{"id":3716,"date":"2010-07-22T00:00:00","date_gmt":"2010-07-22T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-07-22T00:00:00","modified_gmt":"2010-07-22T00:00:00","slug":"Brasil-lamenta-rompimento-de-relacoes-entre-Venezuela-e-Colombia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2010\/07\/22\/Brasil-lamenta-rompimento-de-relacoes-entre-Venezuela-e-Colombia\/","title":{"rendered":"Brasil lamenta rompimento de rela\u00e7\u00f5es entre Venezuela e Col\u00f4mbia"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 8 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Bras&iacute;lia(DF) &#8211;<\/strong> O governo brasileiro afirmou nesta quinta-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">22Julho2010<\/span>) que &ldquo;<em>lamenta<\/em>&rdquo; o rompimento das rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas entre Venezuela e Col&ocirc;mbia, anunciado hoje pelo presidente Hugo Ch&aacute;vez.<\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>O governo brasileiro vem acompanhando, com aten&ccedil;&atilde;o e preocupa&ccedil;&atilde;o, os &uacute;ltimos desenvolvimentos envolvendo a Col&ocirc;mbia e a Venezuela, inclusive o rompimento das rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas entre os dois pa&iacute;ses<\/em>&rdquo;, afirma a nota emitida pelo Itamaraty. &ldquo;<em>O governo brasileiro lamenta essa situa&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\n<img decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/politicos\/presidente_lula_001.jpg\" \/>O Minist&eacute;rio das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores confirmou que o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva<strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto<\/span><\/span>)<\/strong> telefonou para Ch&aacute;vez para transmitir a &ldquo;<em>disposi&ccedil;&atilde;o do Brasil de contribuir para a supera&ccedil;&atilde;o das diferen&ccedil;as entre os governos da Col&ocirc;mbia e da Venezuela<\/em>&rdquo;. &ldquo;<em>Os presidentes Lula e Ch&aacute;vez acordaram continuar a discuss&atilde;o do tema por ocasi&atilde;o da visita, anteriormente planejada, do presidente Lula &agrave; Venezuela, em 6 de agosto pr&oacute;ximo<\/em>&rdquo;, acrescenta o Itamaraty.<\/p>\n<p>\nA liga&ccedil;&atilde;o telef&ocirc;nica foi comentada pelo presidente venezuelano tamb&eacute;m. &quot;<em>Acabo de conversar com o presidente do Brasil, nosso irm&atilde;o Lula, [que est&aacute;] preocupado com tudo isso. Ele me deu suas opini&otilde;es<\/em>&quot;, disse Ch&aacute;vez<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> em um ato oficial, sem mais detalhes.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong>Rompimento<\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img decoding=\"async\" align=\"right\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/internacional\/hugo_chavez_presidente_da_venezuela.jpg\" \/><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Em resposta &agrave;s acusa&ccedil;&otilde;es de que guerrilheiros estariam abrigados em territ&oacute;rio venezuelano, Ch&aacute;vez<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto<\/span><\/span>) <\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">anunciou hoje o rompimento das rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas com a Col&ocirc;mbia.<\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>N&atilde;o nos resta outra op&ccedil;&atilde;o, por dignidade, a n&atilde;o ser romper  totalmente as rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas com a irm&atilde; Col&ocirc;mbia, e isso me  produz uma l&aacute;grima no cora&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;, afirmou o presidente da Venezuela, em  transmiss&atilde;o ao vivo pela televis&atilde;o.<\/p>\n<p>\nCh&aacute;vez tamb&eacute;m ordenou &ldquo;<em>alerta m&aacute;ximo<\/em>&rdquo; na fronteira e advertiu sobre o  risco de que o presidente colombiano, &Aacute;lvaro Uribe, movido por seu  &ldquo;<em>&oacute;dio contra a Venezuela<\/em>&rdquo;, pudesse realizar uma a&ccedil;&atilde;o militar na regi&atilde;o.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>Uribe &eacute; capaz de mandar montar um acampamento falso do lado  venezuelano s&oacute; para poder atac&aacute;-lo e causar uma guerra<\/em>&quot;, afirmou. &quot;<em>A uma  guerra com Col&ocirc;mbia ter&iacute;amos que ir chorando, mas ir&iacute;amos<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nO presidente venezuelano fez seu pronunciamento ao mesmo tempo em que  a OEA, em Washington(<span style=\"font-family: Arial;\">EUA<\/span>), conclu&iacute;a a sess&atilde;o na qual o representante  colombiano, Luis Alfonso Hoyos, tinha exposto fotos e mapas com o  objetivo de provar que haveria cerca de 1,5 mil guerrilheiros acampados  no pa&iacute;s vizinho, solicitando que uma comiss&atilde;o internacional visitasse os  locais em curto prazo.