{"id":7751,"date":"2013-11-17T00:00:00","date_gmt":"2013-11-17T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2013-11-17T00:00:00","modified_gmt":"2013-11-17T00:00:00","slug":"FAB-realiza-exercicio-aereo-multinacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2013\/11\/17\/FAB-realiza-exercicio-aereo-multinacional\/","title":{"rendered":"FAB realiza exerc\u00edcio a\u00e9reo multinacional"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 11 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<\/span><span style=\"color: #ff0000\"><strong><em><span style=\"font-family: Verdana\">O campo de batalha simulada compreende o Oceano Atl&acirc;ntico e &aacute;reas de baixa densidade populacional.<\/span><\/em><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Natal(RN) &#8211;<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"> Noventa e seis aeronaves, mais de dois mil militares de nove pa&iacute;ses. &Eacute; este o cart&atilde;o de visita da CRUZEX Flight 2013, o maior exerc&iacute;cio de guerra a&eacute;rea da Am&eacute;rica Latina, programado para os dias 4 a 15 de novembro no Nordeste brasileiro. As Bases A&eacute;reas de Natal(<span style=\"font-family: Arial\">RN<\/span>) e do Recife(PE) receberam avi&otilde;es e helic&oacute;pteros para miss&otilde;es que envolveram desde o combate a&eacute;reo entre ca&ccedil;as at&eacute; o salto de paraquedistas de for&ccedil;as especiais, uma das novidades deste ano.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Nada de rasantes, manobras radicais ou persegui&ccedil;&otilde;es eletrizantes. Ao contr&aacute;rio do que muita gente imagina, o cen&aacute;rio de guerra da CRUZEX &eacute; bem diferente das cenas cinematogr&aacute;ficas. Na realidade, as aeronaves da opera&ccedil;&atilde;o sobrevoam os c&eacute;us do Nordeste a uma altitude entre 20 e 35 mil p&eacute;s, o que equivale de 6 a 11 quil&ocirc;metros, dist&acirc;ncia em que nem o barulho dos motores pode ser ouvido, muito menos os avi&otilde;es podem ser vistos.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">&ldquo;<em>&Eacute; poss&iacute;vel que a popula&ccedil;&atilde;o escute ou veja uma aeronave, no entanto a probabilidade &eacute; muito pequena, porque a maior parte dos combates das aeronaves a jato, de ca&ccedil;a, ocorrem em um n&iacute;vel de voo alto, numa dist&acirc;ncia do solo que torna muito dif&iacute;cil a visualiza&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;, explicou o Coronel Aviador Jo&atilde;o Bosco L&uacute;cio da Silva F&eacute;lix, vice-diretor da CRUZEX 2013.<\/span><\/span><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"Cruzex Flight 2013\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" height=\"311\" src=\"\/UserFiles\/Image\/diversos\/aeronaves\/cruzex_flight_2013_dados_operacionais_465.jpg\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" alt=\"Cruzex Flight 2013 - Frota aerea\" align=\"absMiddle\" width=\"465\" height=\"311\" src=\"\/UserFiles\/Image\/diversos\/aeronaves\/cruzex_flight_2013_frota_aerea_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Para entender como funciona o exerc&iacute;cio, basta conhecer a sigla BVR, do ingl&ecirc;s Beyond Visual Range, ou seja, &ldquo;<em>al&eacute;m do alcance visual<\/em>&rdquo;. &Eacute; neste cen&aacute;rio onde acontecem os combates. Muito antes de ver a outra aeronave, os pilotos j&aacute; se enfrentam atrav&eacute;s de radares, m&iacute;sseis de alta tecnologia e atua&ccedil;&atilde;o em rede, numa realidade que se afasta dos filmes de a&ccedil;&atilde;o para se aproximar da fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. &ldquo;<em>A tecnologia existente na avia&ccedil;&atilde;o permite que uma aeronave localize outra a uma grande dist&acirc;ncia, por vezes 50, 60 quil&ocirc;metros. Nessas condi&ccedil;&otilde;es o ca&ccedil;a j&aacute; tem condi&ccedil;&otilde;es de engajar, identificar as aeronaves e iniciar os combates<\/em>&rdquo;, completa o Coronel.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">O campo de batalha simulada compreende o Oceano Atl&acirc;ntico e &aacute;reas de baixa densidade populacional. Um dos setores de maior movimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; o centro do Rio Grande do Norte, nas proximidades da cidade base de Caic&oacute;, regi&atilde;o conhecida como Serid&oacute;. De acordo com o Coronel Jo&atilde;o Bosco, diariamente, em torno de 70 aeronaves, entre ca&ccedil;as, transporte\/carga e helic&oacute;pteros, decolam das cidades de Natal e Recife e se encontram nessas regi&otilde;es.