global reduziu a disponibilidade de cr&eacute;dito para financiar opera&ccedil;&otilde;es, deixando algumas empresas sem outra op&ccedil;&atilde;o a n&atilde;o ser acelerar a produ&ccedil;&atilde;o e vender a&ccedil;&uacute;car e &aacute;lcool para cobrir os custos di&aacute;rios. Os pre&ccedil;os para esses produtos ca&iacute;ram no mercado dom&eacute;stico por causa do movimento de vendas. Os pre&ccedil;os do etanol ca&iacute;ram em mais de um ter&ccedil;o nas &uacute;ltimas sete semanas, provocando alguns contratos de exporta&ccedil;&atilde;o. Cerca de 40 milh&otilde;es de toneladas de cana foram deixadas nos campos no ano passado depois que as chuvas prejudicaram a colheita.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Al&eacute;m disso, as usinas enfrentaram atrasos nas entregas de equipamentos. A colheita na Regi&atilde;o Centro-Sul do Brasil, que responde por cerca de 90% da produ&ccedil;&atilde;o nacional de cana, come&ccedil;a oficialmente em 1&ordm; de abril. A primeira estimativa da Unica para a safra 2009\/2010 deve sair em meados de abril. Deve haver um aumento na disponibilidade de cana, assim como na produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car e etanol em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; temporada passada. Como mais usinas come&ccedil;am a moer a safra cedo, deve haver mais a&ccedil;&uacute;car e &aacute;lcool dispon&iacute;vel em abril do que no mesmo m&ecirc;s do ano passado. At&eacute; o final de abril de 2008, as usinas do Centro-Sul tinham mo&iacute;do 22 milh&otilde;es de toneladas.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O pre&ccedil;o da cana seguiu abaixo do custo de produ&ccedil;&atilde;o na safra 2008\/2009. O pre&ccedil;o pago pelas usinas ao produtor pela tonelada cana-de-a&ccedil;&uacute;car no Estado de S&atilde;o Paulo, maior produtor do Pa&iacute;s, encerrou a safra 2008\/2009 em R$ 39,85 por tonelada, uma alta de 11,3% sobre os R$ 35,81 a tonelada da safra 2007\/2008, segundo dados do Conselho dos Produtores de Cana-de-A&ccedil;&uacute;car, A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool do Estado de S&atilde;o Paulo(<span style=\"font-family: Arial\">Consecana<\/span>). Os c&aacute;lculos s&atilde;o feitos a partir da m&eacute;dia dos pre&ccedil;os de nove produtos derivados da cana e de outras vari&aacute;veis, como a qualidade da mat&eacute;ria-prima.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o dos Plantadores de Cana da Regi&atilde;o Centro-Sul do Brasil(<span style=\"font-family: Arial\">Orplana<\/span>), mesmo com o aumento no pre&ccedil;o, o valor da cana-de-a&ccedil;&uacute;car recebido pelo produtor &eacute; at&eacute; 24% abaixo do custo de produ&ccedil;&atilde;o, estimado entre R$ 52,00 e R$ 52,50 por tonelada. O pre&ccedil;o recebido n&atilde;o remunera os investimentos j&aacute; h&aacute; duas safras e o cen&aacute;rio para a pr&oacute;xima n&atilde;o &eacute; diferente. Com isso, o produtor investe menos tem dificuldades de cumprir seus compromissos. O pre&ccedil;o da cana deve seguir sob press&atilde;o baixista em 2009\/2010. Com o temor de que os baixos pre&ccedil;os ser&atilde;o predominantes nos pr&oacute;ximos meses, come&ccedil;a a safra de cana-de-a&ccedil;&uacute;car 2009\/2010 <\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em S&atilde;o Paulo\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em S&atilde;o Paulo<\/span><\/span><\/st1:personname><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><span style=\"font-size: small\">, principal polo sucroalcooleiro do pa&iacute;s, que abre a moagem com o mais baixo valor do litro do &aacute;lcool para o per&iacute;odo desde 2004.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Mas as dificuldades v&atilde;o al&eacute;m do pre&ccedil;o do etanol e passam pela crise global, que fez secar a torneira do cr&eacute;dito para usineiros, emperrando, por exemplo, o financiamento de equipamentos. Com isso, usineiros e o Estado preveem dificuldades para a safra. Do ponto de vista financeiro, ser&aacute; mais dif&iacute;cil, pois h&aacute; escassez de cr&eacute;dito, provocada pela crise mundial. No Centro-Sul foram 505 milh&otilde;es de toneladas de cana na safra passada e a previs&atilde;o agora &eacute; de 540 milh&otilde;es de toneladas. Se for confirmada, ser&aacute; mais um ano ruim para o setor, com muita cana. Enquanto n&atilde;o der uma parada nos aumentos, o setor segue financiando o preju&iacute;zo. O setor opera h&aacute; dois anos no preju&iacute;zo, com pre&ccedil;os abaixo do custo de produ&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A falta de cr&eacute;dito emperra, ainda, a estocagem de etanol &#8211; <em>que recebeu incentivo de R$ 2,5 bilh&otilde;es do governo para um programa de financiamento<\/em> &#8211; e a expans&atilde;o das usinas. Na &uacute;ltima safra, cerca de 40 milh&otilde;es de toneladas de cana sobraram nas lavouras do pa&iacute;s. Com produ&ccedil;&atilde;o maior neste ano, a perspectiva &eacute; de que os pre&ccedil;os sejam ruins para produtores e usinas, mas bons para consumidores.