Em 06/07/2023
O governo vetou a venda de 450 blindados Guarani, do Exército, à Ucrânia. Os veículos militares no novo modelo de ambulância seriam usados em missões humanitárias.
Os veículos teriam cores do serviço de emergência e seriam usados para resgatar feridos e civis das zonas de combate.
Além de cumprir uma função humanitária, o negócio poderia alcançar a cifra de R$ 3,5 bilhões. O valor seria uma das maiores transações da indústria de defesa brasileira.
Parte do dinheiro seria usada pelo exército para investir em pesquisa e desenvolvimento, inclusive na criação de novas versões do blindado.
O Departamento de Assuntos Estratégicos, de Defesa e de Desarmamento, do Ministério das Relações Exteriores, manifestou seu veto ao negócio no fim do mês de maio.
A decisão foi mantida sob sigilo, mas acabou comunicada em junho à Iveco Defense Vehicles (IDV), cuja fábrica de Três Lagoas, Minas Gerais, produz o blindado do Exército.
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