Ministério Público converte em inquérito civil ação que investiga Braiscompany

Em 14/02/2023

Tempo de leitura: 1 minuto

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) converteu em inquérito civil a notícia de fato para apurar as suspeitas de irregularidades na Braiscompany como o suposto calote de R$ 600 milhões.

Na primeira fase, o processo foi aberto em 26 de janeiro, e convertido para inquérito civil no último dia 10 de fevereiro. Ele segue sigiloso.

Com o inquérito civil, as investigações prosseguem e podem, posteriormente, resultar na proposição de ações do Ministério Público na Justiça.

A crise da Braiscompany

A empresa de criptoativos Braiscompany atravessa uma crise profunda desde dezembro, com atraso de pagamentos de locação de ativos digitais.

A crise foi deflagrada pelo ator paraibano Lucas Veloso, que expôs situações negativas nas redes sociais sobre o CEO e fundador da Braiscompany, Antonio Neto Ais.

Lucas Henrique Veloso é um ator, comediante, diretor, mímico, cartunista, artista plástico, músico e multi-instrumentista brasileiro, filho do humorista Shaolin.

O artista disse que sofreu um prejuízo por não ter o retorno financeiro prometido pela empresa. O valor seria investido em forma de patrocínio para um filme de Lucas.

Clientes vão à Justiça

Com o atraso de pagamentos, vários clientes da financeira foram à Justiça com objetivo de recuperar o investimento aplicado na Braiscompany.

Antônio Neto Ais, dono da Braiscompany.

Em um dos casos, um empresário de João Pessoa pediu à Justiça a devolução de R$ 2 milhões investidos na empresa de Antônio Neto Ais, mas não obteve sucesso. Ainda cabe recurso.

Braiscompany culpa Binance

Antônio Neto Ais, dono da Braiscompany, culpa Binance pela crise. Ele diz que a corretora de criptoativos passou a travar as operações e limitar a capacidade de pagamento a 10% do necessário, a cada 10 dias.

A Braiscompany afirma que conseguiu aumentar o limite, mas a Binance voltou a restringir os mesmos pedidos anteriormente solicitados.


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