{"id":3617,"date":"2010-06-14T00:00:00","date_gmt":"2010-06-14T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-06-14T00:00:00","modified_gmt":"2010-06-14T00:00:00","slug":"Brasil-faz-mais-que-o-dobro-de-cesarianas-que-o-recomendado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2010\/06\/14\/Brasil-faz-mais-que-o-dobro-de-cesarianas-que-o-recomendado\/","title":{"rendered":"Brasil faz mais que o dobro de cesarianas que o recomendado"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 9 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><em><span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<\/span>N&uacute;mero corresponde a 35% dos partos do SUS; OMS pede no m&aacute;ximo 15%. <\/em><\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><em><strong>Cesariana representou 84% do total de partos realizados em 2009 entre os que t&ecirc;m plano de sa&uacute;de.<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>S&atilde;o Paulo(SP) &#8211; <\/strong>Dos quase 2 milh&otilde;es de partos realizados no Brasil pelo SUS(<span style=\"font-family: Arial;\">Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de<\/span>) em 2009, 687.400 foram cesarianas, o que corresponde a 35% de todos os partos realizados no pa&iacute;s. A porcentagem representa mais que o dobro do n&uacute;mero de cesarianas recomendado pela OMS(<span style=\"font-family: Arial;\">Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de<\/span>), que considera aceit&aacute;vel que esse &iacute;ndice seja de at&eacute; 15%.<\/p>\n<p>\nA taxa &eacute; ainda maior na sa&uacute;de suplementar, que representa os brasileiros que t&ecirc;m planos de sa&uacute;de. Segundo a ANS(<span style=\"font-family: Arial;\">Ag&ecirc;ncia de Sa&uacute;de Suplementar<\/span>), o n&uacute;mero de cesarianas representou 84% do total de partos realizados em 2009. E esse n&uacute;mero vem crescendo a cada ano &ndash; o &iacute;ndice foi de 82% em 2008 e de 80% em 2007. Quest&otilde;es econ&ocirc;micas e sociais s&atilde;o os principais fatores que fazem o n&uacute;mero de cesarianas ser t&atilde;o alto no pa&iacute;s.<\/p>\n<p>\nPara entender o fen&ocirc;meno, o CFM(<span style=\"font-family: Arial;\">Conselho Federal de Medicina<\/span>) e a Febrasgo(<span style=\"font-family: Arial;\">Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Associa&ccedil;&otilde;es de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia<\/span>) lan&ccedil;aram na semana passada uma coleta de dados com ao menos 16.163 ginecologistas e obstetras, que responder&atilde;o a um question&aacute;rio pela internet sobre o assunto. O relat&oacute;rio deve ser divulgado em setembro.<\/p>\n<p>\nDe acordo com um dos coordenadores do levantamento, Jos&eacute; Fernando Vinagre, da Comiss&atilde;o de Parto Normal do Conselho Federal de Medicina, a coleta de dados visa entender o que causa esse exagero. &quot;A nossa finalidade &eacute; tamb&eacute;m chegar ao real posicionamento dos obstetras diante do parto normal e da cesariana, e quais situa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o levando a isso&quot;, pontuou.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong>M&eacute;dicos querem receber 600% a mais por parto<\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><br \/>\nNo m&ecirc;s passado, a Sogesp(<span style=\"font-family: Arial;\">Associa&ccedil;&atilde;o de Obstetr&iacute;cia e Ginecologia do Estado de S&atilde;o Paulo<\/span>), come&ccedil;ou uma campanha a favor do aumento da remunera&ccedil;&atilde;o nas consultas e nos partos, alegando serem irris&oacute;rios os pre&ccedil;os pagos pelos planos de sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\nSegundo o presidente da associa&ccedil;&atilde;o, C&eacute;sar Eduardo Fernandes, os planos pagam em m&eacute;dia R$ 25 por consulta e R$ 200 pelo parto normal ou cesariana. De acordo com Fernandes, a remunera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; suficiente para cobrir os custos b&aacute;sicos de um consult&oacute;rio, e, com isso, manter um atendimento adequado. Por isso, a Sogesp pede reajuste de ao menos R$ 100 por consulta e R$ 1.000 por parto das operadoras.<\/p>\n<p>\n&#8211; O ginecologista precisa ter ao menos tr&ecirc;s funcion&aacute;rios, por mais simples que seja o consult&oacute;rio &ndash; algu&eacute;m no atendimento, enfermeira de sala e algu&eacute;m da limpeza &#8211; al&eacute;m de ter de pagar os materiais, equipamentos, condom&iacute;nio. Fazendo os c&aacute;lculos, sobra menos de R$ 4 l&iacute;quido por consulta, um valor rid&iacute;culo que n&atilde;o possibilita prestar um atendimento adequado.<\/p>\n<p>\nEnquanto um parto normal pode demorar horas para ser realizado, pois depende do tempo de dilata&ccedil;&atilde;o do colo do &uacute;tero, uma cesariana, agendada, n&atilde;o dura nem uma hora. Diante disso, a conta &eacute; simples. Se o obstetra ganha ao menos R$ 200 para fazer um parto normal ou uma cesariana, ao optar pelo segundo procedimento, em um dia ele pode receber muito mais.