<\/p>\n<p>\nAs rela&ccedil;&otilde;es bilaterais j&aacute; estavam &quot;<em>congeladas<\/em>&quot; h&aacute; um ano, por decis&atilde;o  da Venezuela, e se deterioram desde o an&uacute;ncio das den&uacute;ncias  apresentadas hoje.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong>OEA&nbsp;pede calma<\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><br \/>\nDepois da manifesta&ccedil;&atilde;o de Ch&aacute;vez, o secret&aacute;rio-geral da OEA, Jos&eacute;  Miguel Insulza, pediu que os dois pa&iacute;ses &quot;<em>acalmem os &acirc;nimos<\/em>&quot; para  &quot;<em>buscar um caminho<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nDe sua parte, o governo da Col&ocirc;mbia afirmou que n&atilde;o vai realizar  movimentos militares em resposta ao rompimento anunciado por Ch&aacute;vez.<\/p>\n<p>\nDesde o Equador, o vice-presidente eleito da Col&ocirc;mbia, Angelino  Garz&oacute;n, afirmou que o pr&oacute;ximo governo vai buscar uma reaproxima&ccedil;&atilde;o com  Ch&aacute;vez.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>Faremos todo o poss&iacute;vel e utilizaremos todos os amigos que temos em  diferentes pa&iacute;ses do mundo e buscaremos todos os mecanismos diplom&aacute;ticos  para melhorar e fortalecer as rela&ccedil;&otilde;es com todos os pa&iacute;ses da regi&atilde;o,  incluindo a Venezuela<\/em>&quot;, afirmou Garz&oacute;n.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong><u><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Oposicionistas criticam Ch&aacute;vez<\/span><\/span><\/u><\/strong><\/span><br \/>\nSetores da oposi&ccedil;&atilde;o venezuelana rejeitaram a ruptura das rela&ccedil;&otilde;es com  a Col&ocirc;mbia, enquanto l&iacute;deres empresariais pediram &quot;<em>pondera&ccedil;&atilde;o<\/em>&quot; na  condu&ccedil;&atilde;o da crise bilateral.<\/p>\n<p>\nO dirigente e fundador do partido opositor Primeiro Justi&ccedil;a(<span style=\"font-family: Arial;\">PJ<\/span>),  Julio Borges, chamou a situa&ccedil;&atilde;o de &quot;<em>delicada<\/em>&quot; e disse que a decis&atilde;o de  Ch&aacute;vez seria uma maneira de distrair os venezuelanos de problemas  internos rumo ao pleito parlamentar de 26 de setembro.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>Ch&aacute;vez tem uma mentalidade militar. Sempre precisa de um inimigo e,  se n&atilde;o tem, inventa um. Este &eacute; um governo que sempre pensa na ruptura,  no choque<\/em>&quot;, afirmou Borges em declara&ccedil;&otilde;es &agrave; ag&ecirc;ncia EFE.<\/p>\n<p>\nO secret&aacute;rio-geral do social-crist&atilde;o Copei-Partido Popular, Luis  Carlos Sol&oacute;rzano, solicitou ao Governo de Ch&aacute;vez que permita a  verifica&ccedil;&atilde;o internacional das den&uacute;ncias colombianas.<\/p>\n<p>\nJos&eacute; Rozo, l&iacute;der da entidade patronal Fedec&aacute;maras no estado de  T&aacute;chira, na fronteira com a Col&ocirc;mbia, expressou sua preocupa&ccedil;&atilde;o com a  &quot;<em>grave<\/em>&quot; situa&ccedil;&atilde;o com o pa&iacute;s vizinho.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>O dano<\/em>(<span style=\"font-family: Arial;\">&agrave; economia da fronteira<\/span>) <em>n&atilde;o tem nenhum perd&atilde;o, porque  milhares de postos de trabalho est&atilde;o sendo perdidos<\/em>&quot;, declarou Rozo &agrave;  EFE por telefone.<\/p>\n<p>\nO congelamento das rela&ccedil;&otilde;es bilaterais desde julho de 2009 teve  grande impacto no setor comercial, que chegou a registrar uma troca  comercial de quase US$ 6 bilh&otilde;es em 2008.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong>O rompimento<\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Com o anuncio feito pelo presidente venezuelano, Hugo Ch&aacute;vez, nesta quinta-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">22Julho2010<\/span>) de que a Venezuela rompeu as rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas com a Col&ocirc;mbia em resposta a uma den&uacute;ncia de que Caracas protege guerrilheiros colombianos de esquerda. estabeleceu-se uma crise diplom&aacute;tica com propor&ccedil;&otilde;es ainda n&atilde;o previstas.<\/p>\n<p>\nO governo de Ch&aacute;vez rejeitou as acusa&ccedil;&otilde;es da Col&ocirc;mbia e exigiu que Bogot&aacute; comprove as afirma&ccedil;&otilde;es. Confira a seguir informa&ccedil;&otilde;es sobre a tens&atilde;o entre ambas as na&ccedil;&otilde;es sul-americanas, que compartilham mais de 2.200 quil&ocirc;metros de fronteira terrestre.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"> O com&eacute;rcio binacional superou os 7 bilh&otilde;es de d&oacute;lares em 2008. Mas o Minist&eacute;rio do Com&eacute;rcio, Ind&uacute;stria e Turismo de Bogot&aacute; estima que as exporta&ccedil;&otilde;es colombianas &agrave; Venezuela cair&atilde;o dos 6 bilh&otilde;es de d&oacute;lares em 2008 para 1,5 bilh&atilde;o de d&oacute;lares neste ano. A Col&ocirc;mbia vendia &agrave; Venezuela alimentos, autope&ccedil;as e t&ecirc;xteis e comprava produtos petroqu&iacute;micos. A restri&ccedil;&atilde;o comercial representar&aacute; &agrave; Col&ocirc;mbia um ponto a menos de crescimento anual em sua economia.