{"id":4292,"date":"2010-12-20T00:00:00","date_gmt":"2010-12-20T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-12-20T00:00:00","modified_gmt":"2010-12-20T00:00:00","slug":"Superbacteria-KPC-e-detectada-em-hospitais-de-13-Estados-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2010\/12\/20\/Superbacteria-KPC-e-detectada-em-hospitais-de-13-Estados-brasileiros\/","title":{"rendered":"Superbact\u00e9ria KPC \u00e9 detectada em hospitais de 13 Estados brasileiros"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 7 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Bras&iacute;lia(DF) &#8211;<\/strong> A bact&eacute;ria KPC(<span style=\"font-family: Arial;\">Klebsiella pneumoniae carbapenemases<\/span>), tamb&eacute;m chamada de superbact&eacute;ria, por ser resistente a quase todos os antibi&oacute;ticos dispon&iacute;veis, j&aacute; chegou aos hospitais de 13 Estados brasileiros, segundo levantamento nas 23 Secretarias Estaduais de Sa&uacute;de do pa&iacute;s. Maranh&atilde;o, Amap&aacute; e Tocantins, que n&atilde;o haviam registrado nenhum caso at&eacute; o &uacute;ltimo levantamento oficial realizado pela Anvisa(<span style=\"font-family: Arial;\">Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria<\/span>), em outubro, surgem no mapa da KPC no pa&iacute;s, todos com mortes atribu&iacute;das &agrave; doen&ccedil;a.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nAinda pelo levantamento, foi constatado um grande aumento no n&uacute;mero de casos e &oacute;bitos no Distrito Federal, com 319 infectados e 25 mortes, ante os 207 casos e 22 mortes em outubro. No Rio de Janeiro, 83 pessoas foram infectadas e 13 morreram por causa da superbact&eacute;ria, muito acima dos 43 casos e tr&ecirc;s mortes informadas tamb&eacute;m em outubro.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nA incid&ecirc;ncia da KPC aumentou tamb&eacute;m no Nordeste. Dos 150 casos suspeitos no Cear&aacute; at&eacute; o outubro, 23 foram confirmados pela Secretaria de sa&uacute;de do Estado no in&iacute;cio de dezembro. Trinta e cinco pessoas foram infectadas e cinco morreram em Pernambuco at&eacute; novembro, dado parecido com o da Para&iacute;ba, onde 34 pessoas foram infectadas, 15 s&oacute; na primeira semana de dezembro. Os dados s&atilde;o da Ceciss(<span style=\"font-family: Arial;\">Comiss&atilde;o Estadual de Controle de Infec&ccedil;&atilde;o em Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de<\/span>), da secretaria estadual de Sa&uacute;de. Todos os casos v&ecirc;m de hospitais da capital Jo&atilde;o Pessoa.<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p>\nNo Maranh&atilde;o foi registrado um caso confirmado, que levou o paciente a morte.<\/span><\/span> <span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Mas &eacute; no Paran&aacute; que a bact&eacute;ria se alastra com velocidade, se os dados considerados informais realmente valerem. De acordo com a secretaria estadual de sa&uacute;de do Estado, cerca de 300 casos foram notificados desde o in&iacute;cio do ano. No entanto, frisam ser uma estimativa &ldquo;<em>porque ainda n&atilde;o saiu a portaria da obrigatoriedade dos casos. Ent&atilde;o, esses n&uacute;meros ainda s&atilde;o informais<\/em>&rdquo;.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nToda essa &ldquo;<em>informalidade<\/em>&rdquo; na informa&ccedil;&atilde;o de dados sobre a KPC mostra que atualmente n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel chegar a um n&uacute;mero oficial de casos no Brasil. Isso acontece porque nem todos os Estados brasileiros s&atilde;o obrigados a repassar estes dados as esferas estaduais, apenas em casos de surto, ap&oacute;s a Anvisa ter deixado de repass&aacute;-los por meio das secretarias municipais e estaduais de sa&uacute;de, em outubro.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nQuestionada se essa lacuna, que permite aos Estados n&atilde;o informarem dados ou repass&aacute;-los como n&atilde;o oficiais, cria chances de se omitir surtos e o n&uacute;mero de casos e mortes pela doen&ccedil;a, a ag&ecirc;ncia n&atilde;o se respondeu.