{"id":7108,"date":"2013-01-29T00:00:00","date_gmt":"2013-01-29T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2013-01-29T00:00:00","modified_gmt":"2013-01-29T00:00:00","slug":"Crescimento-do-consumo-de-mandioca-anima-agricultor-paraibano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2013\/01\/29\/Crescimento-do-consumo-de-mandioca-anima-agricultor-paraibano\/","title":{"rendered":"Crescimento do consumo de mandioca anima agricultor paraibano"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 3 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<strong>Mamanguape(PB) &#8211; <\/strong>O mercado para os produtos derivados da mandioca est&aacute; em expans&atilde;o e os agricultores familiares do munic&iacute;pio de Mamanguape est&atilde;o interessados em ampliar a &aacute;reas de plantio. A estiagem fez aumentar a procura da mandioca para ra&ccedil;&atilde;o animal, fazendo com que o quilo da farinha tivesse um aumento em mais de 50%, estando sendo comercializado a R$ 6,00 nas feiras livres e nas mercearias.<\/p>\n<p>\nA Emater Para&iacute;ba, em um trabalho coordenado pelo Escrit&oacute;rio Regional de Jo&atilde;o Pessoa, est&aacute; orientando agricultores familiares da regi&atilde;o do Litoral para o cultivo de mandioca. Na &uacute;ltima quinta-feira(<span style=\"font-family: Arial\">24Janeiro2013<\/span>), por exemplo, foi promovido um Dia Especial sobre Produ&ccedil;&atilde;o de Mandioca, no s&iacute;tio Catol&eacute;, de Ant&ocirc;nio Felipe dos Santos, no munic&iacute;pio de Mamanguape.<\/p>\n<p>\nA cultura da mandioca tem elevada import&acirc;ncia social e econ&ocirc;mica para o agricultor familiar. &Eacute; uma cultura que proporciona uma sustentabilidade familiar, com gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda para todos os membros da fam&iacute;lia, evitando o &ecirc;xodo rural. A mandioca e seus derivados t&ecirc;m uma presen&ccedil;a di&aacute;ria na mesa do consumidor, independente da classe social.<\/p>\n<p>\nA Para&iacute;ba tem 130 munic&iacute;pios, com uma &aacute;rea de 25 mil hectares, onde a mandioca pode ser cultivada, afora os que trabalham com essa cultura em menor escala. O cultivo &eacute; predominante na agricultura familiar, representando 70% da produ&ccedil;&atilde;o paraibana da &aacute;rea plantada.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Mercado promissor<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Cultivando mandioca e macaxeira em uma &aacute;rea de dois hectares, mais da metade de seu s&iacute;tio, que mede 3,5 hectares, Ant&ocirc;nio Felipe sempre trabalhou com essa cultura. Ele disse estar animado com o mercado promissor para sua produ&ccedil;&atilde;o, mas demonstra preocupa&ccedil;&atilde;o porque faltam trabalhadores para contratar, tendo em vista que est&aacute; com 76 anos e, apesar de ser pai de 12 filhos, somente um mora na propriedade.<\/p>\n<p>\nAnt&ocirc;nio Felipe construiu a casa da farinha h&aacute; 20 anos, inicialmente de forma manual. Depois passou a utilizar energia el&eacute;trica para a moagem da mandioca, mas o formo continua funcionando com o uso de lenha, de maneira tradicional. &ldquo;<em>A terra &eacute; muito boa para o plantio. Usamos irriga&ccedil;&atilde;o por aspers&atilde;o e aqui plantamos outras culturais, como feij&atilde;o macassar, milho, batata-doce,banana, coco, e outros tipos de fruteiras que est&atilde;o nos garantindo, todas as semanas, alguma renda<\/em>&rdquo;, comentou.<\/p>\n<p>\nFeitos os descontos das despesas, Ant&ocirc;nio Felipe tem uma renda mensal com a comercializa&ccedil;&atilde;o de mandioca e outros produtos de seu s&iacute;tio variando entre R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00. &ldquo;<em>J&aacute; criamos vacas para produ&ccedil;&atilde;o de leite, mas estava muito dispendioso, n&atilde;o compensando mant&ecirc;-las<\/em>&rdquo;, informou.<\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>Mandioca &eacute; um bom neg&oacute;cio<\/em>&rdquo;, disse ele, opini&atilde;o partilhada com outros agricultores que estiveram em sua resid&ecirc;ncia para ouvir as palestras sobre a produ&ccedil;&atilde;o de mandioca e o seu aproveitamento na fabrica&ccedil;&atilde;o de produtos como tapioca, tapiocas salgadas, macaxeira sofisticada doce e salgada, frituras, caldos e sopas de farinha e macaxeira, produtos in natura e iguarias da mandioca.<\/p>\n<p>\nPara o corretor da produ&ccedil;&atilde;o de mandioca, Jo&atilde;o Batista Domingos da Silva, que h&aacute; 21 anos trabalha nessa atividade, o momento &eacute; promissor para o cultivo da cultura. Ele compra a tonelada de mandioca ao produtor por R$ 800,00 e repassa para as ind&uacute;strias de beneficiamento do produto. O que mais se produz &eacute; a farinha, toda comercializada em cidades da Para&iacute;ba e Rio Grande do Norte. &ldquo;<em>J&aacute; tivemos per&iacute;odo em que saiam da regi&atilde;o de Mamanguape dois caminh&otilde;es cheios de mandioca, o que n&atilde;o ocorre agora<\/em>&rdquo;, afirmou. Ele disse que estava na expectativa de que a produ&ccedil;&atilde;o de mandioca voltasse a crescer.<\/p>\n<p>\nParticiparam do evento na &uacute;ltima quinta-feira, os coordenadores do N&uacute;cleo de Comunica&ccedil;&atilde;o e Metodologia da Emater, Severino Henrique de Lima e Jacileide Andrade Vieira, e do Escrit&oacute;rio Regional de Jo&atilde;o Pessoa, Keyla Leal Deininger Evangelista, al&eacute;m de Paulo Ant&ocirc;nio do Amaral, da Unidade Operadora da Emater em Mamanguape.<\/span><\/span>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 3 minutos Mamanguape(PB) &#8211; O mercado para os produtos derivados da mandioca est&aacute; em expans&atilde;o e os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[34],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7108"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7108"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7108\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7108"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7108"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7108"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}