<\/p>\n<p>\nProcurada, a FenaSa&uacute;de(<span style=\"font-family: Arial;\">Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Suplementar<\/span>), que representa 17 empresas respons&aacute;veis por cerca de 18 milh&otilde;es de benefici&aacute;rios(<span style=\"font-family: Arial;\">34% do total<\/span>), mas n&atilde;o respondeu at&eacute; o fechamento da reportagem.<\/p>\n<p>\nPara a obstetra Lucila Nagata, da Comiss&atilde;o de Mortalidade Materna da Febrasgo, o fator econ&ocirc;mico realmente pesa na escolha. &quot;<em>Na verdade os m&eacute;dicos deixam de acompanhar o procedimento para ganhar mais, porque em um trabalho de parto a paciente tem que ficar seis, dez horas sendo acompanhada e hoje em dia os m&eacute;dicos t&ecirc;m outros empregos e n&atilde;o t&ecirc;m essa disponibilidade, apesar de ser este o correto<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nUma das formas de incentivar o parto normal entre os pr&oacute;prios m&eacute;dicos, segundo Lucila, seria adotar um sistema semelhante ao do servi&ccedil;o p&uacute;blico de sa&uacute;de dos Estados Unidos. De acordo com a ginecologista, a gestante norte-americana &eacute; estimulada a fazer o parto normal sem o acompanhamento integral de seu m&eacute;dico. Ela fica sob cuidados de uma equipe, que aciona seu obstetra quando ela est&aacute; prestes a entrar em trabalho de parto.<\/p>\n<p>\n&#8211; <em>Tem que mudar a mentalidade dos m&eacute;dicos e das pacientes do servi&ccedil;o privado. Elas t&ecirc;m que ter consci&ecirc;ncia que o m&eacute;dico n&atilde;o estar&aacute; dispon&iacute;vel durante o parto todo. Assim, a gestante poderia ficar sob cuidados de uma equipe m&eacute;dica qualificada at&eacute; a hora de realmente for dar &agrave; luz<\/em>.<\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><u><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><br \/>\nViol&ecirc;ncia influencia na escolha<\/strong><\/span><\/span><\/u><\/span><br \/>\nAt&eacute; mesmo o medo da viol&ecirc;ncia pode influenciar na escolha do tipo de parto. Para a ginecologista da Febrasgo, poder agendar o dia traz a conveni&ecirc;ncia de n&atilde;o precisar ir &agrave; rua de madrugada, por exemplo, nem de pegar tr&acirc;nsito.<\/p>\n<p>\n&#8211; <em>&Agrave;s vezes a gente sabe de colegas que gostariam de fazer parto normal, mas para uma m&eacute;dica que tem um paciente no Rio ou em S&atilde;o Paulo, h&aacute; problemas de viol&ecirc;ncia, locomo&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil. Imagine sair de madrugada e o correr risco de ser assaltado? A pr&oacute;pria paciente prefere ficar mais segura a se arriscar, pegar tr&acirc;nsito<\/em>.<br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><em><strong><br \/>\n<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: x-large;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><u><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Mitos e verdades sobre o parto normal e cesariana<\/strong><\/span><\/u><\/span><\/span><br \/>\nD&uacute;vidas sobre o tipo de parto mais adequado &agrave; sa&uacute;de ou ao tipo f&iacute;sico da mulher s&atilde;o muito comuns entre as gestantes. Confira questionamentos mais comuns e o que orientam o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a ANS(<span style=\"font-family: Arial;\">Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar<\/span>) e a obstetra Lucila Nagata, da Comiss&atilde;o de Mortalidade Materna da Febrasgo(<span style=\"font-family: Arial;\">Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Associa&ccedil;&otilde;es de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia<\/span>).<\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">01) Parto normal d&oacute;i mais do que cesariana?<\/span><\/span><\/strong><\/span><br \/>\nSim, pois, ao contr&aacute;rio da cesariana, a mulher tem de atingir o n&iacute;vel de dilata&ccedil;&atilde;o do colo do &uacute;tero apropriado para ter o beb&ecirc;, o que geralmente causa dores semelhantes a uma c&oacute;lica bem intensa. Na cesariana, &eacute; feito um corte na regi&atilde;o p&eacute;lvica, de onde &eacute; retirado o beb&ecirc;. Pode ocorrer dor, mas bem menos intensa, pois a gestante recebe anestesia. A recupera&ccedil;&atilde;o, no entanto, &eacute; mais lenta por se tratar de uma cirurgia. Em alguns casos, a recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; dolorosa a ponto de exigir o uso de analg&eacute;sicos para aliviar o desconforto do p&oacute;s-operat&oacute;rio.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>02) Mulheres pequenas devem fazer cesariana e as altas, normal?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nN&atilde;o necessariamente. O tamanho do beb&ecirc; &eacute; o que influencia a decis&atilde;o, n&atilde;o o da m&atilde;e.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>03) Se a mulher tiver quadril estreito, pode inviabilizar o parto normal?