{"id":7240,"date":"2013-03-08T00:00:00","date_gmt":"2013-03-08T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2013-03-08T00:00:00","modified_gmt":"2013-03-08T00:00:00","slug":"Coreia-do-Norte-rompe-acordos-de-nao-agressao-com-o-Sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2013\/03\/08\/Coreia-do-Norte-rompe-acordos-de-nao-agressao-com-o-Sul\/","title":{"rendered":"Coreia do Norte rompe acordos de n\u00e3o-agress\u00e3o com o Sul"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 3 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000\"><em><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Tens&atilde;o sobe na pen&iacute;nsula coreana. Norte respondeu &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o de novas san&ccedil;&otilde;es pelo Conselho de Seguran&ccedil;a da ONU com quebra de acordos e corte do &quot;telefone vermelho&quot;.<br \/>\n<\/strong><\/span><\/em><\/span><br \/>\n<strong>Pyongyang(Coreia do Norte) &#8211; <\/strong>A Coreia do Norte anunciou o rompimento dos acordos de n&atilde;o-agress&atilde;o com a Coreia do Sul e o corte do &quot;<em>telefone vermelho<\/em>&quot; entre os dois pa&iacute;ses. A decis&atilde;o foi tomada poucas horas depois de ter sido visada por novas san&ccedil;&otilde;es do Conselho de Seguran&ccedil;a das Na&ccedil;&otilde;es Unidas.<\/p>\n<p>\nO governo de Pyongyang &ldquo;<em>revoga todos os acordos de n&atilde;o-agress&atilde;o entre o Norte e o Sul<\/em>&rdquo;, informa um comunicado do &ldquo;<em>Comit&eacute; para a reunifica&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica da Coreia<\/em>&rdquo; divulgado pela ag&ecirc;ncia oficial KCNA.<\/p>\n<p>\nO comunicado acrescenta que o Norte &ldquo;<em>notifica igualmente o Sul de que vai cortar imediatamente o telefone vermelho<\/em>&quot;&nbsp;&#8211; uma linha direta de comunica&ccedil;&atilde;o criada em 1971. O &quot;<em>telefone vermelho<\/em>&quot; &eacute; um mecanismo de comunica&ccedil;&atilde;o direta em tempos de tens&atilde;o elevada, usado tamb&eacute;m para coordenar a passagem de pessoas e bens atrav&eacute;s da zona desmilitarizada, explica a BBC.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"Kim Jong-Un\" align=\"absMiddle\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/internacional\/autoridades\/lider_da_republica_popular_democratica_da_coreia_do_norte_kim_jong_un_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>Numa desloca&ccedil;&atilde;o &agrave; fronteira mar&iacute;tima entre os dois pa&iacute;ses, o l&iacute;der norte-coreano, Kim Jong-Un<strong>(<span style=\"color: #ff0000\"><span style=\"font-family: Arial\">Foto acima<\/span><\/span>)<\/strong>, disse que o Ex&eacute;rcito &ldquo;<em>est&aacute; pronto a desencadear uma guerra total<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\nO local da declara&ccedil;&atilde;o desta sexta-feira(<span style=\"font-family: Arial\">08Mar&ccedil;o2013<\/span>), feita por Kim Jong-un, &eacute; a unidade de artilharia que, em Novembro de 2010, bombardeou a ilha sul-coreana de Yeonpyeong, segundo imagens da televis&atilde;o estatal. Esse ataque fez quatro mortos e alimentou receios de um conflito em larga escala entre as Coreias.<\/p>\n<p>\nO principal pacto de n&atilde;o-agress&atilde;o entre os dois pa&iacute;ses foi assinado em 1991. Os dois pa&iacute;ses comprometeram-se nessa altura a regular pacificamente as diferen&ccedil;as e a evitar confronta&ccedil;&otilde;es militares acidentais.<\/p>\n<p>\nPyongyang amea&ccedil;ou v&aacute;rias vezes cortar a comunica&ccedil;&atilde;o inter-coreana e f&ecirc;-lo j&aacute; por duas vezes, segundo informa&ccedil;&atilde;o do minist&eacute;rio sul-coreano da Reunifica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Discurso b&eacute;lico sobe de tom<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>O discurso b&eacute;lico contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos &eacute; habitual no regime norte-coreano. Nos &uacute;ltimos dias subiu de tom, face &agrave; aproxima&ccedil;&atilde;o da vota&ccedil;&atilde;o nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas e de manobras militares conjuntas entre Washington e Seul. Face &agrave; recusa de cancelamento dessas manobras, um porta-voz do Minist&eacute;rio dos Neg&oacute;cios Estrangeiros do Norte disse que uma segunda guerra da Coreia &ldquo;<em>&eacute; inevit&aacute;vel<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\nO Norte amea&ccedil;ou na segunda-feira(<span style=\"font-family: Arial\">04Mar&ccedil;o2013<\/span>) denunciar o armist&iacute;cio que p&ocirc;s fim &agrave; guerra da Coreia, em 1953, agitando o espectro de uma &ldquo;<em>guerra termonuclear<\/em>&rdquo;. Os Estados Unidos, advertiu tamb&eacute;m, sujeitam-se a um &ldquo;<em>ataque nuclear preventivo<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\nNa quinta-feira, os 15 membros do Conselho de Seguran&ccedil;a(<span style=\"font-family: Arial\">incluindo China e R&uacute;ssia<\/span>) votaram, por unanimidade, o refor&ccedil;o das restri&ccedil;&otilde;es financeiras &agrave; Coreia do Norte e um aumento da vigil&acirc;ncia para controlar bens e mercadorias que entram e saem do pa&iacute;s. O objetivo &eacute; impedir que o regime consiga financiamento para os seus projectos militares e bal&iacute;sticos.<\/p>\n<p>\nA resolu&ccedil;&atilde;o 2094 determina tamb&eacute;m a vigil&acirc;ncia de diplomatas norte-coreanos e acrescenta nomes de particulares e empresas a uma lista de pessoas e entidades que t&ecirc;m os bens congelados e est&atilde;o impedidas de viajar.<\/p>\n<p>\n&ldquo;<em>A comunidade internacional n&atilde;o vai tolerar a continua&ccedil;&atilde;o do arsenal nuclear<\/em>&rdquo; da Coreia do Norte, disse o secret&aacute;rio-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-moon. &rdquo;<em>As novas san&ccedil;&otilde;es &ldquo;v&atilde;o atingir&rdquo; duramente o regime e &ldquo;acentuar o (<span style=\"font-family: Arial\">seu<\/span>) isolamento<\/em>&rdquo;, afirmou a embaixadora norte-americana nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas, Susan Rice.<\/p>\n<p>\nAs san&ccedil;&otilde;es aprovadas na quinta-feira(<span style=\"font-family: Arial\">07Mar&ccedil;o2013<\/span>) somam-se a outras adoptadas quando o Norte fez o seu primeiro ensaio nuclear, em 2006. Pyongyang fez um segundo ensaio em 2009 e um terceiro no passado dia 12 de Fevereiro.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 3 minutos Tens&atilde;o sobe na pen&iacute;nsula coreana. 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