{"id":651,"date":"2005-05-17T00:00:00","date_gmt":"2005-05-17T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2020-07-25T14:09:53","modified_gmt":"2020-07-25T14:09:53","slug":"coremaspb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2005\/05\/17\/coremaspb\/","title":{"rendered":"Coremas(PB)"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 5 minutos<\/div><div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><\/p>\n<p>COREMAS &eacute; um munic&iacute;pio com uma popula&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 14.286 habitantes sendo, 6.859 do sexo masculino e 7.427 do sexo feminino.<\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\"><br \/>\nFaz parte do Estado da Para&iacute;ba, com cerca de 463 <\/span><span class=\"texto\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"color: red;\"><font><font color=\"#000000\"><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span><span style=\"color: red;\"><font color=\"#000000\"><span style=\"color: red;\"><font color=\"#000000\">km&sup2;<\/font><\/span><\/font><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> quadrados de &aacute;rea.<\/span><\/span><\/strong><\/font><\/font><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\"><strong><br \/>\nPossui uma densidade populacional de quase 30.86 habitantes por&nbsp;<\/strong><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><strong><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\"> <\/span><span class=\"texto\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"color: red;\"><font><font color=\"#000000\"><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span><span style=\"color: red;\"><font color=\"#000000\"><span style=\"color: red;\"><font color=\"#000000\">km&sup2;<\/font><\/span><\/font><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/font><\/font><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\"><strong> segundo dados do IBGE.<\/strong><\/span><strong><\/p>\n<p>Hist&oacute;ria<\/strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">A regi&atilde;o ocupada hoje pela cidade de Coremas foi habitada em seus prim&oacute;rdios por uma numerosa tribo ind&iacute;gena pertencente a na&ccedil;&atilde;o Cariri. Eram guerreiros valentes e destemidos e por muito tempo resistiram bravamente a entrada de brancos em seus dom&iacute;nios. O grupo de Oliveira L&ecirc;do, muitas vezes foi recha&ccedil;ados pelos &iacute;ndios.<\/p>\n<p>\nO Coronel Manuel de Ara&uacute;jo Carvalho sentindo a impossibilidade de domin&aacute;-los resolveu mudar de t&aacute;tica. Recebera ordens de Dom Jo&atilde;o de Alencastro, governador-geral, para pacific&aacute;-los e queria a todo custo cumpri-las. Servindo-se de tr&ecirc;s &iacute;ndios que foram capturados e dos quais tornaram-se amigos conseguiu avistar-se com o cacique da tribo e negociou uma paz honrosa para ambas as partes. O fato registrou-se fins do s&eacute;culo XVII. Da&iacute; em diante a regi&atilde;o come&ccedil;ou a ser habitada pelos fazendeiros colonizadores.<\/p>\n<p>\nA regi&atilde;o compreendida como Vale do rio Pianc&oacute;, come&ccedil;ou sua coloniza&ccedil;&atilde;o e seu povoamento nos finais do s&eacute;culo XVII, quando o famoso coronel Manuel de Ara&uacute;jo Carvalho, recebendo ordens do governador-geral D. Jo&atilde;o de Alencastro(<span style=\"font-family: Arial;\">1694-1702<\/span>), conseguiu, depois de muita ousadia e bravura, estabelecer uma pacifica&ccedil;&atilde;o com os valentes &iacute;ndios da tribo Coremas. Por&eacute;m, as lutas sangrentas que matavam os conquistadores das terras e os &iacute;ndios que nelas habitavam, s&oacute; come&ccedil;aram a diminuir no in&iacute;cio do s&eacute;culo XVIII, quando as principais tribos da regi&atilde;o: os Coremas e Panatis, que uniram-se e formaram um forte e organizado quartel para combater os invasores de suas terras, representado aqui pelos portugueses.Com a pacifica&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o do rio Pianc&oacute;, pode finalmente muitos dos fazendeiros,com grande coragem, destemor, e esp&iacute;rito aventureiro se fixarem em suas novas moradias nos long&iacute;nquos sert&otilde;es da Para&iacute;ba.<\/p>\n<p>\nOs fundadores de Coremas, s&atilde;o os fazendeiros e comerciantes: Jo&atilde;o Soares Evangelista, Manoel Gon&ccedil;alves Piranhas, Ant&ocirc;nio Moreira de Oliveira e Ant&ocirc;nio Lucas de Lacerda. Merecem, as honrarias por tal empreendimento, uma vez que em suas terras foram erguidas as primeiras casas na &aacute;rea onde hoje situa-se o n&uacute;cleo urbano. No entanto, Coremas tem sido indiferente com os seus leg&iacute;timos pioneiros.