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O pre&ccedil;o do &aacute;lcool, nesta semana, &eacute; vendido a R$ 0,99 em postos de Ribeir&atilde;o Preto (SP). Isso ocorre porque, nas usinas, o litro tem sa&iacute;do pelo mais baixo pre&ccedil;o desde 2004. Hoje, sem impostos, custa R$ 0,6809, contra R$ 0,7622 da terceira semana de mar&ccedil;o do ano passado e R$ 1,2286, de 2006. Mas a safra inicia n&atilde;o s&oacute; com perspectivas ruins. O setor tamb&eacute;m v&ecirc; pontos otimistas, como a expans&atilde;o da exporta&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car e a alta nas vendas de carros flex. Para efeito de demanda, a crise n&atilde;o trouxe pontos negativos. H&aacute; um d&eacute;ficit mundial de a&ccedil;&uacute;car, a safra na &Iacute;ndia quebrou e, por duas safras consecutivas, ser&aacute; expandida a produ&ccedil;&atilde;o do a&ccedil;&uacute;car sem gerar excedentes, al&eacute;m de uma taxa de c&acirc;mbio favor&aacute;vel, segundo a Unica (<span style=\"font-family: Arial\">Uni&atilde;o da Ind&uacute;stria de Cana-de-A&ccedil;&uacute;car<\/span>).<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Segundo a entidade, h&aacute; dificuldade financeira e a alternativa &eacute; ofertar o produto. Sobre os excedentes, n&atilde;o houve produto em excesso nas &uacute;ltimas safras, mas uma desorganiza&ccedil;&atilde;o. O principal caminho apontado para superar as dificuldades pode estar no a&ccedil;&uacute;car. H&aacute; uma semana, o pa&iacute;s soube que 5,8 milh&otilde;es de toneladas de a&ccedil;&uacute;car produzido na Europa ser&atilde;o retirados do mercado internacional, o que equivale a 20% do total produzido na &uacute;ltima safra e abre lacuna para que o pa&iacute;s possa entrar nesse mercado. A Unica evita prever, mas indica que o a&ccedil;&uacute;car pode dividir em partes iguais com o etanol a produ&ccedil;&atilde;o. Na &uacute;ltima safra, 39,6% da cana virou a&ccedil;&uacute;car, e os 60,4% restantes, &aacute;lcool.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><u><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>A&ccedil;&uacute;car<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/u><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>:<br \/>\n<\/strong><em><strong>Tend&ecirc;ncia de alta dos pre&ccedil;os futuros sustentam cota&ccedil;&otilde;es internas<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\"><strong><br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A tend&ecirc;ncia &eacute; de alta dos pre&ccedil;os futuros no ciclo 2009\/2010. A expectativa de d&eacute;ficit mundial de a&ccedil;&uacute;car j&aacute; foi digerida pelo mercado e os pre&ccedil;os futuros devem se acomodar em n&iacute;veis mais elevados, entre 14 centavos de d&oacute;lar por libra-peso e 15 centavos de d&oacute;lar por libra-peso. Dois anos seguidos de grandes excedentes na &Iacute;ndia e margem de lucro negativa para processadores privados usando importa&ccedil;&otilde;es podem limitar a demanda por importa&ccedil;&atilde;o da &Iacute;ndia(<span style=\"font-family: Arial\">que este ano ter&aacute; uma produ&ccedil;&atilde;o menor de a&ccedil;&uacute;car<\/span>).<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do A&ccedil;&uacute;car, a produ&ccedil;&atilde;o mundial da commodity deve cair 4,2% na safra 2008\/2009, para 161,53 milh&otilde;es de toneladas. Trata-se de um volume 4,3 milh&otilde;es de toneladas abaixo da demanda. A queda do plantio de cana-de-a&ccedil;&uacute;car na &Iacute;ndia, segundo maior produtor mundial e maior consumidor, &eacute; a principal respons&aacute;vel pelo d&eacute;ficit de a&ccedil;&uacute;car no mundo, ap&oacute;s anos de excedentes. A &Iacute;ndia deve consumir cerca de 22,5 milh&otilde;es de toneladas de a&ccedil;&uacute;car este ano, para uma produ&ccedil;&atilde;o estimada em apenas 15,5 milh&otilde;es de toneladas, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o das Usinas de A&ccedil;&uacute;car Indianas.