{"id":4949,"date":"2011-05-18T00:00:00","date_gmt":"2011-05-18T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-05-18T00:00:00","modified_gmt":"2011-05-18T00:00:00","slug":"Policia-oferece-recompensa-pela-captura-da-viuva-negra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2011\/05\/18\/Policia-oferece-recompensa-pela-captura-da-viuva-negra\/","title":{"rendered":"Pol\u00edcia oferece recompensa pela captura da vi\u00fava negra"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 12 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>Rio de Janeiro(RJ) &#8211;<\/strong><\/span> <\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Helo&iacute;sa Borba Gon&ccedil;alves, de 61 anos &#8211; que tamb&eacute;m apresenta documentos em que assina Helo&iacute;sa Duque Soares, Helo&iacute;sa Duque Soares Lopes, Helo&iacute;sa Duque Soares Ribeiro e Helo&iacute;sa Saad -, j&aacute; foi condenada por estelionato e falsidade ideol&oacute;gica, na d&eacute;cada de 1980.<\/p>\n<p>\nNo pr&oacute;ximo dia 25 de julho a &ldquo;<em>Vi&uacute;va Negra<\/em>&rdquo; vai responder por falsidade ideol&oacute;gica(<span style=\"font-family: Arial;\">nove acusa&ccedil;&otilde;es<\/span>), bigamia e homic&iacute;dio no 1&ordm; Tribunal do J&uacute;ri da Capital do Rio de Janeiro. Mas o Minist&eacute;rio P&uacute;blico re&uacute;ne informa&ccedil;&otilde;es em que s&atilde;o relatadas as mortes de outros cinco homens que se envolveram com ela. Como teve filho com quatro deles, Helo&iacute;sa teria sido beneficiada com os &oacute;bitos.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"700\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" alt=\"\" src=\"\/UserFiles\/Image\/policiais\/procurados\/heloisa_borba_goncalves_viuva_negra_465v.jpg\" \/><\/p>\n<p>Helo&iacute;sa nasceu no dia 13 de mar&ccedil;o de 1950 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Aos 19 anos deu &agrave; luz sua primeira filha, Patr&iacute;cia Luciana Gon&ccedil;alves Pinto, com Carlos Pinto dos Santos. No ano seguinte ao nascimento da menina, engravidou novamente e afirmou que a crian&ccedil;a era filha do m&eacute;dico ga&uacute;cho Guenther Joerg Wolf, de 38 anos, morto em um acidente de carro em 1971.<\/p>\n<p>\nEla ingressou na Justi&ccedil;a pedido anula&ccedil;&atilde;o de partilha, sequestro de bens e investiga&ccedil;&atilde;o de paternidade na 2&ordf; e 3&ordf; Vara de Fam&iacute;lia e Sucess&atilde;o de Porto Alegre, no invent&aacute;rio de Wolf.O m&eacute;dico era solteiro e morreu quando dirigia seu carro, um Karman Ghia, na cidade de Taquara(<span style=\"font-family: Arial;\">RS<\/span>). O carro do m&eacute;dico(placa AH-0449) colidiu contra um caminh&atilde;o, de acordo com a certid&atilde;o de &oacute;bito n&uacute;mero 7.998, registrado na folha 290 do livro C-16 da 6&ordf; Zona de Porto Alegre.<\/p>\n<p>\nA filha de Helo&iacute;sa e Guenther, Vit&oacute;ria Let&iacute;cia Gon&ccedil;alves Wolf, nasceu em 1972. O Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul informa que por se tratar de um processo de reconhecimento de paternidade, a a&ccedil;&atilde;o, embora julgada, permanece em segredo de Justi&ccedil;a. Testemunhas dizem que ela teria herdado uma casa.