{"id":3266,"date":"2010-03-29T00:00:00","date_gmt":"2010-03-29T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-03-29T00:00:00","modified_gmt":"2010-03-29T00:00:00","slug":"Cinco-ex-prefeitos-e-um-atual-foram-denunciados-pelo-MPF","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2010\/03\/29\/Cinco-ex-prefeitos-e-um-atual-foram-denunciados-pelo-MPF\/","title":{"rendered":"Cinco ex-prefeitos e um atual foram denunciados pelo MPF"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 12 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Sousa(PB) &#8211;<\/strong> De outubro do ano passado at&eacute; este m&ecirc;s, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal(<span style=\"font-family: Arial;\">MPF<\/span>) em Sousa ajuizou den&uacute;ncias contra cinco ex-prefeitos do Vale e um atual prefeito regional por improbidade administrativa.<\/p>\n<p>\nCom base em relat&oacute;rios produzidos pela Controladoria-Geral da Uni&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial;\">CGU<\/span>), o MPF confirmou irregularidades encontradas na aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos conveniados entre as Prefeitura e a Funda&ccedil;&atilde;o Nacional da Sa&uacute;de(<span style=\"font-family: Arial;\">Funasa<\/span>), Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es e Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar(<span style=\"font-family: Arial;\">PNAE<\/span>), &oacute;rg&atilde;o vinculado ao Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e destinado &agrave; compra de merenda escolar.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong><span>Igaracy<\/span><\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nO primeiro a ser denunciado foi H&eacute;lio Costa. O MPF constatou que o ex-prefeito de Igaracy, que governou o munic&iacute;pio de 1997 a 2004, n&atilde;o aplicou corretamente os recursos federais repassados &agrave; Prefeitura para a execu&ccedil;&atilde;o do conv&ecirc;nio de n&ordm; 344 feito com a Funasa no ano de 2001, no valor de R$ 130 mil, objetivando melhorias sanit&aacute;rias em resid&ecirc;ncias pobres. Al&eacute;m dele, duas pessoas e duas construtoras tamb&eacute;m est&atilde;o sendo processadas.<\/p>\n<p>\nO ex-prefeito &eacute; acusado de fraudar e direcionar licita&ccedil;&atilde;o para beneficiar as construtoras. &ldquo;<em>H&eacute;lio Costa tamb&eacute;m omitiu-se do dever de fiscalizar a execu&ccedil;&atilde;o da obra, permitindo que a empresa n&atilde;o executasse a contento os servi&ccedil;os prestados e deixasse outros servi&ccedil;os sem execu&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;, citou na a&ccedil;&atilde;o o procurador da Rep&uacute;blica Rodolfo Alves Silva.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><u>Olho D&rsquo;&aacute;gua<\/u><\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO exprefeito J&uacute;lio Lopes Cavalcante, que administrou o munic&iacute;pio de Olho D&#8217;&aacute;gua de 2001 a 2008, est&aacute; sendo processado pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal tamb&eacute;m por desvios de recursos da Funasa, estes destinados &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o de casas de taipa por alvenaria para o controle da doen&ccedil;as de chagas.<\/p>\n<p>\nFoi repassado ao munic&iacute;pio, conforme o MPF, 240 mil reais atrav&eacute;s do conv&ecirc;nio 367\/2003. &ldquo;<em>No entanto, o ex-prefeito se apropriou dos recursos financeiros do conv&ecirc;nio, por meio da emiss&atilde;o de cheques em favor da pr&oacute;pria prefeitura<\/em>&rdquo;, diz o &oacute;rg&atilde;o federal.<\/p>\n<p>\nPara ocultar o desvio e ludibriar o Poder P&uacute;blico, o MPF diz que o acusado encaminhou a presta&ccedil;&atilde;o de contas &agrave; Funasa, na qual constava que os cheques sacados da conta corrente espec&iacute;fica do conv&ecirc;nio haviam sido emitidos nominalmente &agrave; Am&eacute;rica Constru&ccedil;&otilde;es e Servi&ccedil;os Ltda, &ndash; empresa respons&aacute;vel pela execu&ccedil;&atilde;o do objeto do conv&ecirc;nio.<\/p>\n<p>\nConforme constatado pela Funasa, mediante vistorias t&eacute;cnicas realizadas em janeiro de 2008, apenas 36,10% das obras foram iniciadas, sendo que nenhuma das melhorias habitacionais foi conclu&iacute;da. Ainda segundo o relat&oacute;rio das vistorias, v&aacute;rias irregularidades foram constatadas, como substitui&ccedil;&atilde;o da linha de v&aacute;rias casas por dois caibros e constru&ccedil;&atilde;o dos tanques s&eacute;pticos fora do padr&atilde;o.