Em 29/12/2023
Com leilões bilionários e expectativas na exploração de petrólio na Foz do Amazonas e na Margem Equatorial, avança também a perspectiva do Brasil sair de novo para a quarta potência mundial na produção do comoditty.
Com leilões bilionários e expectativas na exploração de petróleo na Foz do Amazonas e na Margem Equatorial, avança também a perspectiva do Brasil sair de novo para a quarta potência mundial na produção do comoditty. E o combustível não virá apenas da Petrobras, mais também de diversas outras multinacionais e estatais, além de novas empresas.
A análise foi feita por estudo da Vinci Partners que projeta que o Brasil avance da nona para a quarta posição no ranking global de produção da commodity até 2029, com o domínio da Petrobras e o reforço de players como Petroreconcavo e Prio.
Com leilões bilionários e expectativas na exploração de petrólio na Foz do Amazonas e na Margem Equatorial, avança também a perspectiva do Brasil sair de novo para a quarta potência mundial na produção do comoditty. E o combustível não virá apenas da Petrobras, mais também de diversas outras multinacionais e estatais, além de novas empresas.
A análise foi feita por estudo da Vinci Partners que projeta que o Brasil avance da nona para a quarta posição no ranking global de produção da commodity até 2029, com o domínio da Petrobras e o reforço de players como Shell, BP, Equinor, Cnooc, além das chamadas “junior oils” como Petroreconcavo e Prio.
O clima propício para esse futuro promissor teve propulsão com o recente leilão realizado na quarta-feira (13Dezembro2023) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Combustíveis (ANP).
O governo federal expandiu a capacidade produtora do País leiloando 193 blocos exploratórios, que preveem um investimento mínimo de mais de R$ 2 bilhões. Além do convite para o Brasil ingressar na Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+).
Caso o Brasil atinja essa expansão, empatará na quarta posição do ranking de produção global com o Canadá, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, da Arábia Saudita e da Rússia.
Em números, o saldo dessa projeção, a partir de dados da ANP e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), aponta para que a produção brasileira saia do volume atual de 3,5 milhões de barris por dia para 5,4 milhões de barris diários em 2029.
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