{"id":6138,"date":"2012-02-27T00:00:00","date_gmt":"2012-02-28T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-02-27T00:00:00","modified_gmt":"2012-02-27T00:00:00","slug":"Planta-pesquisada-no-CCS-da-UFPB-vai-virar-remedio-contra-asma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2012\/02\/27\/Planta-pesquisada-no-CCS-da-UFPB-vai-virar-remedio-contra-asma\/","title":{"rendered":"Planta pesquisada no CCS da UFPB vai virar rem\u00e9dio contra asma"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 11 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><em><span style=\"font-size: small;\"><br \/>\nEstudo foi tema do Globo Rep&oacute;rter da &uacute;ltima sexta-feira(24Fevereiro2012).<\/span><\/em><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211;<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> A Universidade Federal da Para&iacute;ba &#8211; UFPB, atrav&eacute;s do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de &#8211; CCS e do Laborat&oacute;rio de Tecnologia Farmac&ecirc;utica det&eacute;m a patente sobre  fabrica&ccedil;&atilde;o de medicamento para combater a asma e outras patologias do trato respirat&oacute;rio. Na &uacute;ltima sexta-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">24Fevereiro2012<\/span>), o Globo Rep&oacute;rter exibiu reportagem sobre plantas medicinais, incluindo a planta &lsquo;<em>Orelha de On&ccedil;a<\/em>&rsquo; pesquisada pela UFPB desde a d&eacute;cada de 1980. A previs&atilde;o &eacute; de que no in&iacute;cio de 2013 o ch&aacute; da planta medicinal esteja &agrave; venda no mercado.<\/p>\n<p>\nO nome cient&iacute;fico da planta &eacute; Cissampelos sympodialis(<span style=\"font-family: Arial;\">MENISPERMACEAE<\/span>), encontrada no semi-&aacute;rido da Para&iacute;ba e de todo o Nordeste, al&eacute;m de Minas Gerais, utilizada no tratamento de asma, resfriados, bronquite e renite al&eacute;rgica.  A Orelha de On&ccedil;a, Milona ou Abuteira, h&aacute; 25 anos &eacute; estudada no Laborat&oacute;rio de Tecnologia Farmac&ecirc;utica da Universidade Federal da Para&iacute;ba &#8211; UFPB, e est&aacute; prestes a virar rem&eacute;dio. Ela &eacute; mais eficiente que os produtos qu&iacute;micos. Cerca de 15 professores e alunos de Gradua&ccedil;&atilde;o e P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o est&atilde;o empenhados nas pesquisas.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" height=\"311\" src=\"\/UserFiles\/Image\/saude\/profa_doutora_margareth_de_fatima_formiga_melo_diniz_pesquisadora_diretora_ccs_ufpb_465.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Muito usada por populares a planta foi trazida pela primeira vez para o Laborat&oacute;rio de Tecnologia Farmac&ecirc;utica da UFPB pela ent&atilde;o mestranda do curso de Farmacologia, Margareth de F&aacute;tima Formiga Melo Diniz, hoje diretora do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de(<span style=\"font-family: Arial;\">CCS<\/span>), da universidade. Ela revela que trouxe as primeiras mudas da planta da cidade de Sousa. &ldquo;<em>A minha tese de doutorado foi inclusive com esta planta, avaliando a toxicidade, de acordo com as normas da ANVISA. A popula&ccedil;&atilde;o usa principalmente as ra&iacute;zes, por&eacute;m foi demonstrada que as folhas t&ecirc;m igual potencial terap&ecirc;utico e mais baixa toxicidade, por isso estamos trabalhando com as folhas, o que evita a extin&ccedil;&atilde;o da planta<\/em>&rdquo;, declara Margareth Diniz<strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto acima<\/span><\/span>)<\/strong>.