<\/p>\n<p>\nO Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal pediu que o ex-prefeito J&uacute;lio Cavalcante seja condenado pelos crimes de responsabilidade por desvio de rendas p&uacute;blicas, em proveito pr&oacute;prio ou alheio, pass&iacute;vel de reclus&atilde;o de at&eacute; 12 anos, e tamb&eacute;m por falsidade ideol&oacute;gica, podendo receber pena de at&eacute; cinco anos de reclus&atilde;o.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><u>Emas<\/u><\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO MPF entrou com a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa na Justi&ccedil;a contra o exprefeito Jos&eacute; William Madruga, que comandou o munic&iacute;pio de 2001 a 2008, e o empres&aacute;rio Rivanildo Santos de Lira, por desvio de recursos p&uacute;blicos federais repassados pelo Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, atrav&eacute;s do Conv&ecirc;nio n&ordm; 434\/2001.<\/p>\n<p>\nO objeto do citado conv&ecirc;nio era a constru&ccedil;&atilde;o de quatro passagens molhadas nas localidades de Fazenda, Jardim, Anjico e Riacho de Boi, de acordo com o plano de trabalho devidamente aprovado pelo Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, no valor de R$ 94 mil, sendo R$ 90 mil a ser creditado na Caixa Econ&ocirc;mica Federal e R$ 4 mil, a t&iacute;tulo de contrapartida do munic&iacute;pio de Emas.<\/p>\n<p>\nA vig&ecirc;ncia do referido conv&ecirc;nio compreendeu o per&iacute;odo de 240 dias, a contar da data da libera&ccedil;&atilde;o dos recursos, sendo 180 dias destinados &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do objeto e 60 dias para apresenta&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o de contas. Mas, finalizado o prazo de vig&ecirc;ncia do conv&ecirc;nio, Jos&eacute; William Madruga deixou de apresentar a presta&ccedil;&atilde;o de contas, raz&atilde;o pela qual foi instaurada a Tomada de Contas Especial(<span style=\"font-family: Arial;\">pelo Tribunal de Contas da Uni&atilde;o &#8211; TCU<\/span>) n&ordm; 040\/2004, a qual concluiu responsabilizando o exprefeito pela import&acirc;ncia de R$ 90 mil.<\/p>\n<p>\nA a&ccedil;&atilde;o foi ajuizada em 5 de novembro de 2009 e aguarda decis&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal. O processo recebeu o n&deg; 0002684- 36.2009.4.05.8202(<span style=\"font-family: Arial;\">que pela antiga numera&ccedil;&atilde;o &eacute; o 2009.82.02.002684-6<\/span>).<\/p>\n<p>\nDe acordo com os autos, para a execu&ccedil;&atilde;o do conv&ecirc;nio foi realizado o processo licitat&oacute;rio(<span style=\"font-family: Arial;\">Carta Convite n&ordm; 14\/2002<\/span>), do qual saiu vencedora a Construtora Bahamas Ltda. Em dilig&ecirc;ncia na sede da mencionada empresa, a Pol&iacute;cia Federal constatou que nunca funcionou nenhuma construtora no endere&ccedil;o constante no cadastro da Receita Federal e\/ou contrato social, havendo fortes ind&iacute;cios que se trata de uma empresa fantasma, constitu&iacute;da apenas para participar de licita&ccedil;&otilde;es e desviar recursos p&uacute;blicos.<\/p>\n<p>\nNa a&ccedil;&atilde;o, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal argumenta que&nbsp; Jos&eacute; William Madruga emitiu, mesmo assim, diversos cheques em beneficio da referida construtora, sem que a mesma estivesse executando regularmente a obra, concorrendo para o desvio de recursos p&uacute;blicos.<\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>Diante disso, imp&otilde;e-se concluir que os valores repassados pelo Governo Federal n&atilde;o foram aplicados no objeto do conv&ecirc;nio em foco, visto que os requeridos Jos&eacute; William Madruga e Rivanildo Santos de Lira desviaram em proveito pr&oacute;prio a import&acirc;ncia de R$ 72.142,49, atrav&eacute;s de emiss&atilde;o de diversos cheques em benef&iacute;cio da Construtora Bahamas, de propriedade deste &uacute;ltimo<\/em>&rdquo;, enfatizou a procuradora da Rep&uacute;blica L&iacute;via Sousa.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><u><span>Catingueira<\/span><\/u><\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" align=\"left\" src=\"\/UserFiles\/Image\/politicos\/jose_edvan_felix_pref_catingueira_pb.jpg\" alt=\"\" \/>Em Catingueira, o MPF processa o atual prefeito Edvan F&eacute;lix, outras seis pessoas e uma empresa privada por desvio de recursos p&uacute;blicos repassados pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s do PNAE. Em 2006, a Prefeitura de Catingueira recebeu a quantia de R$ 38.729,60, para subsidiar a alimenta&ccedil;&atilde;o escolar de alunos da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de escolas p&uacute;blicas e filantr&oacute;picas. No prazo legal, foi encaminhada a presta&ccedil;&atilde;o de contas dos recursos recebidos ao PNAE, tendo sido desaprovadas, em raz&atilde;o de diversas irregularidades detectadas pelos auditores da Controladoria- Geral da Uni&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial;\">CGU<\/span>), o que ensejou a instaura&ccedil;&atilde;o do Procedimento Administrativo n&ordm; 1.24.002.000071\/ 2009-41, na Procuradoria da Rep&uacute;blica em Sousa.