Pesquisa aponta ato sexual como prevenção a depressão

Em 28/02/2010

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Londres(inglaterra) – Uma pesquisa realizada por médicos do New England Research Institutes e publicada na revista American Journal of Cardiology comprovou que homens com uma vida sexual menos ativa têm maior incidência de distúrbios como disfunção erétil, colesterol alto e hipertensão.

Segundo a cientista Susan Hall, coordenadora do estudo, sexo de duas a três vezes por semana pode ter um efeito protetor para o coração. Além de ser um bom exercício físico, os hormônios liberados após a ejaculação ajudam a equilibrar uma série de funções metabólicas.

Os pesquisadores acompanharam,1.165 homens, com idade média de 50 anos, sem histórico de doenças cardíacas, durante 16 anos. Os resultados comprovaram que os indivíduos com mais disposição para o sexo costumam ser menos sedentários e cuidam melhor da saúde.

Uma vida sexual pouco ativa pode sinalizar a fase inicial de problemas físicos, em especial os ligados ao sistema cardiovascular, como infartos, derrames e pressão alta – alerta Susan Hall.

Entre as diversas substâncias liberadas durante o ato sexual estão a endorfina e a serotonina, que são potentes antidepressivos. Uma relação sexual alia exercício físico e prazer, o que leva a conclusão de que, as relações sexuais aliviam a depressão.

Médicos brasileiros especialistas em medicina antienvelhecimento, sugerem sexo cinco vezes por semana. Para as mulheres, funciona como antidepressivo. No caso dos homens, há mais um fator importante: durante a ejaculação é liberada a testosterona, outro potente antidepressivo, responsável pelo aumento da massa muscular. Quanto mais sexo, mais massa muscular, força física e testosterona. E, quanto menos sexo, menor a libido, menor o gasto calórico e maior a gordura na cintura.

Outra vantagem de apostar numa vida sexual bem ativa: quanto mais ejaculações, menor o risco de desenvolver câncer de próstata. Médicos alertam que manter relações sexuais serve como prevenção, mas não como cura de doenças. Portadores de problemas cardíacos graves, por exemplo, só devem fazer sexo com a liberação do médico. O ato sexual é um termômetro da saúde física e emocional do ser humano.

Adultos que costumam manter relações sexuais com regularidade consegue mequilibrar os hormônios e estimular suas potencialidades. São pessoas mais satisfeitas consigo próprias. Fazer sexo aumenta a autoestima e o ânimo para enfrentar os problemas. Quem reprime o desejo sexual corre o risco de sofrer de doenças psicossomáticas, como úlcera, infarto, asma brônquica e estresse.

O ATO SEXUAL

* Alivia o estresse

*  Ajuda no combate à depressão

* Revitaliza o corpo

* Estimula a mente

* É um excelente exercício aeróbico e anaeróbico: queima de três a 10 calorias por minuto, em uma média de cem calorias por relação.

* Ao melhorar a circulação sanguínea, ajuda a derrotar a celulite

* Quem reprime o desejo sexual corre o risco de sofrer de úlcera, infarto, asma brônquica e estresse

OS NÚMEROS DO PRAZER

* Entre os mais jovens, a média de relações sexuais é de cinco por semana.

* Entre os mais velhos, uma a cada 10 dias.

* 50,9% das mulheres têm problemas com sua sexualidade.

* Entre os homens, esse índice cai para 48,1%.

MULHERES

* Para 26,6%, a maior dificuldade sexual é a falta de desejo.

* Para 26,2% é a incapacidade de atingir o orgasmo.

* Para 18%, a dificuldade está na dor na penetração.

HOMENS

* Para 45%, a maior dificuldade sexual é a disfunção erétil(grau completo, moderado e leve).

* Para 25% é a ejaculação precoce.


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