{"id":7621,"date":"2013-07-29T00:00:00","date_gmt":"2013-07-29T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2013-07-29T00:00:00","modified_gmt":"2013-07-29T00:00:00","slug":"Confira-o-melhor-e-o-pior-Indice-de-Desenvolvimento-Humano-da-Paraiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2013\/07\/29\/Confira-o-melhor-e-o-pior-Indice-de-Desenvolvimento-Humano-da-Paraiba\/","title":{"rendered":"Confira o melhor e o pior \u00cdndice de Desenvolvimento Humano da Para\u00edba"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 4 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<strong>Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211;<\/strong> Apenas 12,24% da popula&ccedil;&atilde;o com idade entre 18 e 20 anos do munic&iacute;pio de Gado Bravo, Regi&atilde;o Metropolitana de Campina Grande, Agreste paraibano, possui o Ensino M&eacute;dio completo, segundo as informa&ccedil;&otilde;es do Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento(<span style=\"font-family: Arial\">Pnud<\/span>), que divulgou nesta segunda-feira(<span style=\"font-family: Arial\">29Julho2013<\/span>) o &Iacute;ndice de Desenvolvimento Humano Municipal(IDHM) de todas as cidades do Brasil. No ranking da Para&iacute;ba, Gado Bravo foi a que apresentou pior IDHM entre os 223 munic&iacute;pios do estado, com 0,513(<span style=\"font-family: Arial\">O IDHM &eacute; medido entre 0 e 1<\/span>).<\/p>\n<p>\nAinda de acordo com o relat&oacute;rio, o percentual da popula&ccedil;&atilde;o de 18 anos ou mais com fundamental completo no munic&iacute;pio &eacute; de 19,31%. A popula&ccedil;&atilde;o de Gado Bravo em 2011 foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica(<span style=\"font-family: Arial\">IBGE<\/span>) em 8.365 habitantes, distribu&iacute;dos em 192 km&sup2; de &aacute;rea.<\/p>\n<p>\nAs cidades de Casserengue(<span style=\"font-family: Arial\">0,514<\/span>), Dami&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial\">0,521<\/span>), Cacimbas(<span style=\"font-family: Arial\">0,523<\/span>) e Cuit&eacute; de Mamanguape(<span style=\"font-family: Arial\">0,524<\/span>) completaram os cinco piores &iacute;ndices do estado.<\/p>\n<p>\nJ&aacute; na parte de cima do ranking, a capital Jo&atilde;o Pessoa(<span style=\"font-family: Arial\">0,763<\/span>) foi a melhor qualificada da lista, enquanto Cabedelo(<span style=\"font-family: Arial\">0,748<\/span>), Campina Grande(<span style=\"font-family: Arial\">0,720<\/span>), V&aacute;rzea(<span style=\"font-family: Arial\">0,707<\/span>) e Patos(<span style=\"font-family: Arial\">0,701<\/span>) completaram o quadro das melhores avaliadas. Em um dos crit&eacute;rios que s&atilde;o avaliados para a forma&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice, &eacute; avaliado o Percentual da popula&ccedil;&atilde;o de 5 a 6 anos de idade frequentando a escola, e neste quesito, o munic&iacute;pio de V&aacute;rzea, no Sert&atilde;o paraibano, obteve 100%.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Brasil<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/span>O &Iacute;ndice de Desenvolvimento Humano Municipal(<span style=\"font-family: Arial\">IDHM<\/span>) do Brasil cresceu 47,5% entre 1991 e 2010, segundo o &quot;<em>Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013<\/em>&quot;, divulgado nesta segunda-feira(<span style=\"font-family: Arial\">29Julho2013<\/span>) pelo Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). De acordo com a publica&ccedil;&atilde;o, a cidade com o IDHM mais elevado &eacute; S&atilde;o Caetano(<span style=\"font-family: Arial\">SP<\/span>), e os munic&iacute;pios que tiveram maior evolu&ccedil;&atilde;o no quesito &quot;<em>renda<\/em>&quot; s&atilde;o das regi&otilde;es Norte e Nordeste.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">A classifica&ccedil;&atilde;o do IDHM geral do Brasil mudou de &quot;<em>muito baixo<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0,493<\/span>), em 1991 para &quot;<em>alto desenvolvimento humano<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0,727<\/span>), em 2010. Em 2000, o IDHM geral do Brasil era 0,612, considerado &quot;<em>m&eacute;dio<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">O IDHM &eacute; um &iacute;ndice composto por tr&ecirc;s indicadores de desenvolvimento humano: vida longa e saud&aacute;vel(<span style=\"font-family: Arial\">longevidade<\/span>), acesso ao conhecimento(<span style=\"font-family: Arial\">educa&ccedil;&atilde;o<\/span>) e padr&atilde;o de vida(<span style=\"font-family: Arial\">renda<\/span>). O IDHM do pa&iacute;s n&atilde;o &eacute; a m&eacute;dia municipal do &iacute;ndice, mas &eacute; um c&aacute;lculo feito a partir das informa&ccedil;&otilde;es do conjunto da popula&ccedil;&atilde;o brasileiras em rela&ccedil;&atilde;o aos tr&ecirc;s indicadores. O IDH municipal tamb&eacute;m tem crit&eacute;rios diferentes do IDH global, que o Pnud divulga anualmente e que compara o desenvolvimento humano entre pa&iacute;ses.