{"id":5580,"date":"2011-10-26T00:00:00","date_gmt":"2011-10-27T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-10-26T00:00:00","modified_gmt":"2011-10-26T00:00:00","slug":"STF-considera-constitucional-exame-da-OAB","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2011\/10\/26\/STF-considera-constitucional-exame-da-OAB\/","title":{"rendered":"STF considera constitucional exame da OAB"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 11 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Bras&iacute;lia(DF) &#8211; <\/strong>A exig&ecirc;ncia de aprova&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via em exame da Ordem dos Advogados do Brasil(<span style=\"font-family: Arial;\">OAB<\/span>) para que bachar&eacute;is em direito possam exercer a advocacia foi considerada constitucional pelo Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal(<span style=\"font-family: Arial;\">STF<\/span>). Por unanimidade, os ministros negaram provimento ao Recurso Extraordin&aacute;rio(<span style=\"font-family: Arial;\">RE 603583<\/span>) que questionava a obrigatoriedade do exame. Como o recurso teve repercuss&atilde;o geral reconhecida, a decis&atilde;o nesse processo ser&aacute; aplicada a todos os demais que tenham pedido id&ecirc;ntico.<\/p>\n<p>\nA vota&ccedil;&atilde;o acompanhou o entendimento do relator, ministro Marco Aur&eacute;lio, no sentido de que a prova, prevista na Lei 8.906\/94(<span style=\"font-family: Arial;\">Estatuto da Advocacia<\/span>), n&atilde;o viola qualquer dispositivo constitucional. Conclu&iacute;ram desta forma os demais ministros presentes &agrave; sess&atilde;o: Luiz Fux, Dias Toffoli, C&aacute;rmen L&uacute;cia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Peluso.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O recurso foi proposto pelo bacharel Jo&atilde;o Antonio Volante, que colou grau em 2007, na Universidade Luterana do Brasil(<span style=\"font-family: Arial;\">Ulbra<\/span>), localizada em Canoas, no Rio Grande do Sul. No RE, ele afirmava que o exame para inscri&ccedil;&atilde;o na OAB seria inconstitucional, contrariando os princ&iacute;pios da dignidade da pessoa humana, da igualdade e do livre exerc&iacute;cio das profiss&otilde;es, entre outros.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Votos<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O relator do caso, ministro Marco Aur&eacute;lio, considerou que o dispositivo questionado do Estatuto da Advocacia n&atilde;o afronta a liberdade de of&iacute;cio prevista no inciso XIII, artigo 5&ordm;, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, conforme argumentava o bacharel em direito autor do recurso. Para o ministro, embora o referido comando constitucional impe&ccedil;a o Estado de opor qualquer tipo de embara&ccedil;o ao direito dos cidad&atilde;os de obter habilita&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica profissional, quando o exerc&iacute;cio de determinada profiss&atilde;o transcende os interesses individuais e implica riscos para a coletividade, &quot;<em>cabe limitar o acesso &agrave; profiss&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do interesse coletivo<\/em>&quot;. &quot;<em>O constituinte limitou as restri&ccedil;&otilde;es de liberdade de of&iacute;cio &agrave;s exig&ecirc;ncias de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional<\/em>&quot;, afirmou o ministro Marco Aur&eacute;lio, ao citar o pr&oacute;prio inciso XIII, artigo 5&ordm;, da Carta Magna, que prev&ecirc; para o livre exerc&iacute;cio profissional o respeito &agrave;s qualifica&ccedil;&otilde;es estabelecidas em lei.<\/p>\n<p>\nPrimeiro a seguir o voto do relator, o ministro Luiz Fux apontou que o exame da OAB caminha para a inconstitucionalidade se n&atilde;o forem criadas formas de tornar sua organiza&ccedil;&atilde;o mais pluralista. &quot;<em>Parece plenamente razo&aacute;vel que outros setores da comunidade jur&iacute;dica passem a ter assento nas comiss&otilde;es de organiza&ccedil;&atilde;o e nas bancas examinadoras do exame de Ordem, o que, ali&aacute;s, tende a aperfei&ccedil;oar o certame, ao proporcionar vis&atilde;o mais pluralista da pr&aacute;tica jur&iacute;dica<\/em>&quot;, disse.