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Contudo, mesmo com o cen&aacute;rio de aperto na oferta, o ritmo das importa&ccedil;&otilde;es de a&ccedil;&uacute;car demerara e refinado tem sido lento em todo o mundo. Para pa&iacute;ses que geralmente importam o a&ccedil;&uacute;car demerara para refin&aacute;-lo localmente, como a pr&oacute;pria &Iacute;ndia, o atraso pode significar problemas no futuro, quando os estoques dom&eacute;sticos definharem. Alguns importadores est&atilde;o demorando para reagir e podem ter de importar a&ccedil;&uacute;car refinado em vez de demerara. A expectativa &eacute; de que a &Iacute;ndia, segundo maior produtor mundial de a&ccedil;&uacute;car, importe at&eacute; 2,5 milh&otilde;es de toneladas na safra 2009\/2010, com in&iacute;cio em outubro, contra 1,5 milh&atilde;o de toneladas neste ciclo 2008\/2009.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A estimativa para o d&eacute;ficit mundial de a&ccedil;&uacute;car em 2008\/2009 &eacute; de at&eacute; 4,3 milh&otilde;es de toneladas, em decorr&ecirc;ncia da forte queda da produ&ccedil;&atilde;o da &Iacute;ndia, que deve totalizar menos de 12,0 milh&otilde;es de toneladas, e &agrave; produ&ccedil;&atilde;o menor na China e na Austr&aacute;lia. O d&eacute;ficit em 2008\/2009 pode resultar em pre&ccedil;os mais altos este ano.<\/p>\n<p>\nNo ciclo 2010\/2011, a cota&ccedil;&atilde;o do a&ccedil;&uacute;car demerara na ICE Futures US (<span style=\"font-family: Arial\">Bolsa de Nova York<\/span>) pode voltar &agrave; tend&ecirc;ncia de alta e subir para at&eacute; 19 centavos de d&oacute;lar por libra-peso. Como o horizonte para o &aacute;lcool combust&iacute;vel n&atilde;o est&aacute; animador no curto prazo, com pre&ccedil;os em queda mesmo durante a entressafra, as usinas do Centro-Sul dever&atilde;o aumentar a produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car de olho no mercado internacional, uma vez que a &Iacute;ndia, o segundo maior produtor e maior consumidor mundial, dever&aacute; elevar as importa&ccedil;&otilde;es nos pr&oacute;ximos meses.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Em 2008\/2009, a demanda mundial por a&ccedil;&uacute;car deve crescer 1% a 2%. O ambiente econ&ocirc;mico est&aacute; bem pior do que o previsto anteriormente, mas ainda se espera um aumento na demanda mundial. A &uacute;nica vez na hist&oacute;ria recente em que a demanda mundial caiu em mais de 1% foi durante a escassez de a&ccedil;&uacute;car em 1974, quando a demanda teve redu&ccedil;&atilde;o de 4,6%.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A perspectiva de um salto na demanda por a&ccedil;&uacute;car refinado fez com que o pr&ecirc;mio sobre o produto bruto subisse de US$ 100 por tonelada, em fevereiro, para US$ 115 no come&ccedil;o deste m&ecirc;s, antes de recuar um pouco pelo fato de a demanda n&atilde;o ter se concretizado ainda. Os traders v&atilde;o manter o olho nas atividades da &Iacute;ndia, j&aacute; que o pa&iacute;s ter&aacute; de importar tanto a&ccedil;&uacute;car demerara quanto processado antes de a safra 2009\/2010 come&ccedil;ar, em setembro.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Os Estados Unidos tamb&eacute;m podem ter de importar cerca de 1 milh&atilde;o de toneladas por causa do aperto na oferta dom&eacute;stica. Os americanos podem ir direto para o a&ccedil;&uacute;car refinado, porque a capacidade dom&eacute;stica de processamento &eacute; limitada. Pa&iacute;ses como Paquist&atilde;o, Ir&atilde; e Iraque tamb&eacute;m devem pressionar a demanda por a&ccedil;&uacute;car refinado devido ao aperto nos estoques locais. A reforma do setor de a&ccedil;&uacute;car da Uni&atilde;o Europeia tamb&eacute;m colocou o bloco na condi&ccedil;&atilde;o de importante importador e um &oacute;bvio condutor do rali de pre&ccedil;o do refinado em rela&ccedil;&atilde;o ao demerara. O spread entre as duas variedades pode subir para mais de US$ 150 durante o ciclo 2009\/2010.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A demanda por a&ccedil;&uacute;car refinado &eacute; a primeira a crescer, quando h&aacute; falta de a&ccedil;&uacute;car no mercado. Os pre&ccedil;os do a&ccedil;&uacute;car refinado negociado no mercado futuro da Bolsa de Londres, j&aacute; subiram cerca de 17% desde o come&ccedil;o do ano, enquanto os pre&ccedil;os do demerara, negociado na ICE Futures US, <\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em Nova York\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em Nova York<\/span><\/span><\/st1:personname><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><span style=\"font-size: small\">, subiram cerca de 9%.