{"id":7144,"date":"2013-02-09T00:00:00","date_gmt":"2013-02-09T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2013-02-09T00:00:00","modified_gmt":"2013-02-09T00:00:00","slug":"Veja-10-transgenicos-que-estao-a-mesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2013\/02\/09\/Veja-10-transgenicos-que-estao-a-mesa\/","title":{"rendered":"Veja 10 transg\u00eanicos que est\u00e3o \u00e0 mesa"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 10 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong><em>&Eacute; a primeira vez que um animal geneticamente modificado &eacute; aprovado para consumo humano.<\/em><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>No final de dezembro passado, a ag&ecirc;ncia que zela pela seguran&ccedil;a alimentar nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration(<span style=\"font-family: Arial\">FDA<\/span>) aprovou para consumo um tipo de salm&atilde;o geneticamente modificado, reacendendo o debate sobre a seguran&ccedil;a dos transg&ecirc;nicos e suas implica&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas, econ&ocirc;micas sociais e pol&iacute;ticas.<\/p>\n<p>\n&Eacute; a primeira vez que um animal geneticamente modificado &eacute; aprovado para consumo humano. Mas muitos consumidores nos Estados Unidos, Europa e Brasil, regi&otilde;es em que os organismos geneticamente modificados(<span style=\"font-family: Arial\">OGMs<\/span>) em quest&atilde;o de poucos anos avan&ccedil;aram em velocidade surpreendente dos laborat&oacute;rios aos supermercados, passando por milh&otilde;es de hectares de &aacute;reas cultiv&aacute;veis, continuam desconfiados da ideia do homem cumprindo um papel supostamente reservado &agrave; natureza ou &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o &#8211; e guardam na mem&oacute;ria os efeitos nocivos, descobertos tarde demais, de &quot;<em>maravilhas<\/em>&quot; tecnol&oacute;gicas como o DDT e a talidomida.<\/p>\n<p>\nBoa parte do p&uacute;blico ainda teme poss&iacute;veis efeitos negativos dos transg&ecirc;nicos para a sa&uacute;de e o meio ambiente. Pesquisas de opini&atilde;o nos Estados Unidos e na Europa, entretanto, indicam que a resist&ecirc;ncia aos OGMs tem ca&iacute;do, refletindo, talvez, uma tend&ecirc;ncia de gradual mudan&ccedil;a de posi&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.<\/p>\n<p>\nAs principais academias de ci&ecirc;ncias do mundo e institui&ccedil;&otilde;es como a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e a Agricultura(<span style=\"font-family: Arial\">FAO<\/span>) e a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de(<span style=\"font-family: Arial\">OMS<\/span>) s&atilde;o un&acirc;nimes em dizer que os transg&ecirc;nicos s&atilde;o seguros e que a tecnologia de manipula&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica realizada sob o controle dos atuais protocolos de seguran&ccedil;a n&atilde;o representa risco maior do que t&eacute;cnicas agr&iacute;colas convencionais de cruzamento de plantas.<\/p>\n<p>\nO salm&atilde;o transg&ecirc;nico, que pode chegar &agrave;s mesas de jantar em 2014, ser&aacute; o primeiro animal geneticamente modificado(<span style=\"font-family: Arial\">GM<\/span>) consumido pelo homem. V&aacute;rios produtos GM j&aacute; est&atilde;o nos supermercados, um fato que pode ter escapado a muitos consumidores &#8211; apesar da(<span style=\"font-family: Arial\">discreta<\/span>) rotulagem obrigat&oacute;ria, no Brasil e na UE, de produtos com at&eacute; 1% de componentes transg&ecirc;nicos.<\/p>\n<p>\nConfira lista&nbsp;com 10 produtos e derivados que busca revelar como os transg&ecirc;nicos entraram, est&atilde;o tentando ou mesmo falharam na tentativa de entrar na cadeia alimentar.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Milho<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Com as variantes transg&ecirc;nicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do produto no Brasil e nos Estados Unidos, n&atilde;o &eacute; de se espantar que a pipoca consumida no cinema, por exemplo, venha de um tipo de milho que recebeu, em laborat&oacute;rio, um gene para torn&aacute;-lo tolerante a herbicida, ou um gene para deix&aacute;-lo resistente a insetos, ou ambos. Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo CTNBio, &oacute;rg&atilde;o do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia que aprova os pedidos de comercializa&ccedil;&atilde;o de OGMs.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"Milho\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/agricultura\/graos\/milho_em_graos_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>O mesmo pode ser dito da espiga, dos flocos e do milho em lata que voc&ecirc; encontra nos supermercados. H&aacute; tamb&eacute;m os v&aacute;rios subprodutos &ndash; <em>amido, glucose<\/em> &ndash; usados em alimentos processados(<span style=\"font-family: Arial\">salgadinhos, bolos, doces, biscoitos, sobremesas<\/span>) que obrigam o fabricante a rotular o produto.