<\/p>\n<p>\nPara Fux, manter a elabora&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o do exame somente nas m&atilde;os de integrantes da OAB pode suscitar questionamentos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; observ&acirc;ncia, pela entidade, de princ&iacute;pios democr&aacute;ticos e republicanos. &quot;<em>Cumpre &agrave; OAB atender &agrave;s exig&ecirc;ncias constitucionais de legitima&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica da sua atua&ccedil;&atilde;o, que envolve, entre outros requisitos, a abertura de seus procedimentos &agrave; participa&ccedil;&atilde;o de outros seguimentos da sociedade<\/em>&quot;, reiterou. Para o ministro, a forma como o exame &eacute; produzido atualmente &eacute; uma &quot;<em>falha<\/em>&quot; que acarretar&aacute;, no futuro, &quot;<em>a efetiva inconstitucionalidade da disciplina do exame da OAB<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nAntes, por&eacute;m, ele afirmou que o exame em si &eacute; a medida adequada &agrave; finalidade a que se destina, ou seja, a &quot;<em>aferi&ccedil;&atilde;o da qualifica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica necess&aacute;ria ao exerc&iacute;cio da advocacia em car&aacute;ter preventivo, com vistas a evitar que a atua&ccedil;&atilde;o do profissional inepto cause preju&iacute;zo &agrave; sociedade<\/em>&quot;. Luiz Fux ressaltou que o desempenho da advocacia por um indiv&iacute;duo de forma&ccedil;&atilde;o deficiente pode causar preju&iacute;zo irrepar&aacute;vel e custar a um indiv&iacute;duo a sua liberdade, o im&oacute;vel em que reside ou a guarda de seus filhos.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>Por essas raz&otilde;es, existe justifica&ccedil;&atilde;o plaus&iacute;vel para a pr&eacute;via verifica&ccedil;&atilde;o da qualifica&ccedil;&atilde;o profissional do bacharel em direito para que possa exercer a advocacia. Sobreleva no caso interesse coletivo relevante na aferi&ccedil;&atilde;o da capacidade t&eacute;cnica do indiv&iacute;duo que tenciona ingressar no exerc&iacute;cio profissional das atividades privativas do advogado<\/em>&quot;, disse. Ele complementou que &quot;<em>fere o bom senso que se reconhe&ccedil;a &agrave; OAB a exist&ecirc;ncia de autoriza&ccedil;&atilde;o constitucional unicamente para o controle a posteriori da in&eacute;pcia profissional, restringindo sua atribui&ccedil;&atilde;o nesse ponto a mera atividade sancionat&oacute;ria<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nTamb&eacute;m acompanhando o relator, a ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia Antunes Rocha fez breves considera&ccedil;&otilde;es sobre a mat&eacute;ria. Ela frisou que o exame da OAB atende plenamente a regra constitucional que condiciona a liberdade ao trabalho ao atendimento de qualifica&ccedil;&otilde;es profissionais estabelecidas em lei(<span style=\"font-family: Arial;\">inciso XIII do artigo 5&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o<\/span>). O Estatuto da Advocacia, acrescentou ela, foi produzido coerentemente com o que a sociedade, em um Estado democr&aacute;tico, exige da OAB. A ministra afirmou ainda que os provimentos previstos no Estatuto(<span style=\"font-family: Arial;\">par&aacute;grafo 1&ordm; do artigo 8&ordm; da Lei 8.906\/94<\/span>) s&atilde;o necess&aacute;rios para regulamentar os exames. &quot;<em>O provimento foi a f&oacute;rmula encontrada para que a OAB pudesse, o tempo todo, garantir a atualidade da forma de qualifica&ccedil;&atilde;o a ser exigida<\/em>&quot;, disse.<\/p>\n<p>\nEm seguida, o ministro Ricardo Lewandowski disse que se aplica ao caso a chamada &quot;<em>teoria dos poderes<\/em>&quot;, desenvolvida em 1819 na Suprema Corte norte-americana. Reza essa tese que, quando se confere a um &oacute;rg&atilde;o estatal determinadas compet&ecirc;ncias, deve-se conferir-lhe, tamb&eacute;m, os meios para execut&aacute;-las.