{"id":8731,"date":"2020-06-01T00:00:00","date_gmt":"2020-06-01T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2020-06-01T00:00:00","modified_gmt":"2020-06-01T00:00:00","slug":"Protestos-pela-morte-de-homem-negro-se-espalham-pelos-EUA","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obeabadosertao.com.br\/portal\/2020\/06\/01\/Protestos-pela-morte-de-homem-negro-se-espalham-pelos-EUA\/","title":{"rendered":"Protestos pela morte de homem negro se espalham pelos EUA"},"content":{"rendered":"<div id=\"tt-temp-estim\">Tempo de leitura: 4 minutos<\/div><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><\/p>\n<p>\nMorte provoca maior onda de protesto nos Estados Unidos&nbsp;e produzem cenas de viol&ecirc;ncia. O&nbsp;homic&iacute;dio de um homem negro, George Floyd, por um policial branco provocou uma onda de indigna&ccedil;&atilde;o e viol&ecirc;ncia de uma ponta &agrave; outra dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>George Floyd foi morto por um policial na &uacute;ltima segunda-feira(<span style=\"font-family: Arial;\">25Maio2020<\/span>), em Mine&aacute;polis, no estado norte-americano de Minnesota. O caso foi gravado e logo viralizou nas redes sociais. Nas imagens, &eacute; poss&iacute;vel ver o oficial pressionando com o joelho o pesco&ccedil;o de Floyd, que diz &quot;<em>n&atilde;o consigo respirar<\/em>&quot; repetidas vezes, at&eacute; ficar inconsciente.<\/p>\n<p>Sua morte se tornou o mais recente s&iacute;mbolo da viol&ecirc;ncia policial contra os cidad&atilde;os negros e provocou a maior onda de protestos dos &uacute;ltimos anos nos Estados Unidos. Manifestantes em todo o pa&iacute;s gritaram frases como &quot;<em>Black Lives Matter<\/em>&quot; (<span style=\"font-family: Arial;\">&quot;Vidas Negras Importam&quot;, em tradu&ccedil;&atilde;o livre<\/span>) e &quot;<em>n&atilde;o consigo respirar<\/em>&quot;.<\/p>\n<p>As manifesta&ccedil;&otilde;e, que exigem justi&ccedil;a para Floyd e o fim da viol&ecirc;ncia policial contra negros, entraram hoje em seu sexto dia consecutivo. Cerca de 40 cidades j&aacute; impuseram toques de recolher e 15 estados, al&eacute;m de Washington, DC, ativaram a Guarda Nacional para conter atos de viol&ecirc;ncia e vandalismo.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m houve protestos pac&iacute;ficos no Canad&aacute; e na Europa, em uma extens&atilde;o internacional da indigna&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n&quot;Black Lives Matter&quot;: o mundo digital tamb&eacute;m est&aacute; com George Floyd<\/span><\/span><\/p>\n<p>EUA est&atilde;o a ferro e fogo. Ao mesmo tempo que o pa&iacute;s vive uma onde de protestos, pela internet, v&aacute;rias empresas e plataformas est&atilde;o a mostrar indigna&ccedil;&atilde;o contra a morte do afro-americano de 46 anos e a mostrar o seu apoio &agrave; comunidade<\/p>\n<p>\nBlack Lives Matter. O movimento ativista internacional que foi fundado em 2013, encontra por estes dias nova for&ccedil;a, ap&oacute;s a morte de George Floyd, um cidad&atilde;o afro-americano, &agrave;s m&atilde;os da pol&iacute;cia dos Estados Unidos, na cidade de Minneapolis, no estado do Minnesota.<\/p>\n<p>&Agrave; morte deste homem somam-se v&aacute;rias outras de pessoas negras &agrave;s m&atilde;os de pol&iacute;cias brancos, todas elas gerando indigna&ccedil;&atilde;o. A de Floyd n&atilde;o foi exce&ccedil;&atilde;o e tem sido palco de uma onda de protestos que duram h&aacute; v&aacute;rios dias em v&aacute;rias cidades dos EUA e at&eacute; j&aacute; chegaram &agrave; Europa, &agrave;s cidades de Londres e Berlim, por exemplo.<\/p>\n<p>Perante esta situa&ccedil;&atilde;o, v&aacute;rias figuras p&uacute;blicas e v&aacute;rias empresas t&ecirc;m-se manifestado contra o que se passou e pedem rigorosas mudan&ccedil;as na forma como a pol&iacute;cia trata as pessoas negras nos Estados Unidos. A trazer ao de cima a bandeira do movimento #BlackLivesMatter, v&aacute;rias plataformas digitais tamb&eacute;m se quiseram &quot;fazer ouvir&quot;.<\/p>\n<p>Al&eacute;m das frases de apoio, mudaram as cores dos seus log&oacute;tipos. Os tons coloridas deram agora lugar ao preto, como forma de luto e de protesto.<\/p>\n<p>Foi o caso do Twitter, que referiu que o racismo n&atilde;o adere &agrave; dist&acirc;ncia social.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m o Instagram se juntou ao movimento ao mostrar apoio &agrave; comunidade negra e a dizer que &eacute; contra qualquer tipo de racismo.<\/p>\n<p>Outra das publica&ccedil;&otilde;es com maior visibilidade foi a da famosa plataforma de streaming Netflix. &ldquo;Estar em sil&ecirc;ncio &eacute; ser complacente&rdquo;, optou por escrever.<\/p>\n<p>O canal HBO tamb&eacute;m n&atilde;o ficou indiferente &agrave; morte de George Floyd e tomou a sua posi&ccedil;&atilde;o ao mostrar ao mundo uma cita&ccedil;&atilde;o de James Baldwin: &ldquo;Nem o medo nem o terror fazem as pessoas cegas: a indiferen&ccedil;a faz uma pessoa cega&rdquo;.<\/p>\n<p>Palavras de apoio que se estenderam tamb&eacute;m &agrave; Sony, uma das empresas mais conhecidas do mundo.<\/p>\n<p>Floyd, um ex-seguran&ccedil;a de 46 anos, supostamente detido por ter tentado pagar com uma nota falsa num supermercado local, avisou diversas vezes o pol&iacute;cia que n&atilde;o estava a conseguir respirar e que estava a perder a consci&ecirc;ncia. Foi transportado para o hospital, mas a sua morte foi declarada pouco tempo depois, ainda dentro da ambul&acirc;ncia.<\/p>\n<p>\n&Agrave; medida que se multiplicam as palavras de apoio &agrave; comunidade afro-americana e as homenagens a George Floyd, os Estados Unidos continuam a ferro e fogo.<\/p>\n<p>A onde de protestos j&aacute; fez mais de quatro mil detidos. Os n&uacute;meros da pris&atilde;o incluem os das manifesta&ccedil;&otilde;es em Nova Nova Iorque e Filad&eacute;lfia na costa leste, Chicago e Dallas no centro-oeste e sudoeste, bem como em Los Angeles na costa oeste.<\/p>\n<p>Derek Chauvin, o agente que provocou a morte do afroa-mericano foi detido na passada sexta-feira. A deten&ccedil;&atilde;o aconteceu quatro dias depois da captura das imagens que correram o mundo e que se tornaram virais.<\/p>\n<p>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tempo de leitura: 4 minutos Morte provoca maior onda de protesto nos Estados Unidos&nbsp;e produzem cenas de viol&ecirc;ncia. 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