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Sempre priorit&aacute;ria nas opera&ccedil;&otilde;es militares promovidas pela For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, a seguran&ccedil;a foi um dos primeiros elementos planejados para o desenvolvimento da CRUZEX 2013, n&atilde;o apenas em rela&ccedil;&atilde;o aos militares ou &agrave;s aeronaves, mas tamb&eacute;m &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em geral. Segundo o Coronel Jo&atilde;o Bosco, os voos n&atilde;o oferecem riscos aos habitantes. &ldquo;<em>A popula&ccedil;&atilde;o pode ficar tranquila porque n&oacute;s temos um plano de seguran&ccedil;a de voo muito eficiente, nossos pilotos s&atilde;o bem treinados e muito bem orientados. Esses voos n&atilde;o afetar&atilde;o seu dia, seu bem estar. O risco &eacute; praticamente inexistente<\/em>&rdquo;, garante.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Desde 2002<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nPela primeira vez, o exerc&iacute;cio realizado desde 2002 focou unicamente a atividade a&eacute;rea e contou com a participa&ccedil;&atilde;o recorde de nove pa&iacute;ses. Argentina, Canad&aacute;, Chile, Col&ocirc;mbia, Estados Unidos, Equador, Uruguai e Venezuela, al&eacute;m do Brasil,&nbsp;levando para o Nordeste ca&ccedil;as supers&ocirc;nicos como os F-16, F-5 e F-2000, aeronaves de grande porte, a exemplo do C-130 H&eacute;rcules e do KC-767, al&eacute;m de helic&oacute;pteros, entre eles o AH-2 Sabre, um dos estreantes desta edi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Mais que uma mostra da per&iacute;cia de pilotos e tecnologia das aeronaves, a CRUZEX &eacute; um grande treinamento sobre como atuar em coaliz&atilde;o, a situa&ccedil;&atilde;o cada vez mais vista nos conflitos modernos em que diversos pa&iacute;ses atuam juntos em um Teatro de Opera&ccedil;&otilde;es. A consequ&ecirc;ncia mais vis&iacute;vel &eacute; o predom&iacute;nio da l&iacute;ngua inglesa em praticamente tudo, mas tamb&eacute;m na forma de planejar e executar as miss&otilde;es. Um dos desafios foi o de&nbsp;atuar com dezenas de aeronaves ao mesmo tempo, nos chamados &ldquo;<em>pacotes<\/em>&rdquo; de miss&atilde;o. Um piloto tamb&eacute;m precisa estar familiarizado com miss&otilde;es de reabastecimento em voo com avi&otilde;es-tanque de outros pa&iacute;ses. E quem est&aacute; no comando precisa ter total dom&iacute;nio da situa&ccedil;&atilde;o para evitar o &ldquo;<em>fogo amigo<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">&Eacute; o que explica o Exercise Director, Brigadeiro M&aacute;rio Jord&atilde;o, da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira. Ele conta que, seja em uma miss&atilde;o de Air Superiority, quando ca&ccedil;as podem atingir velocidades supers&ocirc;nicas em combates que se desenrolam em centenas de quil&ocirc;metros do espa&ccedil;o a&eacute;reo, at&eacute; um Combat Search and Rescue(<span style=\"font-family: Arial\">C-SAR<\/span>), situa&ccedil;&atilde;o em que helic&oacute;pteros voam baixo para resgatar um piloto amigo em territ&oacute;rio hostil, o padr&atilde;o adotado durante a CRUZEX &eacute; o da Organiza&ccedil;&atilde;o do Tratado do Atl&acirc;ntico Norte, a OTAN.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Dois dos participantes deste ano s&atilde;o da Organiza&ccedil;&atilde;o, o Canad&aacute; e os Estados Unidos, e t&ecirc;m a experi&ecirc;ncia real de conflitos como as guerras no Afeganist&atilde;o e no Iraque. Mas isso n&atilde;o quer dizer que a CRUZEX foi s&oacute; uma aula desses pa&iacute;ses para os representantes da Am&eacute;rica do Sul. &quot;<em>Se por um lado eles(<span style=\"font-family: Arial\">os sul-americanos<\/span>) n&atilde;o t&ecirc;m a experi&ecirc;ncia, eles t&ecirc;m um valor que &eacute; primordial nessa parte de intera&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o as ideias. As pessoas s&atilde;o capazes em todas as &aacute;reas do planeta. Muitas vezes a melhor ideia vem da pessoa que voc&ecirc; menos espera<\/em>&quot;, explica o diretor do exerc&iacute;cio.