{"id":744,"date":"-0001-11-30T00:00:00","date_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"Hwang-ou-porque-os-artistas-sao-pobres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/0000\/00\/00\/Hwang-ou-porque-os-artistas-sao-pobres\/","title":{"rendered":"Hwang ou porque os artistas s\u00e3o pobres"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 7 minutos<\/div><div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><em>Da reda&ccedil;&atilde;o do B&ecirc;-&aacute;-b&aacute; do Sert&atilde;o<\/em><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\">&nbsp;<\/div>\n<div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><strong>Jo&atilde;o Pessoa(PB)<\/strong> &#8211; <font face=\"Verdana\">Hwang. Este &eacute; o t&iacute;tulo da mais recente exposi&ccedil;&atilde;o de trabalhos dos artistas pl&aacute;sticos Rodolfo Athayde e Dy&oacute;genes Chaves, que aconteceu nesta quinta-feira(09Fev2006), &agrave;s 20h30, na Usina Cultural Saelpa, em Jo&atilde;o Pessoa(PB). Mesmo sendo de gera&ccedil;&otilde;es diferentes, os dois artistas se uniram no mesmo discurso, &agrave;s vezes necess&aacute;rio para explicar(ou entender) uma exposi&ccedil;&atilde;o de artes pl&aacute;sticas: as quest&otilde;es da fun&ccedil;&atilde;o e do significado da arte, hoje, e em sintonia com as transforma&ccedil;&otilde;es sociais, pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas que atravessamos nos &acirc;mbitos local e mundial. Ou seja, para os artistas, a arte n&atilde;o est&aacute; desassociada de jeito nenhum da vida(e de tudo que est&aacute; em volta dela) e do planeta(e de tudo que est&aacute; dentro e fora dele).<\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font face=\"Verdana\">E esta exposi&ccedil;&atilde;o, de prop&oacute;sito, cont&eacute;m obras que tanto nos remetem &agrave;s quest&otilde;es t&eacute;cnicas das artes pl&aacute;sticas, caso da apresenta&ccedil;&atilde;o de algumas pinturas realizadas pelos dois artistas, individualmente, ainda nos anos 1990, ou de atuais fotografias digitais, manipuladas por modernos programas de computador, de autoria de Rodolfo Athayde; como, tamb&eacute;m pela possibilidade de abordar quest&otilde;es conceituais e subjetivas, e que mesmo sendo pertinentes &agrave; arte podem tamb&eacute;m ser vinculadas a outros campos, como a pol&iacute;tica ou o bem-estar social da sociedade.<\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font face=\"Verdana\">Mas, fica claro que o mais importante objetivo dos artistas n&atilde;o &eacute; o objeto decorativo(a pintura ou outra forma de arte decorativa) que serviria, apenas, para compor um ambiente em harmonia com outros m&oacute;veis e acess&oacute;rios. Mesmo optando por algumas obras de arte de realiza&ccedil;&atilde;o convencional(pinturas, por exemplo) em um mundo hoje habitado, principalmente, por instala&ccedil;&otilde;es, performances e obras conceituais, estas pinturas apresentadas pelos artistas &ndash; sendo, seis de Rodolfo Athayde, d&iacute;pticos em grandes dimens&otilde;es(200x100cm), executadas em acr&iacute;lica sobre tela a partir de 1993; e, sete de Dy&oacute;genes Chaves, em tamanhos m&eacute;dios(100x100cm), e confeccionadas utilizando a impress&atilde;o serigr&aacute;fica sobre tecido de algod&atilde;o e datadas de 1992 a 2005 &ndash; aparecem na mostra como motivo para inserir a velha pergunta, t&atilde;o gasta nos Sal&otilde;es e nas Bienais: A pintura morreu ?.<\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">Para Rodolfo, pintor premiad&iacute;ssimo em sal&otilde;es de arte pelo pa&iacute;s nas d&eacute;cadas de 1980 e 90, &ldquo;<em>O &oacute;bito da pintura? Esc&acirc;ndalo, apenas esc&acirc;ndalo e muita&nbsp;frivolidade<\/em>&rdquo;. Ou, ainda, na opini&atilde;o de Dy&oacute;genes: &ldquo;<em>Como e quando a morte? Embora, q<\/em><\/span><em><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">uem acha que faz apenas teatro ou m&uacute;sica ou pintura ou cinema ou performance ou fotografia est&aacute; vivendo no s&eacute;culo passado, morreu. &Eacute; uma constata&ccedil;&atilde;o da contemporaneidade. Somos herdeiros de todas as vanguardas do s&eacute;culo vinte<\/span><\/em><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">&rdquo;. E Rodolfo arremata: &ldquo;<em>Embora, a<\/em><\/span><em><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"> arte tradicional, como diria Hwang, s&oacute; deixar&aacute; de existir com a elimina&ccedil;&atilde;o do futuro<\/span><\/em><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">&rdquo;. Rodolfo aproveita a ocasi&atilde;o para tamb&eacute;m mostrar algumas &ldquo;<em>fotografias<\/em>&rdquo; digitais, manipuladas recentemente, e cutuca o meio: &ldquo;<em>A fotografia de hoje, quando muito pode ser arte, mesmo, com a sedutora possibilidade de deixar de ser fotografia, ou n&atilde;o<\/em>&rdquo;.