<\/p>\n<p>\nNo mercado externo, a tend&ecirc;ncia &eacute; de alta dos pre&ccedil;os no ciclo 2009 e 2010. A estimativa de d&eacute;ficit mundial de a&ccedil;&uacute;car em 2008\/2009 deve ser revisada para cima em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; proje&ccedil;&atilde;o atual de 4,3 milh&otilde;es de toneladas, segundo proje&ccedil;&atilde;o da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do A&ccedil;&uacute;car (<span style=\"font-family: Arial\">OIA<\/span>).<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">N&uacute;meros preliminares mostram que a diferen&ccedil;a esperada entre consumo mundial e produ&ccedil;&atilde;o deve crescer em virtude da queda da produ&ccedil;&atilde;o na &Iacute;ndia e na China, segundo a OIA. As necessidades de importa&ccedil;&atilde;o da &Iacute;ndia continuam incertas, podendo chegar a 5,5 milh&otilde;es de toneladas. Mas os estoques do pa&iacute;s devem ser liberados para atender parte da demanda, deixando a demanda por importa&ccedil;&atilde;o em torno de 2,0 milh&otilde;es de toneladas.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Embora indica&ccedil;&otilde;es iniciais apontem para uma produ&ccedil;&atilde;o maior de a&ccedil;&uacute;car em 2009\/2010, a &Iacute;ndia provavelmente continuar&aacute; sendo um importador em grande escala na pr&oacute;xima temporada, j&aacute; que a recupera&ccedil;&atilde;o da safra ainda poder&aacute; ficar abaixo do consumo, enquanto os estoques devem atingir um n&iacute;vel criticamente reduzido no come&ccedil;o da temporada em outubro, segundo a OIA.<\/p>\n<p>\nO Brasil deve produzir 35,2 milh&otilde;es de toneladas de a&ccedil;&uacute;car em 2009\/2010, uma alta de 11,4% em rela&ccedil;&atilde;o as 31,6 milh&otilde;es de toneladas da safra passada (<span style=\"font-family: Arial\">2008\/2009<\/span>). As exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras da commodity devem disparar 19,2% se comparados os mesmos per&iacute;odos, de 19,63 milh&otilde;es de toneladas, para 23,4 milh&otilde;es de toneladas, gra&ccedil;as &agrave;s perspectivas de d&eacute;ficit mundial de a&ccedil;&uacute;car, que deve atingir cerca de 5,0 milh&otilde;es de toneladas e que ser&aacute; praticamente todo suprido pelo produto brasileiro.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A Regi&atilde;o Centro-Sul deve produzir 30,1 milh&otilde;es de toneladas de a&ccedil;&uacute;car em 2009\/2010, uma alta de 12,5% sobre as 26,753 milh&otilde;es de toneladas da safra passada. A regi&atilde;o deve ainda exportar 20,7 milh&otilde;es de toneladas de a&ccedil;&uacute;car, um crescimento de 23,2% em rela&ccedil;&atilde;o as 16,8 milh&otilde;es de toneladas da safra 2008\/2009. O cen&aacute;rio de pre&ccedil;os para o a&ccedil;&uacute;car &eacute; positivo, com o aumento da cota&ccedil;&atilde;o da commodity no mercado internacional e a valoriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O custo de produ&ccedil;&atilde;o atual &eacute; de 10,70 cents por libra-peso, contra um custo de 15,30 cents por libra-peso antes da desvaloriza&ccedil;&atilde;o do Real. J&aacute; o pre&ccedil;o pago em torno de 14,70 cents por libra-peso passou a ser remunerador desde o ano passado. Houve recupera&ccedil;&atilde;o da margem para o a&ccedil;&uacute;car, que esteve negativa em 2007 e em 2008, e a demanda segue em expans&atilde;o.<\/p>\n<p>\nNo mercado interno, inicia o per&iacute;odo de safra e de tend&ecirc;ncia de baixa dos pre&ccedil;os. A mesma crise de cr&eacute;dito que obrigou as usinas a liquidarem &aacute;lcool para levantar recursos e pagar d&iacute;vidas mina agora &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es internas do a&ccedil;&uacute;car.