{"id":8026,"date":"2014-07-21T00:00:00","date_gmt":"2014-07-21T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2014-07-21T00:00:00","modified_gmt":"2014-07-21T00:00:00","slug":"Dunga-sera-o-novo-tecnico-da-selecao-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2014\/07\/21\/Dunga-sera-o-novo-tecnico-da-selecao-brasileira\/","title":{"rendered":"Dunga ser\u00e1 o novo t\u00e9cnico da sele\u00e7\u00e3o brasileira"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 10 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<strong>Rio de Janeiro(RJ) &#8211;<\/strong>&nbsp;A CBF(<span style=\"font-family: Arial;\">Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol<\/span>) agendou para 11h00m desta ter&ccedil;a-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">22Julho2014<\/span>) a apresenta&ccedil;&atilde;o do novo t&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o brasileira. Esse ser&aacute; o rein&iacute;cio da trajet&oacute;ria de&nbsp;<strong>Carlos Caetano Bledorn Verri<\/strong>, mais conhecido como Dunga<\/span><\/span><strong style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto abaixo<\/span><\/span>)<\/strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&nbsp;no comando da equipe nacional, que ele j&aacute; havia dirigido entre 2006 e 2010. Escolha pouco cotada, o comandante foi conduzido ao cargo por seis motivos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/atletas\/dunga_carlos_caetano_bledorn_verri_465.jpg\" width=\"465\" height=\"311\" align=\"middle\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>A lista de fatores que levaram Dunga de volta ao cargo &eacute; baseada numa combina&ccedil;&atilde;o entre o perfil dele, o bom relacionamento com o coordenador-t&eacute;cnico Gilmar Rinaldi, as exclus&otilde;es de outros cotados e o retrospecto do ex-treinador na equipe nacional.<\/p>\n<p>\n<strong>Veja abaixo alguns aspectos que levaram a CBF a escolher Dunga:<\/strong><\/p>\n<p>\n<strong>01 &#8211; A CBF queria um treinador com perfil linha dura<\/strong><br \/>\nA an&aacute;lise da c&uacute;pula da CBF &eacute; que a sele&ccedil;&atilde;o que disputou a Copa de 2014 esteve muito exposta em alguns momentos. Com autoriza&ccedil;&atilde;o da entidade, amigos e patrocinadores visitaram a concentra&ccedil;&atilde;o em muitos momentos. Na v&eacute;spera do jogo contra a Alemanha, por exemplo, havia convidados no hotel do Brasil at&eacute; 22h00m.<\/p>\n<p>\nA avalia&ccedil;&atilde;o da CBF &eacute; similar ao que a c&uacute;pula identificou na equipe em 2006, em Weggis(<span style=\"font-family: Arial;\">Su&iacute;&ccedil;a<\/span>), onde o Brasil se preparou para disputar a Copa da Alemanha. Na &eacute;poca, a entidade tamb&eacute;m achou que a contrata&ccedil;&atilde;o de um t&eacute;cnico linha dura era a rea&ccedil;&atilde;o ideal. Isso levou Dunga ao comando da equipe nacional.<\/p>\n<p>\nAgora, tamb&eacute;m pesou a an&aacute;lise de Gilmar Rinaldi, novo coordenador-t&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o. Segundo pessoas pr&oacute;ximas, a vis&atilde;o que ele tem de futebol tem como premissa o comprometimento dos atletas. A avalia&ccedil;&atilde;o da CBF &eacute; que esse era um ponto muito positivo na sele&ccedil;&atilde;o de Dunga.<\/p>\n<p><strong>02 &#8211; Exclus&otilde;es de Alejandro Sabella, Tite e Muricy Ramalho<\/strong><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/atletas\/alejandro_javier_sabella_tec_argentina_465.jpg\" width=\"465\" height=\"311\" align=\"absMiddle\" alt=\"\" \/><br \/>\nAntes de escolher Dunga, a CBF chegou a flertar com <strong>Alejandro Sabella<\/strong><\/span><\/span><strong style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto acima<\/span><\/span>)<\/strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">, t&eacute;cnico que comandou a Argentina na Copa de 2014. O treinador foi assediado por Jos&eacute; Maria Marin, presidente da entidade brasileira, na cerim&ocirc;nia em que recebeu premia&ccedil;&atilde;o pelo vice-campeonato do Mundial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"> <\/p>\n<p>Segundo o blog do jornalista Rodrigo Mattos, Sabella n&atilde;o aceitou sequer iniciar conversa. O treinador alegou que queria descansar e ficar com a fam&iacute;lia, e ainda disse que queria definir antes a situa&ccedil;&atilde;o com a AFA(<span style=\"font-family: Arial;\">Associa&ccedil;&atilde;o de Futebol Argentino<\/span>).