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nPor meio da assessoria, explicou o motivo da mudan&ccedil;a:<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n&#8211; <em>Foi pactuado junto com as vigil&acirc;ncias sanit&aacute;rias municipais e estaduais que elas seriam as respons&aacute;veis por passar os &uacute;ltimos casos registrados em cada Estado, j&aacute; que o processo acaba fazendo com que os n&uacute;meros da Anvisa fiquem de desatualizados<\/em>.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nA Secretaria Estadual de Sa&uacute;de de S&atilde;o Paulo se baseia nessa falta de regulamenta&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o divulgar a incid&ecirc;ncia da KPC no Estado. Afirma que, por n&atilde;o haver surtos, n&atilde;o s&atilde;o obrigados a divulgar casos espa&ccedil;ados.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nDe acordo com o &uacute;ltimo levantamento da Anvisa, havia no Estado pelo menos 70 casos que decorreram em 24 mortes, de julho de 2009 a outubro de 2010.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nFora S&atilde;o Paulo, Minas Gerais lidera em n&uacute;mero de casos da superbact&eacute;ria na regi&atilde;o Sudeste. Segundo a Secretaria Estadual de Sa&uacute;de do Estado, 51 casos foram notificados em Minas Gerais, 49 em Belo Horizonte e dois em Nova Lima, de dezembro de 2009 a setembro de 2010.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nNo Espirito Santo foi comprovada a infec&ccedil;&atilde;o de seis pessoas entre abril e outubro desse ano e tr&ecirc;s &oacute;bitos, sem confirma&ccedil;&atilde;o se foram pela bact&eacute;ria KPC.<\/span><\/span> <span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Apesar de casos espa&ccedil;ados, a bact&eacute;ria j&aacute; chegou aos hospitais da regi&atilde;o Norte, onde infectou uma pessoa no Amap&aacute;, levando-a a morte e uma em Tocantins, que tamb&eacute;m morreu.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Como pega e previne<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nO nome KPC na realidade &eacute; de uma enzima produzida por um grupo de bact&eacute;rias, das quais a principal &eacute; a klebisiela, que tem o poder de destruir grande n&uacute;mero de antibi&oacute;ticos. O nome &ldquo;<em>superbact&eacute;ria<\/em>&rdquo; foi atribu&iacute;do a ela pelo fato de ser proveniente de uma bact&eacute;ria que desenvolve mais resist&ecirc;ncia aos antibi&oacute;ticos e tem grande facilidade de se transmitir no ambiente hospitalar e causar surtos de infec&ccedil;&atilde;o hospitalar, explica Carlos Magno Fortaleza, professor de infectologia da Faculdade de Medicina da Unesp(<span style=\"font-family: Arial;\">Universidade Estadual Paulista<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n&quot;<em>A klebisela &eacute; uma bact&eacute;ria que faz parte do nosso intestino, mas as bact&eacute;rias com frequ&ecirc;ncia adquirem um peda&ccedil;o de material gen&eacute;tico que passam de uma bact&eacute;ria para outra. Uma certa linhagem da klebisela adquiriu um peda&ccedil;o de DNA que produzia essa enzima. Al&eacute;m de se reproduzir, essa bact&eacute;ria carregando esse DNA acabou fornecendo para outras esp&eacute;cies<\/em>&quot;. <\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O que causa a infec&ccedil;&atilde;o, explica o professor, &eacute; quando a bact&eacute;ria alojada no intestino chega a outras partes do corpo, pode infeccion&aacute;-las, causando doen&ccedil;as. Por exemplo, se chega no pulm&atilde;o causa pneumonia e a pessoa pode morrer.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n&quot;<\/span><\/span><em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">As infec&ccedil;&otilde;es hospitalares acontecem quando algum procedimento m&eacute;dico faz com que bact&eacute;rias que estejam muito quietas invadam outros lugares onde n&atilde;o deveriam estar. Seja porque a pessoa fez uma cirurgia, ou precisou de um aparelho para respirar, de alguma maneira se quebra a ecologia daquele organismo e a bact&eacute;ria sai de onde ela estava sem provocar nenhuma doen&ccedil;a e acaba atingindo um lugar onde ela provoca uma doen&ccedil;a.