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Sem dinheiro para iniciar a safra 2009\/2010 e com o &aacute;lcool fechando no vermelho, as ind&uacute;strias optaram por ofertar mais a&ccedil;&uacute;car no mercado. A press&atilde;o nos pre&ccedil;os fica mais intensa porque os compradores est&atilde;o mais retra&iacute;dos, &agrave; espera de cota&ccedil;&atilde;o menor. Quem costumava comprar 1 mil sacas por semana, em vez de comprar tudo de uma vez, negocia metade em um dia, e depois compra a outra parte. A perspectiva &eacute; que no dia seguinte sempre estar&aacute; mais barato. O resultado &eacute; que em dez dias, o pre&ccedil;o da saca de 50 quilos <\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em S&atilde;o Paulo\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em S&atilde;o Paulo<\/span><\/span><\/st1:personname><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\"> caiu 5,4%, segundo o Centro de Estudos Avan&ccedil;ados <\/span><\/span><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em Economia Aplicada\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em Economia Aplicada<\/span><\/span><\/st1:personname><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><span style=\"font-size: small\"> (<span style=\"font-family: Arial\">Cepea\/Esalq\/USP<\/span>), de R$ 49,53 para R$ 46,82.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Os pre&ccedil;os do a&ccedil;&uacute;car praticados no mercado interno, na regi&atilde;o Centro-Sul est&atilde;o remunerando 83,8% mais que o &aacute;lcool hidratado. No in&iacute;cio do m&ecirc;s de mar&ccedil;o, a remunera&ccedil;&atilde;o do a&ccedil;&uacute;car era 62,8% superior ao do &aacute;lcool hidratado. Este pre&ccedil;o mais remunerador para o a&ccedil;&uacute;car deve levar ao setor sucroalcooleiro a confirmar uma safra 2009\/2010 mais a&ccedil;ucareira em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; registrada na safra 2008\/2009.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A queda significativa do etanol no mercado interno brasileiro come&ccedil;a tamb&eacute;m a pressionar os pre&ccedil;os do a&ccedil;&uacute;car. No entanto, a retra&ccedil;&atilde;o das cota&ccedil;&otilde;es do &aacute;lcool permanece maior do que as do a&ccedil;&uacute;car, o que tem permitido que a diferen&ccedil;a entre os dois valores continue se expandindo. No in&iacute;cio de mar&ccedil;o, os pre&ccedil;os do a&ccedil;&uacute;car praticados na Bolsa de Nova York (<span style=\"font-family: Arial\">Ice Futures<\/span>) estavam 30,9% acima do &aacute;lcool hidratado do mercado dom&eacute;stico brasileiro. Atualmente, a Bolsa de Nova York remunera 38,7% mais que o &aacute;lcool hidratado. O pre&ccedil;o do a&ccedil;&uacute;car no mercado interno tamb&eacute;m se encontra em 32,6% acima dos pre&ccedil;os praticados na Bolsa de Nova York (<span style=\"font-family: Arial\">Ice Futures<\/span>), refer&ecirc;ncia para o mercado internacional. No in&iacute;cio de mar&ccedil;o, o a&ccedil;&uacute;car no mercado interno estava 24,4% acima da Bolsa de Nova York.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Em rela&ccedil;&atilde;o ao &aacute;lcool anidro, os pre&ccedil;os do a&ccedil;&uacute;car no mercado interno est&atilde;o 69,5% superiores. Na paridade com os pre&ccedil;os da Bolsa de Nova York, o a&ccedil;&uacute;car no mercado interno &eacute; cotado a 16,64 centavos de d&oacute;lar por libra-peso na Regi&atilde;o Centro-Sul e no mercado internacional a 12,55 centavos de d&oacute;lar por libra-peso. O &aacute;lcool hidratado &eacute; cotado a 9,05 centavos de d&oacute;lar por libra-peso no mercado interno e o &aacute;lcool anidro a 9,82 centavos de d&oacute;lar por libra-peso.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">As exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras de a&ccedil;&uacute;car atingiram em mar&ccedil;o o volume de 1,297 milh&atilde;o de toneladas, o menor volume exportado desde abril de 2008. O volume &eacute; 9,3% inferior as 1,431 milh&atilde;o de toneladas exportadas em fevereiro, mas 42,6% maior que o registrado em igual per&iacute;odo de 2008, quando o volume exportado ficou em 910 mil toneladas. Do total exportado em mar&ccedil;o, 865,2 mil toneladas foram de a&ccedil;&uacute;car demerara, alta de 49,58% contra mar&ccedil;o de 2008, e 432,4 mil toneladas foram de refinado, alta de 30,4% contra igual per&iacute;odo do ano passado.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Em mar&ccedil;o, a receita obtida com as exporta&ccedil;&otilde;es ficou em US$ 406,5 milh&otilde;es, uma queda de 7,35% em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro, mas uma alta de 63,41% em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, quando as vendas atingiram US$ 249 milh&otilde;es. Do total registrado em mar&ccedil;o, US$ 254,3 milh&otilde;es vieram de venda de demerara e US$ 152,6 milh&otilde;es da venda de refinado.