{"id":5083,"date":"2011-06-17T00:00:00","date_gmt":"2011-06-17T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-06-17T00:00:00","modified_gmt":"2011-06-17T00:00:00","slug":"Saiba-como-ter-uma-boa-relacao-entre-patrao-e-empregada-domestica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2011\/06\/17\/Saiba-como-ter-uma-boa-relacao-entre-patrao-e-empregada-domestica\/","title":{"rendered":"Saiba como ter uma boa rela\u00e7\u00e3o entre patr\u00e3o e empregada dom\u00e9stica"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 10 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nQuem contrata uma empregada dom&eacute;stica sempre tem uma lista de exig&ecirc;ncias. Precisa ser confi&aacute;vel, pontual, organizada, respons&aacute;vel, competente etc.<\/p>\n<p>\nMas ser&aacute; que esses patr&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o exigentes consigo mesmos?<\/p>\n<p>\nE as empregadas?<\/p>\n<p>\nSer&aacute; que cumprem o combinado?<\/p>\n<p>\nEssa rela&ccedil;&atilde;o profissional que se estabelece dentro de uma casa n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil&#8230; O primeiro passo para um conv&iacute;vio pac&iacute;fico &eacute; discutir todos os detalhes. &Eacute; necess&aacute;rio ficar clara a conduta de cada um para evitar conflitos. Estabelecer as regras, as tarefas a serem exercidas e as obriga&ccedil;&otilde;es de cada lado.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n&ldquo;<em>A entrevista &eacute; o melhor momento para as partes terem a exata no&ccedil;&atilde;o de direitos e deveres de cada um. Temas e quest&otilde;es sens&iacute;veis como carga hor&aacute;ria, uso do telefone(<span style=\"font-family: Arial;\">tanto o celular quanto o fixo<\/span>), danos materiais causados pela empregada dom&eacute;stica, religi&atilde;o, folgas e aumentos salariais podem e devem ser discutidos com clareza<\/em>&rdquo;, afirma Gl&aacute;ucio Costa, diretor da Ag&ecirc;ncia Central de Empregos, que seleciona trabalhadores dom&eacute;sticos em S&atilde;o Paulo(<span style=\"font-family: Arial;\">SP<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Quest&otilde;es para lidar<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Atividades e jornada<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nNo dia a dia, nem sempre o que &eacute; combinado na entrevista de emprego &eacute; cumprido pelos patr&otilde;es e pelas empregadas. N&atilde;o realizar as tarefas dom&eacute;sticas de acordo com as orienta&ccedil;&otilde;es dos contratantes e estender a jornada de trabalho previamente combinada com a funcion&aacute;ria s&atilde;o alguns fatores que acabam em desentendimentos.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&ldquo;<em>Hoje em dia, os patr&otilde;es querem que a empregada dom&eacute;stica fa&ccedil;a todo o servi&ccedil;o da casa em um dia s&oacute;: lave, passe, cozinhe, limpe e cuide das crian&ccedil;as. Fazer isso tudo em oito horas &eacute; quase imposs&iacute;vel<\/em>&rdquo;, explica a ex-empregada dom&eacute;stica Carmela Pereira, de Piracicaba(<span style=\"font-family: Arial;\">SP<\/span>), que &eacute; autora do livro &ldquo;<em>Manual da Empregada Dom&eacute;stica<\/em>&rdquo;(<span style=\"font-family: Arial;\">Ed. Loyola<\/span>) e artista pl&aacute;stica. &ldquo;<em>Por falta de tempo, as funcion&aacute;rias acabam n&atilde;o fazendo o servi&ccedil;o completo e bem feito<\/em>&rdquo;<\/span><\/span>.<\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Para resolver esses problemas de forma consensual, Carmela sugere: &ldquo;<em>Acho que patr&atilde;o e empregada devem fazer juntos um planejamento semanal, especificando os dias da semana para lavar, passar roupas, limpar vidros etc. Assim, no final da semana, o servi&ccedil;o estar&aacute; completo<\/em>&rdquo;<\/span><\/span>.