<\/p>\n<p>\nUm ano e tr&ecirc;s meses depois Helo&iacute;sa teve outro beb&ecirc;. Carlos Pinto da Silva Junior recebeu o nome do pai, Carlos Pinto da Silva, que seria o primeiro amante da &ldquo;<em>Vi&uacute;va Negra<\/em>&rdquo;. O casal se mudou para Bras&iacute;lia, ap&oacute;s passar por S&atilde;o Paulo, onde foi investigado por falsidade ideol&oacute;gica e estelionato. A condena&ccedil;&atilde;o foi anunciada nos anos de 1980.<\/p>\n<p>\nAntes, por&eacute;m, em 1977, Carlos, Helo&iacute;sa e as tr&ecirc;s crian&ccedil;as passaram f&eacute;rias em Salvador, na Bahia, onde se hospedaram no hotel Ondina. Na sa&iacute;da do hotel, para um passeio, Carlos foi alvo de cinco disparos feitos por um homem n&atilde;o identificado. Ele sobreviveu e acusou Helo&iacute;sa de tentativa de homic&iacute;dio. Dias depois voltou atr&aacute;s e a pol&iacute;cia de Salvador arquivou o inqu&eacute;rito.<\/p>\n<p>\nEm 1981, com 31 anos, Helo&iacute;sa deu &agrave; luz outro menino, que ela s&oacute; registrou um ano depois, em 1982. A paternidade foi assumida pelo securit&aacute;rio Irineu Duque Soares, de 41 anos. Os dois se casaram em 13 de maio de 1983, com pacto  antenupcial garantindo &agrave; mulher tr&ecirc;s im&oacute;veis em Botafogo e duas linhas  telef&ocirc;nicas. No dia 6 de outubro de 1983(Cinco meses depois), Irineu foi assassinado a tiros enquanto passava com a mulher e o filho no meio da rua, no munic&iacute;pio de Mag&eacute;, na Baixada Fluminense. O caso foi investigado pela 70&ordf; DP(<span style=\"font-family: Arial;\">Piabet&aacute;<\/span>).<\/p>\n<p>\nHelo&iacute;sa contou &agrave; pol&iacute;cia que ela e o marido tinham ido &agrave; Baixada resolver &ldquo;<em>assuntos pessoais<\/em>&rdquo;. Sua filha mais velha, Patr&iacute;cia, ent&atilde;o com 14 anos, o filho do casal, Daniel Gon&ccedil;alves Soares, ent&atilde;o com 2 anos, e a bab&aacute; da crian&ccedil;a estavam no ve&iacute;culo.<\/p>\n<p>\nDe acordo com depoimento que Helo&iacute;sa teria prestado &agrave; &eacute;poca, um homem negro, com uma cicatriz no rosto, rendeu Irineu com uma arma e anunciou um assalto, quando a fam&iacute;lia passava pela Estrada da Tocaia. Helo&iacute;sa relatou ter fugido com a bab&aacute; e as crian&ccedil;as e quando voltou encontrou o marido morto.<\/p>\n<p>\nO ladr&atilde;o teria levado duas alian&ccedil;as e quatro pulseiras de ouro, al&eacute;m de Cr$ 176 mil em esp&eacute;cie e tal&otilde;es de cheque. A pol&iacute;cia concluiu que o crime foi cometido por um assaltante conhecido como Bira Cicatriz, que morreu ap&oacute;s a morte de Irineu. Helo&iacute;sa herdou apartamentos, telefones, uma sala comercial em Botafogo(<span style=\"font-family: Arial;\">zona sul<\/span>), e cadernetas de poupan&ccedil;a, conforme registro n&ordm; 40.332, do invent&aacute;rio na 4&ordf; Vara de &Oacute;rf&atilde;os e Sucess&atilde;o.<\/p>\n<p>\nDocumentos anexados &agrave; acusa&ccedil;&atilde;o do MP mostram que em 1989 Helo&iacute;sa, usando o nome de Helo&iacute;sa Gon&ccedil;alves Duque  Soares, se casou com o policial militar Roberto Souza Lopes, de 34 anos, com quem ficou  de junho de 1985 a novembro de 1990. Nesse meio tempo, tamb&eacute;m subiu ao  altar com o tenente-coronel da  reserva Jorge Ribeiro, de 51 anos, em 15 de julho de 1989, tornando-se  b&iacute;gama. O militar foi assassinado a marretadas e com as m&atilde;os amarradas  na sala comercial que tinha na Rua Siqueira Campos, em Copacabana, em 19  de julho de 1992. O casal j&aacute; estava separado. Helo&iacute;sa tamb&eacute;m estava no  local do crime.