{"id":8248,"date":"2015-03-14T00:00:00","date_gmt":"2015-03-14T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2015-03-14T00:00:00","modified_gmt":"2015-03-14T00:00:00","slug":"Como-negociar-com-quem-so-quer-levar-vantagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2015\/03\/14\/Como-negociar-com-quem-so-quer-levar-vantagem\/","title":{"rendered":"Como negociar com quem s\u00f3 quer levar vantagem"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 10 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nUma pessoa s&oacute; pode se considerar um negociador de alto n&iacute;vel se for capaz de identificar e se sair bem diante das t&aacute;ticas e artimanhas empregadas por quem s&oacute; quer levar vantagem. Assim, &eacute; b&aacute;sico conhecer todos os artif&iacute;cios utilizados e ter consci&ecirc;ncia de que quem s&oacute; quer levar vantagem adota dois princ&iacute;pios b&aacute;sicos.<\/p>\n<p>\nO primeiro, uma frase de Ashleigh Brilliant, &quot;<em>Eu sempre ganho, voc&ecirc; sempre perde. N&atilde;o h&aacute; nada mais juntos do que isto<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nO segundo &eacute; a 1&ordf;. Lei de Roger que &eacute;: &quot;<em>jamais pecar contra o d&eacute;cimo primeiro mandamento, que &eacute; n&atilde;o ser pego<\/em>&quot;. Isto significa que quando algu&eacute;m que s&oacute; quer levar vantagem diz que uma negocia&ccedil;&atilde;o foi ganha\/ganha &eacute; porque ganhou em dobro.<\/p>\n<p>\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"\/UserFiles\/Image\/relacionamento\/oportunista_465.jpg\" width=\"465\" height=\"311\" align=\"absMiddle\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Portanto, em termos pr&aacute;ticos, &eacute; preciso ter cuidado com o que &eacute; denominado como &quot;<em>falso ganha\/ganha<\/em>&quot;, em que uma pessoa perdeu, mas saiu acreditando que o acordo foi um verdadeiro ganha\/ganha.<\/p>\n<p>\nFica claro neste exemplo que existem duas categorias b&aacute;sicas de t&aacute;ticas utilizadas por quem s&oacute; quer levar vantagem, que s&atilde;o as falcatruas e as t&aacute;ticas de fragiliza&ccedil;&atilde;o do estado mental e emocional.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nAbaixo confira dez destas t&aacute;ticas, alertando que o repert&oacute;rio que pode ser utilizado &eacute; bastante extenso.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: small;\"><strong><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">O falso acordo<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Em 1938, Neville de Chamberlain, ent&atilde;o primeiro ministro do Reino Unido, chegou a Londres, voltando de Munique, exibindo um acordo que havia feito com Hitler, sobre a quest&atilde;o dos Sudetos da Tchecoslov&aacute;quia. Este acordo concedia &agrave; Alemanha a regi&atilde;o dos Sudetos, que Hitler alegava ser um territ&oacute;rio que havida sido tomado da Alemanha. Em troca, Hitler garantia que n&atilde;o tinha nenhuma outra pretens&atilde;o territorial e que, portanto, a paz na Europa, que Chamberlain tanto almejava, estava garantida.<\/p>\n<p>\nMas o que aconteceu &eacute; que, menos de um ano depois, a Alemanha invadiu a Pol&ocirc;nia. Portanto, o acordo que Hitler assinou, e que Chamberlain mostrou como sendo um &ecirc;xito da sua negocia&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o valida nada.a&ccedil;a e intimida&ccedil;&atilde;o s&atilde;o alguns dos artif&iacute;cios utilizados por quem nunca aceita ceder em uma negocia&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\nO que &eacute; inacredit&aacute;vel, nesta negocia&ccedil;&atilde;o, foi o n&uacute;mero de erros cometidos por Chamberlain em todas as etapas do processo de negocia&ccedil;&atilde;o, a come&ccedil;ar pela p&eacute;ssima prepara&ccedil;&atilde;o. Mas, o pior de todos, foi n&atilde;o ter levando em conta que a negocia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o acaba quando o acordo &eacute; firmado, mas sim quando &eacute; cumprido, e que se o transgressor n&atilde;o puder ser punido, o acordo n&atilde;o vale nada. De qualquer forma, &eacute; sempre bom lembrar que &eacute; assim que se compra gato por lebre.