<\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&quot;<em>O primeiro passo para evitar conflitos &eacute; agir com profissionalismo. Deixe claro para a empregada quem ir&aacute; orient&aacute;-la, pois acontecem muitos conflitos em casas nas quais todo mundo manda<\/em>&rdquo;, explica Dacruz Nery, de Bras&iacute;lia (DF), que ap&oacute;s trabalhar durante anos como empregada dom&eacute;stica, tornou-se propriet&aacute;ria da empresa DN Service, que presta servi&ccedil;os de limpeza e organiza&ccedil;&atilde;o de casas para solteiros, e &eacute; autora do livro &ldquo;<em>O que Toda Empregada Dom&eacute;stica Deve Saber<\/em>&rdquo; (<span style=\"font-family: Arial;\">Ed. Senac Distrito Federal<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">E o que fazer quando o patr&atilde;o pede algo que n&atilde;o estava previsto, como cuidar dos animais ou ficar at&eacute; mais tarde, e a empregada n&atilde;o acha isso correto? &ldquo;<em>Ao contr&aacute;rio do empregado de uma grande empresa, a dom&eacute;stica relaciona-se diretamente com a &#8216;suprema corte&#8217;, que &eacute; o seu patr&atilde;o. Portanto, recomendo que, sem abrir m&atilde;o de seus direitos, mas com tranquilidade, discri&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o, mostre os motivos de sua insatisfa&ccedil;&atilde;o. Devemos considerar que alguns abusos, frequentemente praticados, t&ecirc;m fundo cultural, n&atilde;o havendo por parte dos patr&otilde;es a inten&ccedil;&atilde;o de desrespeitar a funcion&aacute;ria<\/em>&rdquo;, explica Gl&aacute;ucio Costa.<\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong> Tarefas a mais<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nSem que tenha sido combinado anteriormente, alguns patr&otilde;es incluem novas fun&ccedil;&otilde;es &agrave; rotina da empregada, como cuidar de uma crian&ccedil;a, por exemplo. Com isso, o empregador atribui responsabilidades a algu&eacute;m que, muitas vezes, n&atilde;o se sente em seguran&ccedil;a para realizar esse tipo de trabalho -al&eacute;m de n&atilde;o estar recebendo por isso.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Quem quer um servi&ccedil;o espec&iacute;fico, como cuidar de uma crian&ccedil;a, deve saber que isso exige responsabilidade e preparo. &ldquo;<em>N&atilde;o &eacute; qualquer pessoa que cuida de um idoso ou de uma crian&ccedil;a. Tem de ser algu&eacute;m capacitado. Essa pessoa tem de ter conhecimentos de enfermagem ou feito um curso especializado que ensina como cuidar corretamente de idosos e crian&ccedil;as<\/em>&rdquo;, diz Carli Maria dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Dom&eacute;sticos do Munic&iacute;pio do Rio de Janeiro.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">A empregada pode ficar atenta &agrave;s crian&ccedil;as, para evitar que alguma brincadeira ou travessura cause algum dano &agrave; sa&uacute;de dos pequenos ou aos objetos da casa, mas isso deve ser conversado e os dois devem concordar com a nova atribui&ccedil;&atilde;o. Se a responsabilidade de cuidar dos pequenos for mesmo da empregada, o sal&aacute;rio deve ser reajustado.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Nos casos em que a funcion&aacute;ria acha que n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de incluir essas responsabilidades &agrave; sua rotina, o melhor &eacute; abrir o jogo. &ldquo;<em>A melhor coisa a fazer &eacute; chamar o patr&atilde;o para uma conversa e dizer francamente que n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de ser bab&aacute; ou de cuidar de um idoso. Isso evita problemas s&eacute;rios, como maus tratos e acidentes dom&eacute;sticos<\/em>&rdquo;, aconselha Carli.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Sobre o cuidado com os animais, a regra &eacute; a mesma: converse com a empregada para ver se ela conseguir&aacute; fazer as atividades dom&eacute;sticas e ainda levar o seu cachorro para passear, por exemplo. E deixe claro quem &eacute; o respons&aacute;vel por cuidar da caixa na qual o seu bicho de estima&ccedil;&atilde;o faz as necessidades, antes da contrata&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Horas extras<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO pagamento de horas extras tamb&eacute;m deve ser discutido durante a  entrevista de emprego, j&aacute; que, por lei, o empregador n&atilde;o &eacute; obrigado a  pagar pelo tempo a mais que a funcion&aacute;ria ficou no trabalho. Nesses  casos, o senso de justi&ccedil;a pessoal &eacute; fundamental para determinar o valor e  se o pagamento deve ser feito.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&ldquo;<em>De fato, n&atilde;o existe previs&atilde;o  legal para o pagamento de horas extras e nem intervalo para refei&ccedil;&atilde;o.  