<\/p>\n<p>\nEm 1987, o comerciante liban&ecirc;s Nicolau Saad, de 67 anos, nomeou Helo&iacute;sa sua procuradora, como mostra a folha 065 do livro 597 do 11&ordm; Of&iacute;cio de Notas do Rio de Janeiro. Em maio de 1990, a advogada selou  matrim&ocirc;nio com Nicolau Saad, ent&atilde;o com 70 anos. Nessa, usou o nome  Helo&iacute;sa Borba Gon&ccedil;alves. Ela afirmou que estava gr&aacute;vida e convenceu  Jorge e Saad a assumirem a crian&ccedil;a.<\/p>\n<p>\nAmigos de Nicolau contam que na d&eacute;cada de 70 ele perdeu os dois &uacute;nicos filhos, mortos em 75 e 76, em acidentes de carros, e come&ccedil;ou a frequentar o Centro Esp&iacute;rita Caminho da Reden&ccedil;&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial;\">com sede na Bahia<\/span>), ao qual doou im&oacute;veis em Ipanema e Copacabana. Helo&iacute;sa cuidou da documenta&ccedil;&atilde;o, conforme informa&ccedil;&otilde;es da folha 113, livro 392, do 4&ordm; Of&iacute;cio de Notas, da Bahia.<\/p>\n<p>\nNos dois anos seguintes, ela recebeu quatro im&oacute;veis como doa&ccedil;&atilde;o de Saad, segundo registro na folha 78 do livro 2.258 do 11&ordm; Of&iacute;cio.<\/p>\n<p>\nAs informa&ccedil;&otilde;es anexadas ao processo do MP mostram que em 31 de julho de 1990, o comerciante liban&ecirc;s registrou Marcelo Fontelles Saad como seu filho e de sua mulher Helo&iacute;sa Saad. Duas semanas depois, Jorge tamb&eacute;m registrou a crian&ccedil;a como Marcelo Jorge Gon&ccedil;alves Ribeiro, filho de Helo&iacute;sa Gon&ccedil;alves Duque Ribeiro. Em novembro Helo&iacute;sa oficializou o div&oacute;rcio com o PM Roberto.<\/p>\n<p>\nNicolau Saad faleceu no dia 29 de dezembro de 1991. O atestado de &oacute;bito informa que ele sofria de c&acirc;ncer e teve uma parada card&iacute;aca. O documento, por&eacute;m, ressalta que na hora da morte ele estava com o bra&ccedil;o direito quebrado.<\/p>\n<p>\nAp&oacute;s a morte de Nicolau Saad, Helo&iacute;sa transferiu apartamentos e outros im&oacute;veis que pertenciam ao comerciante aos seus seis filhos, como mostram documentos registrados nas folhas 143,145, 147, 149, 153 e 168 do livro SI &ndash; 306 do 14&ordm; Of&iacute;cio de Notas, na sucursal Ipanema. Acumulou seis apartamentos em Copacabana, tr&ecirc;s no Leblon &#8211; um dos quais na Avenida Delfim Moreira(<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-family: Arial;\">na praia<\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">) &#8211; lojas na Barra da Tijuca e uma casa no Jardim Bot&acirc;nico.<\/p>\n<p>\nUm m&ecirc;s e meio ap&oacute;s a morte de Nicolau, Jorge foi assassinado na sala comercial em que trabalhava em Copacabana, como registrado no Boletim de Ocorr&ecirc;ncia n&ordm; 000962\/92 da 12&ordf; DP(<span style=\"font-family: Arial;\">Copacabana<\/span>). Estava com os bra&ccedil;os amarrados para tr&aacute;s, a boca amorda&ccedil;ada, jogado no ch&atilde;o de barriga para baixo e com diversos golpes de marreta na cabe&ccedil;a. No dia do crime, Helo&iacute;sa afirmou &agrave; pol&iacute;cia que o militar dormira em sua casa. Sa&iacute;ram juntos para o trabalho &agrave;s 06h30m e