{"id":4778,"date":"2011-04-15T00:00:00","date_gmt":"2011-04-15T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-04-15T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-15T00:00:00","slug":"Viagem-de-Dilma-a-China-abre-oportunidades-de-investimentos-para-Estados-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2011\/04\/15\/Viagem-de-Dilma-a-China-abre-oportunidades-de-investimentos-para-Estados-brasileiros\/","title":{"rendered":"Viagem de Dilma a China abre oportunidades de investimentos para Estados brasileiros"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 24 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><em><strong>Pa&iacute;ses se comprometeram a ampliar e diversificar investimentos rec&iacute;procos. China afirma que incentivar&aacute; importados de maior valor do Brasil.<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>Bras&iacute;lia(DF) &#8211; <\/strong>O Itamaraty divulgou o comunicado conjunto do encontro entre a presidente Dilma Roussef e o presidente chin&ecirc;s. Os dois se reuniram na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">12Abril2011<\/span>) em Pequim e assinaram acordos de coopera&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de pol&iacute;tica, defesa, ci&ecirc;ncia e tecnologia, recursos h&iacute;dricos, inspe&ccedil;&atilde;o e quarentena, esporte, educa&ccedil;&atilde;o, agricultura, energia, energia el&eacute;trica, telecomunica&ccedil;&otilde;es e aeron&aacute;utica, entre outros.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/internacional\/eventos\/12abril2011_visita_dilma_acordo_hu_jintao_guarda_honra_grande_salao_povo_pequim_china_465.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Segundo o comunicado, os dois reiteraram o compromisso de promover &quot;<em>o desenvolvimento das rela&ccedil;&otilde;es bilaterais com vis&atilde;o estrat&eacute;gica e de longo alcance<\/em>&quot;. A China manifestou &quot;<em>disposi&ccedil;&atilde;o de incentivar suas empresas a ampliar a importa&ccedil;&atilde;o de produtos de maior valor agregado do Brasil<\/em>&quot;. Ambos os pa&iacute;ses se comprometeram a ampliar e diversificar investimentos rec&iacute;procos, em particular na ind&uacute;stria de alta tecnologia e automotiva e nos setores de energia, minera&ccedil;&atilde;o e log&iacute;stica, sob a forma de parcerias entre empresas chinesas e brasileiras.<\/p>\n<p>\nO comunicado revela ainda que, ap&oacute;s a a autoriza&ccedil;&atilde;o dada aos primeiros estabelecimentos brasileiros para exportar carne su&iacute;na, os pa&iacute;ses &quot;<em>concordaram em acelerar o andamento do registro de novos estabelecimentos brasileiros de carne de aves e bovinos<\/em>&quot;. Ainda na &aacute;rea comercial, os pa&iacute;ses firmaram o compromisso de concluir os tr&acirc;mites regulamentares para permitir a inclus&atilde;o de novos itens na pauta comercial, entre eles produtos como gelatina, milho, folha de tabaco dos Estados da Bahia e Alagoas, embri&otilde;es e s&ecirc;men de bovinos, frutas c&iacute;tricas, do Brasil, e peras, ma&ccedil;&atilde;s e frutas c&iacute;tricas, da China.<\/p>\n<p>\nO governo brasileiro destacou que acolheu positivamente o interesse de empresas chinesas em participar do processo de licita&ccedil;&atilde;o referente ao trem de alta velocidade brasileiro e defendeu o estabelecimento de parcerias em projetos de constru&ccedil;&atilde;o de infra-estrutura relacionados &agrave; Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016.<\/p>\n<p>\nSobre o reconhecimento do status da China como economia de mercado, uma quest&atilde;o pendente, desde o governo Lula, o documento afirma que &quot;<em>a parte brasileira reafirmou o compromisso de tratar de forma expedita a quest&atilde;o do reconhecimento da China como economia de mercado<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nO comunicado conjunto n&atilde;o mencionou a quest&atilde;o do iuan. J&aacute; sobre o desejo do Brasil obter um assento permanente para o Brasil no Conselho de Seguran&ccedil;a da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, a China disse apenas que &quot;<em>compreende e ap&oacute;ia