<br \/>\n<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\"><\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"\"><u><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"\"><strong>&Aacute;lcool<\/strong><\/span><\/span><\/u><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"\"><strong>:<br \/>\n<\/strong><em><strong>Pre&ccedil;os internos em forte queda e demanda em alta em 2009<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><u><strong><br \/>\n<\/strong><\/u><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">O pre&ccedil;o do &aacute;lcool hidratado despencou 4,6% e o do &aacute;lcool anidro recuou 4,34% nas usinas paulistas na &uacute;ltima semana, segundo o Indicador do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados <\/span><\/span><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em Economia Aplicada\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em Economia Aplicada<\/span><\/span><\/st1:personname><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">(<span style=\"font-family: Arial\">Cepea\/Esalq<\/span>). O litro do &aacute;lcool hidratado foi negociado a R$ 0,5654, contra R$ 0,5926, em m&eacute;dia, e o pre&ccedil;o do &aacute;lcool anidro recuou 4,34% na semana, para R$ 0,6514, contra R$ 0,6809 na semana anterior. S&atilde;o os menores valores nominais dos combust&iacute;veis desde a semana encerrada em 8 de julho de 2004. &Agrave; &eacute;poca, o pre&ccedil;o do &aacute;lcool hidratado, utilizado nos carros a &aacute;lcool ou flex fuel, foi negociado a R$ 0,54 e o do &aacute;lcool anidro, misturado em 25% &agrave; gasolina, R$ 0,6325.<\/p>\n<p>\n<\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis n&atilde;o incluem impostos. Os fundamentos para o &aacute;lcool seguem os mesmos das semanas anteriores, com uma alta na oferta das usinas, em decorr&ecirc;ncia do in&iacute;cio da safra de cana-de-a&ccedil;&uacute;car no Centro-Sul do Brasil e <\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em S&atilde;o Paulo. A\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em S&atilde;o Paulo. A<\/span><\/span><\/st1:personname><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><span style=\"font-size: small\"> demanda foi um pouco maior, mas a oferta ainda alta pesou na queda dos pre&ccedil;os. Desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie de recuos, h&aacute; oito semanas, o pre&ccedil;o do &aacute;lcool hidratado, caiu 31,11%, j&aacute; que era comercializado, em m&eacute;dia, a R$ 0,8208 o litro na semana terminada em 6 de fevereiro. J&aacute; o &aacute;lcool anidro recuou pela sexta semana seguida acumulando uma baixa de 21,33% no pre&ccedil;o do combust&iacute;vel, que foi negociado a R$ 0,8280 o litro, em m&eacute;dia, na semana de 27 de fevereiro, a &uacute;ltima antes dos per&iacute;odos de baixa.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Segundo dados do Secex, as exporta&ccedil;&otilde;es de &aacute;lcool em mar&ccedil;o de 2009 atingiram 157 milh&otilde;es de litros, contra 118,5 milh&otilde;es de litros em fevereiro de 2009 e 278,8 milh&otilde;es de litros em mar&ccedil;o de 2008. Com isso, o volume de &aacute;lcool exportado pelo Brasil em mar&ccedil;o subiu 32,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao exportado em fevereiro deste ano, mas registrou uma forte queda de 43,7% se comparado ao montante exportado em mar&ccedil;o de 2008. A receita obtida com as exporta&ccedil;&otilde;es atingiu US$ 71 milh&otilde;es em mar&ccedil;o de 2009, uma alta de 31% em rela&ccedil;&atilde;o a fevereiro, mas uma queda de 56,64% em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, quando as vendas externas geraram receita de US$ 125 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>\nO ano de 2008 ser&aacute; lembrado como um marco para a ind&uacute;stria sucroalcooleira no Brasil. Pela primeira vez desde 1994, o volume de &aacute;lcool comercializado ultrapassou o da gasolina, segundo dados preliminares do Minist&eacute;rio de Minas e Energia(MME). No ano passado, foram consumidos no pa&iacute;s 19,58 bilh&otilde;es de litros de &aacute;lcool, contra 18,88 bilh&otilde;es de litros de gasolina. Em 2007, haviam sido comercializados 17,62 bilh&otilde;es de litros de gasolina e 16,60 bilh&otilde;es de &aacute;lcool. O sucesso dos carros flex e o pre&ccedil;o bastante competitivo do &aacute;lcool em rela&ccedil;&atilde;o ao da gasolina s&atilde;o os grandes respons&aacute;veis pela ultrapassagem, segundo Ricardo Dornelles, diretor de Combust&iacute;veis Renov&aacute;veis do MME.