<\/p>\n<p>\nEm sintonia com essa teoria, portanto, conforme o ministro, o Estatuto da Ordem(<span style=\"font-family: Arial;\">Lei 8.906\/94<\/span>), com base no artigo 22, inciso XVI, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, ao regular o exerc&iacute;cio da advocacia, conferiu &agrave; OAB os poderes para que o fizesse mediante provimento.<\/p>\n<p>\nNo mesmo sentido, segundo ele, o artigo 44, inciso II, do Estatuto da Ordem &eacute; claro, ao atribuir &agrave; entidade a incumb&ecirc;ncia de &quot;<em>promover, com exclusividade, a representa&ccedil;&atilde;o, a defesa, a sele&ccedil;&atilde;o e a disciplina dos advogados em toda a Rep&uacute;blica Federativa do Brasil<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nPor seu turno, o ministro Ayres Britto destacou que o fato de haver, na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, 42 men&ccedil;&otilde;es &agrave; advocacia, &agrave; OAB e ao Conselho Federal da OAB j&aacute; marca a import&acirc;ncia da advocacia em sua fun&ccedil;&atilde;o de intermedi&aacute;ria entre o cidad&atilde;o e o Poder P&uacute;blico.<\/p>\n<p>\nEle citou, entre tais passagens constitucionais, o artigo 5&ordm;, inciso XIII, que disp&otilde;e ser livre o exerc&iacute;cio de qualquer trabalho, atendidas as qualifica&ccedil;&otilde;es profissionais que a lei estabelecer. Portanto, segundo  Ayres  Britto, o dispositivo faz uma mescla de liberdade com preocupa&ccedil;&atilde;o social, que &eacute; justamente o que ocorre com o exame contestado no RE, pois, segundo o ministro, ele &eacute; &quot;<em>uma salvaguarda social<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nO ministro ressaltou, tamb&eacute;m, o artigo 133 da CF,  uma vez que esse dispositivo estabelece que o advogado &eacute; indispens&aacute;vel &agrave; administra&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a, sendo inviol&aacute;vel por seus atos e manifesta&ccedil;&otilde;es no exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o, nos limites da lei.<\/p>\n<p>\nTamb&eacute;m se manifestando pelo desprovimento do RE, o ministro Gilmar Mendes disse que a situa&ccedil;&atilde;o de reserva legal qualificada(<span style=\"font-family: Arial;\">o exame da OAB<\/span>) tem uma justificativa plena de controle. No seu entender, tal controle n&atilde;o lesa o princ&iacute;pio da proporcionalidade, porque o exame cont&eacute;m abertura bastante flex&iacute;vel, permitindo aos candidatos participarem de tr&ecirc;s exames por ano.<\/p>\n<p>\nQuanto &agrave;s cr&iacute;ticas sobre suposto descompasso entre o exame da OAB e os curr&iacute;culos das faculdades de direito, Gilmar Mendes disse acreditar que essa quest&atilde;o pode ser ajustada pela pr&oacute;pria OAB, em articula&ccedil;&atilde;o com o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, se for o caso.<\/p>\n<p>\nPara o decano da Corte, ministro Celso de Mello, &eacute; l&iacute;cito ao Estado impor exig&ecirc;ncias com &quot;<em>requisitos m&iacute;nimos<\/em>&quot; de capacidade, estabelecendo o atendimento de certas qualifica&ccedil;&otilde;es profissionais, que sejam condi&ccedil;&otilde;es para o regular exerc&iacute;cio de determinado trabalho, of&iacute;cio ou profiss&atilde;o. Segundo o ministro, as prerrogativas dos advogados traduzem meios essenciais destinados a proteger e amparar os &quot;<em>direitos e garantias<\/em>&quot; que o direito constitucional reconhece &agrave;s pessoas.<\/p>\n<p>\nAinda de acordo com o ministro Celso de Mello, a legitimidade constitucional do exame da ordem &eacute; &quot;<em>plenamente justificada<\/em>&quot;, principalmente por raz&otilde;es de interesse social. Para o decano, os direitos e garantias individuais e coletivas poder&atilde;o resultar frustrados se for permitido que pessoas &quot;<em>despojadas de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional<\/em>&quot; e &quot;<em>destitu&iacute;das de aptid&atilde;o t&eacute;cnica<\/em>&quot; &#8211; que s&atilde;o requisitos &quot;<em>afer&iacute;veis, objetivamente pela prova de sufici&ecirc;ncia ministrada pela Ordem dos Advogados do Brasil<\/em>&quot; &#8211; exer&ccedil;am a advocacia, finalizou o ministro, acompanhando integralmente o voto do relator.