tomaram um caf&eacute; na portaria do edif&iacute;cio onde Jorge trabalhava com venda e aluguel de linhas telef&ocirc;nicas e im&oacute;veis. Ela diz que ficou na portaria, pois esperava tr&ecirc;s pedreiros que iriam reformar dois apartamentos do casal. Helo&iacute;sa tamb&eacute;m afirmou que a v&iacute;tima n&atilde;o tinha inimigos, mas que um m&ecirc;s antes de morrer teria dito que estava sendo amea&ccedil;ado. Contou que Jorge carregava uma mochila com cerca de &ldquo;US$ 60 ou US$ 80 mil d&oacute;lares&rdquo;, e que estavam separados &ldquo;<em>h&aacute; um ano<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\nDoze anos depois do crime, a &ldquo;<em>Vi&uacute;va Negra<\/em>&rdquo; foi ouvida por carta precat&oacute;ria pela Justi&ccedil;a de Bras&iacute;lia. Seu primeiro amante, Carlos Pinto da Silva &#8211; que assim como ela &eacute; advogado -, a representou.<\/p>\n<p>\nDiferentemente da primeira vers&atilde;o, Helo&iacute;sa contou que passou apenas tr&ecirc;s meses casada com Jorge e que s&oacute; se uniu a ele para &ldquo;<em>se mostrar<\/em>&rdquo; a Nicolau, com quem namorava &ldquo;<em>h&aacute; algum tempo<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\nAfirmou que a separa&ccedil;&atilde;o se seu porque o militar seria &ldquo;<em>agiota<\/em>&rdquo;, e &ldquo;<em>mentia muito<\/em>&rdquo;, al&eacute;m de &ldquo;<em>ter muitos inimigos<\/em>&rdquo;. Tamb&eacute;m declarou que a renda de Jorge &ldquo;<em>n&atilde;o era l&aacute; grande coisa<\/em>&rdquo; e que que havia tido preju&iacute;zo com o casamento.<\/p>\n<p>\nCom a morte do tenente-coronel, Helo&iacute;sa e o filho que ele registrou teriam recebido uma casa no Jardim Bot&acirc;nico(<span style=\"font-family: Arial;\">zona sul<\/span>), um apartamento na Barra da Tijuca(<span style=\"font-family: Arial;\">zona oeste<\/span>), uma sala comercial em Copacabana(<span style=\"font-family: Arial;\">zona sul<\/span>) e uma cobertura na Ilha do Governador(<span style=\"font-family: Arial;\">zona norte<\/span>). Ainda em 1992, Helo&iacute;sa telefonou outro comerciante liban&ecirc;s: Wagih Elias Murad, de 84 anos, e se apresentou como vi&uacute;va de Saad. Disse que precisava de orienta&ccedil;&atilde;o sobre im&oacute;veis, segundo o filho da v&iacute;tima, Elie Murad. Elie afirma que Helo&iacute;sa e seu pai se encontraram no mesmo dia, uma quarta-feira, e na sexta viajaram para um fim de semana em comum, quando come&ccedil;aram a namorar.<\/p>\n<p>\nEle diz ainda que o pai e Helo&iacute;sa viajaram para Miami e Caribe(<span style=\"font-family: Arial;\">EUA<\/span>), mas romperam o romance em dezembro daquele mesmo ano. O motivo seria a descoberta feita por Wagih, por meio de um amigo policial, de que namorada era b&iacute;gama.<\/p>\n<p>\nEm 14 de Maio de 1993, Helo&iacute;sa mantinha um relacionamento com Hagih Muradi, que tinha 84 anos. Ele foi v&iacute;tima de um atentado em que foi morto, junto com um filho de amigo liban&ecirc;s, Wagner Laino, quando passavam de t&aacute;xi pela Barra da Tijuca. Pouco depois, um dos filho de Hagih &#8211; <em>que desconfiava das circunst&acirc;ncias da morte do pai<\/em> &#8211; sofreu um atentado. Na ocasi&atilde;o, o detetive contratado pela fam&iacute;lia para investigar o caso foi assassinado.