{"id":4792,"date":"2011-04-17T00:00:00","date_gmt":"2011-04-17T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-04-17T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-17T00:00:00","slug":"Pancadas-repetitidas-na-cabeca-podem-causar-lesoes-cerebrais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2011\/04\/17\/Pancadas-repetitidas-na-cabeca-podem-causar-lesoes-cerebrais\/","title":{"rendered":"Pancadas repetitidas na cabe\u00e7a podem causar les\u00f5es cerebrais"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 8 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><strong>Segundo pesquisadores norte-americanos, atletas est&atilde;o sofrendo contus&otilde;es cr&ocirc;nicas que podem ter efeitos no futuro.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Washington(EUA) &#8211; <\/strong>Uma das maiores preocupa&ccedil;&otilde;es da NFL(<span style=\"font-family: Arial;\">a liga de futebol americano profissional dos Estados Unidos<\/span>) atualmente, os choques cabe&ccedil;a contra cabe&ccedil;a s&atilde;o respons&aacute;veis por originarem les&otilde;es cr&ocirc;nicas no c&eacute;rebro de praticantes da modalidade, segundo estudo da Universidade de Purdue(<span style=\"font-family: Arial;\">Indiana, EUA<\/span>). Os efeitos dos choques prejudicam tanto profissionais quanto atletas de ligas universit&aacute;rias e colegiais, e as les&otilde;es no c&eacute;rebro preocupam porque muitas vezes n&atilde;o apresentarem sintomas claros.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Com sensores colocados em capacetes de atletas que disputam jogos das ligas colegiais dos Estados Unidos, os pesquisadores chegaram a medir choques duros entre atletas. Em um deles, as cabe&ccedil;as se bateram com for&ccedil;a 300 vezes superior &agrave; da gravidade. No momento, o jogador que sofreu o choque n&atilde;o apresenta sintomas de concuss&atilde;o cerebral. O problema &eacute; que os repetidos choques causam as les&otilde;es cr&ocirc;nicas no c&eacute;rebro, diz o estudo.<\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"311\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/futebol_americano_465a.jpg\" \/><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <br \/>\nSegundo levantamento de Eric Neuman, professor de engenharia biom&eacute;dica em Purdue, h&aacute; cerca de um milh&atilde;o de atletas por ano em ligas colegiais nos Estados Unidos. Destes, 67 mil apresentam algum tipo de problema no c&eacute;rebro decorrente das trombadas. Segundo Neuman, jogadores de ligas colegiais sofrem 150 choques na cabe&ccedil;a por semana durante a temporada, um total de aproximadamente 1500 por ano.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Se em ligas estudantis o n&uacute;mero de choques entre atletas j&aacute; &eacute; alto, na NFL o perigo fica ainda maior. Tentando acabar com as trombadas perigosas, a liga profissional dos EUA vem aplicando multas a atletas que usem for&ccedil;a desproporcional durante as partidas. Pela trombada que pode ser vista no v&iacute;deo ao lado, o atleta Asante Samuel recebeu multa de US$ 40 mil(<span style=\"font-family: Arial;\">cerca de R$ 67 mil<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">A descoberta das les&otilde;es cr&ocirc;nicas foi feita enquanto pesquisadores de Purdue comparavam radiografias dos c&eacute;rebros de atletas que haviam sofrido choques na cabe&ccedil;a com c&eacute;rebros supostamente normais, de jogadores que n&atilde;o haviam sofrido impactos na cabe&ccedil;a. Para surpresa dos especialistas, a maior parte dos jogadores apresentava algum tipo de les&atilde;o cerebral cr&ocirc;nica, decorrente de jogos e temporadas passadas.<br \/>\n<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <br \/>\n&ldquo;<em>No come&ccedil;o, achamos que nosso scanner estivesse quebrado. Depois, notamos que est&aacute; sendo criado um grupo de jogadores &lsquo;danificados&rsquo;<\/em>&rdquo;, disse o professor Eric Neuman. O especialista n&atilde;o sabe ao certo o que as les&otilde;es cr&ocirc;nicas podem causar aos atletas, mas cr&ecirc; que, ao longo da vida, eles sofrer&atilde;o com problemas na fala, na mem&oacute;ria e na orienta&ccedil;&atilde;o espacial. A maior parte dos jogadores avaliados por Neuman apresenta problemas no lobo frontal do c&eacute;rebro, que controla movimentos.