a aspira&ccedil;&atilde;o brasileira de vir a desempenhar papel mais proeminente nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nEm rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o dos direitos humanos, tema sens&iacute;vel aos chineses, os pa&iacute;ses afirmam que &quot;<em>as duas partes fortalecer&atilde;o consultas bilaterais em mat&eacute;ria de direitos humanos e promover&atilde;o o interc&acirc;mbio de experi&ecirc;ncias e boas pr&aacute;ticas<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nO comunicado destaca que Brasil e China concordaram em aprofundar a coopera&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito do G-20, com vistas &agrave; reforma do sistema financeiro e monet&aacute;rio internacional e reiteraram o compromisso de buscar nas negocia&ccedil;&otilde;es da Rodada de Doha um resultado que leve em plena considera&ccedil;&atilde;o as preocupa&ccedil;&otilde;es dos membros em desenvolvimento, sobretudo dos de menor desenvolvimento relativo.<\/p>\n<p>O documento prev&ecirc; ainda a ida de uma miss&atilde;o empresarial chinesa ao Brasil no primeiro semestre de 2011 com o intuito de &quot;<em>promover a diversifica&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio bilateral e o investimento rec&iacute;proco<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Confira a seguir a &iacute;ntegra do comunicado:<\/strong><\/span><\/span><\/span><strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/internacional\/eventos\/12abril2011_dilma_china_acordo_hu_jintao_465.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <strong><br \/>\n1. <\/strong>Atendendo a convite do Presidente da Rep&uacute;blica Popular da China, Hu Jintao, a Presidenta da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil, Dilma Rousseff, realizou visita de Estado &agrave; China, entre os dias 12 e 13 de abril de 2011.<\/p>\n<p>\n<strong>2.<\/strong> Durante a visita, a Presidenta Dilma Rousseff e o Presidente Hu Jintao mantiveram reuni&atilde;o em clima cordial e amistoso. Trocaram opini&otilde;es sobre as rela&ccedil;&otilde;es bilaterais e os temas regionais e internacionais de interesse comum e obtiveram consensos importantes. A Presidenta encontrou-se respectivamente com o Presidente do Comit&ecirc; Permanente da Assembl&eacute;ia Popular Nacional da China, Wu Bangguo, e o Primeiro-Ministro do Conselho de Estado, Wen Jiabao. Participou tamb&eacute;m do semin&aacute;rio empresarial sino-brasileiro &ldquo;<em>Brasil e China: Para Al&eacute;m da Complementaridade&rdquo; e da primeira edi&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Di&aacute;logo de Alto N&iacute;vel Brasil-China sobre Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\n<strong>3.<\/strong> Foram assinados documentos de coopera&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de pol&iacute;tica, defesa, ci&ecirc;ncia e tecnologia, recursos h&iacute;dricos, inspe&ccedil;&atilde;o e quarentena, esporte, educa&ccedil;&atilde;o, agricultura, energia, energia el&eacute;trica, telecomunica&ccedil;&otilde;es e aeron&aacute;utica, entre outros. As duas partes consideraram positivamente os resultados alcan&ccedil;ados com a visita, cujo sucesso contribuir&aacute; para dar renovado impulso ao desenvolvimento da Parceria Estrat&eacute;gica Brasil-China.<\/p>\n<p>\n<strong>4.<\/strong> Os dois Presidentes passaram em revista e avaliaram positivamente a Parceria Estrat&eacute;gica Brasil-China na reuni&atilde;o. Consideraram que o Brasil e a China, dois grandes pa&iacute;ses em desenvolvimento, t&ecirc;m atua&ccedil;&atilde;o crescente em suas respectivas regi&otilde;es e no plano internacional. As rela&ccedil;&otilde;es sino-brasileiras adquirem cada vez mais conte&uacute;do estrat&eacute;gico e significado global. Reiteraram o compromisso de continuar a avaliar e promover o desenvolvimento das rela&ccedil;&otilde;es bilaterais com vis&atilde;o estrat&eacute;gica e de longo alcance. Comprometeram-se a manter estreito contato de alto n&iacute;vel entre os dois pa&iacute;ses para fortalecer ainda mais a confian&ccedil;a m&uacute;tua estrat&eacute;gica, promover ativamente o interc&acirc;mbio e a coopera&ccedil;&atilde;o entre os &oacute;rg&atilde;os dos poderes legislativo e judici&aacute;rio, entre partidos pol&iacute;ticos, e estimular a amplia&ccedil;&atilde;o da rede de cidades e estados irm&atilde;os. Coincidiram em estender a coopera&ccedil;&atilde;o para novas &aacute;reas, com base nos princ&iacute;pios de respeito m&uacute;tuo, igualdade e benef&iacute;cio rec&iacute;proco.