<\/p>\n<p>\nAl&eacute;m do prefeito Edvan F&eacute;lix, a a&ccedil;&atilde;o &eacute; contra o ex-secret&aacute;rio municipal de Finan&ccedil;as Jos&eacute; Hamilton Rem&iacute;gio de Assis Marques; o advogado Jos&eacute; de Arimat&eacute;ia Rodrigues Lacerda; os membros da Comiss&atilde;o Permanente de Licita&ccedil;&atilde;o Marcones Gomes Alencar, Erasmo F&eacute;lix de Sousa e Te&oacute;clito Gomes de Caldas; o comerciante Alexandre Trindade Leite e a empresa ATL Alimentos do Brasil Ltda. Santana de Mangueira: o ex-prefeito Umberto Pereira, que governou o munic&iacute;pio de 2005 a 2008, e cinco empresas est&atilde;o sendo processados por envolvimento em irregularidades na execu&ccedil;&atilde;o do conv&ecirc;nio n&deg; 009\/2005, celebrado com o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, no valor de R$ 140 mil, para implanta&ccedil;&atilde;o de Telecentro comunit&aacute;rio na cidade.<\/p>\n<p>\nAp&oacute;s a execu&ccedil;&atilde;o da obra, o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es realizou vistoria no local, emitindo o Relat&oacute;rio de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o n&deg; 014\/2006, constatando-se que a execu&ccedil;&atilde;o do conv&ecirc;nio n&atilde;o atingiu os resultados estabelecidos no plano de trabalho em raz&atilde;o de diversas irregularidades.<\/p>\n<p>\nTerminado o prazo de vig&ecirc;ncia do conv&ecirc;nio, o Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es realizou outra vistoria no local e emitiu o Relat&oacute;rio de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o n&deg; 092\/2007, atestando novamente que a obra estava irregular e que o conv&ecirc;nio n&atilde;o atingiu os objetivos esperados. &ldquo;<em>O Telecentro est&aacute; montado e vem funcionando na Escola Municipal de 1&deg; e 2&deg; graus Prefeito Francisco Braga, na Rua Ant&ocirc;nio de Souza Mangueira, local que difere do endere&ccedil;o indicado no Plano de Trabalho<\/em>&rdquo;, apontou o relat&oacute;rio, que destacou ainda irregularidades como marcas diferentes de equipamentos(<span style=\"font-family: Arial;\">CPUs, mouses, teclados, estabilizadores<\/span>); limpeza eventual dos banheiros; falta de drive de disquete nos computadores; m&aacute;quinas funcionando com Windows XP, sem a apresenta&ccedil;&atilde;o das licen&ccedil;as de uso, cadeira quebrada e CPU no ch&atilde;o.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><u>Boa Ventura<\/u><\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO MPF move quatro a&ccedil;&otilde;es de improbidade administrativa contra o ex-prefeito F&aacute;bio Arruda de <\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Boa Ventura(PB)<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">. Quatro pessoas e cinco construtoras tamb&eacute;m est&atilde;o sendo processadas pelo &oacute;rg&atilde;o federal. As irregularidades, segundo o procurador da Rep&uacute;blica Victor Carvalho Veggi, ocorreram em conv&ecirc;nios do munic&iacute;pio firmados com o Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional e a Funasa, no per&iacute;odo de 1996 a 2004, durante as duas gest&otilde;es de F&aacute;bio.<\/p>\n<p>\nUma das a&ccedil;&otilde;es refere-se ao conv&ecirc;nio n&ordm; 1192\/02, no valor de R$ 128.363,00, firmado em 2001, entre o munic&iacute;pio e o Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional para a reconstru&ccedil;&atilde;o de 23 casas. No entanto, segundo procedimento administrativo instaurado pelo MPF, apurou-se que houve desvio de verbas do conv&ecirc;nio em proveito da construtora que venceu a licita&ccedil;&atilde;o para a reconstru&ccedil;&atilde;o das unidades.<\/p>\n<p>\nOutra a&ccedil;&atilde;o ajuizada pelo MPF diz respeito a irregularidades praticadas na execu&ccedil;&atilde;o do conv&ecirc;nio n&ordm; 442\/00, firmado entre o munic&iacute;pio e a Funasa. Este conv&ecirc;nio, assinado em 30 de dezembro de 2001, consistia na execu&ccedil;&atilde;o de sistemas de abastecimento de &aacute;gua nas localidades Lajes, Tamandu&aacute; e Queimadas, no valor total de R$ 140.352,42.