Por&eacute;m, o empregador deve ter bom senso e considerar o tempo a mais que a  funcion&aacute;ria ficou no trabalho. Inclusive, aos domingos e feriados. Nos  dias &uacute;teis, o pagamento de horas extras deve ser de 50%; nos dias de  folgas e feriados, 100%<\/em>&rdquo;, explica Walmir Difani, advogado especializado  em Direito do Trabalho, de Campinas(<span style=\"font-family: Arial;\">SP<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&ldquo;<em>A informalidade da  contrata&ccedil;&atilde;o da dom&eacute;stica causa preju&iacute;zos para as partes. Seria  importante extinguir o informalismo e instituir a formalidade com base  em contrato de trabalho. O empregador nunca deve se esquecer de manter  os recibos de pagamentos pelo prazo de dois anos ap&oacute;s a rescis&atilde;o  contratual<\/em>&rdquo;, diz o advogado.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"font-family: Arial;\">Broncas<\/span><\/strong><\/span><\/span><br \/>\nPara evitar exageros na hora de dar uma bronca, o melhor &eacute; procurar manter-se calmo e ponderar as palavras. Pensar na forma como voc&ecirc; gostaria de ser tratado, se estivesse no lugar do outro, ajuda a controlar as emo&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o ser grosseiro. E lembre-se: todo mundo erra.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&ldquo;<em>De modo geral, o bom senso, a educa&ccedil;&atilde;o e o equil&iacute;brio devem prevalecer. A empregada dom&eacute;stica, no aspecto humano, n&atilde;o se diferencia de nenhum outro trabalhador. O que &eacute; diferente &eacute; o ambiente de trabalho e o tipo de relacionamento interpessoal, que s&oacute; existente entre patr&atilde;o e empregada<\/em>&rdquo;, explica Gl&aacute;ucio Costa.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&ldquo;<em>Chame a empregada em particular, converse sobre o acontecido e fale francamente sobre o que n&atilde;o gostou. Mostre a ela o erro cometido e a oriente para fazer o certo. Muitas vezes, ela erra sem saber<\/em>&rdquo;, afirma Dacruz Nery, ex-empregada dom&eacute;stica e hoje empres&aacute;ria.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Muitos se perguntam se &eacute; certo descontar do sal&aacute;rio da funcion&aacute;ria objetos quebrados. Nesse caso, o bom senso do empregador tamb&eacute;m entra em jogo. Se for um objeto com alto valor afetivo ou algo muito caro, o patr&atilde;o deve avaliar se deve descontar ou n&atilde;o do sal&aacute;rio da empregada, mas se for um copo, por exemplo, pode ser um dano desconsiderado.  &ldquo;Particularmente, n&atilde;o concordo. Acho que a empregada n&atilde;o quebra intencionalmente, a n&atilde;o ser que seja comprovado o contr&aacute;rio&rdquo;, afirma Dacruz Nery.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Presentes<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nPresentear a empregada em uma data especial &eacute; uma demonstra&ccedil;&atilde;o de carinho e considera&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida, mas isso n&atilde;o deve ser feito como uma tentativa de impedir que a funcion&aacute;ria troque de emprego. Se voc&ecirc; quis faz&ecirc;-lo, n&atilde;o &eacute; justo que cobre uma recompensa futura. Qualquer pessoa tem a liberdade de seguir outro caminho profissional.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Dar objetos usados, como roupas, panelas e outros utens&iacute;lios dom&eacute;sticos, pode ser uma forma de ajudar, mas o bom senso &eacute; sempre importante. Avalie se o objeto est&aacute; em boas condi&ccedil;&otilde;es de uso e pergunte se a empregada tem interesse. Isso demonstra respeito e educa&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&ldquo;<em>Para isso, n&atilde;o existe regra. Um presente pode agradar ou ofender. Pessoalmente, para citar dois exemplos, n&atilde;o vejo problemas em presente&aacute;-las em datas como anivers&aacute;rios(<span style=\"font-family: Arial;\">inclusive de filhos<\/span>) e no Natal. Lembro, por&eacute;m, que o valor do presente deve ser levado em considera&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, dar presentes comprados em lojas tipo R$ 1,99 pode gerar um sentimento de inferioridade ou desrespeito. Outro fator que deve ser levado em considera&ccedil;&atilde;o &eacute; o gosto pessoal da empregada, assim voc&ecirc; n&atilde;o corre o risco de dar algo que n&atilde;o vai agrad&aacute;-la<\/em>&rdquo;, diz Gl&aacute;ucio Costa, propriet&aacute;rio de uma empresa que seleciona empregados dom&eacute;sticos.