Em 08/03/2024
A Bolívia não tem saída para o mar e tem uma marinha maior que a brasileira.
O Global Firepower, uma plataforma que classifica as forças militares mundiais, conduziu uma avaliação das frotas marítimas de 145 países, ranqueando-os com base no número de suas embarcações subaquáticas e de superfície.
A frota marinha boliviana, com 173 navios, ocupa a 19ª posição globalmente, superando a frota brasileira, que está na 23ª posição com 134 embarcações, conforme os dados do ranking.
No contexto da América Latina, a Bolívia se posiciona como a terceira maior potência naval, precedida apenas pela Colômbia e México, que contam com 237 e 194 navios, respectivamente.
Veja a lista das 30 maiores frotas navais segundo o Global Firepower:
01 – Rússia (781 unidades)
02 – China (730)
03 – Coreia do Norte (505)
04 – Estados Unidos (472)
05 – Suécia (353)
06 – Indonésia (333)
07 – Itália (309)
08 – Índia (294)
09 – Tailândia (293)
10 – Sri Lanka (270)
11 – Finlândia (246)
12 – Colômbia (237)
13 – Mianmar (227)
14 – Argélia (213)
15 – Coreia do Sul (200)
16 – México (194)
17 – Grécia (187)
18 – Turquia (186)
19 – Bolívia (173)
20 – Espanha (168)
21 – Japão (155)
22 – Egito (140)
23 – Brasil (134)
24 – Nigéria (133)
25 – Chile (130)
26 – França (128)
27 – Kuwait (123)
28 – Catar (123)
29 – Marrocos (121)
30 – Bangladesh (117)
O motivo de as forças militares da Bolívia manterem uma marinha ativa é justamente a ausência do mar – ou, na verdade, a esperança de recuperá-lo.
O país já teve uma costa marítima, mas a perdeu durante a Guerra do Pacífico, em 1879, em uma disputa territorial com o Chile pela região de Antofagasta.
Com suas tropas derrotadas, o governo boliviano reconheceu a posse da região ao país vizinho e, com isso, ficou sem acesso ao Pacífico.
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