<\/p>\n<p>O inqu&eacute;rito 273\/93, da 16&ordf; DP, que investiga a morte de Murad ainda n&atilde;o foi conclu&iacute;do(<span style=\"font-family: Arial;\">depois de passar pela Delegacia de Homic&iacute;dios da zona oeste, sob o n&uacute;mero 19\/2005, o inqu&eacute;rito foi levado para o Centro Integrado de Apura&ccedil;&atilde;o Criminal do Rio de Janeiro, onde pode ser encontrado pelo n&uacute;mero 53.156<\/span>).<br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Recompensa<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O Disque-Den&uacute;ncia est&aacute; oferecendo uma recompensa de R$ 11 mil por informa&ccedil;&otilde;es que levem &agrave; pris&atilde;o da advogada ga&uacute;cha Heloisa Borba Gon&ccedil;alves, conhecida como Vi&uacute;va Negra(<span style=\"font-family: Arial;\">aranha do g&ecirc;nero Latrodectus que ganhou este apelido pelo fato de a f&ecirc;mea geralmente se alimentar do macho ap&oacute;s a c&oacute;pula)<\/span>. Fraudadora, estelionat&aacute;ria, suspeita de ordenar a morte de um amante e dois maridos, al&eacute;m de outras duas pessoas, Helo&iacute;sa, tem 61 anos e est&aacute; foragida desde 2005.<\/p>\n<p>\nA Vi&uacute;va Negra j&aacute; foi condenada a mais de 19 anos de pris&atilde;o pela 19&ordf; Vara Criminal por um dos assassinatos. Ela &eacute; procurada pela Interpol em mais de 180 pa&iacute;ses. Inicialmente, a recompensa oferecida por informa&ccedil;&otilde;es que levassem &agrave; sua captura era de R$ 2 mil, mas em virtude da falta de den&uacute;ncias e da periculosidade da criminosa, o valor foi aumentado nesta segunda-feira(16Maio2011), passando de R$ 2 mil para R$11 mil. No site <\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><a href=\"http:\/\/www.procurados.org.br\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong>http:\/\/www.procurados.org.br <\/strong><\/span><\/a> o valor da recompensa ainda n&atilde;o foi atualizado.<\/p>\n<p>\nHelo&iacute;sa tamb&eacute;m responde pela tentativa de homic&iacute;dio do filho de um dos maridos na 1&ordf; Vara Criminal. Segundo o Disque-den&uacute;ncia, Helo&iacute;sa tamb&eacute;m teria tentado dar o golpe do casamento em um peruano, mas n&atilde;o teve &ecirc;xito. Seu julgamento est&aacute; marcado para julho. Quem tiver qualquer informa&ccedil;&atilde;o que auxilie nas investiga&ccedil;&otilde;es e ajude a Pol&iacute;cia a localizar e prend&ecirc;-la pode ligar para o Disque-Den&uacute;ncia(<span style=\"font-family: Arial;\">21-2253.1177<\/span>).<\/p>\n<p>\nA recompensa ser&aacute; paga somente por informa&ccedil;&otilde;es passadas exclusivamente ao Disque-Den&uacute;ncia. O servi&ccedil;o funciona 24 horas e garante o anonimato.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 12 minutos Rio de Janeiro(RJ) &#8211; Helo&iacute;sa Borba Gon&ccedil;alves, de 61 anos &#8211; que tamb&eacute;m apresenta documentos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[19],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4949"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4949"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4949\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4949"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4949"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4949"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}