<\/span><\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">Mas a mostra n&atilde;o fica apenas na apresenta&ccedil;&atilde;o de obras de arte. Na <\/span><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">vernissage<\/span><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"> foi oferecido um banquete de indaga&ccedil;&otilde;es e contribui&ccedil;&otilde;es para se compreender (ou confundir) as artes pl&aacute;sticas na prov&iacute;ncia. Tudo para apimentar os tempos de &ldquo;<em>crise<\/em>&rdquo; da arte que, segundo Rodolfo Athayde, s&atilde;o coisas passageiras &ndash; ou duradouras, dependendo do aspecto econ&ocirc;mico &ndash; mas, que partem dos artistas &ldquo;<em>pelo prazer de desenvolver as po&eacute;ticas de toda vida, com os mais diversos ou mesmos recursos, instrumentos, meios<\/em>&rdquo;.<\/span><\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font face=\"Verdana\">J&aacute; as frases soltas, &agrave;s vezes desconexas, de autores diferentes e v&aacute;rios, impressas recentemente sobre as pinturas de Dy&oacute;genes recorrem ao mito do artista underground(e conseq&uuml;entemente) antiburgu&ecirc;s e pobre, e ao mesmo tempo, constata nesta sociedade midi&aacute;tica(cada vez mais), o papel e a ideologia do artista. Poderia o artista entrar na ind&uacute;stria comercial sem o risco de perder sua identidade pessoal? Seria a&iacute;, o artista, apenas parte de uma engrenagem na ind&uacute;stria do entretenimento? <\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">Perguntados sobre o t&iacute;tulo da exposi&ccedil;&atilde;o (Hwang, aquele cientista sul-coreano desmascarado, recentemente, ap&oacute;s comprova&ccedil;&atilde;o de fraudes em suas pesquisas sobre c&eacute;lulas-tronco), os artistas desconversam. Embora, para eles, Hwang pode significar muita coisa. Desde a prova(ainda bem) de que &ldquo;<em>Deus existir&aacute; por toda a eternidade<\/em>&rdquo;, at&eacute; a possibilidade de trazer &agrave; tona assuntos banais e locais: &ldquo;<\/span><em><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">Um dia a Lagoa transbordar&aacute; e como um Tsunami ao rev&eacute;s umedecer&aacute; todas as malditas e repetitivas mem&oacute;rias locais<\/span><\/em><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">&rdquo;, diz Rodolfo. E deixam no ar uma pergunta(ou afirma&ccedil;&atilde;o?): A pintura para ser atual tem que ser pintada hoje?<\/span><\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font face=\"Verdana\">Em tempo: A exposi&ccedil;&atilde;o vai at&eacute; o s&aacute;bado(18Fev2006), com visita&ccedil;&atilde;o de ter&ccedil;a a s&aacute;bado, das 14 &agrave;s 20h00s. No vernissage tamb&eacute;m aconteceu o lan&ccedil;amento da revista Pessoa(patroc&iacute;nio do Programa BNB de Cultura) e do livro N&uacute;cleo de Arte Contempor&acirc;nea da Para&iacute;ba\/NAC (edi&ccedil;&atilde;o Funarte), seguida da apresenta&ccedil;&atilde;o de bolso do grupo &ldquo;<em>The Silvias<\/em>&rdquo;, no Parahyba Caf&eacute;. A exposi&ccedil;&atilde;o tem o apoio da Saelpa e da Prefeitura de Jo&atilde;o Pessoa.