<\/p>\n<p>\n<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><br \/>\nPRINCIPAIS RECLAMA&Ccedil;&Otilde;ES<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: small;\"><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Queixas frequentes de contratantes e funcion&aacute;rias*:<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"font-family: Arial;\"><br \/>\nPrincipais reclama&ccedil;&otilde;es dos contratantes<\/span><\/strong><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p>&#8211; M&aacute; forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica(<span style=\"font-family: Arial;\">incompat&iacute;vel com a exig&ecirc;ncia salarial<\/span>)<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Pouco apego ao trabalho(<span style=\"font-family: Arial;\">abandonam o emprego ao receber uma proposta<\/span>)<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Dificuldade em trabalhar com planejamento e rotinas<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Resist&ecirc;ncia &agrave;s ordens e orienta&ccedil;&otilde;es Ac&uacute;mulo de fun&ccedil;&otilde;es, como cuidar de crian&ccedil;as ou animais<\/p>\n<p>&#8211; Excesso de faltas e atrasos<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Pouco interesse em fazer cursos de aperfei&ccedil;oamento<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Resist&ecirc;ncia ao uso de uniformes<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Dificuldades para transmitir recados<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Pouco dom&iacute;nio das atividades(<span style=\"font-family: Arial;\">como lavar, passar, limpar e cozinhar<\/span>)<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Falar demais ao telefone<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Demonstrar forte envolvimento com religi&otilde;es e tentar convencer outros funcion&aacute;rios a aderir(<span style=\"font-family: Arial;\">da casa ou da vizinhan&ccedil;a<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><br \/>\nPrincipais reclama&ccedil;&otilde;es das empregadas dom&eacute;sticas<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p>&#8211; Patr&otilde;es que n&atilde;o compreendem que a empregada pode ficar doente<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Patr&otilde;es que servem comida diferente &agrave; empregada<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Ser sempre suspeita de qualquer sumi&ccedil;o<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Ac&uacute;mulo de fun&ccedil;&otilde;es, como cuidar de crian&ccedil;as ou animais<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Falta de respeito &agrave; jornada de trabalho<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Desrespeito aos hor&aacute;rios de descanso combinados<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Dificuldade para receber por horas extras e gozar f&eacute;rias<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Trabalhar informalmente(<span style=\"font-family: Arial;\">sem registro em carteira<\/span>)<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Terem bolsas revistadas e trabalhar vigiadas por c&acirc;meras<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Dificuldade em conseguir aumento salarial<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&#8211; Desinteresse dos patr&otilde;es em investirem em cursos de aperfei&ccedil;oamento profissional<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: x-small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><br \/>\n<em>* Gl&aacute;ucio Costa, diretor da Ag&ecirc;ncia Central de Empregos, que seleciona trabalhadores dom&eacute;sticos em S&atilde;o Paulo (SP).<\/em><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 10 minutos Quem contrata uma empregada dom&eacute;stica sempre tem uma lista de exig&ecirc;ncias. 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