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Surpresa final<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Uma equipe de vendedores brasileiros estava negociando com compradores estrangeiros que falavam um idioma bastante dif&iacute;cil. Depois de v&aacute;rios dias de negocia&ccedil;&atilde;o, os compradores informaram que aceitavam as condi&ccedil;&otilde;es a que se havia chegado e que, portanto, os termos do acordo estavam definidos. Assim sendo, marcaram uma reuni&atilde;o t&atilde;o somente para formalizar o que havia sido acordado. Quando os vendedores chegaram para a reuni&atilde;o, veio a surpresa. Os compradores alegaram que haviam estudado melhor a quest&atilde;o e que s&oacute; fechariam a compra caso os vendedores concedessem um desconto de mais trinta por cento.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>A falsa negocia&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Um executivo foi procurado por um headhunter, com uma proposta irrecus&aacute;vel, para ocupar alto cargo em outra empresa. Na reuni&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o, para definir as condi&ccedil;&otilde;es de admiss&atilde;o, notou que eram feitas muitas perguntas que n&atilde;o tinham nada a ver com as suas compet&ecirc;ncias e os termos do contrato, mas com estrat&eacute;gias e procedimentos da empresa em que trabalhava.<\/p>\n<p>\nO que aconteceu depois &eacute; que n&atilde;o foi chamado para ocupar o cargo e o pretenso headhunter sumiu. Esta foi t&atilde;o somente uma t&aacute;tica usada por um concorrente para obter informa&ccedil;&otilde;es sobre estrat&eacute;gias e procedimentos da atual empresa do executivo.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Amea&ccedil;a e intimida&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Um vendedor ia participar de uma licita&ccedil;&atilde;o, para informatiza&ccedil;&atilde;o hospitalar, com uma proposta extremamente competitiva. Antes da reuni&atilde;o para apresenta&ccedil;&atilde;o das propostas recebeu uma liga&ccedil;&atilde;o telef&ocirc;nica em que a pessoa mostrava conhecer in&uacute;meras informa&ccedil;&otilde;es sobre sua vida pessoal, como a escola de seus filhos e local de trabalho da esposa. A intimida&ccedil;&atilde;o foi: ou voc&ecirc; se retira do processo de licita&ccedil;&atilde;o ou voc&ecirc; n&atilde;o sabe o que vai acontecer com seus familiares.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Mocinho e bandido<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&Eacute; uma t&aacute;tica bastante conhecida, mas ainda empregada e, por incr&iacute;vel que possa parecer, com sucesso. Na realidade, s&atilde;o dois bandidos, mas s&oacute; que um se apresenta sob a capa de bom mo&ccedil;o. Uma variante de mocinho\/bandido &eacute; a do s&oacute;cio invis&iacute;vel. Quem negocia &eacute; uma &oacute;tima pessoa, mas ela tem um s&oacute;cio que &eacute; intransigente. E, este s&oacute;cio intransigente &eacute; inacess&iacute;vel. &Agrave;s vezes, este s&oacute;cio intransigente &eacute; uma norma ou um procedimento que n&atilde;o podem ser mudados.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>O menosprezo<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\nO objetivo do menosprezo &eacute; atingir o ego e a autoimagem da outra pessoa e coloc&aacute;-la num estado mental e emocional fraco de recursos. Um brasileiro foi negociar na Inglaterra e a primeira coisa que o negociador ingl&ecirc;s disse foi: &quot;<em>Como &eacute;, ainda est&atilde;o matando muito &iacute;ndio no Brasil<\/em>?