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"> A chancelaria venezuelana cumprimentou Juan Manuel Santos em junho por sua vit&oacute;ria na elei&ccedil;&atilde;o presidencial. Mas o governo do presidente Hugo Ch&aacute;vez disse que estaria atento &quot;<em>aos fatos que v&atilde;o moldando o tipo de rela&ccedil;&atilde;o que pode ser poss&iacute;vel<\/em>&quot; al&eacute;m de declara&ccedil;&otilde;es oficiais. O presidente eleito, por sua vez, disse que uma de suas prioridades de governo ser&aacute; melhorar as rela&ccedil;&otilde;es com Caracas.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"> Em 2009, o presidente Ch&aacute;vez ordenou &quot;<em>congelar<\/em>&quot; as rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas e comerciais com a Col&ocirc;mbia depois que Bogot&aacute; ampliou um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o militar com Washington, que permite aos militares norte-americanos acesso a sete bases colombianas. Ch&aacute;vez argumentou que a associa&ccedil;&atilde;o amea&ccedil;a o equil&iacute;brio da regi&atilde;o e permitir&aacute; que Washington assuma posi&ccedil;&otilde;es-chave para atacar a &quot;<em>revolu&ccedil;&atilde;o socialista<\/em>&quot; e sua enorme riqueza petrol&iacute;fera. A Col&ocirc;mbia &eacute; o principal aliado da Casa Branca na Am&eacute;rica Latina, enquanto que Ch&aacute;vez &eacute; um de seus mais duros cr&iacute;ticos.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"> Ch&aacute;vez mobilizou tropas na fronteira em 2008 em resposta a um ataque militar de Bogot&aacute; a um acampamento da guerrilha For&ccedil;as Armadas Revolucion&aacute;rias da Col&ocirc;mbia(<span style=\"font-family: Arial;\">Farc<\/span>) em territ&oacute;rio equatoriano, denunciado por Quito como uma viola&ccedil;&atilde;o &agrave; sua soberania. No ataque morreu Ra&uacute;l Reyes, um dos principais l&iacute;deres das Farc. Ch&aacute;vez homenageou o guerrilheiro com um minuto de sil&ecirc;ncio e ordenou refor&ccedil;ar a fronteira para evitar que Bogot&aacute; fizesse um ataque similar em seu territ&oacute;rio.<\/p>\n<p>\nO atual presidente eleito da Col&ocirc;mbia, que era ministro da Defesa em 2008, comandou a a&ccedil;&atilde;o e foi chamado por Ch&aacute;vez na &eacute;poca de &quot;<em>Santos-dem&ocirc;nio<\/em>&quot; durante a campanha presidencial colombiana. A Col&ocirc;mbia disse que em computadores encontrados no acampamento guerrilheiro no Equador havia provas de v&iacute;nculos do governo da Venezuela com a guerrilha.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>#<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"><img decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/internacional\/ingrid_betancourt_liberta_001.jpg\" \/><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"> <\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">A Col&ocirc;mbia designou Ch&aacute;vez como mediador para tentar a liberta&ccedil;&atilde;o de ref&eacute;ns sequestrados pelas Farc em 2007. O presidente colombiano, &Aacute;lvaro Uribe, suspendeu a media&ccedil;&atilde;o depois que Ch&aacute;vez questionou o comandante do Ex&eacute;rcito colombiano, Mario Montoya, sobre ref&eacute;ns em poder das Farc em conversa&ccedil;&atilde;o telef&ocirc;nica n&atilde;o autorizada.<\/p>\n<p>\nO mandat&aacute;rio venezuelano disse que respeitava a decis&atilde;o de seu hom&oacute;logo, embora lamentava. As Farc finalmente liberaram em 2008 um grupo de ref&eacute;ns, mantidos por anos na floresta, para compensar os esfor&ccedil;os anteriores de Ch&aacute;vez. Meses depois, o governo da Col&ocirc;mbia simulou uma opera&ccedil;&atilde;o humanit&aacute;ria da Cruz Vermelha para libertar os principais ref&eacute;ns das Farc: a ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt,<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto<\/span><\/span>)<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\"> tamb&eacute;m de nacionalidade francesa, e tr&ecirc;s norte-americanos, al&eacute;m de 11 policiais e militares.<span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong><\/p>\n<p><\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 128);\"><strong>* Uol.<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 8 minutos Bras&iacute;lia(DF) &#8211; O governo brasileiro afirmou nesta quinta-feira(22Julho2010) que &ldquo;lamenta&rdquo; o rompimento das rela&ccedil;&otilde;es diplom&aacute;ticas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[10],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3716"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3716"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3716\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3716"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3716"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3716"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}