{"id":6898,"date":"2012-12-07T00:00:00","date_gmt":"2012-12-07T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-12-07T00:00:00","modified_gmt":"2012-12-07T00:00:00","slug":"Estudos-identificam-capacidade-de-regeneracao-em-celulas-cardiacas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2012\/12\/07\/Estudos-identificam-capacidade-de-regeneracao-em-celulas-cardiacas\/","title":{"rendered":"Estudos identificam capacidade de regenera\u00e7\u00e3o em c\u00e9lulas card\u00edacas"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 2 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><em><strong>Estudos identificam capacidade de regenera&ccedil;&atilde;o em c&eacute;lulas card&iacute;acas. Pesquisas na revista &#8216;Nature&#8217; trazem nova esperan&ccedil;a para tratar doen&ccedil;as. Testes em roedores precisam ser refeitos em animais de grande porte. <\/strong><\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p>O cora&ccedil;&atilde;o humano tem uma capacidade limitada de se regenerar, mas um &quot;<span style=\"font-family: Arial;\">truque<\/span>&quot; da gen&eacute;tica pode mudar isso, segundo dois estudos publicados na revista cient&iacute;fica &quot;<em><span style=\"font-family: Verdana;\">Nature<\/span><\/em>&quot; desta quarta-feira (0<span style=\"font-family: Arial;\">4Dezembro2012<\/span>).<\/p>\n<p>\nAs pesquisas trazem uma nova perspectiva para o tratamento de doen&ccedil;as card&iacute;acas, que causam a morte de 17 milh&otilde;es de pessoas por ano em todo o mundo.<\/p>\n<p>\nOs autores do primeiro trabalho, do Hospital Brigham and Women e da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, ambos em Boston, nos EUA, acompanharam c&eacute;lulas do m&uacute;sculo card&iacute;aco de camundongos desde o nascimento.<\/p>\n<p>\nO pesquisador Richard Lee e colegas descobriram que uma pequena por&ccedil;&atilde;o dessas c&eacute;lulas &ndash;<em> menos de 1% <\/em>&ndash; &eacute; capaz de se regenerar normalmente. Ap&oacute;s um ataque do cora&ccedil;&atilde;o, essa quantidade sobe, mas para apenas 3%.<\/p>\n<p>\nDe acordo com o coautor Matthew Steinhauser, o fato de essas c&eacute;lulas espec&iacute;ficas existirem &eacute; animador e &eacute; o ponto no qual os cientistas devem se centrar para, quem sabe, fazer as c&eacute;lulas card&iacute;acas funcionarem melhor no futuro.<\/p>\n<p>\nO segundo estudo, conduzido no Centro Internacional de Engenharia Gen&eacute;tica e Biotecnologia, em Trieste, na It&aacute;lia, deu um passo al&eacute;m. O cientista Mauro Giacca e sua equipe usaram pequenos trechos de RNA &ndash; <em>respons&aacute;vel pela s&iacute;ntese de prote&iacute;nas nas c&eacute;lulas<\/em> &ndash;, chamados microRNAs, para estimular a regenera&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas do cora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\nA equipe rastreou centenas de microRNAs em camundongos e ratos e observou a capacidade deles de se proliferar. Os cientistas, ent&atilde;o, induziram ataques card&iacute;acos nos animais vivos e descobriram que dois microRNAs espec&iacute;ficos ajudaram a reconstruir os cora&ccedil;&otilde;es danificados para que voltassem a funcionar quase normalmente.<\/p>\n<p>\nDepois de dois meses, o tamanho da &aacute;rea de tecido morto foi reduzido pela metade, e a capacidade do cora&ccedil;&atilde;o em bombear sangue melhorou significativamente. &quot;Agora, os microRNAs precisam de novos testes em animais de grande porte, que sejam mais parecidos com os seres humanos&quot;, diz Giacca.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 2 minutos Estudos identificam capacidade de regenera&ccedil;&atilde;o em c&eacute;lulas card&iacute;acas. 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