<\/p>\n<p>\n<strong>5.<\/strong> Ambas as partes deram grande import&acirc;ncia ao papel positivo desempenhado pela Comiss&atilde;o Sino-Brasileira de Alto N&iacute;vel de Coopera&ccedil;&atilde;o e Concerta&ccedil;&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial;\">COSBAN<\/span>) na orienta&ccedil;&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o da coopera&ccedil;&atilde;o bilateral em suas diversas &aacute;reas. Manifestaram satisfa&ccedil;&atilde;o com a implementa&ccedil;&atilde;o do Plano de A&ccedil;&atilde;o Conjunta 2010-2014 entre os dois Governos e enfatizaram a necessidade de continu&aacute;-la de forma acelerada. Concordaram em realizar a II Reuni&atilde;o da COSBAN no Brasil, no segundo semestre do ano corrente, e realizar tempestivamente reuni&otilde;es de suas Subcomiss&otilde;es, o que contribuir&aacute; para a progressiva implementa&ccedil;&atilde;o do PAC.<\/p>\n<p>\n<strong>6.<\/strong> As duas partes avaliaram positivamente os grandes avan&ccedil;os alcan&ccedil;ados na coopera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mico-comercial entre os dois pa&iacute;ses nos &uacute;ltimos anos e expressaram satisfa&ccedil;&atilde;o com a r&aacute;pida expans&atilde;o dos fluxos de com&eacute;rcio e de investimentos bilaterais. Em 2009, a China tornou-se o principal parceiro comercial brasileiro e, em 2010, uma das principais origens dos investimentos estrangeiros no Brasil. Nos &uacute;ltimos anos, os investimentos brasileiros na China aumentaram progressivamente. Reconheceram a necessidade de intensificar o di&aacute;logo sobre as estruturas de com&eacute;rcio e de investimentos e sobre a diversifica&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio bilateral. A parte chinesa manifestou disposi&ccedil;&atilde;o de incentivar suas empresas a ampliar a importa&ccedil;&atilde;o de produtos de maior valor agregado do Brasil. A parte brasileira reafirmou o compromisso de tratar de forma expedita a quest&atilde;o do reconhecimento da China como economia de mercado nos termos estabelecidos no Plano de A&ccedil;&atilde;o Conjunta 2010-2014. Comprometeram-se a ampliar e diversificar investimentos rec&iacute;procos, em particular na ind&uacute;stria de alta tecnologia e automotiva e nos setores de energia, minera&ccedil;&atilde;o e log&iacute;stica, sob a forma de parcerias entre empresas chinesas e brasileiras. A parte brasileira acolhe positivamente a realiza&ccedil;&atilde;o, no primeiro semestre de 2011, de miss&atilde;o empresarial ao Brasil chefiada pelo Sr. Chen Deming, Ministro do Com&eacute;rcio da China, com o intuito de promover a diversifica&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio bilateral e o investimento rec&iacute;proco.<\/p>\n<p>\n<strong>7.<\/strong> Os dois lados concordaram sobre a import&acirc;ncia do di&aacute;logo empresarial para o relacionamento econ&ocirc;mico-comercial e recomendaram &agrave;s empresas dos dois pa&iacute;ses que promovam novas parcerias. As duas partes saudaram a realiza&ccedil;&atilde;o, por ocasi&atilde;o da visita, de semin&aacute;rio empresarial e reuni&atilde;o do Conselho Empresarial Brasil-China.<\/p>\n<p>\n<strong>8.<\/strong> As duas partes assinalaram a import&acirc;ncia do desenvolvimento cont&iacute;nuo da coopera&ccedil;&atilde;o no setor aeron&aacute;utico, particularmente nas &aacute;reas de avia&ccedil;&atilde;o executiva e regional, aprofundando a parceria estabelecida entre a AVIC, as empresas de transporte a&eacute;reo da China e a EMBRAER.<\/p>\n<p>\n<strong>9.