<\/p>\n<p>\nA professora, em 1984, entrevistou em Sousa v&aacute;rios populares que j&aacute; faziam uso da raiz da planta e estimulada por seu orientador no Mestrado de Farmacologia, o professor indiano Thomaz George, trouxe as primeiras mudas da planta. Os estudos se concentraram nas folhas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Uso popular<\/span><\/span><\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">A curiosidade cient&iacute;fica surgiu do uso popular. Os moradores do interior da Para&iacute;ba, h&aacute; muitas e muitas gera&ccedil;&otilde;es, utilizam a raiz da planta no tratamento da asma e de outras doen&ccedil;as respirat&oacute;rias. Mas os pesquisadores descobriram que as folhas cont&ecirc;m os princ&iacute;pios ativos semelhantes. Melhor para a natureza, porque ao utilizar a raiz, os moradores acabavam matando a planta, e isso n&atilde;o vai ser mais necess&aacute;rio. Al&eacute;m disso, as folhas possuem outra vantagem.<\/p>\n<p>\nS&atilde;o menos t&oacute;xicas do que a raiz, o que &eacute; um sinal animador para o tratamento de pacientes. Falta pouco para a milona virar rem&eacute;dio. V&aacute;rios estudos foram realizados para comprovar a efic&aacute;cia terap&ecirc;utica. O extrato da planta j&aacute; foi testado em animais, como determina a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria(<span style=\"font-family: Arial;\">Anvisa<\/span>). O resultado foi surpreendente: os pesquisadores descobriram que a planta, al&eacute;m de tratar os pacientes com asma, tamb&eacute;m &eacute; eficaz no combate &agrave;s &uacute;lceras g&aacute;stricas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" height=\"311\" src=\"\/UserFiles\/Image\/saude\/reinaldo_nobrega_de_almeida_prof_doutor_vice_diretor_ccs_ufpb_465.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Outra surpresa durante os testes: a milona apresentou atividade antidepressiva nos camundongos. &ldquo;<em>Seria interessante, porque tem casos que tem pessoas que t&ecirc;m asma que tamb&eacute;m est&atilde;o sofrendo de depress&atilde;o, ent&atilde;o seria at&eacute; uma forma de utilizar o &uacute;nico tratamento com as duas finalidades<\/em>&quot;, avalia o professor Reinaldo N&oacute;brega de Almeida, pesquisador e Vice Diretor do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto acima<\/span><\/span>)<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">.<\/p>\n<p>\nMas nada se compara ao poder da planta para o tratamento da asma. Os pesquisadores comprovaram que a milona tem duas poderosas a&ccedil;&otilde;es: &eacute; anti-inflamat&oacute;ria e antial&eacute;rgica &#8211; um al&iacute;vio e tanto para os pacientes asm&aacute;ticos, j&aacute; que a asma &eacute; uma doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica das vias a&eacute;reas e, na maioria das vezes, &eacute; desencadeada por processos al&eacute;rgicos. &quot;<em>A planta diminui a produ&ccedil;&atilde;o de muco. Em um animal tratado com a planta a gente p&ocirc;de ver claramente a diminui&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de muco<\/em>&quot;, afirma M&aacute;rcia Regina Piuvezam<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">, pesquisadora do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da UFPB.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" height=\"311\" src=\"\/UserFiles\/Image\/saude\/marcia_regina_piuvezam_pesquisadora_ccs_ufpb_465.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Outra descoberta: o extrato de milona produziu resultados melhores do que o uso de cortic&oacute;ides. &quot;<em>Se a gente comparar, temos aqui uma melhor resposta com a planta do que com o pr&oacute;prio corticoide<\/em>&quot;, acrescenta a pesquisadora <\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">M&aacute;rcia Regina Piuvezam<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto acima<\/span><\/span>)<\/strong><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">. Isso significa que a planta foi mais eficaz do que os produtos qu&iacute;micos dispon&iacute;veis no mercado.