Governo sinaliza aumento no preço da gasolina

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Em 06/08/2014

Tempo de leitura: 2 minutos


Em entrevista à Reuters, ministro da Fazenda afirmou que o reajuste é anual, mas disse não poder precisar quando ocorrerá: "Essa decisão não se comenta".

Brasília(DF) – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu indícios nesta terça-feira de que pode haver um novo aumento no preço da gasolina ainda este ano. Questionado sobre novos possíveis reajustes, o ministro deixou a possibilidade em aberto. "Todos os anos tem correção do preço da gasolina. Uns mais, outros menos. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra", afirmou. Contudo, Mantega não quis detalhar a data do reajuste. "Quando ocorrerá o aumento, essa é uma decisão que mexe com o mercado, com ações, então não se comenta", acrescentou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Mantega deu a declaração ao ser questionado se, com o possível enfraquecimento da inflação mais para o fim deste semestre, haveria espaço para ajustes nos preços administrados, que são aqueles controlados pelo governo. "Nosso comportamento é continuar com reajustes normais, sem tarifaço", afirmou o ministro, referindo-se à possibilidade de um reajuste maior do que o que vem sendo praticado nos últimos anos. O mercado especula que, caso a presidente Dilma se reeleja, haja um aumento generalizado de tarifas no início de 2015, puxado, sobretudo, pelos preços do mercado de energia.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu indícios nesta terça-feira de que pode haver um novo aumento no preço da gasolina ainda este ano. Questionado sobre novos possíveis reajustes, o ministro deixou a possibilidade em aberto. "Todos os anos tem correção do preço da gasolina. Uns mais, outros menos. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra", afirmou. Contudo, Mantega não quis detalhar a data do reajuste. "Quando ocorrerá o aumento, essa é uma decisão que mexe com o mercado, com ações, então não se comenta", acrescentou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Mantega deu a declaração ao ser questionado se, com o possível enfraquecimento da inflação mais para o fim deste semestre, haveria espaço para ajustes nos preços administrados, que são aqueles controlados pelo governo. "Nosso comportamento é continuar com reajustes normais, sem tarifaço", afirmou o ministro, referindo-se à possibilidade de um reajuste maior do que o que vem sendo praticado nos últimos anos. O mercado especula que, caso a presidente Dilma se reeleja, haja um aumento generalizado de tarifas no início de 2015, puxado, sobretudo, pelos preços do mercado de energia.


Tags: Economia

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