<\/p>\n<p>\nO milho puro transg&ecirc;nico n&atilde;o &eacute; vendido para consumo humano na Uni&atilde;o Europeia, onde todos os legumes, frutas e verduras transg&ecirc;nicos s&atilde;o proibidos para consumo &ndash; exceto um tipo de batata, que recentemente foi autorizado, pela Comiss&atilde;o Europeia, a ser desenvolvido e comercializado. Nos Estados Unidos, ele &eacute; liberado e n&atilde;o existe a rotula&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>&Oacute;l&eacute;os de cozinha<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Os &oacute;leos extra&iacute;dos de soja, milho e algod&atilde;o, os tr&ecirc;s campe&otilde;es entre as culturas geneticamente modificadas &ndash; <em>e cujas sementes s&atilde;o uma mina de ouro para as cerca de dez multinacionais que controlam o mercado mundial<\/em> &ndash; chegam &agrave;s prateleiras com a reputa&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>manchada<\/em>&rdquo; mais pela sua origem do que pela presen&ccedil;a de DNA ou prote&iacute;na transg&ecirc;nica. No processo de refino desses &oacute;leos, os componentes transg&ecirc;nicos s&atilde;o praticamente eliminados. Mesmo assim, suas embalagens s&atilde;o rotuladas no Brasil e nos pa&iacute;ses da UE.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Soja<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nNo mundo todo, o grosso da soja transg&ecirc;nica, a rainha das commodities, vai parar no bucho dos animais de cria&ccedil;&atilde;o &#8211; que n&atilde;o ligam muito se ela foi geneticamente modificada ou n&atilde;o. O subproduto mais comum para consumo humano &eacute; o &oacute;leo(<span style=\"font-family: Arial\">ver acima<\/span>), mas h&aacute; ainda o leite de soja, tofu, bebidas de frutas e soja e a pasta misso, todos com prote&iacute;nas transg&ecirc;nicas(<span style=\"font-family: Arial\">a n&atilde;o ser que tenham vindo de soja n&atilde;o transg&ecirc;nica<\/span>).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"Soja\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/agricultura\/graos\/soja_em_grao_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>No Brasil, onde a soja transg&ecirc;nica ocupa quase um ter&ccedil;o de toda a &aacute;rea dedicada &agrave; agricultura, a CTNBio liberou cinco variantes da planta, todas tolerantes a herbicidas&nbsp;&#8211; uma delas tamb&eacute;m &eacute; resistente a insetos.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Mam&atilde;o Papaya<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nOs Estados Unidos s&atilde;o o maior importador de papaya do mundo &ndash; a maior parte vem do M&eacute;xico e n&atilde;o &eacute; transg&ecirc;nica. Mas muitos americanos apreciam a papaya local, produzida no Hava&iacute;, Fl&oacute;rida e Calif&oacute;rnia. Cerca de 85% da papaya do Hava&iacute;, que tamb&eacute;m &eacute; exportada para Canad&aacute;, Jap&atilde;o e outros pa&iacute;ses, vem de uma variedade geneticamente modifica para combater um v&iacute;rus devastador para a planta. N&atilde;o &eacute; vendida no Brasil, nem na Europa.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Queijo<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Aqui n&atilde;o se trata de um alimento derivado de um OGM, mas de um alimento em que um OGM contribuiu em uma fase de seu processamento. A quimosina, uma enzima importante na coagula&ccedil;&atilde;o de lactic&iacute;nios, era tradicionalmente extra&iacute;da do est&ocirc;mago de cabritos&nbsp;&#8211; um procedimento custoso e &quot;<em>cruel<\/em>&quot;. Biotecn&oacute;logos modificaram micro-organismos como bact&eacute;rias, fungos ou fermento com genes de est&ocirc;magos de animais, para que estes produzissem quimosina.<\/p>\n<p>\nA enzima &eacute; isolada em um processo de fermenta&ccedil;&atilde;o em que esses micro-organismos s&atilde;o mortos. A quimosina resultante deste processo &#8211; e que depois &eacute; inserida no soro do queijo &ndash; &eacute; tida como id&ecirc;ntica &agrave; que era extra&iacute;da da forma tradicional. Essa enzima &eacute; pioneira entre os produtos gerados por OGMs e est&aacute; no mercado desde os anos 90.<\/p>\n<p>\nNotem que o queijo, em todo seu processo de produ&ccedil;&atilde;o, s&oacute; teve contato com a quimosina &#8211; que n&atilde;o &eacute; um OGM, &eacute; um produto de um OGM. Al&eacute;m disso, a quimosina &eacute; eliminada do produto final. Por isso, o queijo escapa da rotula&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>P&atilde;o, bolos e biscoitos<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Trigo e centeio, os principais cereais usados para fazer p&atilde;o, continuam sendo plantados de forma convencional e n&atilde;o h&aacute; variedades geneticamente modificadas em vista. Mas v&aacute;rios ingredientes usados em p&atilde;o e bolos v&ecirc;m da soja, como farinha(<span style=\"font-family: Arial\">geralmente, nesse caso, em propor&ccedil;&atilde;o pequena<\/span>), &oacute;leo e agentes emulsificantes como lecitina.<\/p>\n<p>\nOutros componentes podem derivar de milho transg&ecirc;nico, como glucose e amido. Al&eacute;m disso, h&aacute;, entre os aditivos mais comuns, alguns que podem originar de micro-organismos modificados, como &aacute;cido asc&oacute;rbico, enzimas e glutamato. Dependendo da propor&ccedil;&atilde;o destes elementos transg&ecirc;nicos no produto final(<span style=\"font-family: Arial\">acima de 1%<\/span>), ele ter&aacute; que ser rotulado.