Em 05/05/2023
O presidente do BNB, Paulo Câmara, contou que encomendou um balanço para identificar as vagas e vai tratar do assunto com o governo federal.
O presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, disse que vai pleitear a realização de um concurso público para aumentar os quadros da instituição ainda em 2023. Ele afirmou que o assunto deve ser pauta das reuniões dele com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e Gestão, Esther Dweck.
“Vamos tentar. Como a União é a controladora majoritária do Banco, passa por ela. Então, a gente tem que fazer uma negociação lá (no Distrito Federal) para abrir o concurso. Mas precisa fazer, porque já tem um tempo sem abrir concurso“, afirmou.
Antes, Paulo Câmara (Foto acima) contou que aguarda um levantamento interno em elaboração pelo próprio BNB indicando quantas vagas e quais funções são necessárias para garantir melhor execução das atividades.
No entanto, o presidente afirmou que vai avaliar o estudo, mas deve levar uma proposta “razoável para ser aprovada” pelos ministros.
TI a atendimento
Mesmo sem ver o levantamento, ele adiantou que as funções relacionadas diretamente à tecnologia da informação e ao atendimento ao público, nas agências, são consideradas os principais alvos deste concurso que planeja.
Câmara diz que precisa equilibrar melhor a divisão entre funcionários e terceirizados na gestão da TI do banco e, por isso, é uma área considerada prioritária.
Já a criação de vagas para o atendimento é justificada por ele após ouvir “relatos de agências que precisam de reforço“.
“Outra cabeça“
“Quero fazer o concurso esse ano porque concurso demora, mas tudo vai depender da autorização porque se não tiver, não fazemos. Mas a gente tem conversado com o governo federal e notamos que a cabeça é outra“, afirmou, indicando que a orientação é fortalecer as ações do Banco do Nordeste.
No cargo há um mês, o ex-governador de Pernambuco foi convidado pessoalmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidir o BNB.
Ele conta de um “um claro interesse de trabalhar pelo Nordeste” manifestado por Lula, o que deve tornar planos como os de abrir concursos mais receptíveis pelo governo federal.
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