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Apesar da decolagem de dezenas de aeronaves juntas roubar a cena, o Brigadeiro Jord&atilde;o lembrou que a intera&ccedil;&atilde;o entre os pa&iacute;ses &eacute; o mais importante. &quot;<em>Voc&ecirc; tem um momento de uma ou duas horas na miss&atilde;o e as outras 22 horas do dia para conversar, para trocar informa&ccedil;&atilde;o. E &eacute; nessa hora que a gente aprende. Al&eacute;m disso, teremos ciclos de conversas e aulas setorizadas, para cada tipo de atividade. Com isso, a For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira agrega bastante. E n&atilde;o s&oacute; a brasileira, porque os outros pa&iacute;ses tamb&eacute;m est&atilde;o interessados no que n&oacute;s estamos realizando<\/em>&quot;, diz.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Acertou ou n&atilde;o?!<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nPara a CRUZEX Flight 2013, uma das novidades foi um pequeno aparelho que pode ser levado at&eacute; no bolso dos pilotos. Com o uso de GPS, pela primeira vez houve o que a dire&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio chama de &quot;<em>shot validation<\/em>&quot;. Como em um exerc&iacute;cio o lan&ccedil;amento dos m&iacute;sseis s&oacute; ocorre de forma simulada, no passado era dif&iacute;cil ter a certeza de &quot;<em>quem acertou quem<\/em>&quot;. Muitas vezes o resultado era definido &ldquo;<em>no grito<\/em>&rdquo;. &quot;<em>A For&ccedil;a A&eacute;rea j&aacute; passou da fase &#8216;cachecol no pesco&ccedil;o&#8217;, de Bar&atilde;o Vermelho<\/em>&quot;, nas palavras do Brigadeiro. Agora foi poss&iacute;vel baixar todos os dados obtidos pelas aeronaves para saber, detalhadamente, o que aconteceu l&aacute; em cima. De acordo com o Brigadeiro Jord&atilde;o, mais que motivar os pilotos, o &quot;<em>shot validation<\/em>&quot; &eacute; bastante &uacute;til para os debriefings, pois o n&iacute;vel do aprendizado aumenta.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">No Recife, controladores de tr&aacute;fego a&eacute;reo do Terceiro Centro Integrado de Defesa A&eacute;rea e Controle de Tr&aacute;fego A&eacute;reo(<span style=\"font-family: Arial\">CINDACTA III<\/span>)&nbsp;monitoraram os movimentos das aeronaves e ali, ao vivo, puderam validar os disparos virtuais. Em seguida, j&aacute; no solo, os pilotos que participaram de uma mesma miss&atilde;o&nbsp;reuniram-se para uma segunda valida&ccedil;&atilde;o. Em uma sala reservada, foram discutidos todos os combates e como aconteceu cada uma das &ldquo;<em>vit&oacute;rias<\/em>&rdquo;. &ldquo;<em>Foi talvez um dos momentos mais interessantes dessa CRUZEX<\/em>&rdquo;, definiu o Brigadeiro Jord&atilde;o. Segundo ele, foi neste momento que os pilotos poderam aprender muito, entender quais s&atilde;o suas vulnerabilidades e pontos fortes.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Top Gun d&aacute; lugar &agrave; tecnologia<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nSe no imagin&aacute;rio popular a CRUZEX &eacute; o momento dos pilotos de ca&ccedil;a mostrarem o seu talento com manobras radicais em combates a curta dist&acirc;ncia, como fez Tom Cruise em Top Gun &#8211; Ases Indom&aacute;veis, a realidade j&aacute; &eacute; bem diferente do filme dos anos 80. Permanece o esp&iacute;rito guerreiro e o alto desempenho dos ca&ccedil;as, mas a maior parte dos combates hoje acontece na arena BVR, do ingl&ecirc;sBeyond Visual Range, ou seja, al&eacute;m do alcance visual. Isso significa que muito antes de ver a outra aeronave, os pilotos j&aacute; se enfrentam em um combate que envolve radares, m&iacute;sseis de alta tecnologia e t&eacute;cnicas bastante diferentes das simuladas pelo astro de Hollywood.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Nesta guerra a&eacute;rea do s&eacute;culo XXI, os ca&ccedil;as atuam em rede por meio do datalink, que transforma esquadrilhas em uma verdadeira rede de computadores. Um F-5EM da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira, por exemplo, pode receber informa&ccedil;&otilde;es de outro sem a necessidade do piloto usar o r&aacute;dio. J&aacute; uma aeronave de ataque A-29, &eacute; capaz de compartilhar dados detalhados a respeito de um alvo com outra aeronave. A CRUZEX acaba sendo um teste geral para estas tecnologias, que modificam doutrinas e treinamentos.