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Os brasileiros, no entanto, continuam abastecendo mais a gasolina. Dos 19,58 bilh&otilde;es de litros de &aacute;lcool comercializados em 2008, 13,29 bilh&otilde;es s&atilde;o de &aacute;lcool hidratado, aquele comprado pelo consumidor final no posto de gasolina. O restante, de 6,3 bilh&otilde;es litros, &eacute; de &aacute;lcool anidro, usado na gasolina. A tend&ecirc;ncia &eacute; que mesmo o consumo de &aacute;lcool hidratado ultrapasse o da gasolina nos pr&oacute;ximos anos, embora n&atilde;o haja uma estimativa oficial de quando isso possa ocorrer.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Atualmente, 25% da frota do pa&iacute;s s&atilde;o de carros flex. No m&eacute;dio e longo prazo, n&atilde;o h&aacute; perspectiva de que o &aacute;lcool fique mais caro do que a gasolina. Para ser mais vantajoso, o &aacute;lcool precisa custar at&eacute; 70% do pre&ccedil;o da gasolina. Com exce&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o Norte e de alguns estados do Nordeste, a rela&ccedil;&atilde;o, na maioria das vezes, costuma ser mais favor&aacute;vel ao &aacute;lcool. A diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os entre as unidades da federa&ccedil;&atilde;o, de fato, &eacute; grande. Pesquisa da Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo(ANP) mostra que, em mar&ccedil;o, o litro do &aacute;lcool era cotado a R$ 1,325 <\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><st1:personname w:st=\"on\" productid=\"em S&atilde;o Paulo\"><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\">em S&atilde;o Paulo<\/span><\/span><\/st1:personname><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><span style=\"font-size: small\">, enquanto custava R$ 1,859, no Rio Grande do Norte, e R$ 2,089, no Acre. Do ponto de vista estrat&eacute;gico, o ganho de participa&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool no mercado importante.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">A produ&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool &eacute; menos concentrada do que a da gasolina, o que acaba beneficiando as economias locais. Al&eacute;m disso, existe uma redu&ccedil;&atilde;o de 80% nas emiss&otilde;es de g&aacute;s carb&ocirc;nico em compara&ccedil;&atilde;o com a gasolina.<\/p>\n<p>\nO mercado mais remunerador para o a&ccedil;&uacute;car deve fazer com que a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de etanol cres&ccedil;a apenas 2,9% na safra 2009\/2010, para 27,905 bilh&otilde;es de litros, contra 27,098 bilh&otilde;es de litros no ciclo passado(2008\/2009). O cen&aacute;rio negativo &eacute; internacional e a redu&ccedil;&atilde;o nas importa&ccedil;&otilde;es norte-americanas e a queda nos pre&ccedil;os do petr&oacute;leo devem reduzir em 25,7% o volume exportado de &aacute;lcool brasileiro se comparados os mesmos per&iacute;odos, de 5,05 bilh&otilde;es de litros, para 3,75 bilh&otilde;es de litros.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Maior produtora e exportadora do Pa&iacute;s, a regi&atilde;o Centro-Sul deve produzir, em 2009\/2010, 25,676 bilh&otilde;es de litros, uma alta de 3,5%, e exportar 3,5 bilh&otilde;es de litros, uma queda de 24,7% sobre a safra 2008\/2009. No entanto, a demanda total de &aacute;lcool, somando o mercado interno e as exporta&ccedil;&otilde;es, deve ficar ajustada &agrave; oferta em 2009\/2010. A demanda deve atingir 27,82 bilh&otilde;es de litros de &aacute;lcool no Brasil, o que aponta para uma reserva de 100 milh&otilde;es de litros no Pa&iacute;s. A queda nas exporta&ccedil;&otilde;es deve ser suprida pelo aumento da demanda interna de &aacute;lcool, j&aacute; que s&atilde;o previstos mais 2 milh&otilde;es de ve&iacute;culos flex fuel novos no Pa&iacute;s em 2009. Mesmo com a queda de 21% prevista para os ve&iacute;culos novos em 2009 sobre 2008, a demanda pelo &aacute;lcool deve crescer.