<\/p>\n<p>\nDepois dos animais, os pesquisadores v&atilde;o testar a milona nos pacientes com asma. Eles pretendem fabricar o rem&eacute;dio em forma de xarope para as crian&ccedil;as e em c&aacute;psulas para os adultos.<\/p>\n<p>\nA fabrica&ccedil;&atilde;o de um medicamento a partir de uma planta medicinal pode levar v&aacute;rios anos e passa por uma s&eacute;rie de etapas. Enquanto desenvolvem um produto que ser&aacute; vendido nas farm&aacute;cias, os pesquisadores testaram um jeito mais simples de usar a milona para combater a asma: em forma de sach&ecirc;, pronto para virar ch&aacute;. Tomando o ch&aacute;, duas vezes ao dia, os pacientes melhoraram e as crises de asma diminu&iacute;ram.<\/p>\n<p>\nConhecedor das plantas medicinais e respons&aacute;vel pelo cultivo da milona nos canteiros que abastecem o centro de pesquisas, o jardineiro Jos&eacute; Francisco dos Santos se impressionou com a milona e conhece um jeito mais simples de combater a asma. &quot;<em>O correto &eacute; ferver a &aacute;gua, colocar em uma x&iacute;cara cheinha, botar quatro folhinhas dentro e abafar. Quando tiver morno, &eacute; s&oacute; entornar. &Eacute; um santo rem&eacute;dio<\/em>&quot;, conta. Disso, nem os pesquisadores duvidam.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Reportagem<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">O Globo Rep&oacute;rter gravou a reportagem no m&ecirc;s de novembro passado, com a rep&oacute;rter Beatriz Castro. De acordo com Margareth Diniz a efic&aacute;cia da Orelha de On&ccedil;a j&aacute; foi comprovada em animais e testada no ser humano. Falta a complementa&ccedil;&atilde;o das pesquisas nas pessoas para o registro ser oficializado na Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria &#8211; Anvisa. Professores de v&aacute;rias &aacute;reas do conhecimento tamb&eacute;m se interessaram em estudar a planta, a exemplo das &aacute;reas de biologia, qu&iacute;mica, agronomia. O agr&ocirc;nomo Fernando Viana &eacute; quem planta a Orelha de On&ccedil;a e fornece o material para as pesquisas.<\/p>\n<p>\nA planta Orelha de On&ccedil;a cresce em abund&acirc;ncia no semi-&aacute;rido da Para&iacute;ba e veio pela primeira vez da fazenda Riach&atilde;o munic&iacute;pio de Sousa para ser estudada cient&iacute;ficamente no Laborat&oacute;ro de Tecnologia Farmac&ecirc;utica. &ldquo;<em>H&aacute; mais de 25 anos esta planta vem sendo estudada por v&aacute;rios pesquisadores, do ponto de vista, bot&acirc;nico, qu&iacute;mico, farmacol&oacute;gico, toxicol&oacute;gico, controle de qualidade, farmacot&eacute;cnico e imunol&oacute;gico. Esses estudos geraram mais de vinte disserta&ccedil;&otilde;es\/teses para o Programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Produtos Naturais e Sint&eacute;ticos Bioativos do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de(<span style=\"font-family: Arial;\">CCS<\/span>), da UFPB<\/em>&rdquo;, destaca Margareth Diniz.<\/p>\n<p>\nA pesquisadora revela que grandes laborat&oacute;rios farmac&ecirc;uticos est&atilde;o interessados em produzir o medicamento mas os pesquisadores torcem para que a fabrica&ccedil;&atilde;o do rem&eacute;dio seja feita por laborat&oacute;rios p&uacute;blicos. Os estudos v&atilde;o se aprofundar com a participa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias outras universidades, destaca Margareth.