Em 03/01/2010
João Pessoa(PB) – Com o lema “Dias de Sol, Noites de Som”, tem início neste sábado(02Janeiro2010) o Festival “Estação Nordeste” com os shows do cantor e compositor carioca Jorge Ben Jor e a banda paraibana Exodus Reggae. Ben Jor é conhecido internacionalmente pelas composições como "Preta Pretinha", "Taj Mahal", "O homem da gravata florida" e "Mas Que Nada" entre outras. O show aconteceu a partir das 21h00M, no palco montado próximo ao busto de Tamandaré, entre as praias de Tambaú de Cabo Branco. O evento é uma realização do Governo Municipal (PMJP), através de sua Fundação Cultural(Funjope).
A atração local, que fez o show de abertura do festival, é a banda paraibana Exodus Reggae que vai se apresentou com um repertório repleto de músicas próprias como – "O Rasta Prevalece", "Resista" e "Libertação" dentre outras. As letras passaram mensagens de positividade, protesto, paz e principalmente louvor à "Jah Rastafari". A banda foi formada em meados de 2007 e atualmente é composta por 7 integrantes. Segundo os próprios integrantes o propósito é revolucionar com o "Reggae Music" difundindo à cultura Rastafari e a mensagem de Jah em tudo. O vocalista, Ras Coutinho garante que o grupo desenvolve um trabalho cultural e espiritual, fortificado pela força da natureza e da união.
Jorge Bem Jor
A atração principal do sábado(02Janeiro2010) foi o carioca, guitarrista, compositor Jorge Bem Jor. Com mais de 30 discos gravados, o músico é reconhecido internacionalmente pelo seu estilo diversificado: transita pelo rock and roll, samba, samba-rock, bossa nova, jazz, maracatu, funk e até mesmo hip hop. Suas letras misturam humor e sátira. Foi com essa batida original que o nome Jorge Ben virou um estilo em si. Quem foi ver esse grande músico brasileiro pôde conferir em seu repertório, pelo menos três clássicos: "Mas, Que Nada!" "Chove, Chuva" e "Por Causa de Você, Menina".
Começo
Em 1963, Jorge Ben lança seu primeiro LP “Samba Esquema novo”. Como diz o título, Jorge Ben criava ali uma nova batida para o samba, pós-bossa nova, fazendo do violão um instrumento de ritmo, dispensando o contrabaixo da orquestra.
Em 1964, o compositor lançou dois álbuns, “Sacundin Ben Samba”(o que menos gerou hits) e “Ben é Samba Bom”, em que misturava samba, gafieira e bossa nova, surpreendendo mais uma vez.
Na década dos anos 1970 ele continua a produzir. “A Tábua de Esmeralda”(1974) e “África Brasil”(1976). Nos anos 80 ele apresenta “ Dádiva e Sonsual”, “Homo Sapiens, Música para Tocar em Elevador” e “23” em 90.
Seu último CD gravado foi "Recuerdo de Assuncíon" pela gravadora Som Livre, em 2007.
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