<\/p>\n<p>\nOs ministros Dias Toffoli e Cezar Peluso acompanharam integralmente o voto do relator.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Apoio<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, classificou como &quot;<em>uma vit&oacute;ria da cidadania brasileira<\/em>&quot; a decis&atilde;o desta quarta-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">26Outubro2011<\/span>) do Supremo Tribunal Federal, de que &eacute; constitucional o Exame de Ordem, aplicado nacionalmente pelo Conselho Federal da OAB como requisito para ingresso do bacharel em Direito na profiss&atilde;o de advogado. &quot;<em>Al&eacute;m de a advocacia ter sido contemplada com o reconhecimento de que a qualidade do ensino &eacute; fundamental na defesa do Estado Democr&aacute;tico de Direito, a cidadania &eacute; quem sai vitoriosa com essa decis&atilde;o un&acirc;nime do STF. Isso porque ela &eacute; a grande destinat&aacute;ria dos servi&ccedil;os prestados pelos advogados<\/em>&quot;, afirmou Ophir ao conceder entrevista ap&oacute;s as seis horas de julgamento da mat&eacute;ria em plen&aacute;rio, que teve como relator o ministro Marco Aur&eacute;lio de Mello.<\/p>\n<p>\nOphir explicou que a constata&ccedil;&atilde;o a que os nove ministros chegaram &eacute; a de que, em raz&atilde;o da baixa qualidade do ensino jur&iacute;dico no pa&iacute;s, o Exame de Ordem &eacute; fundamental tanto para incentivar os bachar&eacute;is a estudar mais quanto para for&ccedil;ar as institui&ccedil;&otilde;es de ensino a melhorarem a forma&ccedil;&atilde;o oferecida. Segundo Ophir, quem mais ganha com isso &eacute; a sociedade. &quot;<em>Precisamos ter o cidad&atilde;o brasileiro bem defendido por um profissional muito qualificado. O advogado &eacute; fundamental para que a Justi&ccedil;a brasileira seja esse pilar da democracia, porque a Justi&ccedil;a &eacute; um direito compar&aacute;vel &agrave; sa&uacute;de, &agrave; vida, &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e &agrave; seguran&ccedil;a<\/em>&quot;, afirmou. &quot;<em>Por isso o STF deu a melhor interpreta&ccedil;&atilde;o ao julgar em favor da sociedade brasileira tendo em vista a qualidade que se quer para a defesa dos direitos neste pa&iacute;s<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nQuestionado no que a decis&atilde;o do STF mudar&aacute; o Exame de Ordem, o presidente da OAB afirmou que nada muda. No entanto, a decis&atilde;o faz crescer a responsabilidade da entidade no sentido de trabalhar para aperfei&ccedil;oar o Exame de Ordem. &quot;<em>Trabalharemos mais para que o exame seja cada vez mais justo, capaz de aferir as condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas e a capacita&ccedil;&atilde;o daqueles que desejam ingressar na advocacia<\/em>&quot;, finalizou.<\/p>\n<p>\nA tese de inconstitucionalidade do Exame, apresentada no Recurso Extraordin&aacute;rio(<span style=\"font-family: Arial;\">RE<\/span>) 603583, foi rejeitada pelos nove ministros que participaram do julgamento &#8211; Marco Aurelio de Mello, Luiz Fux, Dias Toffoli, C&aacute;rmen L&uacute;cia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso. A sustenta&ccedil;&atilde;o oral no plen&aacute;rio do STF foi feita por Ophir Cavalcante. Acompanharam a vota&ccedil;&atilde;o toda a diretoria da OAB Nacional, o coordenador do Col&eacute;gio de Presidentes de Seccionais da entidade, Omar Melo, e v&aacute;rios conselheiros federais da OAB.<\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: x-small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><em>* Com STF e OAB Federal.<\/em><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exame de ordem continua obrigat\u00f3rio para os graduados em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[25],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5580"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5580"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5580\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5580"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5580"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5580"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}