Questão Malvinas é destaque em declaração do Conselho Federal da Juventude

  • Home
  • /
  • Sem categoria

Em 31/03/2012

Tempo de leitura: 2 minutos


Buenos Aires(Argentina) –
Representantes de juventudes de 21 províncias argentinas se reuniram, na última terça-feira(27Março2012), no Ministério de Desenvolvimento Social da Nação, em Buenos Aires, Argentina, para a I Reunião Anual do Conselho Federal da Juventude do ano de 2012. Na ocasião, as autoridades emitiram uma declaração política em que ressaltaram que "As ilhas Malvinas são Argentinas”.

De acordo com informações da Direção Nacional de Juventude, as autoridades aproveitaram para discutir políticas voltadas para a juventude a partir da perspectiva de direitos e para debater estratégias de atividades que promoverão nacionalmente. A questão do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável também esteve presente no encontro.

Na oportunidade, foram apresentados programas sobre a temática destinados aos jovens, como a Oficina de Participação Ambiental, e discutidas as posturas que o país tomará na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável(Rio+20), a qual ocorrerá em junho no Rio de Janeiro, Brasil.

Ilhas Malvinas
O dia 2 de abril marca os 30 anos da disputa entre Argentina e Reino Unido pelo território das Malvinas. Na data as autoridades de instituições da juventude das províncias argentinas, reunidas no encontro do Conselho Federal da Juventude, divulgaram uma declaração em que apoiam o pedido "pelo direito soberano e imprescritível da República Argentina sobre o território das Ilhas Malvinas, Georgias do Sul, Sándwich do Sul e os espaços marítimos circundantes”.

No documento, os representantes provinciais destacaram que a ocupação do Reino Unido nas ilhas é "ilegítima” e "representa uma afronta ao direito internacional e uma ameaça latente para o território argentino e também para a soberania regional”.

Para eles/as, a questão das Malvinas também é um assunto dos/as jovens, pois, no passado, foram os jovens que combateram e, hoje, também são os jovens que sofrem os efeitos do conflito.

"Nossa geração sofreu as consequências do processo de ‘desmalvinização’ posterior ao conflito, à atomização social e o vazio da política do neoliberalismo, mas hoje destacamos de nossos lugares a necessidade de recuperar os âmbitos de participação juvenil para a construção política de uma Argentina para todos e todas, e nesse processo não podemos estar ausentes e expressamos nosso apoio aos esforços encaminhados por nosso país na resolução pacífica da disputa de soberania com o Reino Unido”, comentaram.

* Karol Assunção – Jornalista da Adital.
 


Tags: Internacional

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *