PF desarticula grupo suspeito de tráfico interestadual de drogas na PB

Em 14/12/2022

Tempo de leitura: 2 minutos

Estão sendo cumpridos 57 mandatos, sendo 30 de prisão e 27 de busca e apreensão. Em João Pessoa a Operação Bayerische acontece em cinco bairros, incluindo um presídio.

Pelo menos 30 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão estão sendo cumpridos em uma operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (14Dezembro2022), na Paraíba e em outros quatro estados. De acordo com a PF, a Operação Bayerische tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.

Segundo a polícia, o grupo criminoso é extenso e atuava no fornecimento de grandes quantidades de maconha e cocaína para outros traficantes de drogas, principalmente na distribuição na Grande João Pessoa, em Guarabira, em Natal (RN) e em outros municípios.

Durante a investigação, a PF descobriu que o grupo criminoso lavava o dinheiro da venda dos entorpecentes comprando imóveis de luxo, além de veículos. As contas bancárias usadas no esquema e o patrimônio identificado foram bloqueados por determinação judicial.

Conforme a Polícia Federal, na Paraíba a ação acontece em João Pessoa, nos bairros do Novais, Oitizeiro, Bessa, Expedicionários e Valentina, incluindo um mandado de prisão contra um detento no Presídio Silvio Porto. A operação acontece ainda nos estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Rondônia e Acre.

Operação Bayerische

Para o cumprimento da operação nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Rondônia e Acre, a ação contou com a participação de 110 policiais federais, além do apoio da Força Tarefa de Segurança Pública da Paraíba.

Em três apreensões de drogas foram apreendidos mais de 600 kg de skunk e 160 kg de cocaína, além da medida de sequestro e indisponibilidade de bens obtidos a partir de dinheiro proveniente do tráfico.

Em relação ao tráfico de drogas, foi possível identificar que há comunicação existente entre um dos líderes da quadrilha, que se encontra preso no Presídio Sílvio Porto, em Mangabeira, com criminosos que seguiam em liberdade dando continuidade às ações ilegais, sendo um extenso grupo criminoso complexo e organizado, que atuava no fornecimento de grandes quantidades da super maconha (skunk) e cocaína para outros traficantes de drogas, principalmente na distribuição de drogas na grande João Pessoa e Guarabira na Paraíba, Natal e outros municípios.

Na cela do líder da quadrilha, no Presídio Sílvio Porto, localizado no bairro de em Mangabeira, em João Pessoa (PB), foram encontrados diversos telefones celulares, que serviam também para acionar a rede de criminosos fora do presídio.

Os investigados responderão pelos crimes previstos da Lei de Drogas e Lei de Lavagem de Capitais, cujas penas máximas somadas ultrapassam 20 anos de reclusão.

Em Pernambuco dentro da operação foi dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão num endereço residencial que fica localizado em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. Nas buscas não houve apreensão que pudesse contribuir com a investigação.


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