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Professor alerta contra capacetes<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nSegundo Eric Neuman, os capacetes usados pelos jogadores de futebol americano s&atilde;o efetivos para prevenir fraturas no cr&acirc;nio, mas n&atilde;o conseguem evitar as les&otilde;es cr&ocirc;nicas no c&eacute;rebro causadas pelo repetidos choques na cabe&ccedil;a. Pelo fato de se sentirem bem protegidos pelos capacetes, os praticantes da modalidade muitas vezes se chocam com for&ccedil;a excessiva, acreditando que nada vai lhes acontecer. Neuman diz justamente o contr&aacute;rio e alerta os jovens.<br \/>\n<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img decoding=\"async\" height=\"332\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/futebol_americano_estadio_465.jpg\" \/><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Expectadores norteamericanos lotam est&aacute;dios em jogos de Futebol Americano.<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>Se voc&ecirc; tem uma les&atilde;o traum&aacute;tica no c&eacute;rebro e continua jogando, corre um enorme risco de ter um problema s&eacute;rio mais tarde. Como os jovens<\/em>(<span style=\"font-family: Arial;\">pesquisados pela Universidade de Purdue<\/span>) <em>n&atilde;o apresentam nenhum sintoma evidente, eles continuam jogando e se expondo a um trauma neurol&oacute;gico<\/em>&rdquo;, afirmou o professor.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Homens e mulheres que sofreram concuss&atilde;o cerebral se recuperam de maneira diferente.<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong><br \/>\nOrlando, Fl&oacute;rida(EUA) &ndash;<\/strong> De a<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">cordo com os achados de um estudo apresentado durante o Encontro Anual de 2008 da American Orthopaedic Society for Sports Medicine, os jogadores e jogadoras de futebol que t&ecirc;m hist&oacute;ria de concuss&atilde;o recuperam-se mais lentamente do que aqueles sem esse antecedente.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img decoding=\"async\" height=\"349\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/futebol_americano_mulheres_465b.JPG\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O estudo detectou que o sexo e a hist&oacute;ria de concuss&atilde;<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">o s&atilde;o respons&aacute;veis por diferen&ccedil;as significativas nos resultados das avalia&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s a les&atilde;o. Devido a essas diferen&ccedil;as, os pesquisadores recomendam, de maneira veemente, que os m&eacute;dicos e t&eacute;cnicos tenham uma abordagem individualizada para o tratamento desses pacientes.<br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> Dr. Alexis Chiang Colvin, fellow de medicina esportiva do departamento de ortopedia da University of Pittsburgh Medical Center, Pennsylvania, e co-autor do estudo disse em sua apresenta&ccedil;&atilde;o que &ldquo;<em>estes resultados sugerem que os m&eacute;dicos n&atilde;o devem ter uma abordagem &uacute;nica e padronizada para o atendimento das concuss&otilde;es. Nosso trabalho demonstra que pacientes com hist&oacute;ria de concuss&atilde;o apresentam uma resposta pior nos testes cognitivos ap&oacute;s a les&atilde;o traum&aacute;tica do que aquele<\/em><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><em>s sem esse hist&oacute;rico<\/em>&rdquo;.<br \/>\n<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <br \/>\nAl&eacute;m disso, os pesquisadores detectaram que as mulheres apresentam resultados piores do que os homens nas testagens cognitiva<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">s ap&oacute;s o trauma.<br \/>\n<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/futebol_americano_465b.jpg\" \/><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <br \/>\nDr. Colvin disse que a maioria dos estudos sobre les&otilde;es relacionadas com a concuss&atilde;o foi realizada entre jogadores de r&uacute;gbi ou h&oacute;quei do sexo masculino. Os autores decidiram estudar os jogadores de futebol devido a sua grande popularidade entre ambos os sexos, pelo fato de ser um esporte praticado sem capacete e com as mesmas regras para todas as categorias independentemente do g&ecirc;nero dos participantes.