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Abobrinha<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Seis variedades de abobrinha resistentes a tr&ecirc;s tipos de v&iacute;rus s&atilde;o plantadas e comercializadas nos Estados Unidos e Canada. Ela n&atilde;o &eacute; vendida no Brasil ou na Europa.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Arroz<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Uma das maiores fontes de calorias do mundo, mesmo assim, o cultivo comercial de variedades modificadas fica, por enquanto, na promessa. V&aacute;rios tipos de arroz est&atilde;o sendo testados, principalmente na China, que busca um cultivo resistente a insetos. Falou-se muito no golden rice, uma variedade enriquecida com beta-caroteno, desenvolvida por cientistas su&iacute;&ccedil;os e alem&atilde;es.<\/p>\n<p>\nO &quot;<em>arroz dourado<\/em>&quot;, com potencial de reduzir problemas de sa&uacute;de ligados &agrave; defici&ecirc;ncia de vitamina A, est&aacute; sendo testado em pa&iacute;ses do sudeste asi&aacute;tico e na China, onde foi piv&ocirc; de um recente esc&acirc;ndalo: dois dirigentes do projeto foram demitidos depois de den&uacute;ncias de que pais de crian&ccedil;as usadas nos testes n&atilde;o teriam sido avisados de que elas consumiriam alimentos geneticamente modificados.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Feij&atilde;o<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nA Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecu&aacute;ria(<span style=\"font-family: Arial\">Embrapa<\/span>), ligada ao Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprova&ccedil;&atilde;o na CTNBio para o cultivo comercial de uma variedade de feij&atilde;o resistente ao v&iacute;rus do mosaico dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no pa&iacute;s e na Am&eacute;rica do Sul.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"Feij&atilde;o\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/agricultura\/graos\/feijao_em_grao_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>As sementes devem ser distribu&iacute;das aos produtores brasileiros &#8211; <em>livre de royalties<\/em> &ndash; em 2014, o que pode ajudar o pa&iacute;s a se tornar autossuficiente no setor. &Eacute; o primeiro produto geneticamente modificado desenvolvido por uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica brasileira.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Salm&atilde;o<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>Ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via da FDA, o p&uacute;blico e institui&ccedil;&otilde;es americanos t&ecirc;m um prazo de 60 dias(<span style=\"font-family: Arial\">iniciado em 21 de dezembro<\/span>) para se manifestar sobre o salm&atilde;o geneticamente modificado para crescer mais r&aacute;pido. Em seguida, a ag&ecirc;ncia analisar&aacute; os coment&aacute;rios para decidir se submete o produto a uma nova rodada de an&aacute;lises ou se o aprova de vez.<\/p>\n<p>\nFrancisco Arag&atilde;o, pesquisador respons&aacute;vel pelo laborat&oacute;rio de engenharia gen&eacute;tica da Embrapa, disse &agrave; BBC Brasil que tem acompanhado o caso do salm&atilde;o &quot;<em>com interesse<\/em>&quot;, e que n&atilde;o tem d&uacute;vidas sobre sua seguran&ccedil;a para consumo humano.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>A d&uacute;vida &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao impacto no meio ambiente(<span style=\"font-family: Arial\">Mesmo criado em cativeiro<\/span>). O salm&atilde;o poderia aumentar sua popula&ccedil;&atilde;o muito rapidamente e eventualmente eliminar popula&ccedil;&otilde;es de peixes nativos. As probabilidades de risco para o meio ambiente s&atilde;o baixas, mas n&atilde;o s&atilde;o zero&#8230;na natureza n&atilde;o existe o zero&quot;.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>E estes n&atilde;o deram certo&#8230;<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>A primeira fruta aprovada para consumo nos Estados Unidos foi um tomate modificado para aumentar sua vida &uacute;til ap&oacute;s a colheita, o &quot;<em>Flavr Savr tomato<\/em>&quot;. Ele come&ccedil;ou a ser vendida em 94, mas sua produ&ccedil;&atilde;o foi encerrada em 97, e a empresa que o produziu, a Calgene, acabou sendo comprada pela Monsanto.<\/p>\n<p>\nO tomate, mais caro e de pouco apelo ao consumidor, n&atilde;o emplacou. O mesmo ocorreu com uma batata resistente a pesticidas, lan&ccedil;ada em 95 pela Monsanto: a New Leaf Potato. Apesar de boas perspectivas iniciais, ele n&atilde;o se mostrou economicamente rent&aacute;vel o suficiente para entusiasmar fazendeiros e foi tirada do mercado em 2001.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 10 minutos &Eacute; a primeira vez que um animal geneticamente modificado &eacute; aprovado para consumo humano. 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