<\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\">&nbsp;<\/div>\n<div align=\"justify\">&nbsp;<\/div>\n<div align=\"justify\"><strong><u><span style=\"FONT-SIZE: 14pt; COLOR: blue\">QUEM S&Atilde;O<\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div align=\"justify\">&nbsp;<\/div>\n<div align=\"justify\"><strong><span style=\"FONT-SIZE: 14pt\"><u>Dy&oacute;genes<\/u><\/span><\/strong><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"> <font face=\"Verdana\">Chaves nasceu em Ara&ccedil;agi(PB), no ano de 1959. Vive e trabalha em Jo&atilde;o Pessoa desde 1966. <\/font><\/span><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font face=\"Verdana\">&Eacute; a<\/font><\/span><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font face=\"Verdana\">rtista pl&aacute;stico, designer gr&aacute;fico, curador independente e cr&iacute;tico de arte(ABCA-Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Cr&iacute;ticos de Arte). Atualmente, &eacute; coordenador de artes pl&aacute;sticas da Funesc-Funda&ccedil;&atilde;o Espa&ccedil;o Cultural da Para&iacute;ba, curador das Bienais de Gravura e de Desenho(Fenart-Festival Nacional de Arte), coordenador de interc&acirc;mbio internacional das associa&ccedil;&otilde;es Le Hors-L&agrave;(Fran&ccedil;a) e REDE(Su&iacute;&ccedil;a), membro de curadorias da Alian&ccedil;a Francesa, Galeria Archidy Picado, Usina Cultural Saelpa e Casar&atilde;o 34. &Eacute; o representante da Regi&atilde;o Nordeste na C&acirc;mara Setorial de Artes Visuais\/MinC\/Funarte. Tem cursos de inicia&ccedil;&atilde;o &agrave; hist&oacute;ria da arte, desenho e pintura na Coordena&ccedil;&atilde;o de Extens&atilde;o Cultural da UFPB(Jo&atilde;o Pessoa, 1974-75) e de desenho e serigrafia na Funesc(1984). Obteve Bolsa de Estudos na &Eacute;cole Sup&eacute;rieure des Beaux Arts Luminy(Marselha \/Fran&ccedil;a, 1997-98). &Eacute; aluno de Design de Interiores do CEFET-PB. Realizou v&aacute;rias exposi&ccedil;&otilde;es pelo Pa&iacute;s e exterior.<\/font> <\/span><\/div>\n<div align=\"justify\">&nbsp;<\/div>\n<div align=\"justify\"><strong><span style=\"FONT-SIZE: 14pt\"><u>Rodolfo<\/u><\/span><\/strong><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"> <font face=\"Verdana\">Athayde nasceu em Jo&atilde;o Pessoa(PB), no ano de 1952. Vive e trabalha em Jo&atilde;o Pessoa. &Eacute; m&eacute;dico, artista pl&aacute;stico e fot&oacute;grafo. Iniciou seus estudos em artes pl&aacute;sticas com os professores P&egrave;re Cara e C&eacute;sar Lopez Ozornio em Barcelona, Espanha(1981). Tem participa&ccedil;&atilde;o em v&aacute;rios workshops internacionais em Jo&atilde;o Pessoa, S&atilde;o Paulo e Marselha(Fran&ccedil;a). Ministrou, com o artista Luiz Hermano, oficina em Curitiba(Instituto Goethe, 1993). Foi premiado em sal&otilde;es de arte pelo Pa&iacute;s: SAMAP(Jo&atilde;o Pessoa, 1984), Sal&atilde;o Nacional de Artes Pl&aacute;sticas(Rio de Janeiro, 1986, 1988 e 1989), Sal&atilde;o Nacional de Artes de Belo Horizonte(1986 e 1989), Sal&atilde;o Paranaense(Curitiba, 1988 e 1993), Sal&atilde;o MAM-Bahia(Salvador, 1994) e Festival Internacional de La Peinture(Cagnes-Sur-Mer, Fran&ccedil;a, 1994). Tem obras nos acervos do Museu de Arte de Belo Horizonte, Museu de Arte Contempor&acirc;nea do Paran&aacute;, Museu Nacional de Belas Artes(Rio de Janeiro), Museu de Arte Moderna da Bahia, Associa&ccedil;&atilde;o Le Hors-L&agrave;(Marselha, Fran&ccedil;a), UNIMED Jo&atilde;o Pessoa e Hospital da UNIMED Jo&atilde;o Pessoa(mural e pinturas). Realizou v&aacute;rias exposi&ccedil;&otilde;es pelo Pa&iacute;s e exterior.<\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\"><font color=\"#0000ff\" size=\"3\"><u><strong>AS IMAGENS<\/strong><\/u><\/font><\/span><\/div>\n<div align=\"justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\">&nbsp;<\/font><\/div>\n<div align=\"justify\"><strong><u><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">GALERIA 1<\/span><\/u><\/strong><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">: <font face=\"Verdana\">Confira conosco as imagens da <\/font><\/span><font face=\"Verdana\"><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">vernissage que aconteceu <\/span><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\">nesta quinta-feira(09Fev2006), &agrave;s 20h30, na Usina Cultural Saelpa, em Jo&atilde;o Pessoa(PB), prestigiado pelos amantes da arte.<\/p>\n<p><\/span><\/font><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dyogenes Chaves e Rodolfo Athayde<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/744"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=744"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/744\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=744"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=744"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=744"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}