Em 27/06/2012
Fortaleza(CE) – O advogado Manoel Lucena dos Santos é o novo diretor de Controle e Risco do Banco do Nordeste. Ele tomou posse na manhã desta terça-feira(26junho2012), em cerimônia realizada no Gabinete da Presidência da instituição, em Fortaleza.
Manoel Lucena dos Santos é funcionário da Receita Federal. Foi superintendente Regional do Banco do Brasil, delegado da Receita Previdenciária, superintendente adjunto da Receita Federal do Brasil e estava desde 2010 como diretor de Fiscalização da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc. Ele é natural de Ouro Branco, na região do Seridó do Rio Grande do Norte. Universidade de Fortaleza, no Ceará. Em 2000, concluiu a pós-graduação em Direito Processual pela Faculdade Christus. Também fez um ano, entre 1996 e 1997, de Administração de Empresas também pela Universidade de Fortaleza.
“Meu sentimento é de aguda responsabilidade ao assumir cargo de tamanha importância. Não me faltarão a disposição e o comprometimento com esta conceituada instituição. Minha única pretensão é desempenhar bem a minha função”, afirmou o novo diretor, que recebeu as boas vindas dos principais dirigentes do Banco do Nordeste.
O presidente interino do BNB, Paulo Ferraro, destacou a formação de Manoel Lucena como advogado, bancário e auditor, segundo ele tão necessária à segurança das atividades bancárias, sem prejuízo dos resultados negociais.
Sem interferência política
O novo diretor de Controle e Risco do Banco do Nordeste(BNB), o fiscal da Receita Federal Manuel Lucena dos Santos, sucederá Isidro Siqueira, que foi indicado para o posto pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves(RN). Lucena foi indicado para o cargo pelo senador José Pimentel(PT-CE), líder do governo no Congresso Nacional.
O ex-diretor da Caixa Econômica Federal Nelson Antonio de Souza substituirá Sydrião Alencar como diretor de Gestão do Desenvolvimento do BNB. Sydrião devia o cargo ao deputado José Guimarães(PT-CE).
Ao que se sabe, as duas novas nomeações foram feitas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, sem atender critérios políticos. Mantega teria recebido orientação da presidente Dilma Rousseff para preservar o BNB de qualquer influência do Congresso, de partidos ou agentes políticos.
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