<\/p>\n<p><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Disse ainda que, a cada ano, estima-se que ocorram cerca de 1 a 4 milh&otilde;es de concuss&otilde;es relacionadas com a pr&aacute;tica esportiva nos Estados Unidos. As causas mais comuns de concuss&atilde;o no futebol s&atilde;o o choque entre cabe&ccedil;as, a queda ao solo e o choque entre a cabe&ccedil;a e outras partes do corpo.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">A concuss&atilde;o &eacute; uma les&atilde;o encef&aacute;lica que resulta em perda transit&oacute;ria da fun&ccedil;&atilde;o cerebral geralmente causada por mecanismo de golpe. Ela pode afetar a mem&oacute;ria, a capacidade de julgamento, os reflexos, a fala, o equil&iacute;brio e a coordena&ccedil;&atilde;o motora.<\/p>\n<p>\nO estudo avaliou 234 jogadores de futeb<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">ol(<span style=\"font-family: Arial;\">61% mulheres e 39% homens<\/span>), com idade que variaram de 8 a 24 anos e que foram submetidos &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica da cogni&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a concuss&atilde;o que mediu aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria, velocidade de processamento e tempo de rea&ccedil;&atilde;o. Foi utilizada an&aacute;lise multivariada de vari&acirc;ncia para avaliar os resultados obtidos na testagem cognitiva e para determinar as diferen&ccedil;as entre os grupos por g&ecirc;nero e pela presen&ccedil;a de hist&oacute;ria de concuss&atilde;o.<\/p>\n<p><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> Foi detectado que as mulheres apresentavam pontua&ccedil;&otilde;es piores do que os homens nos testes de tempo de rea&ccedil;&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial;\">P &lt; 0,004<\/span>). Da mesma forma, os pacientes do sexo feminino eram mais sintom&aacute;ticos(<span style=\"font-family: Arial;\">P &lt; 0,0002<\/span>). Al&eacute;m disso, houve uma diferen&ccedil;a n&atilde;o significativa entre os g&ecirc;neros no desempenho dos testes de velocidade de processamento. O estudo detectou tamb&eacute;m que os jogadores de futebol com uma hist&oacute;ria de concuss&atilde;o apresentavam resultado pior nos testes de mem&oacute;ria verbal ap&oacute;s sofrerem outra concuss&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial;\">P &lt; 0,007<\/span>).<\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"311\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/futebol_americano_mulheres_465a.jpg\" \/><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <br \/>\nDe acordo com algumas teorias na literatura, o fato de homens possu&iacute;rem uma musculatura de tronco e pesco&ccedil;o mais fortes pode dissipar as for&ccedil;as de maneira mais efetiva. Dr. Colvin informou que &ldquo;<em>a equipe observou o &iacute;ndice de massa corporal e julgou essa diferen&ccedil;a a partir dele. Ainda assim, havia uma diferen&ccedil;a entre os g&ecirc;neros<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\nOs pesquisadores comentaram que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel fazer nenhuma suposi&ccedil;&atilde;o sobre qual seria a raz&atilde;o para as diferen&ccedil;as de recupera&ccedil;&atilde;o entre homens e mulheres encontradas. Dr. Colvin comentou que &ldquo;<em>essa &eacute; uma pergunta de um milh&atilde;o de d&oacute;lares<\/em>&rdquo; e acrescentou que s&atilde;o necess&aacute;rias mais pesquisas para determinar estas raz&otilde;es.<\/p>\n<p>\nDr. Joseph Bosco, vice-chefe da ortopedia do New York University Medical Center de Nova York, comparou esses resultados com estudos anteriores que detectaram diferen&ccedil;as relacionadas com o g&ecirc;nero entre atletas que apresentavam les&atilde;o do ligamento cruzado anterior.<\/p>\n<p>\nDr. Bosco, que esteve envolvido nestes trabalhos disse que &ldquo;<em>&eacute; muito semelhante ao estudo sobre as mulheres com les&atilde;o do ligamento cruzado anterior, e levamos 5 anos para descobrir a raz&atilde;o. Agora que acabamos de descobrir a mesma associa&ccedil;&atilde;o entre jogadoras de futebol e concuss&atilde;o, tamb&eacute;m levar&aacute; 4 ou 5 anos para que possamos descobrir o porqu&ecirc;<\/em>&rdquo;.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atletas disputam posse de bola em partida de Futebol Americano.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4792"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4792"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4792\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}