<\/p>\n<p>\nUma terceira a&ccedil;&atilde;o do MPF contra F&aacute;bio Arruda refere-se a irregularidades nos conv&ecirc;nios n&ordm; 1198\/01 e n&ordm; 183\/01, firmados com o Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional e a Funasa, respectivamente. O objetivo do conv&ecirc;nio com a Funasa era a constru&ccedil;&atilde;o de m&oacute;dulos sanit&aacute;rios domiciliares. Em decorr&ecirc;ncia do referido conv&ecirc;nio, foram repassados ao munic&iacute;pio cerca de R$ 78 mil, em 21 de janeiro de 2002.<\/p>\n<p>\nJ&aacute; no conv&ecirc;nio com o Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional para a constru&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;ude comunit&aacute;rio no s&iacute;tio Saco, no valor de R$ 110 mil, a irregularidade deuse, supostamente, atrav&eacute;s de fraude na licita&ccedil;&atilde;o, modalidade carta-convite.<\/p>\n<p>\nA quarta a&ccedil;&atilde;o contra F&aacute;bio Arruda trata de irregularidades na aplica&ccedil;&atilde;o de R$ 103.699,89 destinados &agrave; reconstru&ccedil;&atilde;o de 21 unidades habitacionais para controle da doen&ccedil;a de Chagas no munic&iacute;pio. O valor foi repassado &agrave; Prefeitura por meio do conv&ecirc;nio n&ordm; 2261\/99, firmado com a Funasa, na gest&atilde;o do ex-prefeito.<\/p>\n<p>\nDos ex-prefeitos denunciados, apenas F&aacute;bio Arruda encaminhou nota &agrave; imprensa rebatendo as acusa&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal. Conforme F&aacute;bio, as den&uacute;ncias n&atilde;o procedem, j&aacute; que todos os conv&ecirc;nios citados pelo MPF foram aprovados pelos &oacute;rg&atilde;os concedentes e que todas as despesas foram julgadas regulares pelo Tribunal de Contas da Uni&atilde;o.<\/p>\n<p>\nO ex-prefeito argumenta que &ldquo;<em>durante a execu&ccedil;&atilde;o das obras foram detectados alguns erros meramente formais, mas foram corrigidos, adequando os respectivos conv&ecirc;nios aos planos de trabalho<\/em>&rdquo;, e que vai provar na Justi&ccedil;a que n&atilde;o promoveu qualquer dano ao er&aacute;rio p&uacute;blico nem auferiu qualquer vantagem na execu&ccedil;&atilde;o das obras.<\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong>Condena&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><br \/>\nAl&eacute;m das penalidades peculiares a cada um dos envolvidos, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal pede ainda a condena&ccedil;&atilde;o de todos os acusados em san&ccedil;&otilde;es previstas na Lei n&deg; 8.429\/92(<span style=\"font-family: Arial;\">Lei de Improbidade Administrativa<\/span>), cujas penalidades aos infratores s&atilde;o o ressarcimento integral do dano ao er&aacute;rio p&uacute;blico, pagamento de multa civil, proibi&ccedil;&atilde;o de contratar com o poder p&uacute;blico e receber benef&iacute;cios e incentivos fiscais, al&eacute;m da suspens&atilde;o dos direitos.<\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<\/span><\/span><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"texto\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"texto\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: x-small;\"><span><span><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><b><font face=\"Arial\"><font face=\"Verdana\" color=\"#0000ff\">*<\/font><\/font><\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: xx-small;\"><span><span class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><b><font face=\"Arial\"><font face=\"Verdana\" color=\"#0000ff\"> Transcrita da Edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 165(Ano IX &#8211; De 03 &agrave; 23 de Mar&ccedil;o de 2010) do Jornal&nbsp;<\/font><font size=\"1\"><span style=\"font-size: x-small;\"><font face=\"Arial\" color=\"#ff0000\"><em><u>Folha do Vale<\/u><\/em><\/font><\/span><font face=\"Verdana\" color=\"#0000ff\">. O jornal de maior circula&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o do Vale do Pianc&oacute;, no sert&atilde;o do Estado da&nbsp;Para&iacute;ba<\/font><\/font><\/font><\/b><\/span><\/span><span><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><b><font face=\"Arial\"><font face=\"Verdana\" color=\"#0000ff\">.<\/font><\/font><\/b><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><\/span><\/span><\/p>\n<p><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 12 minutos Sousa(PB) &#8211; De outubro do ano passado at&eacute; este m&ecirc;s, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal(MPF) em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[25],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3266"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3266"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3266\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}