<\/p>\n<p>\nA cidade, sempre pertenceu ao munic&iacute;pio de Pianc&oacute;, aparecendo extra-oficialmente em 1910 nos documentos municipais, j&aacute; despontava com um total aproximado de 26 casas, muitas delas de taipas para moradias e um incipiente com&eacute;rcio. Oficialmente, surge em 1911, quando da divis&atilde;o administrativa do Brasil, configurando com o nome de &quot;<em>Curema<\/em>&quot; &#8211; distrito da cidade de Pianc&oacute;. O munic&iacute;pio teve sem d&uacute;vida, seu maior impulso populacional, com o in&iacute;cio da constru&ccedil;&atilde;o do maior a&ccedil;ude do Brasil, em meados de 1936, ocasi&atilde;o em que veio residir um contingente consider&aacute;vel de pessoas empregadas na obra.<\/p>\n<p>\nO pequeno povoado foi fundado com o nome de Boqueir&atilde;o do Curema, em virtude de sua localiza&ccedil;&atilde;o onde o rio Pianc&oacute; forma um boqueir&atilde;o. Hoje, neste local, encontra-se erguida a barragem, represando as &aacute;guas do maior a&ccedil;ude da Para&iacute;ba e 3&ordm; do Brasil.<\/p>\n<p>\nN&atilde;o existe uma data correta no limbo da hist&oacute;ria para afirmar quando ocorreu a funda&ccedil;&atilde;o da cidade de Coremas. A data hoje conhecida como &quot;Dia da Cidade&quot; &eacute; o 4 de abril, uma alus&atilde;o &agrave; data hist&oacute;rica da emancipa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da cidade, ocorrida em data de 4 de abril de 1954.<strong><br \/>\n<\/strong><\/span><strong><\/p>\n<p>\n<\/strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong>Geografia<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">O munic&iacute;pio est&aacute; inclu&iacute;do na &aacute;rea geogr&aacute;fica de abrang&ecirc;ncia do semi&aacute;rido brasileiro, definida pelo Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional em 2005[6]. Esta delimita&ccedil;&atilde;o tem como crit&eacute;rios o &iacute;ndice pluviom&eacute;trico, o &iacute;ndice de aridez e o risco de seca.<strong><br \/>\n<\/strong><\/span><strong><\/p>\n<p>\n<\/strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong>Agricultura<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Existe no munic&iacute;pio, uma atividade agr&iacute;cola baseada no plantio de culturas de subsist&ecirc;ncia tradicionais, como o feij&atilde;o, o arroz, o milho. O solo &eacute; considerado proveitoso, um tanto bom para a cultura agr&iacute;cola. Encontram-se ainda os problemas dram&aacute;ticos relacionados com as irregularidades das chuvas, pois h&aacute; anos bem chuvosos, intercalados com longas estiagens, causando reflexos direto na atividade agr&iacute;cola local. Os agricultores n&atilde;o possuem capital(dinheiro) para investir no setor produtivo, e ainda mais, utilizam t&eacute;cnicas rudimentares no preparo da terra, como as queimadas, conhecidas por todos como &quot;<em>brocagens<\/em>&quot;; n&atilde;o fazem uso de fertilizantes qu&iacute;micos, nem de m&aacute;quinas agr&iacute;colas modernas.<strong><br \/>\n<\/strong><\/span><strong><\/p>\n<p>\n<\/strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong>Hidrografia<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">&Eacute; marcante a presen&ccedil;a do rio Pianc&oacute; na regi&atilde;o, ele nasce na Serra Dona In&ecirc;s, em Concei&ccedil;&atilde;o, e banha in&uacute;meros munic&iacute;pios, conhecido como o famoso Vale do Pianc&oacute;, do qual Coremas faz parte. O rio Pianc&oacute; recebe a contribui&ccedil;&atilde;o dos seguintes rios ou riachos(<span style=\"font-family: Arial;\">seus afluentes<\/span>): pela margem direita, o riacho da Oiticica, riacho Santana, Piancozinho, rio Gravat&aacute; e o rio Genipapo; pela margem esquerda, o rio Santa Maria, riacho da Chatinha e da Cachoeira.<\/span><strong><\/p>\n<p><\/strong><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Filhos Ilustres<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Francisco Jozenilton Veloso: humorista, cartunista, radialista, nacionalmente conhecido pelo nome art&iacute;stico do humorista Shaolin, nascido em Coremas\/PB na data de 8 de maio de 1971.<\/span><br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"center\"><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><strong><u><font size=\"2\">Confira imagens da cidade de<\/font><\/u><\/strong><\/span><strong><u><font size=\"2\"> <font size=\"4\" color=\"#0000ff\">COREMAS(PB)<\/font><br \/>\n<\/font><\/u><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><u><font size=\"2\">Clique no link GALERIA 1&nbsp;(abaixo)<\/font><\/u><\/span><\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 5 minutos COREMAS &eacute; um munic&iacute;pio com uma popula&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 14.286 habitantes sendo, 6.859 do sexo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[22],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/651"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=651"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/651\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9157,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/651\/revisions\/9157"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=651"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=651"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=651"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}