<\/span><\/span> <span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Essa l&oacute;gica que serve causa uma s&eacute;rie de infec&ccedil;&otilde;es bacterianas, &eacute; a mesma da kpc<\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&quot;, explica Fortaleza, &quot;<\/span><\/span><em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">A diferen&ccedil;a da kpc para outras klebisielas &eacute; q ela &eacute; mais resistente a antibi&oacute;ticos, n&atilde;o porque ela mata mais<\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&quot;.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nVale lembrar que a infec&ccedil;&atilde;o por KPC geralmente ocorre em pessoas j&aacute; com a sa&uacute;de debilitada. Isso acontece, segundo o professor, porque elas passam mais por processos invasivos, seja cirurgia, uso de sondas ou aparelhos, que ajudam a bact&eacute;ria &ldquo;<em>correr pelo corpo<\/em>&rdquo;, afetando &oacute;rg&atilde;os mais sens&iacute;veis. Ao mesmo tempo, tomam mais antibi&oacute;ticos por estarem em algum tratamento, j&aacute; que est&atilde;o hospitalizadas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><u><strong>Tratamento<\/strong><\/u><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nA kpc j&aacute; &eacute; identificada no mundo desde 2001, quando apareceu nos Estados Unidos, segundo a Anvisa. O que chamou aten&ccedil;&atilde;o nesse ultimo ano foi que ela passou a surgir com uma grande frequ&ecirc;ncia em alguns locais do Brasil, principalmente no Distrito Federal e em alguns hospitais de s&atilde;o Paulo.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nComo preven&ccedil;&atilde;o, os hospitais tiveram de isolar os pacientes e aumentar o rigor da higiene dos profissionais, com uso refor&ccedil;ado de solu&ccedil;&otilde;es de &aacute;lcool em gel antes e depois de mexer em pacientes, al&eacute;m dos j&aacute; recomendados usos de luvas e aventais, explica o infectologista Luis Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein, em S&atilde;o Paulo.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n&quot;<em>Em outubro foram notificados tr&ecirc;s casos em pacientes do hospital. Todos foram isolados para conter a prolifera&ccedil;&atilde;o<\/em>&quot;, conta Camargo.<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> Dado o diagn&oacute;stico, o tratamento ocorre de acordo com a gravidade da infec&ccedil;&atilde;o, afirma Camargo.<\/span><\/span> &quot;<em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Se o paciente tiver somente a bact&eacute;ria colonizada voc&ecirc; n&atilde;o faz nada. Mas se ele tem a doen&ccedil;a, voc&ecirc; tratar&aacute; de acordo com a manifesta&ccedil;&atilde;o clinica dela. Hoje poucos antibi&oacute;ticos s&atilde;o eficientes<\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&quot;.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nAs polimixinas s&atilde;o exemplos, mas por serem muito t&oacute;xicas, est&atilde;o abrindo caminho para outros antibi&oacute;ticos apesar de serem muito t&oacute;xicos.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n&quot;<\/span><\/span><em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">A gente faz o m&aacute;ximo poss&iacute;vel para n&atilde;o usar as polimixinas, mas a maioria usa. O uso por pelo menos dez dias pode causar insufici&ecirc;ncia renal, escurecimento da pele e em alguns casos modificar quadros neurol&oacute;gicos. <\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O medicamento &eacute; usado por pelo menos uma semana em casos mais leves e at&eacute; um m&ecirc;s em casos graves. A m&eacute;dia de desenvolvimento de uma insufici&ecirc;ncia renal pode chegar a 30 a 40%,&quot;<\/span><\/span><\/em><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> explica Camargo. <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: x-small;\"><strong><em>*  R7.<\/em><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 7 minutos Bras&iacute;lia(DF) &#8211; A bact&eacute;ria KPC(Klebsiella pneumoniae carbapenemases), tamb&eacute;m chamada de superbact&eacute;ria, por ser resistente a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[29],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4292"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4292"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4292\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}