<\/strong> As duas partes reconheceram o elevado potencial de coopera&ccedil;&atilde;o dos dois pa&iacute;ses na &aacute;rea de infra-estrutura, sobretudo em projetos no &acirc;mbito do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento do Brasil, nos setores de transporte e energia, entre outros. Coincidiram quanto &agrave; import&acirc;ncia da execu&ccedil;&atilde;o de projetos conjuntos em infra-estrutura, com aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave;queles que contribuam para a integra&ccedil;&atilde;o sul-americana. A parte brasileira acolhe positivamente o interesse de empresas chinesas em participar do processo de licita&ccedil;&atilde;o referente ao trem de alta velocidade brasileiro. Reconheceram o potencial para o estabelecimento de parcerias brasileiras e chinesas em projetos de constru&ccedil;&atilde;o de infra-estrutura relacionados &agrave; Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016.<\/p>\n<p>\n<strong>10.<\/strong> As duas partes manifestaram sua satisfa&ccedil;&atilde;o com os entendimentos alcan&ccedil;ados pelas autoridades dos dois pa&iacute;ses no campo das medidas sanit&aacute;rias e fitossanit&aacute;rias e sobre seguran&ccedil;a alimentar e comprometeram-se a estimular o fortalecimento do di&aacute;logo nessas &aacute;reas com o firme prop&oacute;sito de promover o desenvolvimento seguro e fluido do com&eacute;rcio de alimentos e produtos agr&iacute;colas entre os dois pa&iacute;ses. Nesse sentido, saudaram a autoriza&ccedil;&atilde;o dada aos primeiros estabelecimentos brasileiros para exportar carne su&iacute;na e concordaram em acelerar o andamento do registro de novos estabelecimentos brasileiros de carne de aves e bovinos. Comprometeram-se a concluir de forma expedita todos os tr&acirc;mites regulamentares para permitir a inclus&atilde;o de novos itens na pauta comercial, entre eles produtos como gelatina, milho, folha de tabaco dos Estados da Bahia e Alagoas, embri&otilde;es e s&ecirc;men de bovinos, frutas c&iacute;tricas, do Brasil, e peras, ma&ccedil;&atilde;s e frutas c&iacute;tricas, da China. Nesse esp&iacute;rito, coincidiram sobre a import&acirc;ncia de estrat&eacute;gias comuns para agregar valor a produtos alimentares e agr&iacute;colas voltados aos mercados de ambos os pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>\n<strong>11.<\/strong> As duas partes registraram com satisfa&ccedil;&atilde;o os avan&ccedil;os na coopera&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da Subcomiss&atilde;o Econ&ocirc;mico-Financeira, em especial a coopera&ccedil;&atilde;o entre os &oacute;rg&atilde;os financeiros e os Bancos Centrais dos dois pa&iacute;ses, com vistas a intensificar o interc&acirc;mbio e o di&aacute;logo sobre assuntos tais como pol&iacute;tica macro-econ&ocirc;mica, coopera&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, estabilidade financeira e reforma do sistema financeiro internacional. Reafirmaram o compromisso de fortalecer a comunica&ccedil;&atilde;o e o interc&acirc;mbio na Subcomiss&atilde;o Econ&ocirc;mico-Financeira, incluindo contatos entre os &oacute;rg&atilde;os financeiros dos dois pa&iacute;ses, com base na confian&ccedil;a m&uacute;tua e benef&iacute;cio rec&iacute;proco, a fim de ampliar as &aacute;reas de coopera&ccedil;&atilde;o. Nesse sentido, assinalaram a import&acirc;ncia da solicita&ccedil;&atilde;o, por institui&ccedil;&otilde;es financeiras dos dois pa&iacute;ses, para abertura de ag&ecirc;ncias no Brasil e na China. Manifestaram, ademais, sua satisfa&ccedil;&atilde;o com os entendimentos de coopera&ccedil;&atilde;o entre a BM&amp;F Bovespa e a Bolsa de Xangai, ressaltando a import&acirc;ncia de fomentar o interc&acirc;mbio e a coopera&ccedil;&atilde;o entre os mercados de capitais dos dois pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>\n<strong>12.<\/strong> As duas partes avaliaram positivamente a coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de investimentos rec&iacute;procos, reconhecendo seu papel em impulsionar o desenvolvimento s&oacute;cio-econ&ocirc;mico nos dois pa&iacute;ses. Reafirmaram que continuar&atilde;o a incentivar as empresas dos dois pa&iacute;ses a ampliar e diversificar ainda mais os investimentos m&uacute;tuos, sob a forma de parcerias mutuamente ben&eacute;ficas entre empresas brasileiras e chinesas.