<\/p>\n<p>\nOutros nomes, como Tite e Muricy Ramalho, foram exclu&iacute;dos pela CBF antes de qualquer conversa.&nbsp;No caso de Tite, o veto deve-se &agrave; liga&ccedil;&atilde;o com Andr&eacute;s Sanchez, principal advers&aacute;rio pol&iacute;tico de Marin e Marco Polo del Nero, que assumir&aacute; em 2015 a presid&ecirc;ncia da CBF.&nbsp;Andr&eacute;s contratou Tite no Corinthians em 2010 e bancou a perman&ecirc;ncia dele at&eacute; nos piores momentos. A pessoas pr&oacute;ximas, Marin admitiu que a rejei&ccedil;&atilde;o ao treinador &eacute; motivada por isso.<\/p>\n<p>\nO veto a Muricy Ramalho &eacute; baseado em dois fatores: ele j&aacute; recusou o cargo em 2010, antes da contrata&ccedil;&atilde;o de Mano Menezes, e a avalia&ccedil;&atilde;o da CBF &eacute; que o atual comandante do S&atilde;o Paulo faria muitas exig&ecirc;ncias para assumir a sele&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>03 &#8211; Gilmar Rinaldi tem bom relacionamento com Dunga<\/strong><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"\/UserFiles\/Image\/esportes\/atletas\/gilmar_luis_rinaldi_cbf_465.jpg\" width=\"465\" height=\"311\" align=\"middle\" alt=\"\" \/><br \/>\nApresentado na semana passada como o novo coordenador-t&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o brasileira, <strong>Gilmar Rinaldi(<span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><span style=\"font-family: Arial;\">Foto acima<\/span><\/span>)&nbsp;<\/strong>&eacute; um dos respons&aacute;veis pelo retorno de Dunga ao comando da equipe. O novo gestor &eacute; amigo do treinador desde a &eacute;poca em que ambos eram atletas.<\/p>\n<p>\nGilmar era goleiro reserva da sele&ccedil;&atilde;o brasileira na Copa de 1994, quando Dunga foi capit&atilde;o do time que conquistou o quarto t&iacute;tulo mundial da hist&oacute;ria do pa&iacute;s. Os dois n&atilde;o convivem com assiduidade, mas t&ecirc;m boa rela&ccedil;&atilde;o desde aquela &eacute;poca.<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><strong>04 &#8211; A CBF aprovou os resultados da sele&ccedil;&atilde;o com Dunga<\/strong><br \/>\nO Brasil de Dunga foi sexto colocado na Copa de 2010, pior posi&ccedil;&atilde;o da sele&ccedil;&atilde;o desde o nono lugar de 1990. Ainda assim, a CBF considera os resultados como argumentos favor&aacute;veis ao retorno do treinador.&nbsp;Antes da Copa, a sele&ccedil;&atilde;o de Dunga venceu a Copa Am&eacute;rica de 2007, disputada na Venezuela, e a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es de 2009, na &Aacute;frica do Sul. Al&eacute;m disso, o treinador obteve uma medalha de bronze nos Jogos Ol&iacute;mpicos de Pequim-2008.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nO desempenho do Brasil na Copa de 2010 ainda foi considerado satisfat&oacute;rio pela CBF. A sele&ccedil;&atilde;o de Dunga foi a primeira colocada em seu grupo e avan&ccedil;ou com tranquilidade &agrave;s quartas de final. No jogo em que foi eliminada, contra a Holanda, a equipe nacional ainda fez bom primeiro tempo e chegou a estar vencendo por 1 a 0.<\/p>\n<p><strong>5 &#8211; Dunga tem experi&ecirc;ncia em Eliminat&oacute;rias<br \/>\n<\/strong>A sele&ccedil;&atilde;o brasileira ter&aacute; at&eacute; 2018 um ciclo muito mais movimentado do que os &uacute;ltimos quatro anos. O pa&iacute;s voltar&aacute; a disputar as Eliminat&oacute;rias, e a experi&ecirc;ncia de Dunga nessa competi&ccedil;&atilde;o foi um fator que pesou para o retorno do treinador.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\nComo era sede da Copa de 2014, o Brasil n&atilde;o precisou passar pela qualifica&ccedil;&atilde;o. O pa&iacute;s disputou um total de nove jogos de competi&ccedil;&atilde;o entre os dois &uacute;ltimos Mundiais &ndash; metade do tamanho das Eliminat&oacute;rias Sul-Americanas, que t&ecirc;m 18 rodadas.