<\/p>\n<p>\nDe acordo com a diretora do CCS h&aacute; um primeiro relato popular feito ao pneumologista Dr. Beltr&atilde;o, que mesmo em contato com fatores que desencadeiam a asma, as pessoas em uso do ch&aacute; das ra&iacute;zes, n&atilde;o desencadearam crise asm&aacute;tica. &rdquo;<em>Hoje trabalhamos com as folhas desta planta, que &eacute; uma trepadeira e cresce facilmente, inclusive eu trouxe as mudas da cidade de Sousa e hoje, no horto do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o temos em grande quantidade<\/em>&rdquo;, conclui a Doutora em Produtos Naturais e Sint&eacute;ticos Bioativos.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: large;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Pesquisadora<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<a href=\"http:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4783487A8\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\"><strong><img decoding=\"async\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/saude\/profa_doutora_margareth_de_fatima_formiga_melo_diniz_diretora_ccs_ufpb_465.jpg\" alt=\"\" \/><br \/>\nMargareth de F&aacute;tima Formiga Melo Diniz<\/strong><\/span><\/a> &eacute; Graduada em Farm&aacute;cia Habilita&ccedil;&atilde;o III(<span style=\"font-family: Arial;\">1981<\/span>) e Medicina(<span style=\"font-family: Arial;\">1987<\/span>) pela Universidade Federal da Para&iacute;ba, tem mestrado e doutorado em Produtos Naturais e Sint&eacute;ticos Bioativos pela Universidade Federal da Para&iacute;ba(<span style=\"font-family: Arial;\">2000<\/span>) e p&oacute;s-doutorado pela Rede Nordeste de Biotecnologia &#8211; RENORBIO.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Pr&ecirc;mios e t&iacute;tulos<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<strong>2011<\/strong>\tT&iacute;tulo de Reconhecimento Ma&ccedil;&ocirc;nico, Grande Oriente do Brasil.<\/p>\n<p>\n<strong>2010<\/strong>\tDIPLOMA DO M&Eacute;RITO FARMAC&Ecirc;UTICO, Conselho Regional de Farm&aacute;cia da Para&iacute;ba.<\/p>\n<p>\n<strong>2010<\/strong>\tCERT DE HONRA AO M&Eacute;RITO pelo Trabalho &quot;<em>Estudo Toxicol&oacute;gico subcr&ocirc;nico de Hidroxidiidrocarvona<\/em>&#8230;&quot;, FeSBE 2010(<span style=\"font-family: Arial;\">Federa&ccedil;&atilde;o de Sociedades de Biologia Experimental<\/span>).<\/p>\n<p>\n<strong>2010<\/strong>\tMen&ccedil;&atilde;o Honrosa &#8211; pelo trabalho Toxicity of trachylobane-360 in sarcoma 180-bearing mice: a histophatological analysis, XXI Simp&oacute;sio de Plantas Medicinais do Brasil.<\/p>\n<p>\n<strong>2010<\/strong>\tTOXICITY OF TRACHYLOBANE&amp;#8208;360 IN SARCOMA 180&amp;#8208;BEARING MICE: A HISTOPATHOLOGICAL ANALYSIS, XXI SIMP. DE PLANTAS MED. DO BRASIL 2010.<\/p>\n<p>\n<strong>2009<\/strong>\tVoto de Aplausos, Assembl&eacute;ia Legislativa- Casa de Epit&aacute;cio.<\/p>\n<p>\n<strong>2008<\/strong>\tCOMENDA DO M&Eacute;RITO FARMAC&Ecirc;UTICO BRASILEIRO, Conselho Federal de Farm&aacute;cia.<\/p>\n<p>\n<strong>2008<\/strong>\tVoto de Aplausos, DEPARTAMENTO DE CI&Ecirc;NCIAS FARMAC&Ecirc;UTICAS.<\/p>\n<p><strong><br \/>\n2007<\/strong>\tT&iacute;tulo: Plantas Utilizadas Popularmente por Diab&eacute;ticos, UFPB &#8211; Pr&oacute;-Reitoria de Gradua&ccedil;&atilde;o &#8211; In: X ENCONTRO DE INIC. &Agrave; DOC&Ecirc;NCIA.<\/p>\n<p><strong><br \/>\n2007<\/strong>\tPR&Ecirc;MIO DE QUALIDADE E INOVA&Ccedil;&Atilde;O CIENT&Iacute;FICA DR. ANDR&Eacute; CAV&Eacute;- Atividade de &oacute;leos esssenciais contra agentes etiol&oacute;gicos da conjuntivite bacteriana simples(<span style=\"font-family: Arial;\">Painel<\/span>), UFPB &#8211; LAB. DE QU&Iacute;MICA DE PRODUTOS NATURAIS &#8211; ANVISA &#8211; II NATURE &#8211; Simp&oacute;sio Internacional.