<\/p>\n<p>\n<strong>13.<\/strong> As duas partes assinalaram os avan&ccedil;os positivos da coopera&ccedil;&atilde;o em ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o e comprometeram-se a imprimir um renovado impulso &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o bilateral nesse campo, a partir da amplia&ccedil;&atilde;o do di&aacute;logo sobre pol&iacute;ticas e planos para a &aacute;rea de inova&ccedil;&atilde;o. Expressaram satisfa&ccedil;&atilde;o com os resultados positivos do Di&aacute;logo de Alto N&iacute;vel realizado durante a visita presidencial, durante o qual foram discutidos os seguintes temas centrais: pol&iacute;ticas para inova&ccedil;&atilde;o, tecnologia agr&iacute;cola e seguran&ccedil;a alimentar, nanoci&ecirc;ncias e nanotecnologias, energias renov&aacute;veis, tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o e das comunica&ccedil;&otilde;es(<span style=\"font-family: Arial;\">TICs<\/span>) e ci&ecirc;ncias espaciais. A parte brasileira ofereceu sediar a segunda reuni&atilde;o do Di&aacute;logo.<\/p>\n<p>\n<strong>14.<\/strong> As duas partes reafirmaram a disposi&ccedil;&atilde;o de estimular a coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea agr&iacute;cola, entre as institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa cient&iacute;fica e empresas relevantes dos dois pa&iacute;ses, em campos como ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o agr&aacute;ria. Nesse sentido, saudaram a inaugura&ccedil;&atilde;o do laborat&oacute;rio conjunto em Pequim entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria &#8211; Embrapa e a Academia de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias da China(<span style=\"font-family: Arial;\">Labex-China<\/span>).<\/p>\n<p>\n<strong>15.<\/strong> As duas partes reafirmaram a elevada import&acirc;ncia que atribuem &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o espacial e manifestaram a disposi&ccedil;&atilde;o de ampliar e diversificar a coopera&ccedil;&atilde;o no Programa Sat&eacute;lite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres &#8211; CBERS. Os &oacute;rg&atilde;os relevantes dos dois pa&iacute;ses promover&atilde;o a conclus&atilde;o da pesquisa e fabrica&ccedil;&atilde;o dos CBERS 03 e 04, conforme planejado, assim como planificar&atilde;o o programa de coopera&ccedil;&atilde;o aero-espacial sino-brasileiro conforme as necessidades do desenvolvimento aero-espacial dos dois pa&iacute;ses, iniciando as consultas sobre a continuidade da coopera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n<strong>16.<\/strong> As duas partes coincidiram sobre o grande potencial de coopera&ccedil;&atilde;o e de investimentos entre o Brasil e a China na &aacute;rea de Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o. Concordaram em estimular maior aproxima&ccedil;&atilde;o entre atores nos setores p&uacute;blico e privado, assim como incentivar mecanismos que favore&ccedil;am a realiza&ccedil;&atilde;o de associa&ccedil;&otilde;es(<span style=\"font-family: Arial;\">&ldquo;joint ventures&rdquo;<\/span>) e parcerias tecnol&oacute;gicas entre as empresas do Brasil e da China. Considerando a positiva trajet&oacute;ria de crescimento econ&ocirc;mico de ambos os pa&iacute;ses, manifestaram o interesse de promover ainda mais a diversifica&ccedil;&atilde;o dos investimentos m&uacute;tuos, a exemplo dos anunciados por empresas chinesas, no desenvolvimento tecnol&oacute;gico do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es e produtos eletr&ocirc;nicos no Brasil. Saudaram a assinatura de memorandos de entendimento entre empresas da China e contrapartes brasileiras durante a visita.<\/p>\n<p>\n<strong>17.