&quot;. A mensagem que estava embutida na pergunta era: voc&ecirc; &eacute; de um pa&iacute;s inferior, logo voc&ecirc; &eacute; inferior.<\/p>\n<p>\nExistem muitas formas de menosprezo. Uma delas &eacute; jogar iscas com palavras dif&iacute;ceis que a pessoa provavelmente n&atilde;o saiba o significado. E quando se pergunta pelo significado daquela palavra, vem o menosprezo: &quot;<em>Como voc&ecirc; n&atilde;o sabe o que xyz significa. Qualquer idiota sabe o que xyz quer dizer<\/em>&quot;.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong>Coitadinho<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&Eacute; uma t&aacute;tica para gerar sentimento de culpa no outro. Ela aparece sob a forma de express&otilde;es como: &quot;<em>voc&ecirc; est&aacute; querendo arruinar a mim e minha empresa. Pense no n&uacute;mero de pessoas que v&atilde;o ficar desempregadas e nas fam&iacute;lias que n&atilde;o v&atilde;o ter dinheiro para comprar alimento<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>\nHavia at&eacute; uma empresa que tinha um especialista em chorar. Sempre que era preciso o que diziam &eacute;: chama o chor&atilde;o que ele resolve. &Eacute; por isto que h&aacute; quem diga que &quot;<em>quem tem pena do coitado fica no lugar dele<\/em>&quot;. N&atilde;o faz muito tempo, uma televis&atilde;o fez uma reportagem sobre uma banca de jornal que vendia o &quot;<em>kit mendigo<\/em>&quot;. E o mais incr&iacute;vel foi um mendigo que, para &quot;<em>trabalhar<\/em>&quot;, saiu de um Corolla.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Cria&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">&Eacute; lan&ccedil;ada uma isca, como por exemplo, um pre&ccedil;o muito baixo para se adquirir alguma coisa. Mas depois fica-se dependente da manuten&ccedil;&atilde;o e de outras coisas como pe&ccedil;as de reposi&ccedil;&atilde;o e sobressalentes e &eacute; ai que v&ecirc;m a explora&ccedil;&atilde;o. A isca para a depend&ecirc;ncia &eacute; sempre alguma coisa extremamente atraente e &eacute; baseada na tomada de decis&atilde;o com uma vis&atilde;o de curto prazo, sem que se vejam as consequ&ecirc;ncias negativas da decis&atilde;o a m&eacute;dio e longo prazo.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>Situa&ccedil;&atilde;o estressante<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Consiste em criar uma situa&ccedil;&atilde;o para deixar o outro em estado mental e emocional fraco de recursos. Existem in&uacute;meras formas de ser feita, entre elas, deixar o outro esperando por horas e horas, fazer reuni&otilde;es desgastantes que n&atilde;o acabam nunca, colocar a temperatura da sala num n&iacute;vel extremamente desagrad&aacute;vel &#8211; ou muito quente ou extremamente fria. O fato &eacute; que n&atilde;o existem limites para o n&uacute;mero destas t&aacute;ticas, a n&atilde;o ser o da imagina&ccedil;&atilde;o de quem quer utiliz&aacute;-las.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>A falsa confian&ccedil;a<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Uma pessoa, ou uma empresa, cria condi&ccedil;&otilde;es para que se acredite que seja extremamente confi&aacute;vel. E, uma vez feito isto, vem o golpe. A quest&atilde;o da confian&ccedil;a &eacute; bastante delicada pois, quem n&atilde;o confia de forma alguma, acaba n&atilde;o negociado. Existem muitas t&aacute;ticas que s&atilde;o adotadas, sendo uma delas um golpe chamado de &quot;<em>pato da arara<\/em>&quot;. Um cliente novo, que n&atilde;o era conhecido, negocia um pedido bastante bom, em condi&ccedil;&otilde;es que parecem bastante favor&aacute;veis. Verifica-se o CGC e as empresas com quem opera. Checam-se as refer&ecirc;ncias e constata-se que n&atilde;o h&aacute; t&iacute;tulos protestados. S&oacute; h&aacute; pontos positivos. Melhor imposs&iacute;vel. Entretanto, na hora de receber o pagamento, quando do vencimento da fatura, nada acontece. A empresa sumiu.