{"id":6477,"date":"2012-07-16T00:00:00","date_gmt":"2012-07-16T00:01:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-07-16T00:00:00","modified_gmt":"2012-07-16T00:00:00","slug":"Medicos-terao-frequencia-controlada-por-chips","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2012\/07\/16\/Medicos-terao-frequencia-controlada-por-chips\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicos ter\u00e3o frequ\u00eancia controlada por chips"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 3 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nMesquita(RJ) &#8211; <\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">No jaleco, estetosc&oacute;pio, aparelho de medir press&atilde;o, term&ocirc;metro e chip. Sim, na rec&eacute;m-inaugurada UPA de Mesquita, m&eacute;dicos carregam sob a roupa um microchip que monitora seus passos. E n&atilde;o s&atilde;o apenas eles. Todos os profissionais de sa&uacute;de andam com chip na roupa. Sensores espalhados em v&aacute;rios pontos da unidade detectam quem sai e quem entra, ajudando no controle da frequ&ecirc;ncia e, principalmente, da perman&ecirc;ncia. Em 90 dias, a previs&atilde;o &eacute; a de que tudo por ali, desde rem&eacute;dios e seringas a material de limpeza, esteja &ldquo;<em>chipado<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>Em 2009, ousamos quando colocamos o ponto biom&eacute;trico e estamos ousando novamente agora colocando o chip para monitorar frequ&ecirc;ncia e perman&ecirc;ncia na UPA, al&eacute;m de controlar patrim&ocirc;nio. Nossa preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; com a popula&ccedil;&atilde;o, para que ela n&atilde;o seja desassistida. Vamos implantar todos os mecanismos de controle necess&aacute;rios para a popula&ccedil;&atilde;o ter atendimento ainda melhor<\/em>&quot;, disse o secret&aacute;rio estadual de Sa&uacute;de, S&eacute;rgio C&ocirc;rtes, durante a inaugura&ccedil;&atilde;o da unidade, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira.<\/p>\n<p>\nO sistema, que ser&aacute; instalado tamb&eacute;m nas UPAs de Queimados e Nova Igua&ccedil;u I(<span style=\"font-family: Arial;\">Cabu&ccedil;u<\/span>) e II(<span style=\"font-family: Arial;\">Tr&ecirc;s Cora&ccedil;&otilde;es<\/span>), permitir&aacute; ainda um acompanhamento mais efetivo dos protocolos de higiene, a fim de reduzir a infec&ccedil;&atilde;o hospitalar. Isso porque, se o profissional de sa&uacute;de passar por uma das portas da UPA vestindo jaleco, o sensor apitar&aacute; e acender&aacute; uma luz vermelha, sinalizando que ele deve retir&aacute;-lo para ir &agrave; rua.<\/p>\n<p>\nAl&eacute;m dos jalecos, os len&ccedil;&oacute;is j&aacute; est&atilde;o monitorados. Nesta segunda etapa, artigos de limpeza receber&atilde;o chips. &quot;<em>Material de limpeza usado na sala vermelha, onde est&atilde;o pacientes graves, n&atilde;o pode ser levado para outras &aacute;reas. Evita contamina&ccedil;&atilde;o. Se o balde entrar na &aacute;rea errada, o sensor apita &#8211; explica Carlos Antonio da Silva, gerente de tecnologia da Atro Rio Service, empresa que instalou o sistema na UPA<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nO enfermeiro Tiago Alan Ferraz de Souza, de 21 anos, aprova o sistema e n&atilde;o se importa em ser rastreado: &quot;<em>Na verdade, nem lembro que h&aacute; um chip na minha roupa. Se chego pr&oacute;ximo da porta e o sensor come&ccedil;a a apitar, custo a lembrar que &eacute; o meu chip. Acho o sistema bom porque evita sumir material. J&aacute; trabalhei em unidades onde desaparecia tudo<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nNa quarta-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">11Julho2012<\/span>), Tiago Oliveira, de 27 anos, reclamava da demora de quase quatro horas para o irm&atilde;o ser atendido na UPA de Mesquita, mas gostou de saber que os m&eacute;dicos s&atilde;o monitorados: &quot;<em>Pelo menos, o m&eacute;dico que faltar vai ser descontado ou punido. Vemos muito descaso com os pacientes<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>A TECNOLOGIA<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO sistema de identifica&ccedil;&atilde;o por radiofrequ&ecirc;ncia, RFID(<span style=\"font-family: Arial;\">na sigla, em ingl&ecirc;s<\/span>), l&ecirc; a informa&ccedil;&atilde;o gravada no chip. Esses dados gravados criam o DNA do jaleco, dizem quantas vezes ele foi lavado, quem o est&aacute; vestindo naquele dia, se o portador pode deixar a unidade portando o uniforme.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nNa porta do almoxarifado, h&aacute; um leitor de digital. Quando o funcion&aacute;rio sai do setor, sensores fazem a baixa autom&aacute;tica do que foi retirado ou incluem o que foi deixado l&aacute;. O sistema cruza informa&ccedil;&otilde;es e mostra quem retirou o que.<\/p>\n<p>\nPara Fernando Pedroso, diretor m&eacute;dico do Instituto Data Rio, OS que  administra a UPA de Mesquita e as outras tr&ecirc;s j&aacute; previstas para receber o  sistema, esse controle d&aacute; mais seguran&ccedil;a ao planejamento do estoque de  medicamentos.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 3 minutos Mesquita(RJ) &#8211; No jaleco, estetosc&oacute;pio, aparelho de medir press&atilde;o, term&ocirc;metro e chip. 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