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Muito disso &eacute; resultado dos projetos de reequipamento e moderniza&ccedil;&atilde;o. O Brasil ainda aguarda a decis&atilde;o sobre o seu novo avi&atilde;o de ca&ccedil;a, mas desde a primeira CRUZEX, em 2002, muita coisa mudou. Os Mirage III, Xavante e F-5E sa&iacute;ram de cena e deram lugar aos Mirage 2000, Super Tucano e F-5 modernizados, al&eacute;m dos avi&otilde;es-radar E-99, que apesar de n&atilde;o levarem armamentos, t&ecirc;m papel de destaque neste tipo de exerc&iacute;cio. E os pilotos do ca&ccedil;a de ataque A-1, apesar deste ano ainda participarem com sua vers&atilde;o antiga, j&aacute; treinam pensando em como v&atilde;o aplicar essas novidades na vers&atilde;o modernizada, cuja primeira unidade j&aacute; foi recebida pela FAB, em setembro.<\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Port&otilde;es Abertos na Base A&eacute;rea de Natal<\/strong><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\nO &ldquo;<em>Port&otilde;es Abertos<\/em>&rdquo; realizado pela Base A&eacute;rea de Natal(<span style=\"font-family: Arial\">BANT<\/span>) no s&aacute;bado(<span style=\"font-family: Arial\">09Novembro2013<\/span>) reuniu 30 mil pessoas e arrecadou cerca de duas toneladas de alimentos n&atilde;o perec&iacute;veis. Os produtos ser&atilde;o doados a institui&ccedil;&otilde;es de caridade.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">O p&uacute;blico pode ver de perto helic&oacute;pteros, ca&ccedil;as e avi&otilde;es de carga de oito pa&iacute;ses em um s&oacute; lugar. O evento que integra a programa&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio CRUZEX Flight 2013, contou com apresenta&ccedil;&otilde;es de paraquedismo e sobrevoo com manobras do helic&oacute;ptero Blackhawk.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Ao som de bandas locais, os visitantes tiveram a chance de entrar no C-130 H&eacute;rcules do Brasil e do Canad&aacute; e na cabine do ca&ccedil;a A-1 da For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira(<span style=\"font-family: Arial\">FAB<\/span>), al&eacute;m de conhecer as aeronaves IA-58 Pucar&aacute;, F-5 Tiger, F-2000 Mirage, F-16 Fighting Falcon, A-37 Dragonfly, A-29 Super Tucano e os Helic&oacute;pteros AH-2 Sabre e H-60 Blackhawk.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">Foi uma oportunidade &uacute;nica e interessante. N&atilde;o &eacute; comum as pessoas terem acesso &agrave;s aeronaves dessa maneira, ver de perto avi&otilde;es como o H&eacute;rcules e conhecer ca&ccedil;as t&atilde;o diferentes como o A-37 da Col&ocirc;mbia. A crian&ccedil;ada ganhou programa&ccedil;&atilde;o especial. Al&eacute;m de parque infantil, oficinas de pintura, corte e montagem de miniaturas de aeronaves, o show da Turma da Galinha Pintadinha animou os pequenos.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\">No meio da tarde, o helic&oacute;ptero H-60 Blackhawk realizou demonstra&ccedil;&atilde;o de rapel e manobras. Logo depois, os visitantes receberam sete paraquedistas, entre eles o cantor Waldonys. O show que encerrou o evento incluiu no repert&oacute;rio o Hino do Aviador tocado na sanfona e m&uacute;sicas do forr&oacute; p&eacute;-de-serra.<\/p>\n<p>\n<\/span><\/span><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>V&iacute;deo<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<iframe height=\"264\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/14dB19MVzLQ\" frameborder=\"0\" width=\"470\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><br \/>\n<span style=\"color: #ff0000\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>No CRUZEX Flight 2013: helic&oacute;pteros realizam miss&atilde;o em conjunto com tropa especial da FAB.<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Exerc\u00edcio Cruzeiro do Sul (CRUZEX) \u00e9 um exerc\u00edcio a\u00e9reo multinacional organizado pela For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[9],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7751"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7751"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7751\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}