{"id":2533,"date":"2009-10-01T00:00:00","date_gmt":"2009-10-01T00:01:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-10-01T00:00:00","modified_gmt":"2009-10-01T00:00:00","slug":"TJPB-mantem-preso-Promotor-de-Justica-de-Cajazeiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2009\/10\/01\/TJPB-mantem-preso-Promotor-de-Justica-de-Cajazeiras\/","title":{"rendered":"TJPB mant\u00e9m preso Promotor de Justi\u00e7a de Cajazeiras"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 3 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211; <\/strong>O Pleno do Tribunal de Justi&ccedil;a, durante a sess&atilde;o desta quarta-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">30Setembro2009<\/span>), recebeu a den&uacute;ncia contra o promotor de Justi&ccedil;a Carlos Guilherme Santos Machado, que se encontra preso desde o dia 10 de julho, acusado de ter atirado no irm&atilde;o da namorada na cidade de Cajazeiras. O Pleno tamb&eacute;m decidiu, por maioria de votos, manter a pris&atilde;o preventiva do promotor e negou o pedido formulado pela defesa para que fosse concedida a pris&atilde;o domiciliar. O julgamento foi um dos mais longos j&aacute; realizados pelo Tribunal.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img decoding=\"async\" height=\"134\" width=\"200\" align=\"left\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/judiciario\/des_nilo_ramalho_tre_pb_001.jpg\" \/><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O processo teve como relator o desembargador Nilo Ramalho<strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto<\/span><\/span>)<\/strong>. &ldquo;<em>Nesse momento processual cabe t&atilde;o somente verificar se as condutas, em tese, s&atilde;o t&iacute;picas e se h&aacute; ind&iacute;cios m&iacute;nimos de autoria, de modo a justificar o recebimento da a&ccedil;&atilde;o penal. Entendo que os fatos narrados pelas Procuradoria Geral de Justi&ccedil;a s&atilde;o relevantes. Tais condutas est&atilde;o previstas nas leis penais vigentes, configurando, em tese, il&iacute;citos penais, estando a den&uacute;ncia instru&iacute;da com documentos que atribuem ao noticiado a autoria da infra&ccedil;&atilde;o narrada<\/em>&rdquo;, afirmou em seu voto o relator.<\/p>\n<p>\nAntes do julgamento do m&eacute;rito, foram rejeitadas as preliminares de nulidade da busca e apreens&atilde;o; de nulidade dos laudos de constata&ccedil;&atilde;o da les&atilde;o corporal; de nulidade da per&iacute;cia da arma; de nulidade da prova emprestada e a de ilegalidade do procedimento investigat&oacute;rio.<\/p>\n<p>\nEm seguida, o Tribunal recebeu, em parte, a den&uacute;ncia, excluindo desta o crime de posse de arma, conforme o voto do relator, sendo que os desembargadores M&aacute;rcio Murilo e Jos&eacute; Di Lorenzo Serpa a recebiam, apenas, em rela&ccedil;&atilde;o ao crime de les&atilde;o corporal grave.<\/p>\n<p>\nO desembargador Saulo Benevides e o juiz convocado Rodrigo Marques Silva divergiram do relator, t&atilde;o somente, quanto ao delito de desobedi&ecirc;ncia. O desembargador Romero Marcelo da Fonseca recebia, em parte, a den&uacute;ncia, com rela&ccedil;&atilde;o aos fatos ocorridos na comarca de Cajazeiras, quais sejam, les&atilde;o corporal, amea&ccedil;a, constrangimento e invas&atilde;o de domic&iacute;lio. J&aacute; o juiz convocado Miguel de Brito Lyra divergiu do relator no tocante a natureza da les&atilde;o, que no seu entender seria grave, ao inv&eacute;s de grav&iacute;ssima.<\/p>\n<p>\n<img decoding=\"async\" height=\"150\" width=\"200\" align=\"right\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/judiciario\/promotor_de_justi%C3%A7a_pb_carlos_guilherme_santos_machado.jpg\" \/>Segundo consta nos autos, no dia 14 de junho o promotor Carlos Guilherme<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto<\/span><\/span>)<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> se envolveu em um discuss&atilde;o com o irm&atilde;o de sua namorada, que culminou com um disparo, cujo proj&eacute;til atingiu o p&eacute; do cunhado. Ap&oacute;s o fato, o Conselho Superior do Minist&eacute;rio P&uacute;blico determinou o afastamento sum&aacute;rio e imediato de suas fun&ccedil;&otilde;es na comarca de Cajazeiras. Atrav&eacute;s de um mandado de busca e apreens&atilde;o foram encontrados na sua resid&ecirc;ncia uma espingarda, uma pistola, muni&ccedil;&otilde;es e medicamentos para uso pessoal.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"349\" width=\"465\" align=\"absmiddle\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/policiais\/eventos\/15jun2009_tiro_promotor_cjz_pb_465h.JPG\" \/><\/p>\n<p>O procurador-geral de Justi&ccedil;a, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, pediu a pris&atilde;o preventiva do promotor, que foi acatado pelo desembargador Nilo Ramalho, com a finalidade da garantia da ordem p&uacute;blica e conveni&ecirc;ncia da instru&ccedil;&atilde;o criminal. Segundo o entendimento do magistrado, &eacute; natural que as pessoas temam em prestar depoimento contra o acusado pela posi&ccedil;&atilde;o que o mesmo ocupa. &ldquo;<em>Estando o promotor em liberdade tem ele o poder de dificultar a apura&ccedil;&atilde;o dos fatos criminosos contra si atribu&iacute;dos<\/em>&rdquo;. Segundo ele, ningu&eacute;m desconhece o verdadeiro poder que um promotor de Justi&ccedil;a tem e exerce em uma comunidade interiorana.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><em><strong><span style=\"font-family: Arial;\">* Com Lenilson Guedes <\/span><\/strong><\/em><span class=\"texto\"><strong><em>da Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o do TJPB<\/em><\/strong><\/span><span><em><strong><span style=\"font-family: Arial;\">.<br \/>\n<\/span><\/strong><\/em><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><u><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>GALERIA 1<\/strong><\/span><\/u><\/span><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong>:<\/p>\n<p><\/strong><\/span><\/span><strong>CLIQUE E CONFIRA REPORTAGEM SOBRE O CASO.<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><em><strong><span style=\"font-family: Arial;\"><br \/>\n<\/span><\/strong><\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pedreiro Patr\u00edcio da Silva levou um tiro no p\u00e9 e acusa Promotor de Cajazeiras pelo crime<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[25],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2533"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2533"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2533\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}