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Entre os tr&ecirc;s indicadores que comp&otilde;em o IDHM, o que mais contribuiu para a pontua&ccedil;&atilde;o geral do Brasil em 2013 foi o de longevidade, com 0,816(<span style=\"font-family: Arial\">classifica&ccedil;&atilde;o &quot;<em>desenvolvimento muito alto<\/em>&quot;<\/span>), seguido por renda(<span style=\"font-family: Arial\">0,739; &quot;<em>alto<\/em>&quot;<\/span>) e por educa&ccedil;&atilde;o(<span style=\"font-family: Arial\">0,637; &quot;<em>m&eacute;dio<\/em>&quot;<\/span>).<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Apesar de educa&ccedil;&atilde;o ter o &iacute;ndice mais baixo dos tr&ecirc;s, foi o indicador que mais cresceu nos &uacute;ltimos 20 anos: de 0,279 para 0,637(<span style=\"font-family: Arial\">128%<\/span>). Segundo o Pnud, esse avan&ccedil;o &eacute; motivado por uma maior frequ&ecirc;ncia de jovens na escola(<span style=\"font-family: Arial\">2,5 vezes mais que em 1991<\/span>). No indicador longevidade, o crescimento foi 23% entre 1991 e 2010; no caso de renda, a alta foi de 14%.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Em 20 anos, 85% dos munic&iacute;pios do Brasil sa&iacute;ram da faixa de &ldquo;<em>muito baixo desenvolvimento humano<\/em>&rdquo;, segundo classifica&ccedil;&atilde;o criada pelo Pnud. Atualmente, 0,57% dos munic&iacute;pios, ou 32 cidades das 5.565 do pa&iacute;s, s&atilde;o consideradas de &ldquo;<em>muito baixo desenvolvimento humano<\/em>&rdquo;.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">De acordo com os dados do &quot;<em>Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013<\/em>&quot;, 85,8% dos munic&iacute;pios brasileiros faziam parte do grupo de &ldquo;<em>muito baixo desenvolvimento humano<\/em>&rdquo; em 1991. Em 2000, esse n&uacute;mero caiu para 70% e, em 2010, despencou para 0,57%.<\/p>\n<p>\nAs faixas classificat&oacute;rias do &Iacute;ndice de Desenvolvimento Municipal(<span style=\"font-family: Arial\">IDHM<\/span>) s&atilde;o &quot;<em>muito baixo<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0 a 0,499<\/span>); &quot;<em>baixo<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0,500 a 0,599<\/span>); &quot;<em>m&eacute;dio<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0,600 a 0,699<\/span>); &quot;<em>alto<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0,700 a 0,799<\/span>) e &quot;<em>muito alto<\/em>&quot;(<span style=\"font-family: Arial\">0,800 a 1<\/span>).<\/p>\n<p>\nAtualmente, 74% das cidades se encontram nas faixas de &ldquo;<em>m&eacute;dio<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>alto desenvolvimento<\/em>&rdquo;, e cerca de 25% deles est&atilde;o na faixa de &ldquo;<em>baixo desenvolvimento<\/em>&rdquo;. Apesar da evolu&ccedil;&atilde;o, o Nordeste ainda tem 61,3% dos munic&iacute;pios na faixa de &ldquo;<em>baixo desenvolvimento humano<\/em>&rdquo; e no Norte, 40,1% das cidades est&atilde;o nessa classifica&ccedil;&atilde;o. As duas regi&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m nenhum munic&iacute;pio nas faixas de &ldquo;<em>muito alto<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>alto<\/em>&rdquo; desenvolvimento. Para Jorge Chediek, representante residente do Pnud no Brasil, o pa&iacute;s teve &quot;<em>progresso extraordin&aacute;rio<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\n&quot;<em>O Brasil tem mostrado um progresso extraordin&aacute;rio em termos de sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de renda. Isso mostra que &eacute; poss&iacute;vel, em pouco tempo, mudar as condi&ccedil;&otilde;es de um pa&iacute;s<\/em>&quot;, disse Chediek.<\/p>\n<p>\nAs regi&otilde;es Sul e Sudeste t&ecirc;m a maioria dos munic&iacute;pios concentrada na faixa de &ldquo;<em>alto desenvolvimento humano<\/em>&rdquo;, 64,7% e 52,2%, respectivamente. No Centro-Oeste e no Norte, a maioria dos munic&iacute;pios &eacute; considerada como &ldquo;<em>m&eacute;dio desenvolvimento<\/em>&rdquo;: 56,9% e 50,3%, respectivamente.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 4 minutos Jo&atilde;o Pessoa(PB) &#8211; Apenas 12,24% da popula&ccedil;&atilde;o com idade entre 18 e 20 anos do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[21],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7621"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7621"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7621\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7621"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7621"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7621"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}