<\/p>\n<p>\n<strong>2006<\/strong>\tAvalia&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o hipoglicemiante da Cissus sicyoides em paciente intolerantes &agrave; glicose(<span style=\"font-family: Arial;\">PREMIADO<\/span>), Assessoria de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o da UFPB\/CCS.<br \/>\n2005\tDIPLOMA DE S&Oacute;CIO HONOR&Aacute;RIO, Rotary Club Jo&atilde;o Pessoa Norte.<\/p>\n<p>\n<strong>2005<\/strong>\tPrograma de Educa&ccedil;&atilde;o Tutorial(PET): suas contribui&ccedil;&otilde;es para o aprimoramento do ensino &#8211; (<span style=\"font-family: Arial;\">Painel<\/span>), Pr&oacute;-Reitoria de Gradua&ccedil;&atilde;o da UFPB(<span style=\"font-family: Arial;\">IX ENC. DE INICIA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; DOC&Ecirc;NCIA<\/span>).<\/p>\n<p>\n<strong>2005<\/strong>\tIntera&ccedil;&atilde;o entre medicamentos e alimentos: uma breve revis&atilde;o &#8211; (Painel), Pr&oacute;-Reitoria de Gradua&ccedil;&atilde;o da UFPB(<span style=\"font-family: Arial;\">IX ENC. DE INICIA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; DOC&Ecirc;NCIA<\/span>).<\/p>\n<p>\n<strong>2004<\/strong>\tT&iacute;tulo de Cidad&atilde; Pessoense, C&acirc;mara Municipal de Jo&atilde;o Pessoa &#8211; Casa Napole&atilde;o Laureano.<\/p>\n<p>\n<strong>2004<\/strong>\tProfessor do semestre 2003.1, Centro acad&ecirc;mico de Medicina.<\/p>\n<p>\n<strong>2004<\/strong>\tPr&ecirc;mio de Inicia&ccedil;&atilde;o a Doc&ecirc;ncia, Pr&oacute;-Reitoria de Gradua&ccedil;&atilde;o da UFPB.<\/p>\n<p>\n<strong>2003<\/strong>\tPr&ecirc;mio, UFPB &#8211; Pr&oacute;-Reitoria de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o e Pesquisa.<\/p>\n<p>\n<strong>2003<\/strong>\tSegundo melhor trabalho apresentado no I Encontro Estudantil dos Estudantes de Fitoterapia, Universidade Federal da Para&iacute;ba\/Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas\/Faculdade de Enfermagem Santa Em&iacute;lia.<\/p>\n<p>\n<strong>2003<\/strong>\tMelhor trabalho apresentado no I Encontro Estudantil dos Estudantes de Fitoterapia, Universidade Federal da Para&iacute;ba\/Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas\/Faculdade de Enfermagem Santa Em&iacute;lia.<\/p>\n<p>\n<strong>2002<\/strong>\tInicia&ccedil;&atilde;o &agrave; Docencia(<span style=\"font-family: Arial;\">Atividades de Inic. &agrave; Doc&ecirc;ncia Desenv&#8230;<\/span>), Pr&oacute;-Reitoria de Extens&atilde;o e Assuntos Comunit&aacute;rios &#8211; UFPB.<\/p>\n<p>\n<strong>2002<\/strong>\tInicia&ccedil;&atilde;o &agrave; Doc&ecirc;ncia(<span style=\"font-family: Arial;\">Atividades de Extens&atilde;o do PET&#8230;<\/span>), Pr&oacute;-Reitoria de Extens&atilde;o e Assuntos Comunit&aacute;rios &#8211; UFPB.<br \/>\n<strong><\/p>\n<p>1999<\/strong>\tPr&ecirc;mio Jovem Pesquisador de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica, Universidade Federal da Para&iacute;ba.<\/p>\n<p>\n<strong>1999<\/strong>\tVoto de Aplauso, C&acirc;mara Municipal de Jo&atilde;o Pessoa.<br \/>\n<strong><\/p>\n<p>1996<\/strong>\tPr&ecirc;mio Jovem Pesquisador de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica, Universidade Federal da Para&iacute;ba.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professora Doutora Margareth de Fatima Formiga Melo Diniz &#8211; Diretora do Centro de Ci\u00eancias da Sa\u00fade da UFPB.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[29],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6138"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6138"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6138\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6138"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}