Em 17/05/2005
Da redação do Bê-a-bá do Sertão
Sousa(PB) – As 16h30m do dia 4 de maio de 2005, o agropecuarista sousense Maximino Pinto Gadelha(59) deu seu último suspiro de vida no Hospital da Unimed em João Pessoa. partindo mais cedo para o plano superior.
“Mina” como era carinhosamente chamado pelos amigos mais íntimos, era filho do ex-prefeito e ex-governador da Paraíba André Avelino de Paiva Gadelha e de Maria Rachel Pinto Gadelha e casado com a odontóloga Alenice Barbosa de Araújo cuja união matrimonial nasceram os filhos André Avelino de Paiva Gadelha Neto(administrador), Noemia Rachel de Araújo Gadelha(Biquímica/Farmacêutica) e Simone de Araújo Gadelha(Economista).
Seu corpo foi conduzido para Sousa, sua terra natal, onde após a missa de corpo presente realizada na Igreja do Bom Jesus Eucarístico Aparecido de Sousa, celebrada pelos Padres Arimatéia de Sousa e Dagmar Nobre de Almeida, foi sepultado sob grande acompanhamento no cemitério São João Batista, onde recebeu homenagens do amigo Antônio Estrela e dos primos Buega, Salomão e Marcondes Gadelha.
Na igreja, sua irmã Fátima Pires, prestou uma última homenagem numa crônica em que traçou as virtudes de Maximino, a qual transcrevemos:
“Um dia sem Maximino aqui na cidade de Sousa
Quero iniciar a minha mensagem, dizendo o seguinte:
"Não chore a minha ausência, deixei os que amei, aqui na terra, mas vou para junto de Deus, usufruí de minha felicidade sem fim! Orarei por vocês, do lugar que me está destinado !".
Este pensamento fala a verdade sobre Maximino.
E quem conheceu de perto Maximino sabe de todas as razões que temos de não esquecê-lo e eu como sua irmã, quero traduzir neste momento a saudade que se instala no meio de todos nós, os seus irmãos que éramos 8, 6 mulheres e 2 homens filhos de Zabilo Gadelha e Maria Raquel de saudosa memória. E aqui quero tentar ser a interprete dos sentimentos de orfandade que se abateu sobre nós e sobre o povo de Sousa com o falecimento de “Mina” como assim era conhecido e tratado na intimidade por todos nós, seus irmãos.
Traçar seu perfil é muito fácil porque:
Maximino era dotado de um caráter firme, dedicação a família, honestidade comprovada. “Mina” era dessas pessoas a quem se podia chamar “Um homem de valor, um homem de fibra”. Amigo fiel sabia ser amigo dos seus amigos. Era um dos homens mais acreditados desta cidade. A sua palavra era documento de seu valor. Seriedade comprovada.
Conseguiu formar o seu patrimônio trabalhando com honestidade. Teve uma vida toda ela pautada na dignidade, na honradez e na decência.
Soube educar de seus filhos, André, Noêmia e Simone, com a sua palavra de orientação, que é a maior escola que alguém pode freqüentar.
Foi um esposo companheiro, dedicado e solidário em todas as fases de sua vida, nas tristezas, alegrias, nas horas difíceis, ali estava “Mina” ao lado de sua estimada esposa Alenice, com a sua palavra de incentivo, de estímulo, de coragem e de apoio. Foi um avô modelo ao lado dos seus netinhos Lara Raquel e Zabilinho. Foi um sogro padrão aqui está Flaviana(sua nora), aqui se encontra seus genros Alexandre e Domiciano para confirmarem o que estou dizendo.
Nós sabemos Pe. Dagmar que na vida tudo passa, tudo passa mesmo Pe. Arimatéia. Sabemos de que a glória, o poder, tudo isso é passageiro, agora só não passam são os valores que cultivamos no espírito, como as virtudes morais, o caráter, a fé, o amor.
“Mina” plantou aqui na terra o amor a fé a esperança e a verdade e seus filhos hoje estão colhendo os frutos próprios, para uma vida de benções.
E tudo isto “Mina” soube semear aqui na terra. Então foi esta grande herança que ele deixou para os seus filhos, todos eles formados repito nesta escola do testemunho de uma dignidade moral que ultrapassa qualquer dignidade de riqueza e poder.
E por isso que temos certeza, de que o tempo não vai deixar que a sua morte física, apague a sua história, a sua luta, os seus valores.
E para encerrar, como irmã , neste momento de emoção e de saudades eu gostaria de sugerir o seguinte: que o seu nome deverá ficar para sempre registrado nos anais da galeria dos homens da cidade de Sousa, como a marca do amigo completo.
Receba pois, minhas estimada cunhada Alenice e meus sobrinhos, André, Noemia e Simone as nossas orações, a nossa prece amiga e a certeza de que Deus reservou um lugar feliz para “Mina”.
Descanse em paz Maximino".
As imagens
A reportagem do Bê-a-bá do Sertão compareceu a missa de corpo presente e ao sepultamento do agropecuarista Maximino Gadelha, cujas imagens você confere na GALERIA 1.
Na GALERIA 2 confira alguns momentos da vida do homem que partiu mais cedo amando Sousa deixando muitas saudades aos seus familiares e amigos.
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