{"id":4090,"date":"2010-11-09T00:00:00","date_gmt":"2010-11-09T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-11-09T00:00:00","modified_gmt":"2010-11-09T00:00:00","slug":"Mantida-condenacao-do-Municipio-de-JP-ao-pagamento-de-divida-de-R-9-milhoes-ao-Estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2010\/11\/09\/Mantida-condenacao-do-Municipio-de-JP-ao-pagamento-de-divida-de-R-9-milhoes-ao-Estado\/","title":{"rendered":"Mantida condena\u00e7\u00e3o do Munic\u00edpio de JP ao pagamento de d\u00edvida de R$ 9 milh\u00f5es ao Estado"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 2 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211; <\/strong>A Quarta C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a da Para&iacute;ba negou provimento &agrave; Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel n&ordm; 200.2002.369485-0\/001, que pretendia reformular a senten&ccedil;a que julgou procedente o pedido do Estado da Para&iacute;ba na A&ccedil;&atilde;o de Cobran&ccedil;a contra o Munic&iacute;pio de Jo&atilde;o Pessoa. Restou entendido que a edilidade municipal n&atilde;o provou ter quitado a obriga&ccedil;&atilde;o resultante de termo de compromisso. &ldquo;<em>Ausente a prova de pagamento do valor reivindicado, a d&iacute;vida existe e deve ser solvida, sob pena de enriquecimento il&iacute;cito do Munic&iacute;pio<\/em>&rdquo;, afirmou o relator, desembargador Jo&atilde;o Alves.<\/p>\n<p>\nNa A&ccedil;&atilde;o de Cobran&ccedil;a, o Estado pedia o cumprimento do contrato particular de confiss&atilde;o e composi&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas, dentre outros, que se referiam ao refinanciamento de d&iacute;vidas no &acirc;mbito do Programa de Saneamento das Finan&ccedil;as do Setor P&uacute;blico.<\/p>\n<p>\nO Ju&iacute;zo de 1&ordm; grau condenou o Munic&iacute;pio ao pagamento do d&eacute;bito de R$ 9 milh&otilde;es, acrescido de juros morat&oacute;rios, bem como ao pagamento de honor&aacute;rios advocat&iacute;cios no valor de R$ 10 mil.<\/p>\n<p>\nNo recurso, o Munic&iacute;pio alegou a prescri&ccedil;&atilde;o quinquenal da d&iacute;vida, tendo em vista a origem do d&eacute;bito e a data da propositura da a&ccedil;&atilde;o. Assegurou que os documentos apresentados pelo Estado da Para&iacute;ba n&atilde;o eram provas suficientes, pois foram produzidos unilateralmente, al&eacute;m de que o &ocirc;nus da prova cabia ao autor. Dessa forma, segundo o apelante, o Estado deveria demonstrar os pagamentos a serem realizados, bem como apresentar o instrumento contratual de refinanciamento, ap&oacute;s autoriza&ccedil;&atilde;o legislativa municipal.<\/p>\n<p>\nDe acordo com o voto do relator, o Ju&iacute;zo de 1&ordm; grau agiu com acerto quando condenou a Prefeitura ao pagamento da d&iacute;vida no per&iacute;odo de cinco anos anteriores &agrave; propositura da a&ccedil;&atilde;o, tendo em vista a S&uacute;mula 85 do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a(<span style=\"font-family: Arial;\">STJ<\/span>).<\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>Verifica-se que com a inicial o autor, ora apelado, juntou os documentos essenciais referente ao refinanciamento da d&iacute;vida, o termo de compromisso e a planilha do d&eacute;bito atualizado, de forma que n&atilde;o h&aacute; como se acolher a tese do recorrente de aus&ecirc;ncia de provas do direito do autor<\/em>&rdquo;, afirmou o desembargador Jo&atilde;o Alves. Ele acrescentou que o Munic&iacute;pio apenas se limitou a enfatizar que o pagamento estava sendo efetuado por meio do desconto nas cotas do ICMS.<\/p>\n<p>\nAinda segundo o voto, o apelante n&atilde;o se desincumbiu do &ocirc;nus de provar exist&ecirc;ncia de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor, nos termos do disposto no art. 333, II, do CPC, pois lhe cabia trazer aos autos provas que fossem suficientes para desconstituir o direito alegado. &ldquo;<em>E, neste ponto, nenhuma prova segura h&aacute; nos autos de que realmente houve satisfa&ccedil;&atilde;o do d&eacute;bito, portanto, a proced&ecirc;ncia do pedido era medida de rigor<\/em>&rdquo;, concluiu o relator.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-size: x-small;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><em>* Por Gabriella Guedes da Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social do TJPB.<\/em><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 2 minutos Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211; A Quarta C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a da Para&iacute;ba negou provimento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[25],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4090"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4090"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4090\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4090"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4090"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4090"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}