Em 31/08/2009
Cajazeiras(PB) – O Presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, Casa Legislativa de “Otacílio Jurema”, vereador Marcos Barros classificou como incompetente, atribuindo nota 4 a administração do Prefeito de Cajazeiras Léo Abreu, durante entrevista, em que traçou impressões sobre os oito meses de governo do médico cajazeirense.
Segundo Marcos Barros, falta planejamento e experiência administrativa na prefeitura municipal de Cajazeiras por parte do Prefeito Léo, bem como determinação, ordem e obediência ao planejamento por parte do secretariado, entendendo ainda que mais as dificuldades irão aparecer.
Avaliando como descontrole administrativo, Barros(Foto) revelou que um bom administrador apresenta competência em momentos de crise, conseguindo superar as situações adversas, o que segundo o parlamentar cajazeirense não está acontecendo na cidade, posto que ultimamente teve que recorrer a Justiça no sentido de receber o duodécimo da Câmara.
No entendimento do vereador, o Prefeito Léo Abreu(Foto) não está priorizando nem solucionando as questões mais básicas da cidade, a exemplo da folha de pagamento dos funcionários, além de questões relacionadas à educação, à saúde e a limpeza do município. Barros citou como descontrole administrativo o fato de que atualmente o pagamento do funcionalismo que está sendo pago é o do mês subseqüente, restando um mês em atraso.
Nota 4
Sobre a nota 4 atribuída ao Prefeito cajazeirense, Marcos Barros justificou pelo fato de que na prática, a equipe de governo não possui competência para administrar a crise, razão pela qual purgou pela nota 4. “Falta planejamento” completou revelando que torce para que a situação mude.
Sobre o relacionamento institucional entre os poderes executivo e legislativo na cidade, Marcos Barros avaliou como “amistoso”, enxergando que o papel da Câmara está sendo cumprido posto que constantemente são aprovados os projetos de interesse popular encaminhados pelo Prefeito a Casa Legislativa de “Otacílio Jurema”. A reportagem tentou manter contato com o Prefeito, sem êxito.
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