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n&Eacute; poss&iacute;vel que um beb&ecirc; seja grande demais para a bacia da m&atilde;e, ou que esteja mal posicionado e n&atilde;o permita o encaixe, por causa da falta de dilata&ccedil;&atilde;o. Mas isso acontece somente com cerca de 5% dos partos.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>04) A anestesia &eacute; necess&aacute;ria apenas no parto normal?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nN&atilde;o. Em qualquer cesariana h&aacute; necessidade de anestesia, porque &eacute; feito corte. No procedimento normal a anestesia &eacute; dada quando a mulher entra em trabalho de parto.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>05) &Eacute; verdade que o beb&ecirc; sofre durante o parto?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nN&atilde;o. Na realidade, os mecanismos naturais do parto normal preparam o beb&ecirc; para nascer bem. As contra&ccedil;&otilde;es, por exemplo, funcionam como uma &quot;massagem&quot;, favorecendo a expuls&atilde;o dos l&iacute;quidos pulmonares do beb&ecirc; e tornando-o mais bem adaptado para respirar. J&aacute; a crian&ccedil;a retirada do &uacute;tero, em dia e hora marcados, n&atilde;o tem a chance de passar por esses processos naturais. O chamado &ldquo;sofrimento fetal&rdquo; acontece, de fato, quando o fornecimento de oxig&ecirc;nio para o beb&ecirc; fica prejudicado, por problemas como descolamento pr&eacute;vio da placenta ou sequelas de diabetes ou hipertens&atilde;o maternas.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>06) A m&atilde;e fica mais bonita depois de fazer parto normal?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nN&atilde;o h&aacute; nenhum tipo de comprova&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica que comprove isso.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>07) A presen&ccedil;a do pai ajuda a m&atilde;e a relaxar na hora do parto?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nA gestante tende a se sentir mais amparada, pois ter&aacute; algu&eacute;m que conhece dentro da sala cir&uacute;rgica.<\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong><br \/>\n08) Ter um beb&ecirc; depois dos 40 anos &eacute; mais perigoso?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nA idade da mulher pode influenciar durante a gesta&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o na hora do parto. Tanto que ela pode optar por qualquer procedimento.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>09) Fazer sexo aos nove meses induz as contra&ccedil;&otilde;es?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nN&atilde;o h&aacute; comprova&ccedil;&atilde;o a respeito e n&atilde;o existe nenhuma contraindica&ccedil;&atilde;o em se fazer sexo aos nove meses. O m&aacute;ximo que pode acontecer &eacute; a gr&aacute;vida entrar em trabalho de parto.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>10) E se passar de nove meses e o beb&ecirc; n&atilde;o nascer?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nOs beb&ecirc;s costumam nascer com idade gestacional entre 37 e 42 semanas. Deste modo, at&eacute; 42 semanas, se o pr&eacute;-natal for adequado e todos os exames comprovarem a boa sa&uacute;de do feto, n&atilde;o h&aacute; motivos para preocupa&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, caso os exames apontem para uma diminui&ccedil;&atilde;o da vitalidade, a indu&ccedil;&atilde;o &eacute; indicada.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>11) Se o beb&ecirc; se enrolar no cord&atilde;o umbilical, ele se enforca?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO cord&atilde;o umbilical &eacute; preenchido por uma gelatina el&aacute;stica, que d&aacute; a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas. O oxig&ecirc;nio vem para o beb&ecirc; por meio do cord&atilde;o direto para a corrente sangu&iacute;nea. Assim, o beb&ecirc; n&atilde;o pode sufocar.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>12) O parto humanizado, como o de c&oacute;coras ou na banheira, &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nA escolha do parto primeiro &eacute; uma quest&atilde;o pessoal, mas quem preferir por estes tipos tem de se preparar psicol&oacute;gica e fisicamente. No parto de c&oacute;coras, por exemplo, a mulher ter&aacute; de ficar agachada por pelo menos 10 minutos. Para ter esse condicionamento, os m&eacute;dicos indicam fazer exerc&iacute;cios espec&iacute;ficos antes do parto. Para quem escolher fazer na banheira, &eacute; recomend&aacute;vel pedir orienta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica quanto ao procedimento e sobre as expectativas.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 9 minutos N&uacute;mero corresponde a 35% dos partos do SUS; OMS pede no m&aacute;ximo 15%. 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