<\/strong> As duas partes avaliaram positivamente os grandes progressos alcan&ccedil;ados na coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de energia e minera&ccedil;&atilde;o e a realiza&ccedil;&atilde;o bem-sucedida da II Reuni&atilde;o da Subcomiss&atilde;o de Energia e Minera&ccedil;&atilde;o da COSBAN durante a visita. Reiteraram o desejo de aprofundar ainda mais a coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de com&eacute;rcio e financiamento de petr&oacute;leo, prospec&ccedil;&atilde;o e explora&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s, energia el&eacute;trica, equipamentos de energia, uso pac&iacute;fico da energia nuclear, e energias renov&aacute;veis, incluindo biocombust&iacute;veis, a fim de aprofundar a coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea ambiental e nos projetos na &aacute;rea de economia verde. Os dois lados acolhem a crescente coopera&ccedil;&atilde;o entre os dois pa&iacute;ses nas &aacute;reas de minera&ccedil;&atilde;o e infra-estrutura relacionada e no processamento de produtos de min&eacute;rios. Manifestaram ainda o interesse em abrir novas &aacute;reas de coopera&ccedil;&atilde;o em energia e minera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n<strong>18.<\/strong> As duas partes reiteraram seu compromisso com o aprofundamento do interc&acirc;mbio educacional e atribu&iacute;ram import&acirc;ncia ao interc&acirc;mbio de estudantes, docentes e pesquisadores, a exemplo da coopera&ccedil;&atilde;o entre a Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior(<span style=\"font-family: Arial;\">CAPES<\/span>) e o China Scholarship Council(<span style=\"font-family: Arial;\">CSC<\/span>). Apontaram, como exemplo de iniciativas relevantes, a realiza&ccedil;&atilde;o do Primeiro F&oacute;rum dos Reitores de Universidades Brasil-China, a ser organizado pelo Hanban\/Instituto Conf&uacute;cio junto com a parte brasileira. Manifestaram satisfa&ccedil;&atilde;o pelo estabelecimento de Institutos Conf&uacute;cio no Brasil. Reafirmaram a elevada import&acirc;ncia da difus&atilde;o da l&iacute;ngua portuguesa na China e do mandarim no Brasil.<\/p>\n<p>\n<strong>19.<\/strong> Concordaram em examinar medidas para o futuro estabelecimento de Centro Cultural do Brasil na China e de Centro Cultural da China no Brasil. Concordaram em definir, em breve prazo, os per&iacute;odos para a realiza&ccedil;&atilde;o do M&ecirc;s da China no Brasil e do M&ecirc;s do Brasil na China. Ressaltaram a import&acirc;ncia de ampliar e intensificar o interc&acirc;mbio e a coopera&ccedil;&atilde;o nos setores da economia criativa e da ind&uacute;stria cultural.<\/p>\n<p>\n<strong>20.<\/strong> As duas partes constataram o elevado potencial para a coopera&ccedil;&atilde;o esportiva, tendo em vista a experi&ecirc;ncia chinesa na organiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos Ol&iacute;mpicos e Paraol&iacute;mpicos de 2008 e a futura realiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos Ol&iacute;mpicos Juvenis de 2014, e a realiza&ccedil;&atilde;o no Brasil da Copa do Mundo FIFA(<span style=\"font-family: Arial;\">2014<\/span>) e dos Jogos Ol&iacute;mpicos e Paraol&iacute;mpicos(<span style=\"font-family: Arial;\">2016<\/span>). As duas partes concordaram em promover a coopera&ccedil;&atilde;o e a troca de experi&ecirc;ncias sobre a prepara&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o de grandes eventos internacionais na &aacute;rea esportiva e assinaram Memorando de Entendimento a respeito. Concordaram, ademais, em fomentar o interc&acirc;mbio de atletas, com o intuito de promover a coopera&ccedil;&atilde;o esportiva e o aprimoramento do n&iacute;vel do esporte nos dois pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>\n<strong>21.<\/strong> Os dois Presidentes constataram o alto potencial para coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea do turismo, e afirmaram seu compromisso de intensificar a troca de informa&ccedil;&otilde;es sobre o turismo bilateral e sua regulamenta&ccedil;&atilde;o, com vistas a encorajar investimentos no setor e a promover parcerias nas &aacute;reas de educa&ccedil;&atilde;o em turismo e treinamento de pessoal. Tendo em vista a esperada amplia&ccedil;&atilde;o nos fluxos de pessoas, coincidiram na necessidade de intensificar a comunica&ccedil;&atilde;o e a coopera&ccedil;&atilde;o entre os &oacute;rg&atilde;os consulares e de imigra&ccedil;&atilde;o para o estudo das possibilidades de simplifica&ccedil;&atilde;o e melhoria dos servi&ccedil;os e tr&acirc;mites regulamentares de vistos e perman&ecirc;ncia, com vistas a facilitar o fluxo de pessoas. Concordaram em buscar resolver tempestivamente, com medidas efetivas, os eventuais problemas que possam surgir no fluxo de pessoas e continuar a observar os direitos e interesses leg&iacute;timos dos cidad&atilde;os da outra parte no seu territ&oacute;rio.