<\/p>\n<p>\nO Brasil de Dunga conseguiu nove vit&oacute;rias, sete empates e duas derrotas nas Eliminat&oacute;rias para a Copa de 2010. Foi o time com melhor campanha na Am&eacute;rica do Sul, com o melhor ataque(<span style=\"font-family: Arial;\">33 gols feitos<\/span>) e a melhor defesa(<span style=\"font-family: Arial;\">11 gols sofridos<\/span>), e ainda conseguiu resultados expressivos(<span style=\"font-family: Arial;\">vit&oacute;ria por 3 a 1 sobre a Argentina em Ros&aacute;rio, por exemplo)<\/span>.<\/p>\n<p><strong>06 &#8211; Dunga n&atilde;o &eacute; um alvo de Rom&aacute;rio<\/strong><br \/>\nO ex-jogador e atual deputado federal &eacute; um dos principais opositores da atual gest&atilde;o da CBF. Na semana passada, ele atacou duramente a escolha de Gilmar Rinaldi para o cargo de coordenador-t&eacute;cnico. &quot;<em>S&oacute; pode ser uma destas duas coisas: sacanagem ou pegadinha<\/em>&quot;, escreveu o Baixinho em uma rede social.<\/p>\n<p>\nRom&aacute;rio tamb&eacute;m fez cr&iacute;ticas incisivas &agrave; sele&ccedil;&atilde;o quando a equipe era comandada por Mano Menezes, mas tem bom relacionamento com Dunga &ndash; os dois e Gilmar foram companheiros na sele&ccedil;&atilde;o que conquistou a Copa de 1994.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><strong>Dez pistas da &#8216;<em>filosofia<\/em>&#8216; que Dunga deve levar para a sele&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/esportes\/cbf_logomarca_capa.JPG\" align=\"left\" alt=\"\" \/>O que esperar de Dunga nesta sua volta ao comando da sele&ccedil;&atilde;o brasileira? No in&iacute;cio do m&ecirc;s, em meio &agrave; Copa do Mundo, ele deu algumas pistas sobre como v&ecirc; o trabalho de um t&eacute;cnico de sele&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\nFoi na v&eacute;spera da partida entre Alemanha e Fran&ccedil;a, v&aacute;lida pelas quartas de final, no Maracan&atilde;. Dunga participou de um evento promovido pela Coca-Cola ao lado do ex-jogador argentino Claudio Caniggia. &Agrave; vontade, ele respondeu a perguntas de jornalistas por quase uma hora.<\/p>\n<p>\n&Eacute; preciso levar em conta que estas declara&ccedil;&otilde;es foram dadas antes do tr&aacute;gico 7 a 1. Em todo caso, relendo as suas respostas, &eacute; poss&iacute;vel ver com alguma clareza como o t&eacute;cnico pensa a respeito de algumas quest&otilde;es fundamentais.<\/span><\/span><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><strong>Veja abaixo:<\/strong><\/p>\n<p><strong>01. Excluir um jogador pol&ecirc;mico pode ajudar a unir o grupo<\/strong><br \/>\n&quot;<em>Recentemente conversando com o(Arrigo) Saachi(t&eacute;cnico da It&aacute;lia na Copa de 94), ele disse: &#8216;Voc&ecirc; tem que convocar os jogadores pela compet&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m pela confian&ccedil;a&#8217;. O Deschamps(<span style=\"font-family: Arial;\">t&eacute;cnico da Fran&ccedil;a<\/span>) come&ccedil;ou a ganhar o grupo quando deixou um jogador de fora(<span style=\"font-family: Arial;\">refer&ecirc;ncia ao meia Nasri, do Manchester City<\/span>)<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>02. Nem todo jogador &quot;<em>pol&ecirc;mico<\/em>&quot; &eacute; um Rom&aacute;rio<\/strong><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.obeabadosertao.com.br\/UserFiles\/Image\/celebridades\/romario_de_souza_faria_465.jpg\" align=\"middle\" alt=\"\" \/><br \/>\n&quot;<em>O treinador escolhe pela compet&ecirc;ncia. Quando tem dois no mesmo n&iacute;vel, voc&ecirc; vai escolher o menos pol&ecirc;mico, o que cria menos problema. Mas, se esse pol&ecirc;mico resolve as coisas dentro de campo, voc&ecirc; tem que engolir. Agora, tem muito jogador pol&ecirc;mico que n&atilde;o resolve dentro de campo<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>03. N&atilde;o escala ningu&eacute;m pela fama<\/strong><br \/>\n&quot;<em>Muita gente diz: voc&ecirc; tem que