<\/p>\n<p>\nPara dar este golpe uma quadrilha compra uma empresa inativa, com folha limpa na pra&ccedil;a, e aluga um escrit&oacute;rio e um galp&atilde;o para servirem de fachada. A partir dai faz muitas encomendas. As araras costumam bater asas entre 30 e 45 dias. Em geral, este golpe pega quem n&atilde;o faz uma an&aacute;lise aprofundada das informa&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o toma os cuidados necess&aacute;rios para o caso de novos clientes, sobretudo, &agrave;queles que fazem pedidos muito generosos. Ou seja, quando a esmola &eacute; muita, o santo desconfia.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p><\/span><\/span><span style=\"color: rgb(0, 0, 255);\"><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong>O que fazer diante de quem s&oacute; quer levar vantagem?<\/strong><\/span><\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\">Assim sendo, &eacute; fundamental que voc&ecirc; conhe&ccedil;a muito bem o repert&oacute;rio de t&aacute;ticas e as variantes que s&atilde;o usadas por quem s&oacute; quer levar vantagem. &Eacute; preciso saber analisar com profundidade toda a situa&ccedil;&atilde;o para saber se estamos diante de uma amea&ccedil;a ou se, apesar de tudo, estamos diante de uma grande oportunidade. E, acima de tudo, n&atilde;o perder a cabe&ccedil;a, pois isto pode fazer parte do jogo da outra pessoa, como fez o italiano Materazzi com o franc&ecirc;s Zidane, na Copa do Mundo de Futebol de 2006.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nTenha um procedimento baseado em tr&ecirc;s perguntas essenciais:<\/p>\n<p>1) Nesta situa&ccedil;&atilde;o existe uma oportunidade de atendimento dos meus interesses, necessidades e expectativas? Se a resposta for n&atilde;o, retire-se da negocia&ccedil;&atilde;o. Se a resposta for sim prossiga;<\/p>\n<p>2) Posso aproveitar? Se a resposta for n&atilde;o retire-se. Se a resposta for sim prossiga;<\/p>\n<p>3) Como posso aproveitar? Se voc&ecirc; encontrar um procedimento adequado e seguro, prossiga. Caso contr&aacute;rio, retire-se.<\/span><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: small;\"><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana;\"><br \/>\nDe qualquer forma, tenha presente que os bons negociadores est&atilde;o preparados para o que der e vier e tem como um princ&iacute;pio importante o que j&aacute; dizia Benjamin Franklin por volta de 1750: &quot;<em>Quem n&atilde;o leva a s&eacute;rio a prepara&ccedil;&atilde;o de algo, est&aacute; se preparando para o fracasso<\/em>&quot;. Portanto, &eacute; preciso saber que a prepara&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental, mas s&oacute; isto n&atilde;o basta pois, acima de tudo, &eacute; preciso saber muito bem como se preparar para se chegar &agrave; excel&ecirc;ncia numa negocia&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\nTenha presente que uma das piores coisas que pode acontecer &eacute; quando estamos negociando com uma pessoa extremamente competente e desonesta. Assim sendo, esteja preparado para o que der e vier e considere que mar tranquilo n&atilde;o faz bom marinheiro. Mais ainda: quem s&oacute; sabe navegar em mar de almirante, est&aacute; fora do jogo.<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 10 minutos Uma pessoa s&oacute; pode se considerar um negociador de alto n&iacute;vel se for capaz de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[49],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8248"}],"collection":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8248"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8248\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8248"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8248"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}