{"id":8150,"date":"2015-01-04T00:00:00","date_gmt":"2015-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2015-01-04T00:00:00","modified_gmt":"2015-01-04T00:00:00","slug":"Nova-gigante-passa-Apple-e-Samsung-na-China","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2015\/01\/04\/Nova-gigante-passa-Apple-e-Samsung-na-China\/","title":{"rendered":"Nova gigante passa Apple e Samsung na China"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 3 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"font-family: Verdana\"><br \/>\n<strong>Hong Kong(China) &#8211;<\/strong>&nbsp;Na China, a batalha dos smartphones costumava ser da Samsung contra a Apple. Mas n&atilde;o &eacute; mais. Durante o ver&atilde;o, a empresa chinesa Xiaomi chegou ao topo do competitivo mercado da China e se tornou a terceira maior fabricante de celulares do mundo.<\/p>\n<p>\nFundada em 2010 como uma pequena startup para vender telefones de design por pre&ccedil;os baixos pela internet, a Xiaomi chegou definitivamente tarde para o jogo. Seu primeiro fone saiu junto com o iPhone 4S. Mas uma boa estrat&eacute;gia de m&iacute;dia social e um plano de neg&oacute;cios que enfatizava vender servi&ccedil;os pelo telefone ajudou a Xiaomi a conquistar um animado apoio dos chineses jovens e modernos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" align=\"absMiddle\" src=\"\/UserFiles\/Image\/celebridades\/lei_jun_empresario_chines_xiaomi_tecnologia_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>Com a expectativa de que os chineses comprem 500 milh&otilde;es de smartphones em 2015, a Xiaomi deve garantir seu lugar como uma das mais poderosas produtoras de celulares no mais importante mercado do mundo. Agora, os fundadores da empresa, que incluem o empres&aacute;rio chin&ecirc;s <strong>Lei Jun <\/strong>e o ex-executivo do Google Lin Bin, esperam que esse status ajude a tornar sua marca global. Apesar de a Xiaomi j&aacute; vender internacionalmente, 2015 ser&aacute; o verdadeiro teste para provar se ela pode continuar a crescer fora da China.<\/p>\n<p>\nDeixando de lado mercados como os Estados Unidos e a Europa, Lei e Lin est&atilde;o buscando grandes pa&iacute;ses em desenvolvimento como Brasil e &Iacute;ndia. E esperam usar as redes de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico para vender telefones baratos e de boa qualidade. Mas existem desafios. A Xiaomi n&atilde;o tem um grande portf&oacute;lio de patentes, o que a deixa vulner&aacute;vel a processos legais dos competidores.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" align=\"absMiddle\" src=\"\/UserFiles\/Image\/internacional\/xiaomi_tecnologia_log_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>Em dezembro, a empresa foi temporariamente bloqueada na &Iacute;ndia por causa de uma reclama&ccedil;&atilde;o de patente pela produtora de telecomunica&ccedil;&atilde;o sueca Ericsson. E outras companhias chinesas que produzem barato t&ecirc;m a mesma ideia sobre entrar nesses mercados em ascens&atilde;o. &quot;<em>Vender o telefone para os usu&aacute;rios &eacute; um bom come&ccedil;o, mas n&atilde;o &eacute; realmente o neg&oacute;cio final. Na verdade, &eacute; o in&iacute;cio do neg&oacute;cio. &Eacute; depois que o usu&aacute;rio compra o celular e come&ccedil;a a us&aacute;-lo que vamos gerar mais valor, para eles e para n&oacute;s<\/em>&quot;, explicou Lin.<\/p>\n<p>\nA estrat&eacute;gia do primeiro contato online fez a Xiaomi conquistar o maior reconhecimento que uma empresa pode receber na China: seus rivais a est&atilde;o copiando. As conhecidas empresas de equipamentos de telecomunica&ccedil;&atilde;o Huawei e ZTE t&ecirc;m telefones vendidos prioritariamente online.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"\" align=\"absMiddle\" width=\"1148\" height=\"689\" src=\"\/UserFiles\/Image\/diversos\/xiaomi_tecnologia_celular_mi3_1_465.jpg\" \/><\/p>\n<p>Empresas como a OnePlus e a Smartsan tamb&eacute;m focaram em produtos com design bacanas e componentes chiques e os vendem a pre&ccedil;os relativamente baixos.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-family: Arial\">Servi&ccedil;os<\/span><\/strong><\/span><\/span><br \/>\nMix. Embora a Xiaomi ganhe dinheiro com a venda de telefones, o plano da empresa &eacute; aumentar os lucros vendendo servi&ccedil;os como divers&atilde;o e aplicativos de celular. A companhia tamb&eacute;m come&ccedil;ou a vender outros equipamentos, como uma televis&atilde;o smart, um tablet e uma banda de fitness, que funcionam em sua interface bem regulada, constru&iacute;da sobre o sistema operacional do Android do Google.<\/p>\n<p>\nCompanhia pode virar uma nova &quot;<em>Alibaba<\/em>&quot; Hong Kong, China. Uma nova rodada para conseguir investimentos pode elevar o valor da Xiaomi de US$ 30 bilh&otilde;es para US$ 40 bilh&otilde;es, acima da rival Lenovo, mais conhecida que ela, de acordo com uma pessoa familiarizada com o processo.<\/p>\n<p>\nBanqueiros de investimento j&aacute; est&atilde;o cortejando a empresa antes de sua potencial primeira oferta p&uacute;blica de a&ccedil;&otilde;es. &quot;<em>Os banqueiros est&atilde;o tratando a Xiaomi como a pr&oacute;xima Alibaba<\/em>&quot;, diz um dos investidores, que deu a declara&ccedil;&atilde;o anonimamente, porque a empresa n&atilde;o permite entrevistas.<\/p>\n<p>\nApesar de alguns aspectos do modelo de neg&oacute;cios ser pr&oacute;prio para as peculiaridades da China, o ex-executivo do Google Lin Bin, um dos fundadores da Xiaomi, acredita que pode funcionar em outros mercados.<\/p>\n<p>\nEm particular, ele disse que a companhia vai focar em mercados com grandes popula&ccedil;&otilde;es, uma infraestrutura de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico desenvolvida e empresas de telefonia fracas.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 3 minutos Hong Kong(China) &#8211;&nbsp;Na China, a batalha dos smartphones costumava ser da Samsung contra a Apple. 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