trocar fulano. Tudo bem. Mas me diz quem tem que sair? Eu, como profissional, se dou igualdades de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho para todos, o que se acha melhor tem que mostrar em campo<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>04. A fidelidade aos jogadores tem limites<\/strong><br \/>\n&quot;<em>Foi assim com o Parreira em 94. Deu as oportunidades a quem estava com ele desde as eliminat&oacute;rias, depois come&ccedil;ou a mudar. Tem uma hora que o jogador precisa aparecer. Quanto maior &eacute; a cobran&ccedil;a, mais &eacute; a hora de mostrar a cara<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>05. O capit&atilde;o do time pode sentir a press&atilde;o<\/strong><br \/>\n&quot;<em>Cada uma tem uma forma de rea&ccedil;&atilde;o, uma personalidade. Tem que ver o ser humano tamb&eacute;m. Que pode ter virtudes e defeitos como todos n&oacute;s, que tamb&eacute;m sente a press&atilde;o. O mais importante &eacute; que o grupo entenda essa rea&ccedil;&atilde;o e saiba da personalidade do Thiago<\/em>(Silva)&quot;.<\/p>\n<p><strong>06. Em uma sele&ccedil;&atilde;o n&atilde;o h&aacute; s&oacute; um l&iacute;der<\/strong><br \/>\n&quot;<em>N&atilde;o &eacute; s&oacute; ele(<span style=\"font-family: Arial;\">Thiago Silva<\/span>) que tem que fazer a lideran&ccedil;a. Todos t&ecirc;m que ajudar. S&oacute; quem est&aacute; l&aacute; dentro pode saber<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>07. O talento individual muitas vezes &eacute; suficiente<\/strong><br \/>\n&quot;<em>O que a gente v&ecirc;(<span style=\"font-family: Arial;\">na Copa<\/span>)? Fala-se em times ofensivos, mas o que se v&ecirc;? Sele&ccedil;&otilde;es marcando atr&aacute;s do meio de campo, com jogadores velozes, que sabem definir. Quem define &eacute; o talento. Fala-se mal da Argentina, mas ganhou todos os jogos<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>08. Ansiedade &eacute; diferente de press&atilde;o<\/strong><br \/>\n&quot;<em>Press&atilde;o que a minha gera&ccedil;&atilde;o teve, em 94, n&atilde;o vai ter nunca. Era pau o tempo todo. Aquela gera&ccedil;&atilde;o tinha um temperamento muito forte. Essa gera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tem press&atilde;o, tem ansiedade, de mostrar ao Brasil que pode jogar em casa. Na Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, conseguia fazer gol logo no come&ccedil;o. Agora &eacute; diferente. Os jogadores est&atilde;o ansiosos agora porque n&atilde;o conseguem fazer gol logo no inicio<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>09. O papel do t&eacute;cnico &eacute; organizar<\/strong><br \/>\n&quot;<em>A Col&ocirc;mbia melhorou muito com a entrada do Pekerman. Era um time muito desorganizado, sem obedi&ecirc;ncia t&aacute;tica<\/em>&quot;.<\/p>\n<p><strong>10. O enfrentamento com a imprensa faz parte do neg&oacute;cio<\/strong><br \/>\n&quot;<em>Cada um tem uma forma de rea&ccedil;&atilde;o. Deixei todo mundo trabalhar igual e fui criticado. O Felip&atilde;o est&aacute; fazendo escolhas e est&aacute; sendo criticado. Ser treinador da sele&ccedil;&atilde;o tem mais prazer do desgosto. Como a gente reclama, voc&ecirc;s podem achar que a gente n&atilde;o gosta. At&eacute; com as entrevistas a gente se divertia. A gente sabia at&eacute; o que os rep&oacute;rteres iam perguntar. &#8216;Aquele cara, ele vai fazer uma pergunta pra me alfinetar&#8217;. Assim como voc&ecirc;s estudam a gente, a gente estuda voc&ecirc;s. Nunca deixei ningu&eacute;m sem resposta. O treinador vai ser criticado sempre<\/em>&quot;.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Caetano Bledorn Verri &#8211; DUNGA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8026"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8026"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8026\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8026"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8026"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8026"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}