Governo luta para vencer rejeição dos brasileiros aos produtos paraguaios

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Em 08/11/2011

Tempo de leitura: 2 minutos


Para ministra, é ‘impressionante’ o pouco que o brasileiro sabe sobre o país. Empresários brasileiros dizem que preconceito não tem fundamento.

São Paulo(SP) – Eu tenho certeza de que a maior parte de vocês(brasileiros) tem uma imagem parcial do meu país. Uma imagem que tem a ver com contrabando, falsificação, com vários estigmas que a gente tem que conhecer e reconhecer que vocês têm”, disse Liz Cramer, ministra do Turismo do Paraguai, em evento organizado em São Paulo para promover o país a uma plateia de empresários e investidores brasileiros.

A ministra é a principal porta-voz de uma “missão” adotada como prioridade pelo governo paraguaio na busca por investimentos estrangeiros: superar a imagem negativa que o país tem entre os brasileiros.

Em palestra no evento Paraguay Invest, no último dia 25 de outubro, Liz apresentou o que considera os pontos fortes da economia e do turismo do Paraguai, que cresceu 15% em 2010; destacou o crescimento do consumo; e reforçou que considera "impressionante" o pouco que o brasileiro conhece do país.

"Uma imagem que tem a ver com contrabando, falsificação, com vários estigmas que a gente tem que conhecer e reconhecer que vocês têm”, disse Liz Cramer, ministra do Turismo do Paraguai, em evento organizado em São Paulo para promover o país a uma plateia de empresários e investidores brasileiros.

A ministra é a principal porta-voz de uma “missão” adotada como prioridade pelo governo paraguaio na busca por investimentos estrangeiros: superar a imagem negativa que o país tem entre os brasileiros.

Em palestra no evento Paraguay Invest, no último dia 25 de outubro, Liz apresentou o que considera os pontos fortes da economia e do turismo do Paraguai, que cresceu 15% em 2010; destacou o crescimento do consumo; e reforçou que considera "impressionante" o pouco que o brasileiro conhece do país.

"Sempre me perguntam: tem loiro no Paraguai? Você não parece paraguaia. Pois tem muito paraguaio como eu, sou muito paraguaia", afirmou a ministra. O objetivo dela, disse ao G1, é mostrar aos brasileiros o "novo Paraguai", que tem riqueza, opções turísticas, empreendimentos comerciais e lojas de marcas famosas – cujas falsificações sempre foram vendidas no comércio do país, como a Saks Fifth Avenue – abrindo unidades legítimas no país, de olho no aumento das compras e na expansão do consumo no Brasil.

Oscar Stark, diretor da Rede de Inversiones Y Exportaciones(Rede de Investimentos e Exportações – Rediex), do Ministério de Indústria e Comércio, diz que a visão negativa é difícil de combater. "Em nenhum outro lugar existe esse conceito errado do Paraguai como no Brasil. É muito difícil de atacar porque é massivo. Os brasileiros têm um conceito do Paraguai de informalidade; e estamos mostrando um outro de país produtivo em que brasileiros estão trabalhando e ganhando dinheiro", afirmou Stark.


Tags: Internacional

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