<\/p>\n<p>\n<strong>22.<\/strong> Os dois mandat&aacute;rios registraram o interesse m&uacute;tuo em elevar a rela&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas militar e de defesa a novo patamar, por meio de atividades de coopera&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito do Comit&ecirc; Conjunto de Defesa Brasil-China, estabelecido em 2010, e saudaram a assinatura, durante a visita de Estado, do Acordo sobre Coopera&ccedil;&atilde;o em Mat&eacute;ria de Defesa.<\/p>\n<p>\n<strong>23.<\/strong> As duas partes fortalecer&atilde;o consultas bilaterais em mat&eacute;ria de direitos humanos e promover&atilde;o o interc&acirc;mbio de experi&ecirc;ncias e boas pr&aacute;ticas. Decidiram intensificar a coopera&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea social, em especial sobre pol&iacute;ticas e programas de combate &agrave; pobreza. Neste sentido, decidiram criar o Grupo de Trabalho sobre temas sociais e combate &agrave; pobreza, a ser liderado, do lado brasileiro, pelo Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Social e Combate &agrave; Fome e outros &oacute;rg&atilde;os competentes, e, do lado chin&ecirc;s, pelo Gabinete de Pol&iacute;ticas de Combate &agrave; Pobreza do Conselho de Estado, e examinar a conveni&ecirc;ncia de criar um mecanismo de coopera&ccedil;&atilde;o dedicado aos temas sociais. Saudaram ainda a disposi&ccedil;&atilde;o dos Minist&eacute;rios da Sa&uacute;de dos dois pa&iacute;ses de refor&ccedil;ar a coopera&ccedil;&atilde;o no setor e de examinar a conveni&ecirc;ncia de criar um mecanismo de coopera&ccedil;&atilde;o dedicado ao tema da sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\n<strong>24.<\/strong> As duas partes reafirmaram a disposi&ccedil;&atilde;o de manter estreita coordena&ccedil;&atilde;o em foros multilaterais com vistas a ampliar a representatividade e legitimidade desses foros, assim como a fortalecer a multipolaridade e promover a paz, a seguran&ccedil;a e o desenvolvimento. Ressaltaram, nesse sentido, a import&acirc;ncia da coordena&ccedil;&atilde;o no G-20 e no &acirc;mbito do BRICS. Assinalaram a relev&acirc;ncia dos entendimentos no &acirc;mbito do BASIC(<span style=\"font-family: Arial;\">Brasil, &Aacute;frica do Sul, &Iacute;ndia e China<\/span>) para o sucesso da pr&oacute;xima Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Mudan&ccedil;a do Clima(<span style=\"font-family: Arial;\">COP-17\/CMP-7<\/span>), a ser realizada em Durban, na &Aacute;frica do Sul. Manifestaram, ainda, o compromisso dos dois pa&iacute;ses com o &ecirc;xito da Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, a realizar-se no Rio de Janeiro em junho de 2012, na qual ser&atilde;o discutidos os temas &ldquo;<em>a economia verde no contexto do desenvolvimento sustent&aacute;vel e da erradica&ccedil;&atilde;o da pobreza<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>o marco institucional para desenvolvimento sustent&aacute;vel<\/em>&rdquo;. Reiteraram seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento do Mil&ecirc;nio das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, em especial aqueles relacionados ao desenvolvimento sustent&aacute;vel e &agrave; seguran&ccedil;a alimentar e nutricional.<\/p>\n<p>\n<strong>25.