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><u><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Usinas<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/u><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>:<br \/>\nCancelamentos e adiamentos com endividamento elevado<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\"><strong><br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">O Brasil possui 420 f&aacute;bricas de a&ccedil;&uacute;car e de etanol, segundo levantamento do Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento(Mapa) dispon&iacute;vel desde o &uacute;ltimo dia 13 deste m&ecirc;s de mar&ccedil;o. S&atilde;o 248 unidades mistas(<span style=\"font-family: Arial\">produzem o alimento e o biocombust&iacute;vel<\/span>), 157 destilarias(<span style=\"font-family: Arial\">fazem exclusivamente etanol<\/span>) e 15 produtas apenas de a&ccedil;&uacute;car. O estado de S&atilde;o Paulo segue &agrave; frente no ranking de maior n&uacute;mero de plantas industriais, com 200.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Em segundo lugar vem Minas Gerais, com 37 f&aacute;bricas, seguido do Paran&aacute;, com 33, e de Goi&aacute;s, com 29. Alagoas e Pernambuco ocupam a quinta posi&ccedil;&atilde;o, com 24 unidades cada estado. Em seguida v&ecirc;m Mato Grosso do Sul(14), Mato Grosso(11), Para&iacute;ba(9), Rio de Janeiro(7), Sergipe(6), Esp&iacute;rito Santo(6), Rio Grande do Norte(4), Maranh&atilde;o(3), Bahia(3), Tocantins(2) e Cear&aacute;(2). H&aacute; apenas uma planta instalada os estados de Roraima, Rio Grande do Sul, Piau&iacute; e Amazonas.<\/p>\n<p>\nDe 35 novas usinas previstas para entrarem em opera&ccedil;&atilde;o na safra do Centro-Sul 2009\/2010, apenas cerca de 15 a 20 devem efetivamente ligar suas caldeiras, de acordo com a Uni&atilde;o da Ind&uacute;stria de Cana-de-A&ccedil;&uacute;car(<span style=\"font-family: Arial\">Unica<\/span>). Segundo a entidade, o efeito da crise de liquidez ainda est&aacute; incerto o que tem postergado a divulga&ccedil;&atilde;o, pela entidade, de uma estimativa de produ&ccedil;&atilde;o para a safra que se inicia oficialmente em abril.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Al&eacute;m da quantidade de usinas em opera&ccedil;&atilde;o, h&aacute; o problema da falta de manuten&ccedil;&atilde;o por falta de recursos, o que deve impactar na produ&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;xima safra. A entidade estima que o mix de produ&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;xima safra 2009\/2010 dever&aacute; ser de 43% para o a&ccedil;&uacute;car e 57% para o etanol depois de registrar 39,6% de cana destinada para o a&ccedil;&uacute;car e 60,4% para o etanol em 2008\/2009. Ser&aacute; a primeira vez em duas safras que haver&aacute; um aumento de cana para o a&ccedil;&uacute;car, mas mesmo assim este aumento &eacute; limitado.<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: 9pt; color: black\"><o:p><\/o:p><\/span><span style=\"font-family: Verdana\"><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\">Em 2007\/2008, o mix foi de 44,2% para o a&ccedil;&uacute;car e 55,8% para o etanol. Todas as novas usinas que entrar&atilde;o em opera&ccedil;&atilde;o produzir&atilde;o apenas etanol o que vai equilibrar a maior produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car por outras usinas. Cerca de 20% da cana produzida na nova safra 2009\/2010 ter&aacute; como destino certo o etanol. Os 80% restantes poder&atilde;o ser utilizados para o a&ccedil;&uacute;car ou para o etanol. Um cen&aacute;rio de maior produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel quando as usinas voltarem a investir em maquin&aacute;rio para produ&ccedil;&atilde;o e isto deve acontecer apenas se os pre&ccedil;os do produto se mantiverem elevados por umas duas safras.<br \/>\n<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: black\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>* Com <\/strong><\/span><\/span><span style=\"color: black\"><span style=\"color: black\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong><a href=\"http:\/\/www.deere.com.br\"><span style=\"font-family: Arial\">http:\/\/www.deere.com.br<\/span><\/a><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 28 minutos Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211; A Superintend&ecirc;ncia Regional da Conab na Para&iacute;ba come&ccedil;ou a pagar nesta semana [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[34],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2067"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2067"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2067\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2067"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2067"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2067"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}