<\/strong> Coincidiram quanto &agrave; interdepend&ecirc;ncia entre paz, seguran&ccedil;a e desenvolvimento e reafirmaram seu desejo de construir uma ordem internacional mais justa, equitativa, inclusiva e ordenada com vistas a salvaguardar a paz e a seguran&ccedil;a internacionais e promover o desenvolvimento, a democracia, os direitos humanos e a justi&ccedil;a social. Reiteraram seu comprometimento com o multilateralismo e expressaram seu apoio ao papel central da ONU na solu&ccedil;&atilde;o de grandes quest&otilde;es internacionais. Reafirmaram a necessidade da reforma da ONU, de forma a torn&aacute;-la mais eficiente e capaz de tratar dos desafios globais atuais. Nesse contexto, a China e o Brasil apoiam uma reforma abrangente da ONU, incluindo o aumento da representa&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses em desenvolvimento no Conselho de Seguran&ccedil;a como uma prioridade. A China atribui alta import&acirc;ncia &agrave; influ&ecirc;ncia e ao papel que o Brasil, como maior pa&iacute;s em desenvolvimento do hemisf&eacute;rio ocidental, tem desempenhado nos assuntos regionais e internacionais, e compreende e ap&oacute;ia a aspira&ccedil;&atilde;o brasileira de vir a desempenhar papel mais proeminente nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas. Tendo em mente a necessidade de salvaguardar os leg&iacute;timos direitos e interesses dos pa&iacute;ses em desenvolvimento, as duas partes comprometeram-se com a cont&iacute;nua intensifica&ccedil;&atilde;o do di&aacute;logo e interc&acirc;mbio sobre a reforma das Na&ccedil;&otilde;es Unidas.<\/p>\n<p>\n<strong>26.<\/strong> Concordaram em aprofundar a coopera&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito do G-20, com vistas &agrave; reforma do sistema financeiro e monet&aacute;rio internacional. Refor&ccedil;aram seu compromisso com a implementa&ccedil;&atilde;o do Processo de Avalia&ccedil;&atilde;o M&uacute;tua de forma igualit&aacute;ria e construtiva para promover um crescimento forte, sustentado e equilibrado da economia mundial. Reconheceram que os esfor&ccedil;os para recupera&ccedil;&atilde;o global devem vir acompanhados de avan&ccedil;os regulat&oacute;rios, para que sejam evitadas novas crises e saudaram os trabalhos que v&ecirc;m sendo feitos no Financial Stability Board(<span style=\"font-family: Arial;\">FSB<\/span>), na International Organization of Security Comissions(<span style=\"font-family: Arial;\">IOSCO<\/span>) e no Comit&ecirc; da Basil&eacute;ia. Concordaram que a reforma da governan&ccedil;a econ&ocirc;mica global e das institui&ccedil;&otilde;es financeiras internacionais deve prosseguir em linha com as transforma&ccedil;&otilde;es na economia mundial. Recomendaram que as autoridades respons&aacute;veis pelo G-20 em ambos os pa&iacute;ses continuem a manter consultas regulares sobre os temas da agenda do foro, como forma de aprofundar a coordena&ccedil;&atilde;o bilateral.<\/p>\n<p>\n<strong>27.<\/strong> As duas partes reiteraram seu compromisso com as negocia&ccedil;&otilde;es para a conclus&atilde;o da Rodada de Doha e sublinharam que o pacote negociador de julho de 2008 representa cuidadoso equil&iacute;brio de concess&otilde;es negociado exaustivamente desde o lan&ccedil;amento da Rodada, em 2001. Os dois mandat&aacute;rios coincidiram quanto &agrave; import&acirc;ncia de buscar um resultado abrangente e equilibrado, com base no mandato da Rodada de Doha, que leve em plena considera&ccedil;&atilde;o as preocupa&ccedil;&otilde;es dos membros em desenvolvimento, sobretudo dos de menor desenvolvimento relativo, e preserve os resultados j&aacute; alcan&ccedil;ados, com vistas a concluir, o mais breve poss&iacute;vel, a Rodada de Doha.<\/p>\n<p>\n<strong>28. <\/strong>A parte brasileira manifesta seu elevado apre&ccedil;o pelos amplos trabalhos preparat&oacute;rios realizados pela parte chinesa como anfitri&atilde; da III C&uacute;pula BRICS e expressa seus melhores votos para o pleno &ecirc;xito da C&uacute;pula. Manifesta tamb&eacute;m votos de sucesso para a Confer&ecirc;ncia Anual do F&oacute;rum Asi&aacute;tico Bo&rsquo;Ao de 2011, a realizar-se em Hainan. A parte chinesa agradeceu a participa&ccedil;&atilde;o da Presidenta Dilma Rousseff na Sess&atilde;o de Abertura do F&oacute;rum.<\/p>\n<p>\n<strong>29.<\/strong> A Presidenta Dilma Rousseff expressou sincero agradecimento pela calorosa e amistosa acolhida dispensada pelo Presidente Hu Jintao e pelo Governo chin&ecirc;s durante sua visita.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 24 minutos Pa&iacute;ses se comprometeram a ampliar e diversificar investimentos rec&iacute;procos. 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